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CES 2018 e as novidades

22 Jan

Esta feira internacional de Eletrônica em Las Vegas, foi realizada no início doaoAlexa mês entre 8 e 12 de fevereiro, mostrando diversos lançamentos de tecnologia, indo desde TVs até celulares de última geração, mas a área de negócios e chips é que prometem maiores avanços.
Após a gafe de segurança dos chips Intel, agora associada a AMD, a empresa revelou detalhes de um novo processador chamado Intel Core de 8ª. Geração, especial com os modelos para processar gráficos Radeon RX Vega M, podendo trabalhar com cargas pesadas de gráficos e realidade virtual.
A Intel e a AMD revelaram mais detalhes do novo processador em que estão trabalhando juntas. Chamado de “Intel Core de 8a geração com gráficos Radeon RX Vega M”, o chip será voltado para PCs e laptops, com foco em cargas de trabalho pesadas em termos gráficos, como Realidade Virtual (VR).
Outro assunto muito comentado no CES 2018 foi o assistente digital da Amazon, o Alexa (foto), que já pode ser usado nos carros, smartphones e também nos escritórios, é provável que logo já sejam incorporados aos laptops e PCs.
Variações em laptops incluem redução da espessura, a nova versão da Dell, o XPS 13 pesa 1,21 kg e possui menos de 12 mm de espessura, com tela 4k quase sem bordas (chamada infinity Edge) e com uma versão sensível ao toque (touchscreen).
O tablet ThinkPad X1 da LeNovo foi outra novidade, display de 12 polegadas, com resolução chamada de 3k (2160 x 1440) a bateria cresceu também em potência, o que dá 10 horas de uso , mas com isto ficou mais pesado com 1,26 k (quer dizer nem tanto).
Não apareceu nenhum híbrido atacando pessoas ou androides controlando a humanidade (claro é para lembrar alguns que tem fantasia demais sobre o assunto).

 

Teoria, vida e seguimento

19 Jan

Entre as dicotomias infernais da modernidade, certamente a pouco lembrada, masaSeguir sempre presente é a ruptura entre teoria e prática, empiristas defendem a experiência (prática) e idealistas, os ideais “puros”, não por acaso tentaram se completar na modernidade.
Hans-Georg Gadamer escreveu em Elogio da Teoria que se considerando que “todos homens anseiam, por natureza, saber, e que a mais elevada felicidade do homem reside na “pura teoria”, e que o seu mais íntimo fundamento (o [que é ser] homem) é um ser teórico”, se o homem desenha conhecer deve elaborar o que pensa sobre as coisas, mesmo que estejam fundadas nas relações práticas, é uma teoria, um “constructo” teórico no pensamento.
Postamos sobre invencionices, mesmices e espírito de rotina, mas talvez o mais pernicioso na vida do homem (o que é muito prático) seja a dificuldade de mudar de rumos, de hábitos, de rotina e principalmente de pensamento, fazer uma ruptura, uma conversão e depois seguir.
Na história sempre que houve uma mudança de pensamento aconteceu alguma ruptura, Spinoza deixou o judaísmo e depois o cristianismo ao construir sua “teoria”, Heidegger foi viver no meio da floresta negra, enfim, é preciso “mudar a rota” para mudar o pensamento.
Na bíblia os discípulos de Jesus Simão e André que pescavam peixes, ao encontrarem o mestre, deixam as redes e saem para caminhar com ele, e o mestre lhes diz (Mc 1,17): “Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens” e o seguiram.
Mas antes André e João, que foram discípulos de João Batista (por isto ele está no texto anterior de Mc 1,14), haviam ido dizer a Pedro que haviam encontrado o Messias, e antes ainda haviam perguntado onde Jesus “morava”, claro o sentido é mais amplo que casa.

 

 

Deserto e preparar os caminhos

08 Dez

Que caminhos devemos preparar hoje, em tempos de ódios, de divisões, de intolerâncias,aoPrepararCaminhos surgem apocalípticos e integrados (diria Umberto Eco), e não há como preparar um caminho novo, sem um pensamento novo, e há coisas novas, porém precisamos tirar o véu das vistas. 

É como dizia o profeta Isaias sobre a vinda de João Batista conforme Marcos (Mc 1,2-3): “Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho. Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!’ ”, mas que estradas devem ser preparadas neste nosso tempo, que deserto atravessamos.

Certamente não é para a nova vinda do Salvador, nem queremos mais Salvadores da Pátria, precisamos que o caminho seja preparado para uma consciência nova, diferente da idealista que construiu a modernidade, do iluminismo ou do enciclopedismo elitista.

Se Heidegger anuncia que devemos tomar uma questão nova, a questão do “ser”, ela não deve e não pode estar separada de um contexto social mais amplo, menos desigualdades, mais tolerância religiosa, aceitação da diversidade étnica, cultural e de gênero, mas sem o ranço ideológico que esquenta os ânimos e impede os progressos.

Retomar as questões essenciais do Ser, significa retomar os verdadeiros dramas da humanidade que vão além da fome e da exploração, que são muito mais consequências dos modelos existentes do que a origem deste modelo, pensou-se de modo idealista, que desenvolvendo mais teríamos mais distribuição do humano no planeta e menos explorações em diversos ângulos e sentidos, o que vemos como produto final diz que esta premissa era falsa.

Talvez retomando as questões essenciais do que é o Ser, entenderemos melhor o que é Ser homem e sua relação com tudo o que é sua existência.

Preparar os caminhos significa então preparar os caminhos para um futuro mais promissor, onde o Ser esteja no centro da atividade e não o Ter.

 

 

 

 

Noosfera e vigilância

01 Dez

Existe uma consciência planetária e até mesmo cósmica, se pensamos no sentido daaOração noosfera do espírito ou mente (noon – espírito ou mente, esfera), como aquela que atinge toda a humanidade e quem sabe todo o corpo celeste, e se nela estamos ligados chegaremos a uma grande consciência cosmológica ou cosmogônica.
De modo concreto, o planeta passa por mudanças, que postamos durante esta semana alguns comentários das análises de Edgar Morin e Petr Sloterdijk, há outras é claro, como as diversas preocupações de grandes pensadores que estão em “O mundo não tem mais tempo a perder” (GOLDMAN, 2014).
Falamos de “visões” do Sloterdijk, e vigiar está ligado a “ver com atenção” e também é preciso pensar que podemos emanar bons pensamentos e sentimentos ao planeta e ao cosmos, por isto a passagem do evangelista Marcos que ficou consagrada como “Vigiai e orai”, mas que está em outras passagens bíblicas, esta porém é mais atual (Marcos 13:33-37), pois ele compara esta vigilância a chegada do administrador que deixou a casa (neste caso a nossa casa de morada a Terra ou o Cosmos) para que os empregados tomassem conta e espera que eles tenham cuidado dela.
Pode-se pensar em termos apocalípticos, mas o sentido escatológico verdadeiro que é “estar atentos” para o desenvolvimento dos povos (na plenitude é o reino de Deus) vai sendo construído e as vezes, caso do momento atual da humanidade, é preciso vigiar para ir em frente e não cair em retrocessos que são possíveis, como as guerras e aumento das desigualdades.
Portanto pedir, orar e falar deste “desenvolvimento futuro” tanto humano quanto em cada uma de suas dimensões (espiritual, material, intelectual e afetiva), significa interiorizar e meditar sobre estas mudanças, por isto “orar” não significa apenas pronunciar palavras sem nexo e sem sentido, mas desejar um progresso para todos.
Para cristãos católicos e luteranos o “advento”  (período do Natal) é um tempo propício para esta “vinda”, como uma destas “visões”, a fraterna da consciência humana, agora de cidadania planetária, esta é a noosfera deste tempo.

GOLDMAN, S. (coord). O Mundo não tem mais tempo a perder: Apelo por uma governança solidária e responsável, São Paulo: Civilização Brasileira, 2014.

 

“Paradise papers” e a corrupção mundial

13 Nov

Depois do SwissLeaks (veja nosso post) e do Panamá papers (outro post),asBermudas agora surgem os novos paraísos fiscais em ilhotas pelo mundo, denunciados como “Paradise papers”.

A denúncia, que envolve a rede de Jornalistas Investigativos de mais de 80 países, denuncia fraudes fiscais com base no vazamento de 13.5 milhões de documentos financeiros, vindo de um escritório internacional de advocacia com sede nas ilhas Bermudas, o Appleby, que foram primeiro obtidos pelo jornal alemão Suddeustsche Zeitung.

Entre as personalidades mundiais estão a Coroa Britânica, a cantora Maddona e o campeão mundial de formula 1 Louis Hamilton, mas aparecem os ministro Henrique Meirelles da Fazenda e o ministro Blairo Maggi da agricultura, além do empresário Paulo Leman. Dono da Ambev, a marca Heinz e a rede de lanchonetes Burger King.

Segundo o relatório pessoas ligadas a Trump como o secretário do comércio Wilbur Ross, e ligadas a Putin da Rússia, como seu genro, além de mais de 100 corporações multinacionais, tais como Apple, Nike e Uber, fogem de impostos por manobras contábeis habilidosas.

Ter dinheiro em paraísos não significa atos de corrupção, mas o fato de buscar paraísos fiscais com baixa tributação, e usar empresas “offshore” (ao pé da letra fora das costas, quer dizer sem muita fiscalização) pode ser um indício de evasão de divisas e também corrupção.

As informações detalham movimentações financeiras de mais de 120 mil pessoas desde 1950 e 2016, segundo a BBC de Londres não é um vazamento, mas uma enchente.

Parafraseando um jornalista, “é preciso passar o mundo a limpo”, deve emergir uma nova cidadania planetária que não suporte mais isto, e segundo análise de Big Data no Brasil, a palavra corrupção foi a mais citada este ano aqui, talvez seja o “ano da corrupção”.

 

 

O OUTRO e o Amor cristão

27 Out

Este é o post de número 2000, em comemoração queria dizer o que é maisOZoto profundo em meu sentimento religioso.
O conceito do Outro conforme descreve o filósofo Emmanuel Lévinas pode ser definido assim: “A qualidade das relações que o homem trava com o outro depende não apenas da simpatia de que é investida, mas também, do conhecimento recíproco dos protagonistas.”
Usando este conceito todo o fundamento e prática religiosa poderia ser reduzido a duas coisas muito simples: “ama teu próximo” e ama a Deus, é o que conta um texto do novo testamento, onde os fariseus sabendo que Jesus já calara os Saduceus, em Mateus 22, 36-40, eles fazem uma nova armadilha para Jesus:
“Mestre, qual é o maior mandamento da lei?
Respondeu Jesus: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito’.
Este é o maior e o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: ‘Amarás teu próximo como a ti mesmo’.
Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas”.
E pergunto quanta coisa feita em nome do Amor e que fere os outros, que insuflam preconceitos e desconsidera pessoas, muitos ainda que proclamem estes valores não conseguem vivê-los como prática de vida.

Post2000

 

A Biosemiótica e Terence Deacon

24 Out

Natureza Incompleta: Como a Mente emerge da Matéria é um livro de aDeaconTerrence Deacon, antropólogo e biosemiótico, que aborda as origens da vida e o filosofia da mente, com novas tentativas de resposta de como a natureza emergiu.
O livro procura explicar conceitos como intencionalidade e normatividade em um propósito diferente ao da fenomenologia, mas considerando-os com um propósito mais funcionalista, chama entenacionais (no sentido ontológico de entes), mas agrupados e por isso “nacionais”.
O livro explora as propriedades da vida, o surgimento da consciência e a relação entre processos evolutivos e semióticos.

O livro especula sobre como propriedades como informação, valor, propósito, significado e comportamento direcionado final surgiram da física e da química.
Os críticos do livro argumentam que Deacon atraiu fortemente as obras de Alicia Juarrero e Evan Thompson sem fornecer citações completas ou referências ao autor, mas uma investigação da UC Berkeley inocentou Deacon que é professor lá.
Em contraste com os argumentos apresentados por Juarrero em Dynamics of Action (1999, MIT Press) e por Thompson in Mind in Life (2007, Belknap Press e Harvard University Press), Deacon rejeita explicitamente as afirmações de que fenômenos vivos ou mentais podem ser explicados por dinâmicas abordagens de sistemas.
Em vez disso, Deacon argumenta que as propriedades da vida ou da mente só emergem de uma relação recíproca de ordem superior entre processos auto-organizados.
Terence Deacon estará em São Paulo, no evento de Ciências Cognitivas EBICC.

 

Complexidade, consciência e AI

16 Out

Já afirmamos que tanto a complexidade como a consciência são fenômenos que AiMachinepertencem a natureza biológica, e foram emprestados as chamadas ciências “exatas”, mas a AI (Artificial Inteligente) continua tendo avanços, quais seriam então os equívocos de noções equivocadas deste campo ?

A resposta do professor de tecnologia do MIT Rodney Brooks, que trabalha com a robótica para a Panasonic é que há 7 pecados capitais, e ele cita a lei de  Amara ao dizer que as pessoas tendem a subestimar tanto o efeito a curto prazo quanto ao de longo prazo da tecnologia ao examinar uma tecnologia inexistente, enquanto um outro fatos é confundir hipóteses onde a AI teria uma igual competência para resolver o problema de uma tecnologia inexistente.

Um terceiro fator apontado por Brooks é que a suposição frequentemente de praticar uma tarefa é frequentemente confundida com uma tarefa realizada por AI igual a competência.

Brooks também diz que as pessoas são propensas a paralelizar o progresso AI na aprendizagem de uma determinada tarefa para o mesmo processo em seres humanos, por isto sempre aparece a ideia de híbridos humano/máquinas.

Brooks afirma também que as pessoas não devem esperar que AI continue a progredir constantemente em um caminho de desempenho exponencial, mas sim em ajustes e reavaliações, e não devemos acreditar em cenários feitos pela mídia com situações inesperadas na AI.

É disto que tratava a ficção científica de Odisseia 2001, onde o computador que tomava decisões diabólicos jamais existiu e assitir o filme hoje mostra a irrealidade daquela ficção, já Blade Runner se atualizou em 2049 e pergunta se máquinas tem almas, a pergunta do escritor que inspirou o filme é se as máquinas sonham com ovelhas elétricas (no romance de Philip K. Dick_, e porque máquinas dormiriam ?  e porque máquinas dormiriam ?

Aliás a figura do cachorro do velho caçador de Androides, também chamar Harrison Ford para o papel foi interessante em referência ao romance que inspirou o filme.

O artigo completo de Rooney Brooks publicado na Technology Review da semana passada é bastante interessante e separa 7 falácias sobre a AI.

 

Os puros de coração verão a Deus

03 Out

Entre as maldades que circulam não são pelas redes, mas também pelasAGanitona fofocas e pelas maldades do mundo contemporânea está a desconfiança, não seria exagero dizer que é a “Sociedade da Desconfiança”.

Se alguém não é de determinado grupo deve ser isolado, talvez tenha algum problema outras formas de bulying coletivo que ajudam a isolar a pessoa e fazê-la sentir mal, muitos vezes sobre o manto de doces palavras.

São muitos os jovens e pessoas idosas que se sentem mal em seu próprio meio, há uma desamor camuflado em boas intenções aparentes, é preciso que não se faça proselitismo e aceite o Outro como ele é, muito se tem falado na filosofia e na sociedade sobre isto em conceitos como: relações, empatia, escutar e dialogar, mas o resultado é pequeno.

Todos aqueles que agem contra a corrente negativa sentem em seus corações uma nova paz, mesmo em meio a tantas dificuldades, sentem novo impulso de caminhar para frente em meio a um mundo cheio de desconfianças.

É como dizem as bem-aventuranças no famoso sermão da montanha, onde duas especiais  para os dias de hoje Mt (5,8-9):

“Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.

Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus”.

Promova a paz e diga palavras de estímulo a todos a sua volta e colherá frutos saborosos.

 

O sofrimento e o cansaço

01 Set

A sociedade do cansaço não é a do sofrimento, o sofrimento é parte da vida, mas háAJesusPedro a impossibilidade de praticar a alteridade, e considerar o Outro além do mesmo, o individualismo transformou-se conforme afirma o filósofo coreano-alemão Byung-Chul Han uma “divisão nítida entre o dentro e fora … a Guerra Fria seguia o esquema imunológico”, que é a metáfora de excluir o Outro quando este não se configura dentro do meu sistema “epistêmico”, está fora da “minha lógica”.

A onto-lógica do “tragikós” grego, é aquela na qual enfrentamos nossos sofrimentos observando onde a justiça e a política convulsionam e criam patologias em nosso meio, a lógica dual do ou “eles” ou “nós”, é a crença na vingança, no ódio e na guerra, trágicas para a modernidade e ainda não damos sinais de ruptura em nossos sistemas de tensionamentos.

Os deuses sejam quais foram não querem nossa morte nem nosso sacrifício, a onto-lógica deve contemplar o outro com compaixão e misericórdia, mas não pode estar sujeita a ética dos Fariseus e Doutores da Lei, o portal pelo qual devemos entrar é a misericórdia de um Deus que se faz morte e vítima pelos homens, e não aquele que faz dos homens vítimas dos deuses, esta religião pós-moderna é farisaica e impiedosa, condena e não salva.

Após Jesus ter ensinado esta onto-lógica para os discípulos, eles ainda tinham e não entendiam o seu sacrifício que era o sacrifício de um Deus.

Lemos na Bíblia que Jesus já previa sua morte violenta, e começa a alertar os seus discípulos que não aceitam, em Mateus 16,22 está escrito que Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!”, e ele pede a Pedro para afastar-se dele com aquela mentalidade.

O que é o sofrimento, o mundo moderno não conhece, está preocupado com o máximo do prazer, o hedonismo defendido pelos utilitaristas como Stuart Mill e Jeromy Bentham e toda tentativa de conciliar a felicidade agápica com a êxtase erótica, deu naquilo que o filósofo Byung-Chul Han escreveu em seu livro (edição portuguesa): “na realidade, o fato que o outro desapareça é um processo dramático, porque se trata de um processo que progride sem que, por desgraça, muitos o adverta.” (HAN, 2014, pag. 5).

O escritor francês Emile Zolá escreveu “o sofrimento é o melhor remédio para acordar o espírito”, e o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade escreveu: “a educação para o sofrimento evitaria senti-lo com relação a casos que não o merecem”, aí sim é felicidade.

HAN, Byung-Chul. Agonia De Eros. Lisboa: Relógio D’água, 2014.