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Arquivo para a ‘Tecnologia’ Categoria

Material pode ajudar criação de chips quânticos

08 Ago

Pesquisadores da Universidade Central da Flórida (UCF) descobriram um tipo de material que poderia ser usado como um “bloco de construção” de chips quânticos, sendo composto de háfnio, telúrio e fósforo, Hf2Te2P.

Segundo o pesquisador Madabe Neupane, da UFC: “Nossa descoberta nos leva um passo mais perto da aplicação de materiais quânticos e nos ajuda a obter uma compreensão mais profunda das interações entre várias fases quânticas”.

O material tem mais de um padrão de elétrons que se desenvolve dentro de sua estrutura eletrônica, dando-lhe uma gama de propriedades quânticas. Neupane diz que este material aumentará o poder de computação para grandes volumes de dados em novos dispositivos e reduzirá consideravelmente a quantidade de energia necessária para a eletrônica de potência.

A descoberta já atraiu empresas que estão investindo na pesquisa, a Microsoft por exemplo investiu em seu projeto chamado Estação Q, o laboratório que está dedicado ao campo da computação quântica topológica, e a google se associou à NASA num investimento que trabalha com computação quântica e inteligência artificial.

Como os fenômenos quânticos precisam ser melhores compreendidos para que a eletrônica seja totalmente substituída pela fotónica e pela computação quântica, as mudanças de cenário computacional tendem a mudar rápida e continuamente.

A descoberta do laboratório de Neupane está publicada na Nature Communications, e é um grande passo para esta mudança de cenário.

 

 

A geopolítica da Inteligência Artificial

06 Ago

Devido um excesso de zelo com distorções do uso de tecnologia, um atraso de entrada nos setores educacionais e empresarias, alguns países e nações industrializadas começam a perder o pé da corrida tecnológica.

Isto tornou-se mais grave nos dois últimos anos, quando as tecnologias relacionadas a Inteligência Artificial (IA) e a internet das coisas (IoT em Inglês) tornaram-se emergentes.

Alguns autores falam da quarta revolução industrial ou Indústria 4.0, onde a questão não é mais a simples automação digital dos empregos existentes, mas a transformação total do modelo em digital, isto significa criar modelos de produção, negócio, inovação e convergência tecnológica de modo a permitir o tratamento massivo de dados e aprendizagem automática (machine learning), isto assusta pelas implicações sociais, mas não pode provocar paralisia.

Um campo em emergência, que pode ajudar a geração de empregos é a “economia colaborativa”, onde o Wikipédia e o Uber são exemplos mais claros, mas há muitos outros.

No campo da geopolítica é fácil de entender porque Estados Unidos e China estão vencendo esta batalha com facilidade, além da estrutura economia e escolar para isto, suas empresas transnacionais na Europa, Rússia e muitos outros países garantem desenvolvimento sustentável e inserção no mercado, mas o principal é a crítica não negativa do uso das tecnologias e a compreensão de aspectos sociais desta opção.

Um relatório da jornalista equatoriana-britânica Sally Burch, na revista America Latina en Movimento: integración en tempos de incertidumbre, 07-2018, mostra o movimento ainda incipiente deste cenário na America Latina, isto sem contar com um cenário política grave.

 

Dá para medir a evolução da IA

30 Jul

Agora parece que sim, é preciso estabelecer testes mais precisos e qual é exatamente a precisão destes testes, mas pesquisadores do Computer Vision Lab, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique criaram um sistema de testes (benchmark) que testa a performance de plataformas de redes neurais utilizadas para realizar tarefas comuns da Inteligência artificial, como responder questões, localizar determinados dados e outras aplicações de smartphones, já utilizadas em tarefas comuns de redes neurais.

A ideia é medir o desempenho dos sistemas de IA, tal como é feito nos computadores atuais e em aplicações uteis nos smartphones, que usam a Inteligência Artificial.

O plano básico +e medir o desempenho nos sistemas, tal como já feito para algumas respostas: tempo, localizadores, voos, restaurantes, etc. e ir crescendo em complexidade, o que fará os fabricantes e fornecedores de aplicativos tornar seus modelos mais aperfeiçoados.

A aplicação chama AI Benchmark e permite, entre outras coias, a comparação da velocidade dos modelos de IA a serem executados em diferentes smartphones Android, pontuando a performance, já pode ser encontrada na app da Google Play.

O dispositivo que tenha o chip especializado em IA dedicado a alguns equipamentos (ao menos com o SO Android 4.1. instalado já serão suficientemente rápidos para fazer estas funções.

Algumas aplicações podem ser mais complexas, por exemplo, a classificação de imagens com reconhecimento fácil e a capacidade de segmentação e melhoramento de fotos, indicando que este tipo de aplicativo poderá crescer e evoluir para aplicações mais complexas.

 

 

Realidade Mista e Inteligência Artificial

24 Jul

Entre as novidades tecnológicas emergentes no ano de 2018 está a Realidade Mista (MR, em inglês Mixed Reality) e a Inteligência Artificial (AI, Artificial Intelligence)
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, já apontava como uma das soluções futuras, o HoloLens, uma solução RM + IA que ajuda usuários a fazer coisas antes impossíveis. A capacidade de mesclar os mundos físico e digital (o conceito analógico vale para dispositivos, mas não para o mundo real), faz com que a realidade mista permita construir experiências de pessoas, lugares e coisas independentemente de sua localização física e podem interagir digitalmente, chamo isto de multipresencial.

A Realidade Virtual são ambientes que excluem o mundo real, a Realidade Aumentada é um conteúdo digital que está no topo do mundo real e o conteúdo digital de realidade mista interage com o mundo real.

As empresas prometem, entre elas a Microsoft, incorporar o HoloLens com mais a IA contruindo uma Unidade de Processamento Holográfico ou HPU.
A realidade mista está vingando, além do software disponível junto ao Windows 10, porque as experiências nas experiências de RA e RV, você possa ter o melhor dos dois mundos, RV é encantadora, mas tem um efeito hipnótico e óculos incômodos e a RA falta o realismo.
As experiências futuras deverão incorporar compartilhamento em ambiente de RM,
um aplicativo disruptivo de comunicação social, com experiências que derrubam as paredes do isolamento e quem sabe, dão uma dimensão mais educativa aos games.
A realidade mista poderá conectar as pessoas de maneira significativa, convincente e cheias de conteúdo, o multipresencial nos unirá, aguardem um novo aplicativo.

 

Tornar hologramas reais, rápidos e precisos

20 Jun

Já mencionamos aqui o desenvolvimento de hologramas no espaço sem a necessidade de dispositivos que recriem os artefactos, agora é possível fazê-los de modo ultrarrápido e muito precisos.

Os cientistas do Laboratório Americano Lawrence Livermore na California desenvolveram uma técnica que pode criar objetos complexos em segundos, podemos dizer usando teorema de amostragem de Shannon para a criação de imagens, agora sendo elas tridimensionais.

Esta técnica cria os objetos em camadas simultaneamente, os detalhes foram publicados na revista Science Advances em dezembro de 2017, há duas inovações realmente importantes ali, a possibilidade de criar imagens reais de modo ultrarrápido usando uma resina fotossensível recriando a impressão 3D com um poderoso laser que endurece esta resina tornando-a um plástico.

 

Isto também pode ser feito com metais usando feixe de elétrons e um pó de metais em vez da resina, a também não precisa dos inúmeros suportes necessários às impressoras 3D.

O engenheiro Maxim Shusteff, do LLNL, que lidera o estudo disse ao site New Atlas: “o fato que você pode fazer peças totalmente em 3D, tudo em uma única etapa realmente supera um problema na manufatura aditiva”, agora os hologramas podem retornar às peças materiais.

Outra opção seria a bio-impressão em tecido vivo: “Nós fizemos uma boa primeira tentativa”, disse Shusteff, “mas ainda não levamos isso ao limite de seu desempenho, então o espaço está aberto para nós e outros para demonstrar o que essa abordagem é capaz de fazer.”  bioprinting tecido vivo. “Nós fizemos uma boa primeira tentativa,” disse Shusteff, “

Se a impressão 3D já era anunciada como uma revolução, esta nova técnica promete acelerar ainda mais este processo

 

O efeito borboleta e as pequenas coisas

11 Jun

Parecem que para mudar o mundo para mudar tudo devemos fazer coisas grandiosas, grandes projetos e na verdade não é bem assim, pequenas coisas podem fazer muita diferença, e a primeira coisa que podemos mudar somos nós mesmo, conforme a frase de Platão: “se quer mover o mundo o primeiro passo será mover-se a si mesmo”.
O efeito borboleta, pesquisado e defendido por Edward Norton Lorenz, que inclusive criou a figura ao lado, tem duplo sentido primeiro que ele descobriu que a batida da asa de uma borboleta poderia influenciar o clima, segundo que o gráfico que criou deste efeito (na física modelo de convecção do calor tem a forma das asas de uma borboleta.
Lorenz estava simulando modelos globais climáticos num computador, e executou outro modelo que retirando algumas casas depois da virgula o tempo de processamento seria menor e o resultado saia mais rápido, na prática mudou um pouco as condições do processo, e os resultados foram bastante divergentes.
Isto significa na prática que pequenas ações e intervenções em fenômenos podem ao longo de um percurso influenciá-los profundamente, o que nos dá esperança porque assim o pouco que fazemos de correto, de honesto e de inspiração ética pode no futuro mudar drasticamente as coisas, claro será preciso que outras pessoas façam pequenos atos.
Uma experiência pessoal foi perder uma pessoa querida por suicídio, me fez pensar muito imaginando o que poderia ter acontecido com aquela pessoa, depois de muito sofrimento uma psicóloga me explicou que não só sofrimentos e fatores sociais, mas também genéticos, físicos e emocionais poderia determinar a ação daquela pessoa.
Pensando no sentido positivo podemos fazer pequenos gestos, uma criança me pedia que jogasse bola com ela, estava apressado, parei e joguei uns cinco minutos com ela, ai o vizinho de um prédio que me viu com uma sacola na mão, me disse pode ir agora eu jogo com o miúdo (crianças em Portugal).
Também pensando no Brasil, o enorme sofrimento com todos acontecimentos sociais e políticos negativos, precisamos tentar enxergar pequenas ações que podem ser feitas, conscientizar as pessoas e ouvir quando alguém está muito convicto do seu ponto de vista.
Vejo que Portugal saiu da crise vencendo e recuperando o otimismo como povo, não perderam as esperanças, ainda que a crise tenha atingido muita gente e ainda hoje hajam reflexos, porém é perceptível a melhora.

 

História Oral, escrita e eletrônica de Shannon

21 Mai

Há motivos bem compreensivos para um certo desconhecimento e também críticas, muitas vezes injustas, a Claude Shannon.

Há uma rara entrevista feita em julho de 1982 por Robert Price, chamada curiosamente de “Oral-History“, em que ele afirma:

”Bem, voltando a 42, os computadores estavam emergindo, por assim dizer. Eles tinham coisas como o ENIAC na Universidade da Pensilvânia …  Agora, eles eram lentos, eram muito desajeitados e enormes, e todos, havia computadores que ocupariam alguns quartos desse tamanho e eles teriam a capacidade de uma das pequenas calculadoras. que você pode comprar agora por US $ 10. Mas, mesmo assim, pudemos ver o potencial disso, o que aconteceu aqui se as coisas ficaram mais baratas e poderíamos melhorar o tempo de atividade, mantendo as máquinas funcionando por mais de dez minutos, coisas desse tipo. Foi realmente muito emocionante. Nós tínhamos sonhos, Turing e eu conversávamos sobre a possibilidade de simular inteiramente o cérebro humano. Poderíamos realmente obter um computador que fosse equivalente ao cérebro humano ou até melhor? E parecia mais fácil do que agora, talvez. Nós dois pensamos que isso deveria ser possível em não muito tempo, em dez ou 15 anos. Tal não foi o caso, não foi feito em trinta

A obra escrita de Claude Shannon é bem conhecida, ela está na sua principal obra Mathematical Theory of Communication, que começa com um artigo com o mesmo nome publicado na revista da Bell´s Laboratories em 1948, e que tem uma versão revista e corrigida no site do Departamento de Matemática de Harvard.  

Por último, a grande contribuição de Shannon, além de que seu diagrama apresentado ser sempre incompleto pois retiram dele a fonte de informação e o destino da informação, e isto torna a informação “sem significação” e sem sentido.

Porém sua grande contribuição é de fato a informação no artefacto, quais os limites de “ruído” (não é só isto) mas ele próprio afirma em sua obra que vai tratar da informação num sentido estrito, ou seja, no artefacto.

Oral, written and electronic history of Shannon.

There are good reasons for a certain lack of knowledge and criticism, often unfair, to Claude Shannon.

 

Andróides sonham ?

18 Mai

Os dois filmes de Blade Runner foram inspirados no livro Androides sonham com ovelhas elétricas?, de Philip K Dick é relançado em edição comemorativa de 50 anos (1968-2018) com escritos inéditos: uma carta do autor para os produtores de Blade Runner, na qual profetiza o sucesso da produção e a última entrevista concedida por Dick, publicada em 1982 na revista The Twilight Zone Magazine na ocasião do lançamento do filme.

O prefácio exclusivo assinado pelo escritor e jornalista argentino Rodrigo Frésan, amante da ficção científica e da obra de Dick relatando a conturbada e impressionante vida do autor, e um brilhante cenários que chamam de “pós-apocalípticos” feitos por Douglas Kellner e Steven Best, professoras respectivamentte da Universidade da Califórnia e na Universidade do Texas.

Acrescente-se a isto um posfácio escrito pelo tradutor do livro, Ronaldo Bressane, que compara Androides com Blade Runner e comenta aspectos da obra não explorados no cinema, como a preocupação ambiental, além das questões religiosas e metafísicas presentes no texto.

As questões religiosas e metafísicas são tão atuais que merecem uma visão atualizada do que pensamos que é o nosso universo interior, os nossos valores e nossa relação com o mundo natural e ao mesmo tempo transcendental, no sentido não imediato.

O que é a natureza além a natureza e o que é o homem além do humano, não é nem trans-natureza e nem trans-humano apenas, mas para olhá-la de modo adequado será preciso ter um olhar transdisciplinar, não ver pelo lado apocalíptico e pessimista apenas.

A Inteligência Artificial é sem dúvida uma inspiração para os próximos anos, pensar nela não é pensar fora do espírito e da interioridade humana, mas é justamente questionar o que é isto, Blade Runner 2049 fez isto, mas o sucesso foi pequeno, preferimos Robocop.

Se a vida interior reduziu-se na modernidade não é devido aos avanços atuais e vindouros, mas devido ao fato que as vezes atribuímos aos humanos atitudes de robôs e não o contrário, pois os robôs atuais ainda tem raciocínio mecânico e numa lógica limitada.

 

Ambientes de agentes e um exemplo

17 Mai

O exemplo que Norvig e Russel (2010) vão dar para descrever o que é um ambiente na Inteligência Artificial é feliz e infeliz ao mesmo tempo, feliz porque tornou-se algo real 8 anos após a edição do livro, um táxi como veículo autónomo, e infeliz porque já há casos de acidentes com veículos autónomos.

O que chama de ambiente é descrito como PEAS (Performance, Ambiente, Atuadores e sensores, traduzidos ao português) (figura ao lado), cuja primeira etapa é projetar o ambiente da tarefa.

O agente será diferente de um software (um softbot ou webcrawler), mas é didático.

O ambiente sugerido era de um táxi autônomo, o que na época era um “pouco além das capacidades da tecnologia existente”, mas na página 28 vai descrever um robô com esta função, o lado fortuito do exemplo como dizem os autores é uma tarefa “completamente aberta” e “não há limite para as novas combinações de circunstância que podem surgir” (Norvig, Russel, 2010, p. 40)

Que medidas de desempenho serão desejadas: chegar ao destino correto, minimizar o tempo de destino correto, o consumo de combustível e desgaste, as violações de tráfego, distúrbios e segurança aos passageiros e outros condutores, e se houver conflitos tomar decisões (eis um dos motivos do acidente para proteger os passageiros causou um atropelamento de uma transeunte).

O passo seguinte é mapear um ambiente de um carro autónomo, deverá lidar com uma variedade de estradas, desde pistas rurais e vielas urbanas a rodovias de 3, 4 e até 5 pistas, havendo nas pistas além de outros veículos, pedestres, animais vadios, obras na estrada, carros da polícia, poças, e buracos, e deve interagir com passageiros em potencial e reais.

Os atuadores para um táxi automatizado incluem aqueles disponíveis para um motorista humano: controle sobre o motor através do acelerador e controle sobre direção e frenagem.
algumas escolhas opcionais de comunicação com outros veículos com setas e até buzina, e com os passageiros que necessitarão de sintetizadores de voz.

Os sensores básicos do táxi incluirão uma ou mais câmeras de vídeo controláveis para que possam ver a estrada; pode aumentá-las com sensores de infravermelho ou
sonar para detectar distâncias para outros carros e obstáculos.

Os problemas de segurança e convívio com motoristas humanos é evidente, mas graças a este exemplo de sucesso feito em 2010, hoje tem-se mapas, GPS, sinalizadores em estradas, e muitos outros avanços.

NORVIG,  P.; RUSSEL, P. Artificial Intelligence: A Modern Approach 3nd ed., Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2010.

 

Uma pausa para Cannes

14 Mai

Cannes está pouco charmosa dizem por aqui na Europa, mas eu discordo olhando alguns filmes que estão por lá, diria que uns 5 me chamaram a atenção, mas pelo menos 9 poderiam ser olhados de perto, sobretudo por brasileiros, enumero apenas os 5 que li e 4 que soube.
Do cineasta Asghar Farhadi (palma de ouro em O passado de 2013, O apartamento de 2016 e o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017), o seu nome filme Todos lo saben, ambientado em Argentina e Espanha tem atores latinos conhecidos no Brasil, como Penépope Cruz, Jarvier Bardem e Ricardo Darin.
O segundo que penso valer a pena é Francis: A man of his word, do diretor Wim Wenders (de filmes como Asas do Desejo, Cidade dos Anjos e Paris Texas) e o principal ator nada menos que o Papa Francisco, lembro ainda que fez um documentário também sobre Sebastião Salgado.
O terceiro, para entusiastas de Star Wars e também pelo principal ator que participou dos dois filmes de Blade Runner, Harrisson Ford que fez o papel de Han Solo na série original, mas agora feito por Alden Ehrenreich, ainda bem jovem quando o piloto da Millennium Falcon conhece o amigo Chewbacca e Calrissian (Donald Glover), bem antes de aderir à Rebelião.
Segundo dizem os informativos de filmes, este estava emperrado desde 2015, mas aparece agora em Cannes, do brasileiro Cacá Diegues O grande circo místico, que conta a história de cinco gerações de uma família circense, com Juliano Cazarré, Bruna Linzmeyer, Antônio Fagundes, Jesuíta Barbosa e o francês Vincent Cassel, aparentemente promete, vale conferir.
O quinto e último que faço um comentário, é de volta a questão racial traz de volta Spike Lee, que conta uma historia real em Blackkklansman, um policial negro Ron Stallworth (John David Washington), que se infiltra na Ku Klux Klan e chega a liderar um grupo local.
Filmes que tenho poucas informações, mas a crítica está comentando são: Under the Silver Lake (de David Robert Mitchell, Corrente do Mal), Fahrenheit 451 (Ramin Bahrani), The House that Jack Built (do controvertido Lars von Trier) e The Man who killed Don Quixote (Terry Gilliam) que traz uma repaginação do romance histórico Dom Quixote.

Amanhã retorno com temas de Inteligência Artificial.