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The order of the Universe

30 Mar

In classical antiquity the model that predominated was the Ptolemaic, which surpassed the model of Aristotle (384-322 BC) who thought that the Earth was the center of the universe, of course in addition to other models that considered the flat earth the Earth attached to a “ spherical shell ”and others.

Other ideas emerged, but the model of Claudio Ptolemy (85-150) prevailed, until the model of Nicolau Copernicus (1473-1543) appeared in the late Middle Ages, but the Sun was still the center of the Universe, the important here is the mathematical and geometric “order” that he established, which influenced all modern science.

Our limit as a galaxy was proposed in ancient times by Democritus of Abdera (450-370 B.C.), seeing the bright low in the night sky, stated that it consisted of distant stars.

It was only in the 10th century, that the Persian astronomer known as Azophi (Abd al-Rahman al-Sufi), who observed the Andromeda Galaxy, describing it as a “little cloud” and was rediscovered by Simon Marius in 1612, and in 1610 Galileo Galilei confirms that the Milky Way was composed of several stars.

The model of the Milky Way was established by William Hershel in 1785 (drawing above) and until the discovery of the expansion of the universe, it was composed of galaxies and these by stars and planets.

The current cosmological models came from the hypothesis, today practically confirmed by the clergyman Georges Lamaitre (1854-1966), demonstrated by Edwin Hubble (1889-1953) and theorized and completed by the English physicist Stephen Hawking (1942-2018) and his student Roger Penrose (1931-).

It was from the study of density fluctuations (or anisotropic irregularities of the “matter”) which, analyzing the larger structures began to develop, the result is what is called barionic matter that condenses inside halos of cold dark matter , and these are the ones that formed galaxies as we see today, but dark matter and energy are still studies.

What we want to establish here is how our view of the world and matter also has implications for the view of life studies, and in the present case, of the structures of viruses and small organisms that can help science find solutions to epidemics and pandemics.

In a study that we are doing on publications in Social Networks, the scientist with the largest number of publications in the area of ​​Social Networks is Carl a. Latkin, an infectious disease physician who is a member of the Center for Global Medicine, which is not by chance, our worldview and complexity has changed and it can help us to fight the pandemic.

 

Primeiro biocomputador feito em Stanford

25 Jul

Conforme notícia no jornal da Universidade de Stanford, uma equipe liderada pelo prof. Markus Covert, professor assistente de bioengenharia, utilizando dados de mais de 900 trabalhos científicos, conseguiram explicar toda interação molecular que ocorre no ciclo de vida da Mycoplasma genitalium, uma das menores bactérias conhecidas.

Embora existam muitos problemas, como por exemplo, a compreensão da interação entre genes, outro prof. Diretor do Instituto Nacional de Saúde, James M. Anderson afirmou que “esta conquista demonstra uma transformação na abordagem para responder questões sobre os processos biológicos fundamentais”, porque os “modelos de computadores mais abrangentes de células inteiras têm o potencial de fazer avançar nossa compreensão sobre a fundação celular e, em última instância, pode informar sobre novas abordagens no diagnóstico e tratamento de doenças”.

A diferença da abordagem é explicada por um estudante co-autor do artigo sobre a descoberta, Jayodita Sanghvi, explicando que muitos problemas podem estar na interação de milhares de genes e não em um único gene como se imaginam em muitas abordagens, mas agora deve-se “trazer todos esses dados em um único lugar e ver como ele se encaixa”, referindo-se a interação de diversos genes.

O artigo “The Dawn of Virtual Cell Biology”, foi publicado na revista Cell, e tem a seguinte lista de autores: Jonathan R. Karr, Jayodita C. Sanghvi, Derek N. Macklin, Miriam V. Gutschow, Jared M. Jacobs, Benjamin Bolival, Nacyra Assad-Garcia, John I. Glass e Markus W. Covert .

 

Modelo simula todos movimentos humanos

01 Nov

O corpo humano tem aproximadamente 640 músculos, segundo especialista depende do movimento e do que
se quer saber sobre o corpo. Seja como for o número é grande e segundo o bioengenheiro Scot Delp da Universidade de Stanford, foi feito um modelo no qual quase todos os músculos e movimentos estão programados.

Apenas nas pernas são mais de 100 músculos, quase todos necessários para manter o equilíbrio e caminhar corretamente e assim os comando enviados pelo cérebro não são tão simples quanto podemos pensar, e em muitos casos é preciso unir esforços e teoria da bioengenharia, da engenharia mecânica e da cirurgia ortopédica para ajudar uma pessoa.

Uma ferramenta iterativa open source foi criada, chamada OpenSim, e estará exposta num exposição de Museu no The Leonardo , um museu de ciência e tecnologia em Salt Lake City, onde OpenSim faz parte de uma exposição explorando o movimento humano.

A ideia de unir museu e software de modelagem é de Andy Anderson, professor assistente de pesquisa da Universidade de Utah School of Medicine.

Como professor visitante foi trabalhar com Delp e Jennifer Hicks durante este verão passado (inverno no Brasil) e juntaram as peças até obterem OpenSim para lançarem na exposição em sua cidade natal, Salt Lake City.

A exposição Leonardo de Salt Lake City é curiosa pois caminhando pelo piso sensível a pressão, você tem resultados que apresentados no outro lado com saídas em código de cores de impressão conforme sua distribuição de peso, identificando até mesmo desequilíbrios leve que pode ser colocar tensão indevida sobre seus membros e articulações. São defeitos de posturas e andar que pode levar a dor ou a artrite.  Segundo os pesquisadores mesmo algumas anormalidades relativamente pequenas podem levar a cirurgias tão radicais como a de substituição de quadril e joelho, podem em certos casos tornarem-se necessárias.

Segundo disse Andy a ACM Tech News: “Este é um estudo divertido porque as pessoas podem inserir e ver vários movimentos ortopédicos e ver como eles afetam o seu movimento”.

Como a exposição é dirigida a crianças, para tornar as pesquisas mais acessíveis a um público mais jovem, a equipe de desenvolvimento do OpenSim está criando um jogo de futebol interativo . O jogador do mundo real ajusta a força de dois músculos da perna sobre o jogador de futebol simulado para gerar a força necessaria

“Esta é uma versão simplificada de nosso software, mas afiando as coisas para baixo a apenas dois músculos, podemos fazer a ciência das crianças algo movimento pode entender e se divertir com”, disse Hicks, um engenheiro mecânico e gerente do projeto OpenSim em Stanford.

Afirmou Hicks: “O mais importante, é ser baseado em física real e fisiologia realista, e ele serva para que realmente tanto ensine como diverta.”