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Arquivo para a ‘Oceanografia’ Categoria

Um grande Iceberg se separa da Antártica

24 Jul

Um dos dez maiores se desprendeu da Antártida, o continente gelado do polo sul, a ponto Antarcticade fazer com que este continente modifique sua geografia perdendo uma das pontas, garantiu Adrian Luckman, professor da Universidade de Swansea e principal investigador do projeto Midas, que monitora esta plataforma desde 2014.

Segundo Luckman “O iceberg é um dos maiores registrados e seu progresso futuro é difícil de prever”, e acrescentou que esta ilha de gelo,  “poderá continuar reunido em um único pedaço, mas é mais provável que se separe em fragmentos. Parte do gelo pode continuar na área durante décadas e partes do iceberg podem flutuar para o Norte e entrar em águas mais quentes”.

O iceberg pesa mais de um trilhão de toneladas, e mede 5.800 quilômetros quadrados (área que é, por exemplo, quatro vezes maior que a cidade de São Paulo ou equivalente ao Distrito Federal), se soltou da plataforma de gelo Larsen C da Antártida, entre o dias 10 e 12 de julho de 2017, segundo os pesquisadores Universidades de Swansea e de Aberystwyth, no País de Gales, e do Instituto de Pesquisa Antártico Britânico (BAS, na sigla em inglês), o site do projeto Midas entretanto não afirma que seja devido ao aquecimento global, esta prova “científica” é um pouco mais complexa.

O evento, ainda que tenha ocorrido algo semelhante em 2013, torna mais inquestionável o aquecimento do planeta e as consequências que podem ser devastadoras ao longo dos anos se continuarmos em desequilíbrios climáticos, como os incêndios registrados na Europa e frio no sul da America Latina, como vivemos na semana passada.

É bom lembrar que o governo Trump rompeu unilateralmente os acordos sobre o clima, e apesar de toda pressão, em especial a Europeia, continua reticentes contra as evidências de que devemos tornar o planeta sustentável, e que podemos caminhar para uma enorme catástrofe climática com consequências na vida de todo o planeta

 

A questão climática esquenta

19 Jun

As diversas mobilizações em torno do encontro mundial sobrePapaEnciclica questões climáticas em Paris, no final do ano, agora tiveram a entrada oficial do Papa Francisco com uma encíclica específica tocando no problema da água.

Tomás Insua, um dos co-fundadores do MCGC( Movimento Católico Global para o Clima), da Argentina disse ao receber a encíclica das mãos do papa “Francisco até brincou, dizendo que estamos competindo com a sua encíclica. O endosso dele ao nosso trabalho é muito importante para incentivar a conscientização nos círculos católicos globalmente, assim como para conseguirmos mais assinaturas.”

A Conferência do Clima tem aval da respeitada UNFCCC (Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), e pelo caminho que está percorrendo e a divulgação que vem acontecendo, será a cúpula climática com maior participação oficial, desde Copenhague, em 2009.

Um dos objetivos de organizadores e organizadores de entidades em defesa da ecologia, é limitar a elevação do aquecimento global em até 2ºC, isto é, níveis pré-indústrial, pois diversos cientistas alertas que os níveis atuais são problemáticos.

A realização da Conferência do Clima será entre 30 de novembro e 11 de dezembro de 2015 e promete.

 

Seis lições de sabedoria a partir da tecnologia

20 Jan

TerraInternaNovas tecnologias (ou projetos) exigem nova maneira de pensar

O projeto Bloodhound SSC deverá ser o primeiro veículo terrestre a quebrar a barreira das 1.000 milhas por hora (1.609 km/h), seu maior problema foi reinventar as rodas, não é o invento mais antigo, mas como projetar as rodas mais rápidas do mundo, capazes de se manterem estáveis e seguras a uma velocidade supersônica e ainda com recursos financeiros limitados?

Segundo a BBC tecnologia, o engenheiro Mark Chapman, “após bater a cabeça por quatro meses”, entendeu que deveria usar as novas tecnologias de “maneira nova”, afirmou ele: “O que é inédito é a maneira como aplicamos as tecnologias”.

Formar a opinião a partir das provas e não das próprias ideias

O geofísico Steven Jacobsen, da Northwestern University, nos Estados Unidos, entre muitos outros geofísicos acreditavam que a água da Terra se originou em cometas.

Mas ao estudar profundamente as rochas, como forma que os cientistas usam para analisar a passagem do tempo, ele descobriu água dentro da ringwoodita, em resultados de janeiro de 2014 um mineral encontrado no manto terrestre, então entendeu que a água está dentro dos planetas.

É necessário mais transpiração que inspiração

Sim é preciso trabalhar duro isto entendeu a neurocientista Sheila Nirenberg, da Cornell University, em Nova York, que queria desenvolver uma nova prótese para curas auxiliares aos cegos, e pensava apenas nos orgãos e não na informação e o código delas no cérebro.

Então achou um elemento fundamental quando decifrou o projeto para decifrar o código que transmite informações entre os olhos e o cérebro, revela a neurocientista: “Quando me dei conta disso, não conseguia comer, não conseguia dormir. Tudo o que eu queria era trabalhar”, a transmissão da informação era importante mais que os mecanismos.

Amanhã continuamos, mas é preciso “não ter respostas prontas”, “contar com o acaso” que alguns chamam de conspiração do universo ou de Vontade de Deus, e por último, sabedoria é algo indefinível por isto, mesmo estas seis lições são questionáveis.

 

Terremoto no Japão

07 Dez

Nesta manhã de sexta (noite no Japão), um terremoto com magnitude preliminar de 7,3, conforme o Serviço Geológico dos EUA informoj, mas acrescentando que não havia risco de tsunamis generalizados, embora haja um alerta no Japão.

O tremor atingiu é próximo da área que o devastador terremoto seguido por tsunami em março do ano passado, além do risco nuclear ele matou cerca de 20 mil pessoas e desencadeou uma grande crise nuclear do mundo em 25 anos na usina de Fukushima, com este modelo de energia sendo questionado no mundo todo.

 

Google Sea View

28 Set

Uma versão subaquática do Google View já está em demonstração, o projeto foi uma parceria da uma do Google, o Laboratório de Ecossistemas Aquáticos da Universidade de Queensland e uma empresa multinacional de seguros Catlin Group.

Entre outras utilidades, o projeto que é chamado Catlin Seaview Survey, tem o objetivo saber sobre o estado dos recifes a partir desta pesquisa panorâmica, documento o fundo do mar em fotos e vídeos, uma das fontes é uma reportagem na New Scientist.

Uma curiosidade, foi um membro da Comunidade Google Earth, intitulado de Bzoltan da Hungria, ele postou uma animação no tempo simulando a subida do mar de 1 a 100 metros, o quanto isto afetaria cidades como Nova York, Sydney, Tokyo e Hong Kong entre outras, basta clickar no botão play e controlar o regulador de tempo.

Apesar de inúmeras críticas, de ter um dos seus membros preso no Brasil em virtude de postar vídeo das eleições (as barbaridades da TV mal são controladas), a empresa presta um importante serviço, claro que ainda serão necessárias muitas mudanças e melhoras, por exemplo, em seus mecanismos de buscas, mas o serviço prestado ao saber é grande.

A noosfera progride, todo futuro é melhor que o passado de pouca difusão do conhecimento e de obscuridade.

 

O tsunami no Japão e a tecnologia

11 Mar

Os japoneses usaram redes sociais como Twitter, Facebook e Mixi como meio de comunicação após um abalo sísmico de magnitude 8,9 eo  subsequente tsunami que atingiu o norte do Japão nesta manhã de sexta-feira, noite de quinta na Brasil.

O  Japão tem um papel central nas indústrias de eletrônicos de alta tecnologia e de consumo, ali estão empresas como a Sony, a Toshiba e a Nintendo, mas também algumas empresas de tecnologia dos EUA e Europa tem escritórios e operações significativas no Japão, segundo informes da Reuters.

Os efeitos são devastadores, a Sony parou de operações em seis de suas fábricas na região em Tohoku no Nordeste, de acordo com uma reportagem da Bloomberg. Os funcionários das fábricas afetadas foram evacuados, enquanto a Sony vai verificar o impacto dos danos e interrupções de energia, conforme o relatório Bloomberg.

Apesar de muitas piadinhas com a tragédia (que estão causando críticas ao serviço de microblogging), a maioria dos usuários do Twitter se solidariza com as vítimas e está engajada em ajudar e divulgar novidades sobre o país, também o Google criou um serviço disponibilizado pela ChristhChurch, já usado na tragédia do Haiti e Nova Zelândia.

Porém a tecnologia salvou o país, afirmam muitos analistas, no Japão foi feito um grande investimento em tecnologia para monitora grandes catástrofe, e isto é um meio fundamental para prevenir a população e evitar tragédias ainda maiores. Na avaliação é do chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Lucas Vieira Barros, que explicou que não haver como prever a ocorrência de terremoto, porem é possível calcular eventuais impactos de fenômenos em áreas críticas e avisar com alguma antecedência, segundo notícia no site R7 da Record, o pesquisador afirmou que sem a tecnologia a tragédia seria maior.

O tsunami no Japão ocorreu porque a chamada placa tectônica deslizou por baixo de outra no que compõe o chamado “assoalho oceânico”. Elas são em número de 12 as principais em toda a Terra, quatro delas estão próximas à localização do Japão, segundo ele “Qualquer terremoto que acontece no fundo do mar e resulte na movimentação do assoalho oceânico pode gerar tsunami”, e o movimento verificado no Japão, também podem chegar a costa leste do pacífico por volta da meia noite de hoje.

 

Finalmente são modelados os tsunamis

24 Jun

As temidas ondas gigantes que podem se transformar em tsunamis, podem agora Leia o resto deste post »