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[:pt]No prazer do texto há um diálogo[:en]In the pleasure of the text there is a dialogue[:]

02 set

[:pt]No post anterior há as expressões de Barthes sobre literatura, escrita e texto, e já conceituamos a ideia de inscrição que se supõe um suporte, a escrita e o aspecto cognitivo e no texto o aspecto linguageiro, artístico e de “instalação”, e é aqui que analisa-se o seu livro “O prazer do texto”.

O livro apesar de aspectos teóricos é de fato um prazer ao ser lido, há diálogo e principalmente surpresas agradáveis, como por exemplo, um espaço semiológico, uma espécie de lugar entre duas margens: “uma margem obediente, conforme, plagiária (…) o estado canônico da língua e outra móvel, vazia (…) estas duas margens enceram, são necessárias” (pag. 40).

Cede a literatura mais clássica: “de Zola, de Balzac, de Dickens, de Tolstoi) traz em si mesma uma espécie de mimese enfraquecida: não lemos tudo com a mesma intensidade de leitura; um ritmo se estabelece, desenvolto, pouco respeitoso em relação à integridade do texto” (pag. 17)

Trata em uma única linha de rupturas Proust, Balzac e Tostói, “o próprio ritmo daquilo que se lê e do que não se lê que produz o prazer dos grandes relatos: ter-se-á algumas vez lido Proust, Balzac, Guerra e Paz, palavra por palavra?  (Felicidade de Proust: de uma leitura a outra, não saltamos nunca as mesmas passagens)” (pag. 18).

Recomenda como se deve fazer a verdadeira leitura: “Leiam lentamente, leiam tudo, de um romance de Zola, o livro lhes cairá das mãos; leiam depressa, por fragmentos, um texto moderno, esse texto torna-se opaco, perempto para o nosso prazer: vocês querem que ocorra alguma coisa, e não ocorre nada; pois o que ocorre à linguagem não ocorre ao discurso: o que “acorre”* , o que “se vai”, a fenda das duas margens .. “ (pag. 19).

Contrasta o texto com o teatro ou o cinema: “Na cena do texto não existe ribalta: não há por detrás do texto ninguém ativo (o escritor) nem diante dele ninguém passivo (o leitor); não há um sujeito e um objeto. O texto prescreve as atitudes gramaticais: é o olho indiferenciado que fala um autor excessivo (Angelus Silesius): ‘O olho com que eu vejo Deus é o mesmo olho com que ele me vê.” (pag.52).

Revela o segredo de outro livro seu: “Tradição antiga, muito antiga: o hedonismo foi repelido por quase todas as filosofias; só se encontra a reivindicação hedonista entre os marginais, Sade, Fourier; para o próprio Nietzsche, o hedonismo é um pessimismo” (pag. 74), o livro citado no post anterior que vai muito além do hedonismo.

BARTHES, Roland. O prazer do texto. Trad.   J. Guinsburg. SP: Editora Perspectiva, 1987. (pdf)[:en]In the previous post there are Barthes’ expressions on literature, writing and text, and we have already conceptualized the idea of ​​inscription which is supposed to be supported, writing and the cognitive aspect and in the text the linguistic, artistic and “installation” aspect, and it is this is where his book “The pleasure of the text” is analyzed.

The book despite theoretical aspects is in fact a pleasure to be read, there is dialogue and mainly pleasant surprises, such as, for example, a semiological space, a kind of place between two margins: “an obedient margin, according to, plagiarism (…) the canonical state of the tongue and another movable, empty (…) these two margins wax, are necessary ”(page 40).

It yields more classic literature: “by Zola, by Balzac, by Dickens, by Tolstoy) it carries with it a kind of weakened mimesis: we do not read everything with the same intensity of reading; a rhythm is established, leisurely, with little respect for the integrity of the text ”(page 17)

Proust, Balzac and Tostói deals in a single line of ruptures, “the very rhythm of what is read and what is not read that produces the pleasure of great stories: Proust, Balzac, Guerra e Paz will sometimes have been read , word by word? (Proust’s happiness: from one reading to the next, we never skip the same passages) ”(page 18).

He recommends how to do the real reading: “Read slowly, read everything, from a Zola novel, the book will fall from your hands; read quickly, in fragments, a modern text, that text becomes opaque, timely for our pleasure: you want something to happen, and nothing happens; because what happens to language doesn’t happen to speech: what “happens” *, what “goes away”, the gap in both margins .. “(page 19).

Contrast the text with the theater or the cinema: “In the text scene there is no limelight: there is no one active behind the text (the writer) nor before anyone passive (the reader); there is no subject and object. The text prescribes grammatical attitudes: it is the undifferentiated eye that an excessive author (Angelus Silesius) speaks: ‘The eye with which I see God is the same eye with which he sees me.” (pag.52).

It reveals the secret of another book of his: “Old, very old tradition: hedonism has been repelled by almost all philosophies; only the hedonistic claim is found among the outcasts, Sade, Fourier; for Nietzsche himself, hedonism is pessimism ”(page 74), the book quoted in the previous post that goes far beyond hedonism.

BARTHES, Roland. (1987) O prazer do texto. Trad.   J. Guinsburg. Brazil, SP: Editora Perspectiva.  (portuguese edition in pdf, in english edition pdf)

 

 

 

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[:pt]Influenciador digital, a potência nas novas mídias[:en]Digital influencer, the power in new media. [:]

25 fev

[:pt]Influenciador digital é uma nova área de atuação nas mídias, desde os primeiros blogueiros eles existem, falam de coisas curiosas desde temas sérios, até culinária, fitness, esportes ou qualquer coisa que esteja em alta em determinado momento, os que fazem sucesso significam muito em termos de estatísticas e financiamentos, mas pouco em termos de conteúdos sérios e políticos.
Cito um brasileiro Felipe Neto, em torno dos 32 anos, não fui conferir apenas li em algum lugar, as vezes é inteligentes, as vezes comediante e irônico, fala de tudo em especial de fatos culturais inéditos, como a família Passos que formou uma “trupe” que ganhou com uma marchinha de sátira de carnaval “A culpa é do PT” que na rádio CBN venceu o concurso.
Dizem que ele tem milhões de seguidores, não fui conferir e pois também existem “robôs” e “influencers” capazes de produzirem valores juntos, mas as visualizações são mesmo astronômicas.
Você deve desconhecer Christian Figueiredo que tem em torno de 21 e já lançou um livro “Eu fico loko” e já fez marketing para Colacoca (algo assim) e Disney, e se for num shopping vai enlouquecer adolescentes, pergunte ao seu filho, sobrinho ou neto quem ele é, chance de 50% que saberão.
O catarinense Luba, Lucas Feurschütte. tem em torno de 25 anos, e já fez um vídeo de sucesso com Christian Figueredo perguntando: “Você é um gay”, tem um terceiro que não conheço que participa, mas talvez também seja de sucesso, o seu sucesso é o Luba TVGames (em torno de 230 mil seguidores), não vou esgotar a lista, apenas aponto um universo desconhecido de quem tem mais de 30 anos, pelo menos a imensa maioria, os jovens estão sob enorme influência deles.
Se seu filho é um adolescente preste atenção nestes nomes: Júlio Cocielo que se envolveu numa polêmica por fazer um comentário racista do jogador Mbappé, ah este você conhece, outro nome é Luccas Neto, 25 milhões de inscritos e bilhões de visualizações, Kéfera Buchmann do canal 5inco Minutos, não sei de é ironia com o programa americano 60 minutes, mas fala de beleza, esquetes, paródias e tem um humor bem fino e 11 milhões de seguidores, Whindersson Nunes, que uma vez em palestra fiz uma brincadeira com ele e todas adolescentes reagiram, e o adulto que dirigia a conversa não entendeu nada, e claro, o Felipe Neto.
De outros países tudo que sei é o youtuber PewDiePie, um comediante sueco em torno dos 30 anos, descobri que seu nome é Feliz Arvid Ulf Kjellberg, e também os do Instagram, mas lá surgem nomes “comuns” midiáticos como Cristiano Ronaldo e Messi jogadores de futebol, Beyoncé e Selena Gomez cantoras, Justin Bieber cantor e outros, pessoalmente sou seguidor de amigos e familiares.
É tudo que conheço, me dedico pouco a estas conversas, mas a vontade de potência me fez ir atrás do que os jovens estão preocupados, daqui 3 ou 4 anos estarão na faculdade e não quero perder a piada, ou a conversa, ou o “poder” que gente da nossa idade perdeu com os jovens.
Ah é tudo gente midiática, sim, mas também os novos filósofos das mídias não são outra coisa.[:en]Digital influencer is a new area of expertise in the media, since the first bloggers they exist, they talk about curious things from serious topics, to cooking, fitness, sports or anything that is on the rise at a given moment, those that are successful mean a lot in in terms of statistics and funding, but little in terms of serious and political content.
I quote from a Brazilian Felipe Neto, around 32 years old, I didn’t go check it out, I just read it somewhere, sometimes he’s smart, sometimes comedian and ironic, he talks about everything, especially unpublished cultural facts, like the Passos Family that formed a “ trupe ”that won with a carnival satire marchinha (*primary sing of carnival) “The fault is of the PT (left party)” on CBN radio won the marchinhas contest.
They say he has millions of followers; I didn’t check it out and there are also “robots” and “influencers” capable of producing values, but the visualizations are really astronomical. You must be unaware of Christian Figueiredo, who is around 21 and has already launched a book “Eu sou loko” (I´m crazy) and has already done marketing for Colacoca (or other) and Disney, and if it goes to a mall it will drive teenagers crazy, ask your son, nephew or grandson who he is , 50% chance that they will know.

The Santa Catarina´s Luba, Lucas Feurschütte. he is around 25 years old, and has already made a successful video with Christian Figueredo asking: “Are you a gay”, there is a third party that I don’t know who participates, but maybe he’s also successful, his success is Luba TVGames ( around 230 thousand followers), I will not exhaust the list, I just point out an unknown universe of those over 30 years old, at least the vast majority, young people are under their enormous influence.
If your son is a teenager, pay attention to these names: Júlio Cocielo, who got involved in a controversy for making a racist comment about the player Mbappé, oh this you know, another name is Luccas Neto, 25 million subscribers and billions of views,
The third in Brazil is Kéfera Buchmann do 5inco Minutos channel, I don’t know how ironic it is with the American program 60 minutes, but it talks about beauty, sketches, parodies and has a very fine humor and 11 million followers, Whindersson Nunes, who once in a lecture I played with him and all teenagers reacted, and the adult who would say the conversation did not understand anything, and of course, Felipe Neto.
From other countries all I know is youtuber PewDiePie, a Swedish comedian around 30 years old, I discovered that his name is Feliz Arvid Ulf Kjellberg, and also those from Instagram, but there are “common” media names like Cristiano Ronaldo and Messi players. soccer, Beyoncé and Selena Gomez singers, Justin Bieber singer and others, personally I am a follower of friends and family.
It’s all I know, I dedicate myself little to these conversations, but the desire for power made me go after what young people are concerned about, in 3 or 4 years they will be in college and I don’t want to miss the joke, or the conversation, or the “ power ”that people of our age lost to young people.
Oh, it’s all media people, yes, but the new media philosophers (its comm[:]

 

[:pt]Disrupção, sabe as palavras mais usadas?[:en]Disruption, do you know the most used words?[:]

04 dez

[:pt]Para que vocês usam hashtags? para expressar um pensamento, fazer pressão ou para criar “torcidas”?
O ano 2018 será marcado por diversas disrupções, entre elas a inteligência artificial que chegou para ficar, você pode pensar que ela está longo, mas aonde há mais código não é nem no celular no facebook, mas no carro, por isto é uma disrupção.
A segunda é o uso de palavras no Instagram que tornaram-se comuns e nem todo mundo conhece, a hashtag #instagood deveria ser usada só para as melhores fotos, mas os usuários acabaram usando tanto que é a segunda palavra mais usada no Instagram (com número de uso de 574.190.28, abaixo apenas de #love que passou de 1 bilhão.
A terceira no Instagram também é pouco conhecida e comprida: #photooftheday, mas se ler direitinho vai ver que é simples: a foto do dia, mais de 407 milhões, se for unida a outra palavra usada no mesmo sentido # picoftheday provavelmente seria a segunda.
Será um pouco difícil saber qual foi a palavra “da moda” em 2018, mas em Portugal por causa de um programa de humor “Gato Fedorento”, a palava “esmiuçar” conhecida dos brasileiros, aqui entrou na moda em 2009, por causa do excelente humor Ricardo de Araújo Pereira, prometi ler ele o ano passado (vejam meu post) e não me arrependi.
Ainda não há uma palavra eleita, a iniciativa em Portugal é da Porto Editora, há votações no site www.palavradoano.pt até dia 31 de dezembro, portanto só no ano novo saberemos.
Em inglês eu leio em sites que entraram na moda o “perf” de perfect e a “lineswoman”, o nosso juiz de linha em inglês seria o árbitro do futebol americano, creio que pode significar mulheres decididas ou tomar decisão.
No Brasil, fake news foi muito usada, além dos usos eleitorais de #elenão e #mito, nada mais despolitizado, deu no que deu, nem mesmo o futuro governo tem um futuro claro a frente.
A evolução de situações de fundamentalismo religioso em todo mundo, e talvez agora também no Brasil poderá criar uma nova palavra, mas sem dúvida há um retorno ao nacionalismo e às fundamentações religiosas sem precedentes na história, até o pacífico budismo está afetado.
Que palavra foi usada para isto, além de fundamentalismo? Por enquanto nenhuma. Que palavra foi usada para o retorno ao nacionalismo, até na Europa? Nenhuma, então minha conclusão em meus posts, há um problema de diagnóstico, a palavra seria noite do pensamento, uso então uma palavra grega: Aporia.[:en]The year 2018 will be marked by several disruptions, among them the artificial intelligence that has come to stay, you may think that it is long, but where there is more code is neither on the phone in facebook, but in the car, so it is a disruption.

The second is the use of words in Instagram that have become common and not everyone knows, the hashtag #instagood should be used only for the best photos, but users ended up using it so much that it is the second most used word in Instagram (with number of use of 574.190.28, below just #love that went from 1 billion.

The third one in Instagram is also little known and long: #photooftheday, but if you read it correctly you will see that it is simple: the photo of the day, more than 407 million if it is joined to another word used in the same way # picoftheday would probably be the second .

It will be a bit difficult to know what the word “fashionable” was in 2018, but in Portugal because of a humorous program “Gato Fedorento”, the word “esmiuçar” known to Brazilians, here it came into fashion in 2009, because of excellent mood Ricardo de Araújo Pereira, I promised to read it last year (see my post) and I did not regret it.

There is still no elected word, the initiative in Portugal is from Porto Editora, there are polls on the site www.palavradoano.pt until December 31, so only in the new year will we know.

In English I read on websites that fit the perfect “perf” and “lineswoman”, our English line judge would be the referee of American football, I think it can mean women decided or make a decision.

In Brazil, fake news was widely used, besides the electoral uses of # elenão and #mito, nothing more depoliticized, gave in what gave, not even the future government has a clear future ahead.

The evolution of situations of religious fundamentalism throughout the world, and perhaps now also in Brazil, may create a new word, but there is undoubtedly a return to nationalism and religious foundations unprecedented in history, until peaceful Buddhism is affected.

What word was used for this other than fundamentalism? Not yet. What word was used for the return to nationalism, even in Europe? None, so my conclusion in my posts, there is a diagnostic problem, the word would be thought night, then use a Greek word: APORIA.[:]

 

[:pt]Morreu Paul Allen[:en]Paul Allen died[:]

16 out

[:pt]Co-fundador com Bill Gates da Microsoft (foto), teve fortuna igualável e foi de fato o grande desenvolvedor da Microsoft, Bill Gates tinha trabalhado antes da Microsoft apenas numa versão da linguagem Basic, foi ele que sugeriu a compra do QDOS, sistema desenvolvido por Tim Paterson quando trabalha na Seattle Computer Products, de onde surgiu o MS DOS, cuja venda para a IBM é a origem do projeto milionário da Microsoft.

Paul Allen conhecia o sistema MVT da Xerox Palo Alto, que foi inspiração para as primeiras versões do Windows, mais tarde também investiram no Explorer numa versão fortemente competitiva com o Netscape, que desencadeou a chamada guerra dos navegadores Web.

Paul Gardner Allen  criou uma fundação com seu nome em 1988 para administrar projetos filantrópicos, entre 1990 e 2014 doou mais de 500 milhões de dólares a mais de 1500 organizações sem fins lucrativos, a maioria destinada a projetos de tecnologia, artes e cultura, mas também uma significativa fatia para desenvolvimento social (cerca de 100 milhões de dólares).

Morreu ao 65 vítima de câncer em sua cidade Seattle, onde era dono do time de basquete.[:en]Co-founder with Microsoft’s Bill Gates (photo), was fortunate enough and was in fact the great developer of Microsoft, Bill Gates had worked before Microsoft only in a version of Basic language, it was he who suggested the purchase of QDOS, developed system by Tim Paterson when he works at Seattle Computer Products, where MS DOS came from, whose sale to IBM is the origin of Microsoft’s millionaire project.

Paul Allen was familiar with Xerox’s Palo Alto MVT system, which was an inspiration for early versions of Windows, and later invested in Explorer in a heavily competitive version with Netscape, which triggered the so-called Web browser war.

Paul Gardner Allen created a foundation with his name in 1988 to run philanthropic projects; between 1990 and 2014 he donated more than $ 500 million to more than 1,500 nonprofit organizations, most of them for technology, arts and culture projects, but also a significant slice of social development (about $ 100 million).

He died in the 65 years old, cancer victim in his hometown of Seattle, where he owned the basketball team.[:]

 

[:pt]O Palácio de Cristal e a era digital[:en]The Crystal Palace and the digital era[:]

10 set

[:pt]Byung Chull Han descreve em suas que os conceitos de telecomunicações, ela foi anterior e fundamental para a internet, deve ser refletida com grande seriedade ontológica, pois é ela que designa a forma processual de densificação em números de interações e valores monetários, calcula-se que há dez milhões de e-mails por minuto e um trilhão de dólares ao dia (VÁSQUEZ ROCCA, 2012).

Esta alta densidade ocorre tanto na possibilidade maior e mais fácil de encontro entre agentes, quer na forma de transações (relacionais?), quer na forma de colisões, e isto descreve de certa forma o que lembra o chamado de Palácio de Cristal (idem).
O Crystal Palace de Londres, em 1850, já abrigava Exposições Universais e também centros de recreações que eram dedicados a “educação do povo”, esta sofisticada arquitetura, uma das mais imponentes do século XIX, antecipava um capitalismo globalizado e pretendia a absorção total do mundo que era produzido, muito antes da era digital.
Cita-o Dostoiévski e Walter Benjamin ainda mais frequentemente, e Sloterdijk (2005) usa-as em um artigo onde usa a ideia de Dostoiévski que encontro ali o culto a Baal como símbolo consumista e hedonista, onde uma doutrina das “finalidades” como um dogma do consumo.
Sloterdijk faz uma conexão com Benjamin: “O poder da metáfora do palácio de cristal de Dostoiévski para a filosofia da história é melhor medido quando justaposto à interpretação de Walter Benjamin das arcadas parisienses. A comparação é sugestiva porque num caso como no outro uma forma arquitetônica foi proclamada como a chave para o capitalismo. condição do mundo” (SLOTERDIJK, 2005, P. 279).
Será Byung Chull-Han que resolve esta dualidade ao estabelecer que há sempre um “mistério” que é desvelado e que isto é parte do belo e da verdade, que aos poucos se desvela.
É preciso pensar que apenas 4% do universo é conhecida, aquele da chamada da matéria bariônica, aquela composta de protóns, eletróns e neutrons, além de algumas subpartículas, a matéria escura que em parte é também bariônica e a chamada energia escura, uma força de ação repulsiva que permeia todo o espaço, são praticamente desconhecidas.

SLOTERDIJK, P. Crystal Palace. Chapter 33 of in Globalen Inneren Raum des Kapitals: Für eine philosophische Theorie der Globalisierung (In the Global Inner Space of Capital: For a Philosophical Theory of Globalization). Frankfurt am Main: Suhrkamp, 2005, pg. 265-276.
VÁSQUEZ ROCCA, Adolfo, “Sloterdijk: Modelos de comunicación ocultoarcaicos y moderno-ilustrados. Para una época de ángeles vacíos. Nómadas. Revista Crítica de Ciencias Sociales y Jurídicas, 2010 Disp.: http://www.ucm.es/info/nomadas/26/avrocca.pdf, Acesso em: setembro de 2018.[:en]Byung Chull Han describes in her that the concepts of telecommunications, she was previous and fundamental to the internet, must be reflected with great ontological seriousness, since it is the one that designates the procedural form of densification in numbers of interactions and monetary values, it is calculated that there are ten million e-mails per minute and one trillion dollars a day (VÁSQUEZ ROCCA, 2012).
This high density occurs both in the greater and easier possibility of meeting between agents, either in the form of (relational?) Transactions or in the form of collisions, and this describes in a certain way what resembles the so-called Crystal Palace (idem) .
The Crystal Palace of London in 1850 already housed Universal Exhibitions and also recreation centers dedicated to “education of the people”, this sophisticated architecture, one of the most imposing in the nineteenth century, anticipated a globalized capitalism and intended the total absorption of the world that was produced, long before the digital age.
He quotes Dostoevsky and Walter Benjamin even more frequently, and Sloterdijk (2005) uses them in an article where he uses the idea of ​​Dostoevsky that he finds there the cult of Baal as a consumeristic and hedonistic symbol, where a doctrine of “purposes” as a dogma of consumption.
Sloterdijk makes a connection with Benjamin: “The power of the metaphor of Dostoyevsky’s crystal palace for the philosophy of history is best measured when juxtaposed to Walter Benjamin’s interpretation of the Parisian arcades. The comparison is suggestive because in one case as in the other an architectural form was proclaimed as the key to capitalismo, condition of the world “(SLOTERDIJK, 2005, p. 279).
It will be Byung Chull-Han who solves this duality by establishing that there is always a “mystery” that is unveiled and that this is part of the beautiful and the truth, which is gradually revealed.
It is necessary to think that only 4% of the universe is known, that of the call of baryonic matter, that composed of protons, electrons and neutrons, in addition to some subparticles, dark matter that in part is also baryonic and so-called dark energy, of repulsive action that permeates the entire space, are practically unknown.

SLOTERDIJK, P. Crystal Palace. Chapter 33 in Globalen Inneren Raum des Kapitals: Für eine philosophische Theorie der Globalisierung (In the Global Inner Space of Capital: For a Philosophical Theory of Globalization). Frankfurt am Main: Suhrkamp, 2005, pg. 265-276.

VÁSQUEZ ROCCA, Adolfo, “Sloterdijk: Modelos de comunicación ocultoarcaicos y moderno-ilustrados. Para una época de ángeles vacíos. Nómadas. Revista Crítica de Ciencias Sociales y Jurídicas, 2010 Disp.: http://www.ucm.es/info/nomadas/26/avrocca.pdf, Acesso em: setembro de 2018.

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[:pt]Holograma faz sucesso[:en]Hologram make success[:]

26 ago

[:pt]De firma inesperada, uma cantora que é um holograma tridimensional, Hatsune Miku ganhou multidões para seus shows em várias cidades do Japão.

Os fãs de Hatsune, que é uma produção holográfica simulando uma garota de 16 anos, agitam seus apatatos luminosas e se agitam durante o show como se a artista fosse real.

Conforme reportagem do Daily Mail, a voz de Hatsune foi criada com amostras de voz da atriz japonesa Saki Fujita. Todas estas amostras contêm sons que, quando colocados em série, se transformam em palavras e frases. 

Agora os criadores do holograma podem compor qualquer música que a “avatar” irá cantar mesmo sem muita elaboração.[:en]Of unexpected firmness, a singer who is a three-dimensional hologram, Hatsune Miku conquered crowds for her shows in various cities of Japan.

 

Hatsune fans, which is a holographic production simulating a 16-year-old girl, shake their luminous apathetic and shake during the show as if the artist were real.According to the Daily Mail report, Hatsune’s voice was created with voice samples from Japanese actress Saki Fujita. All these samples contain sounds that, when placed in series, become words and phrases.

 
Now the creators of the hologram can compose any song that the “avatar” will sing even without much elaboration.
 

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[:pt]Alexa: assistente pessoal da Amazon[:en]Alexa: Amazon personal assistant[:]

26 jun

[:pt]Pode não parecer um fenômeno novo na tecnologia já que existem assistentes como o Siri, Cortana ou Google Now, mas o fato deste assistente ser realmente pessoal, por isto chamei os outros de assistentes de voz, é o fato que ele aprende e armazena os dados em uma nuvem particular da Amazon Web Service (AWS).

Ativados por voz estes assistentes pessoais embora todos fundamentados pelo uso de voz há diferenças, eles podem aprender com pessoas específicas hábitos e funções que elas desejam, enquanto o assistente de voz, como chamo Siri e Google Now agora emponderado pelo Dialogflow, como explicamos no post anterior, eles podem responder e aprender com a interação humana, mas poderá, se for desejável organizar seu próprio banco de dados.

O Alexa (por ser o assistente pessoal penso ser do género masculino, mas pode ser a também) está centralizada na nuvem da Amazon e tem seu próprio equipamento que é o Amazon Echo, uma coluna sempre conectada a internet via WiFi que está atenta aos diálogos do seu “dono”.

Os serviços de música em streaming com uso do Spotify ou Pandora, pode ler as notícias dos principais jornais que preferir, informar a previsão de tempo ou o trânsito a caminho do trabalho, pode controlar todos equipamentos em casa que sejam Smart Home, inclusive ele pode identificar e dizer sobre a compatibilidade, mais sua capacidade vai além.

Além disto tudo promete verificar coisas básicas como resolver contas matemáticas ou entrar numa conversa e até contar piadas, com o tempo este banco e esta capacidade vai evoluir.

Mas cuidado, já postamos aqui sobre o mito da singularidade (em especial o livro de Jean Gabriel Ganascia), a ideia que isto vai virar um monstro e controlar você é menos verdadeira que a de individualizar-se e deixar de falar com amigos e parentes. [:en]It may not seem like a new phenomenon in technology since there are wizards like Siri, Cortana or Google Now, but the fact that this wizard is really personal, that’s why I called the others for voice assistants, is the fact that it learns and stores the data in a private cloud from Amazon Web Service (AWS).
These personal assistants although all grounded by the use of voice there are differences, they can learn from specific people habits and functions they desire, while the voice assistant, as I call Siri and Google Now now empordered by Dialogflow, as we explained in the post above, they can respond and learn from human interaction, but may, if it is desirable to organize their own database.
Alexa (because I’m the personal assistant I think is masculine, but it can be the same) is centralized in the Amazon cloud and has its own equipment that is Amazon Echo, a column always connected to the Internet via WiFi that is attentive to dialogues of its “owner”.
Streaming music services using Spotify or Pandora, you can read the news of the main newspapers you prefer, inform the weather forecast or the traffic on the way to work, can control all equipment at home that are Smart Home, including it can identify and tell about compatibility, plus its capacity goes beyond.
In addition, it promises to check basic things like solving math accounts or getting into a conversation and even telling jokes, over time this bank and this ability will evolve.
But beware, we have already written here about the myth of singularity (especially the book by Jean Gabriel Ganascia), the idea that this will turn a monster and control you is less true than to individualize and stop talking to friends and relatives[:]

 

[:pt]AI e artefactos[:en]AI and artifacts[:]

16 maio

[:pt]O livro de Norvig e Russel (2010) traz logo no início uma tabela sobre o pensar humanamente e racionalmente, e agir humanamente e racionalmente, a tabela completa para a Inteligência artificial é incompleta, mesmo se considerando a literatura na área em questões como autonomia e consciência.

Analisemos primeiro as quatro principais citações que estão no quadro da figura 1.1. do livro exemplificada ao lado, sobre a Inteligência Artificial.

Pensando Humanamente
“O novo e empolgante esforço para fazer os computadores pensarem. . . máquinas com mentes, no sentido completo e literal. ”(Haugeland, 1985)
“A automação de atividades que associamos ao pensamento humano, atividades como tomada de decisões, resolução de problemas, aprendizado. . . ”(Bellman, 1978)
Pensando Racionalmente
“O estudo das faculdades mentais através do uso de modelos computacionais” (Charniak e McDermott, 1985)
“O estudo das computações que tornam possível perceber, raciocinar e agir.” (Winston, 1992)

Agindo Humanamente
“A arte de criar máquinas que executam funções que exigem inteligência quando executadas por pessoas.” (Kurzweil, 1990)
“O estudo de como fazer computadores faz coisas em que, no momento, as pessoas são melhores.” (Rich e Knight, 1991)
Atuando Racionalmente
“Inteligência Computacional é o estudo do design de agentes inteligentes.” (Poole et al., 1998)
  “AI. . . está preocupado com o comportamento inteligente em artefatos. ”(Nilsson, 1998)

Entendi por este quadro que estou atuando racionalmente, e que as definições e Poole e Nilsson servem para meus estudos, mas falta alguma coisa, o que é consciência e autonomia, e neste sentido que o quadro é incompleto.

Mas a questão da consciência é um fato, se pensamos que uma pessoa pode ter consciência, mas um artefacto não, argumento de Thomas Nagel, podemos no sentido inverso de pensar em IA “fraca” e IA “forte” definições dados por John Searle, para diferenciar se as máquinas estão pensando racional e humanamente (IA forte) ou apenas pensando e atuando racionalmente (IA fraca).

Isto levou a um outro campo que é hoje chamado de IA geral e IA profunda.

NORVIG,  P.; RUSSEL, P. Artificial Intelligence: A Modern Approach 3nd ed., Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2010.[:en]Norvig and Russel’s book (2010) at the outset brings a table about thinking humanly and rationally, and acting humanly and rationally, the complete table for Artificial Intelligence is incomplete, even if considering the literature in the area on issues such as autonomy and consciousness.
Let us first analyze the four main quotations that are in the table of figure 1.1. of the book exemplified next, on Artificial Intelligence.

Thinking Humanly

“The exciting new effort to make computers think . . . machines with minds, in the

full and literal sense.” (Haugeland, 1985)

“ The automation of activities that we associate with human thinking, activities such as decision-making, problem solving, learning . . .” (Bellman, 1978)

Thinking Rationally

“The study of mental faculties through the use of computational models.” (Charniak and McDermott, 1985)

“The study of the computations that make it possible to perceive, reason, and act.” (Winston, 1992)

Acting Humanly

“The art of creating machines that perform functions that require intelligence when performed by people.” (Kurzweil, 1990)

“The study of how to make computers do things at which, at the moment, people are better.” (Rich and Knight, 1991)

Acting Rationally

“Computational Intelligence is the study of the design of intelligent agents.” (Poole et al., 1998)

 “AI . . . is concerned with intelligent behavior in artifacts.” (Nilsson, 1998)

I understood from this framework that I am acting rationally, and that definitions and Poole and Nilsson are useful for my studies, but something is lacking, which is consciousness and autonomy, and in this sense the picture is incomplete.
But the question of consciousness is a fact, if we think a person may be aware, but an artifact, not Thomas Nagel’s argument, we can in the opposite sense think of AI “weak” and IA “strong” definitions given by John Searle, to differentiate whether machines are thinking rationally and humanly (strong AI) or just thinking and acting rationally (weak IA).
This led to another field that is today called general IA and deep IA.

NORVIG,  P.; RUSSEL, P. (2010) Artificial Intelligence: A Modern Approach 3nd ed., Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2010.

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[:pt]Escutando não ouvem [:en]They aren´t deaf but not listen[:]

04 abr

[:pt]O fato fisiológico de se escutar pode estar em contraste com a apreensão do conteúdo no cérebro humano, isto é, pode-se ter um aparelho auditivo adequado ou até mesmo artefatos que ajudem, mas mesmo escutando não ouvem, isto é não apreendem o conteúdo.

A visão de McLuhan que a comunicação, como meio tende  a ser definida como transparente, inócua, incapaz de determinar quais são os conteúdos comunicativos que estão veiculados.

 A sua única incidência no artefato, seja ela qual for, no processo comunicação seria negativa, devido a ruídos ou obstáculos na veiculação da mensagem, esta já era a preocupação enquanto aparato de Claude Shannon, mas agora McLuhan chama que tanto a mensagem feita oralmente ou por escrito, seja ela transmitida por rádio, televisão, põe em jogo novas estruturas sendo elas artefatos destinados a ampliar os sentidos realçando contornos e outros nuances do que é comunicado, neste trabalho relaciona com o artista que deseja realçar algo.

Dito de forma mais direta, para McLuhan, o meio, o cana (termos mais apropriado para Shannon)l, os artefatos de tecnologia que a comunicação se estabelece, não é apenas constitui a de certa forma de comunicado, mas determinará em última instância o próprio conteúdo.

O que McLuhan chama a atenção é o facto de uma mensagem proferida tanto oralmente

quanto por escrito, ao ser transmitida pelo rádio ou pela televisão põe em jogo o conteúdo.

Sua tese central é que existe aí uma dupla operação: 1) estudar a evolução dos meios comunicativos usados pelos homens ao longo da sua História, e, 2) identificar as características especificas de cada um desses diferentes meios/artefatos de comunicação.

Estes são dois pontos centrais de sua investigação que estão na raiz de uma de suas obras fundamentais, a saber,  Understanding Media, de 1964.

Assim desenvolve três galáxias, quando apenas uma é lembrada, a Galáxia de Gutenberg, que é típica da cultura escrita e depois a impressa com as possibilidades de reprodutibilidade, mas há a cultural oral ou acústica que é anterior, onde a questão da escuta é fundamental, nelas mestres (no sentido oral), oráculos e profetas ocupam um papel central, e, a atual que McLuhan chamava de eletrônica, mas pode-se como prolongamento falar de uma galáxia digital em rede, onde tem-se  mídias de redes que não devem ser confundidas com as redes, pois estas existem nas galáxias anteriores.

Desta forma quem está preso a Galáxia de Gutenberg pode não escutar a Galáxia da cultura oral, e aqueles que estão presos a Galáxia dos meios eletrônicos, chamo-a de Shannon, não escutam a Galáxia da cultura oral e da Galáxia de Gutenberg, os artefatos multimodais poderão mudar isto?[:en]The physiological fact of listening can be in contrast with the apprehension of the content in the human brain, that is, one can have a suitable hearing aid or even artifacts that help, but even listening, do not listen, that is, they do not apprehend the content.
McLuhan’s view that communication as a medium tends to be defined as transparent, innocuous, unable to determine what are the communicative contents that are conveyed.
 
Its only effect on the artifact, whatever it was, in the communication process would be negative, due to noises or obstacles in the delivery of the message, this was already the preoccupation as a device of Claude Shannon, but now McLuhan calls either the message made orally or in writing, be it transmitted by radio, television, puts in play new structures being artifacts intended to broaden the senses highlighting contours and other nuances of what is communicated, in this work relates to the artist who wishes to highlight something.
Put more directly, for McLuhan, the medium, the cane (terms more appropriate for Shannon), the technology artifacts that communication establishes, is not only a form of communication, but will ultimately determine the own content.
What McLuhan points out is the fact that a message delivered both orally as in writing, when broadcasting on the radio or television sets the content.
Their central thesis is that there is a double operation: 1) to study the evolution of the communal media used by men throughout their history, and 2) to identify the specific characteristics of each of these different media / communication artifacts .
These are two central points of his investigation that are at the root of one of his fundamental works, namely Understanding Media, of 1964.
Thus develops three galaxies, when only one is remembered, the Gutenberg Galaxy, which is typical of the written culture and then printed with the possibilities of reproducibility, but there is the oral or acoustic cultural that is previous, where the question of listening is fundamental (orally speaking), oracles and prophets occupy a central role, and the present one that McLuhan called electronic, but it is possible as an extension to speak of a digital galaxy in network, where there are media of networks that do not must be confused with the networks, since they exist in the previous galaxies.
So those who are trapped in the Gutenberg galaxy do not listen to oral culture, and those who are trapped in the culture of pure technology do not listen to oral and written culture
[:]

 

[:pt]Princesa Léia: de Volta para o Futuro[:en]Princess Leia: Back to the Future[:]

03 fev

[:pt]Eu sei, são dois filmes distintos, porém a Universidade Brigham Young (BYU) parece retornaraPrincesaLeia ao caminho da transmissão e projeção de imagens holográficas 3D no ar.
“Nossa equipe tem como missão tornar realidade os hologramas em 3D das ficções científicas” disse Daniel Smalley, professor de engenharia computacional e informática, um especialista em holografia que publicou recentemente (25/01) um artigo na Revista Nature.
A técnica que desenvolveu baseia-se no fenômeno da fotoforese, na qual partículas suspensas em meio a um líquido gasoso (há experiências com gotículas de água que o obriga a serem aspiradas no ar), podendo ser as próprias partículas que estão no ar atmosférico, que precisam ser movimentadas por gradientes térmicos e que pode ser feito por raios laser, explica Smalley “essas telas são capazes de produzir imagens em um ´ar fino’ que são visíveis de qualquer direção e não estão sujeitas a recortes”, ou seja, é visto de qualquer posição do espectador.
O nome técnico deste efeito é mais precisamente: “photophoretic-trap volumetric display” (uma tradução pode ser ´display de projeção volumétrica por armadilha fotoforética´), e é superior a técnicas antigas que não conseguiram capturar a luz por meio do ar para criar um objeto virtual com a mesma noção de profundidade do objeto real.
Mas o mais espetacular é a possibilidade de projeção RGB (Red-Green-Blue, as três cores primárias que compostas foram o espectro visível pelo ser humano), como o ponto de luz é capaz de mover-se rapidamente e assim o ponto de luz produz a cor, a projeção dos rádios laser verde, vermelho e azul produzem o efeito visual da cor.
A imagem colorida em três dimensões volumétrica (3D), terão a resolução de 10-micrómetro (10^-6 do metro ou 10^-4 do centímetro), isto significa produzir 10 mil voxels (Pixels volumétricos) por centímetro ou um milhão por metro cúbico.
Em pouco tempo a comunicação mudou, em 10 anos falamos pela Web em interação visual, graças ao VoIP (voz sobre Internet), agora a interação volumétricas em hologramas, ou também, assistir imagens de objetos e pessoas a nossa volta que estão a milhares de quilômetros de distancias, ou simplesmente, em filmagens de outros tempos, estamos de volta ao futuro.[:en]I know, it’s two distinct films, but Brigham Young University (BYU) seems to return to theaPrincesaLeia path of broadcasting and projecting 3D holographic images into the air.
“Our team’s mission is to make the 3D holograms of science fiction a reality,” said Daniel Smalley, a professor of computational engineering and computer science, a holography expert who recently published an article in Nature magazine.
The technique he developed is based on the phenomenon of photophoresis, in which particles suspended in the medium of a gaseous liquid (there are experiments with droplets of water that forces it to be sucked into the air), it can be the particles that are in the air, which need to be moved by thermal gradients and can be done by laser beams, explains Smalley, “these screens are capable of producing images in a ‘fine beam’ that are visible from any direction and are not subject to cutouts,” ie seen from any position of the viewer.
The technical name of this effect is more precisely: “photophoretic-trap volumetric display”, and is superior to old techniques that could not capture light through the air to create a virtual object with the same notion of depth as the actual object.
But the most spectacular is the possibility of RGB projection (Red-Green-Blue, the three primary colors that composed were the visible spectrum by the human being) as the point of light is able to move quickly and thus the point of light produces the color, the projection of the green, red and blue laser radios produce the visual effect of the color.
The color image in three-dimensional volumetric (3D), will have the resolution of 10-micrometer (10 ^ -6 of the meter or 10 ^ -4 of the centimeter), this means to produce 10 thousand voxels (Pixels volumétricos) by centimeter or one million by meter cubic.
In a short time the communication has changed, in 10 years we have spoken through the Web in visual interaction, thanks to VoIP (voice over Internet), now the volumetric interaction in holograms, or also, to watch images of objects and people around us that are thousands of miles of distances, or simply in filming from other times, we are back in the future.[:]