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[:pt]Assim os últimos serão os primeiros[:en]So the last ones will be the first ones[:]

25 set

[:pt]Não importa que você demonstre que faz bem as coisas, que mantenha as aparências, que esteja sempre num lugar de destaque, mesmo na política e nos cultos e festas religiosas, a verdadeira consciência é que liga-se a intenção, e a intencionalidade é a consciência dirigida a “algo”, diz a fenomenologia.

Assim é que a nova normalidade, não a da pós-pandemia, mas a da pós crise civilizatória e tudo indica que ela está a caminho, poderá inverter a lógica da perversidade dos poderosos, dos opressores e dos fariseus, somente a verdadeira solidariedade contará, somente ela poderá dar sustento ao novo rumo, que poderá advir não de uma nova normalidade, porque ela já era distante antes da pandemia, basta ler a literatura séria, que não é a dos midiáticos.

Os frágeis e os indefesos ficaram ainda mais frágeis na pandemia, mas a lógica do poder se inverterá por uma fenomenologia aórgica, aquela que vem do inorgânico sobre o orgânico, vem da natureza para o humano, e do cosmos para o planeta, assim como afirma Morin em sua “introdução a complexidade” o todo está na parte, o cosmos e a natureza em cada indivíduo, como a parte está no todo, somos responsáveis por tudo que acontece na Natureza.

Está na cosmologia e não na visão sistêmica, está no holismo aórgico e não no holismo cartesiano, está na mística e não no farisaísmo ou na ideologia atrelada a religião, que é outro tipo de religião sem ascese, a mudança vem de uma longa noite da humanidade, mas poderá concentrar numa noite visível.

O poeta Hörderling afirmava “onde há medo há salvação”, e o momento de apreensão da humanidade a espera de uma vacina deve pensar numa vacina que tire a venda dos olhos da cegueira do pensamento, Edgar Morin preconizou esta noite, e Peter Sloterdijk afirmou que não é um tempo propício ao exercício do pensamento, estamos petrificados em lógica sistêmica e doutrinais que não nos permite perceber um novo ao largo do horizonte.

É por isto que os últimos serão os primeiros, as pessoas simples tem a intuição desta possível mudança, os verdadeiros sábios a desejam, não como o querem os poderosos, mas como sonham os flagelados da pandemia social, do doutrinismo irracional e fechado em suas bolhas.

Os que blasfemam contra as religiões afirmam como dizia o profeta Ezequiel no antigo testamento (Ez. 18,25): “Vós andais dizendo: a conduta do Senhor não é correta. Ouvi, vós da casa de Israel. É a minha conduta que não é correta, ou antes é a vossa conduta que não é correta?“, os humildes entendem.

É assim que os últimos serão os primeiros, e que serão os operários da última hora, como diz a parábola bíblica aqueles que chamados ao fim do dia foram ao trabalho e receberam o mesmo pagamento dos que chegaram no início do dia, e não haviam ido apenas porque não haviam sido chamados (Mt 21,28-32).[:en]It doesn’t matter that you show that you do things well, that you keep up appearances, that you are always in a prominent place, even in politics and in religious services and celebrations, the real conscience is that the intention is linked, and the intentionality is the consciousness directed to “something”, says phenomenology.

So that the new normality, not that of the post-pandemic, but that of the post-civilization crisis and everything indicates that it is on its way, can reverse the logic of the wickedness of the powerful, the oppressors and the Pharisees, only true solidarity will count, only it will be able to sustain the new course, which may not come from a new normality, because it was already distant before the pandemic, just read the serious literature that is not that of the media.

The fragile and the defenseless have become even more fragile in the pandemic, but the logic of power will be inverted by an aortic phenomenology, that which comes from the inorganic over the organic, comes from nature to the human, and from the cosmos to the planet, as stated Morin in his “introduction to complexity” the whole is in the part, the cosmos and nature in each individual, as the part is in the whole, we are responsible for everything that happens in Nature.

It is in cosmology and not in the systemic view, it is in aorganic holism and not in Cartesian holism, it is in mystique and not in pharisaism or ideology linked to religion, which is another type of religion without asceticism, the change comes from a long night of humanity, but you can concentrate on a visible night.

The poet Hölderling stated “where there is fear there is salvation”, and the moment of apprehension of humanity waiting for a vaccine must think of a vaccine that will remove the blindfold from the blindness of thought, Edgar Morin advocated this evening, and Peter Sloterdijk stated that it is not a favorable time for the exercise of thought, we are petrified in systemic and doctrinal logic that does not allow us to perceive a new one over the horizon.

That is why the last will be the first, simple people have the intuition of this possible change, the true sages want it, not as the powerful want it, but as the fragments of the social pandemic, irrational doctrine and closed in their bubble´s dream .

Those who blaspheme against religions affirm as the prophet Ezekiel said in the old testament (Ezek. 18,25): “You are saying: the Lord’s conduct is not correct. Hear, you of the house of Israel. Is it my conduct that is not correct, or is it your conduct that is not correct? “, the humbles can understand.

This is how the last will be the first, and the workers of the last hour will be, as the biblical parable says, those who called at the end of the day went to work and received the same payment as those who arrived at the beginning of the day, had not just gone because they had not been called (Mt 21: 28-32).[:]

 

[:pt]Simplificação, idealismo e pandemia[:en]Simplification, idealism and pandemic[:]

28 abr

[:pt]A ideia de que podemos simplificar fenômenos que são complexos parece um bom caminho, mas simplificar o que é por natureza complexo é ignorar o conjunto de fenômenos e interpretações que estão dentro do fenômeno que se deseja analisar, tenha ele a natureza que tiver, e principalmente se for a natureza humana, porque inclui a complexidade social/cultural.
É muito diferente da busca da essência, os pré-socráticos procuraram definir qual era o elemento essencial da natureza: fogo, ar, átomos, números, o Ser, e assim definiram as principais escolas pré-socráticas, ao perceber que se tratava de um fenômeno mais amplo Sócrates, que é lido por Platão divide em dois mundos: o mundo das Ideias e o mundo sensível, porém qualquer leitor atento não dirá que sua escola simplificou, apenas abriu caminho para uma complexidade maior.
O eidos de Platão e do pré-socrático Parmênides é diferente do idealismo moderno, porque nele existe tanto a conceito de forma, por exemplo, uma cadeira seja qual forma for ela tem seu Ser como sendo feita para sentar.
Do eidos grego  vem na etimologia a palavra ideia, hoje duas acepções aceitas, uma que é de um sinônimo de conceito, porém num sentido mais lato é pensado como expressão, tendo como princípio implícito a ideia de intencionalidade (*), e este conceito só foi retomado na filosofia moderna após Franz Brentano e seu aluno Edmund Husserl que aplicou-o a sua fenomenologia.
O idealismo moderno, cuja base fundamental é Kant, embora tenha uma parte comum ao eidos grego, que é a ideia que ao estudar a coisa temos uma projeção do saber sobre ela, reduzindo a ideia que este estudo seria o que caracteriza o objeto de estudo (objetividade), e assim introduz um tipo específico de subjetividade, abstraindo-o do Ser, esta abstração tem em Hegel o ápice.
Kant chegou a pensar que seria possível reduzir todo o pensamento a uns poucos conceitos, seria um grande facilitador para o estudo e para o pensamento, porém seu pensamento resultou numa complexidade ainda maior, e sua simplicidade caiu no dualismo sujeito x objeto, que padecemos.
Toda simplificação leva a algum tipo de subjetivismo ou objetivismo, mesmo em termos religiosos, ao estudar O Fenômeno Humano, Teilhard Chardin declarou que o Homem é a complexificação da natureza, difícil para teólogos e exegetas aceitar, mas lhes faço a pergunta: porque Jesus usou de parábolas para explicar coisas que aparentemente poderiam ser simples ? Porque não eram simples, Aquele que criou o complexo universo é simples só no Amor.
O idealismo é no fundo uma “doutrina” que contém a crença segundo a qual é o pensamento e não o mundo físico que está na origem de todas as coisas, ou seja, o mundo objetivo, o que descobrimos com a pandemia, e a física quântica já sabia e a cosmologia está aprofundando, é que a incerteza é parte do conhecimento, e nos deparamos cada dia com um novo fenômeno.
Afinal um dos pressupostos do idealismo kantiano era a submissão da natureza, ela se rebelou.
Esta é a novidade original que os idealistas não aceitam, e esta novidade nos deveria devolver a humildade, proclamada por todos, mas como idealismo fica presa a dualidade, o erro são os outros, nós sabíamos a verdade, não nem a ciência, nem a fé poderiam imaginar a complexidade do fenômeno que toda humanidade vive, o primeiro passo para enfrentar a pandemia é este: dependo do passo do Outro, e que possamos dar passos juntos, ainda parece difícil.
*Enciclopédia Britânica: Disponível em: https://www.britannica.com/topic/idea , Acesso em: 26/04/2020.[:en]The idea that we can simplify phenomena that are complex seems a good way, but to simplify what is by nature complex is to ignore the set of phenomena and interpretations that are within the phenomenon you want to analyze, whatever the nature.
It is very different from the search for essence, the pre-Socratics sought to define what was the essential element of nature: fire, air, atoms, numbers, the Being, and thus defined the main pre-Socratic schools, when realizing that it was a broader phenomenon Socrates, which is read by Plato divides into two worlds: the world of Ideas and the sensitive world, however any attentive reader will not say that his school has simplified, it only paved the way for greater complexity.
The eidos of Plato and the pre-Socratic Parmenides is different from modern idealism, because in it there is so much the concept of form, for example, a chair whatever form it has its Being as being made to sit.
The Greek eidos from which the etymology of the word idea comes, has two accepted meanings, one that is a synonym for concept, but in a broader sense it is thought of as an expression, with the implicit principle of the idea of intentionality (*), and this concept it was only taken up in modern philosophy by Franz Brentano and later in Husserl’s phenomenology, who was his student.
Modern idealism, whose fundamental basis is Kant, although it has a common part to the Greek eidos, which is the idea that when studying the thing we have a projection of knowledge on it, reducing the idea that this study would be what characterizes the object of study (objectivity), and thus introduces a specific type of subjectivity, abstracting it from Being, this abstraction has in Hegel the apex.
Kant came to think that it would be possible to reduce all thought to a few concepts, it would be a great facilitator for study and thought, but his thinking resulted in an even greater complexity, and his simplicity fell into the subject x object dualism, which we suffer.
Every simplification leads to some kind of subjectivism or objectivism, even in religious terms, when studying The Human Phenomenon, Teilhard Chardin declared that Man is the complexification of nature, difficult for theologians and exegetes to accept, but I ask you the question: why did Jesus use of parables to explain things that apparently could be simple¬, because it isn’t.
Idealism is basically a “doctrine” that contains the belief that it is thought and not the physical world that is at the origin of all things, that is, the objective world, which we discover with the pandemic, and physics quantum already knew and actual cosmology is deepening, is that uncertainty is part of knowledge, and we are faced every day with a new phenomenon.
After all, one of the assumptions of Kantian idealism was the submission of nature, she rebelled.
This is the original novelty that idealists do not accept, and this novelty should give us back the humility, proclaimed by all, but as idealism gets stuck in duality, the error is the others, we knew the truth, not even science, nor faith could imagine the complexity of the phenomenon that all humanity lives, the first step to face the pandemic is this: I depend on the step of the Other, and that we can take steps together, it still seems difficult.

*Encyclopædia Britannica, Available in: https://www.britannica.com/topic/idea , Access in: 04/26/2020.[:]

 

[:pt]Revolucionário método para vídeos[:en]Revolutionary method for videos [:]

19 set

[:pt]Os pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon desenvolveram um método que sem a intervenção humana, modificam um conteúdo de um vídeo, de um estilo para outro.

O método é baseado num tratamento de dados conhecido como Recycle-GAN que pode transformar grandes quantidades de vídeo tornando-os úteis para filmes ou documentários.

O novo sistema pode ser usado por exemplo para colorir filmes originalmente em preto-e-branco, alguns já feitos como o que mostramos no vídeo abaixo, mas as técnicas eram dispendiosas e necessitavam de grande esforço humano em horas de trabalho.

O processo surgiu de experiências em realidade virtual, que além das tentativas de criar “mudanças profundas” (alterar objetos ou distorcer conteúdos, podiam aparecer uma pessoa inserida numa imagem, sem que houvesse permissão para isto, nas cenas cotidianas quase sempre acontece isto e muita gente não aceita.

Eu acho que há muitas histórias para serem contadas”, disse Aayush Bansal, um estudante de Ph.D. do Instituto de Robótica da CMU, dizendo de uma produção cinematográfica que foi a principal motivação para ajudar a conceber o método, explicou, permitindo que os filmes fossem produzidos de forma mais rápida e barata, e acrescentou: “é uma ferramenta para o artista que lhes dá um modelo inicial que eles podem melhorar”, conforme o site da CMU.

Mais informações sobre o método e vídeos podem ser encontradas em Recycle-Gan website.[:en]Researchers at Carnegie Mellon University have developed a method that without human intervention modifies a video content from one style to another. The method is based on a data processing known as Recycle-GAN that can transform large amounts of video making them useful for movies or documentaries.

The new system can be used for example to color films originally in black and white, some already made like the one shown in the video below, but the techniques were expensive and needed a lot of human effort during working hours.

The process arose from experiences in virtual reality, which in addition to the attempts to create “deep falsities” (altering objects or distorting contents, could appear a person inserted in an image, without it was allowed, in everyday scenes almost always happens this and much people do not accept.

“I think there are a lot of stories to tell,” said Aayush Bansal, a Ph.D. student at the CMU Robotics Institute, who said of a film production that was the main motivation to help design the method, he said, allowing that the films were produced faster and cheaper, and added: “it is a tool for the artist that gives them an initial model that they can improve,” according to the CMU website.

More information on method and videos can be found at Recycle-Gan website.

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[:pt]Questões simples e complexas da Web Semântica[:en]Basic Questions of Semantic Web and Ontologies [:]

05 jul

[:pt]Sempre nos deparamos com conceitos alguma parecem uma coisa no senso comum e não o são, tornam-se complexas coisas que eram simples, é o caso de muitos exemplos: as redes sociais (confundidas com as Mídias), os fractais (números ainda genéricos demais para serem usados no dia a dia, mas importantes), a inteligência artificial (que não é a humana), enfim inúmeros casos, podendo ir para o virtual (não é o irreal), as ontologias, etc.

Estes são os casos da Web Semântica e das Ontologias, onde toda simplificação leva a um erro.

Provavelmente por isso, um dos precursores da Web Semântica Tim Hendler, escreveu um livro Semantic Web for Ontologists modelling: : Effective Modelling in RDFS and OWL  (Allemang, Hendler, 2008).

Os autores explicam no capítulo 3 que quando se fala de Web Semântica “de uma linguagem de programação, normalmente nos referimos ao mapeamento da sintaxe da linguagem para algum formalismo que expressa o “significado” dessa linguagem.

Agora quando falamos “de semântica´ da linguagem natural, muitas vezes nos referimos a algo sobre o que significa entender o enunciado – como ir das letras ou sons estruturados de uma linguagem para algum tipo de significado por trás deles. Talvez a parte mais primitiva dessa noção de semântica seja uma representação da ligação de um termo em uma declaração à entidade no mundo a que o termo se refere.” (Allemang, Hendler, 2008).

Quando falamos de coisas do mundo, no caso da Web Semântica falamos de Recursos, conforme dizem os autores talvez isto seja a coisa mais incomum para a palavra recurso, e para elas foi criada uma linguagem de definição chamada RDF como Framework de Descrição dos Recursos, e eles na Web tem uma unidade de identificação básica chamada URI, juntamente um Identificador Uniforme de Recursos.

No livro os autores desenvolvem uma forma avançada de RDF chamada de RDF Plus, que já tem muitos usuários e desenvolvedores, para modelar também ontologias usando uma linguagem própria para elas que é o OWL, o primeiro aplicativo é chamado SKOS, Uma Organização simples do Conhecimento, que propõe a organização de conceitos como dicionários de sinônimos, taxonomias e vocabulários controlados em RDF.

Como o RDF-Plus é um sistema de modelagem que fornece suporte considerável para informações distribuídas e federação de informações, é um modelo que introduz o uso de ontologias na Web Semântica de modo claro e rigoroso, embora complexo.

Allemang, D. Hendler, J. Semantic Web for the Working Ontologist: Effective Modelling in RDFS and OWL, Morgan Kaufmann Publishing, 2008.[:en]We are always faced with concepts that seem common sense and are not, is the case of many examples: social networks (confused with the media), fractals (numbers still too generic to be used in everyday life, but important), the artificial intelligence, finally innumerable cases, being able to go to the virtual (it is not the unreal), the ontologies, etc.

These are the cases of Semantic Web and Ontologies, where all simplification leads to an error. Probably so, one of the forerunners of the Semantic Web Tim Hendler, wrote a book Semantic Web for Ontologists modeling (Allemang, Hendler, 2008).

The authors explain in Chapter 3 that when we speak of Semantic Web “of a programming language, we usually refer to the mapping of language syntax to some formalism that expresses the” meaning “of that language.

Now when we speak of ‘semantics’ of natural language, we often refer to something about what it means to understand the utterance – how to go from the structured lyrics or sounds of a language to some kind of meaning behind them.

Perhaps the most primitive part of this notion of semantics is a representation of the connection of a term in a statement to the entity in the world to which the term refers.” (Allemang, Hendler, 2008).

When we talk about things in the world, in the case of the Semantic Web we talk about Resources, as the authors say perhaps this is the most unusual thing for the word resource, and for them a definition language called RDF has been created as a Resource Description Framework, and they on the Web have a basic identification unit called URI, along with a Uniform Resource Identifier.

In the book the authors develop an advanced form of RDF called RDF Plus, which already has many users and developers, to also model ontologies using a language of their own that is OWL, the first application is called SKOS, A Simple Organization of Knowledge, which proposes the organization of concepts such as thesaurus dictionaries, taxonomies and controlled vocabularies in RDF.

Because RDF-Plus is a modeling system that provides considerable support for distributed information and federation of information, it is a model that introduces the use of ontologies in the Semantic Web in a clear and rigorous, though complex, way.

Allemang, D. Hendler, J. Semantic Web for the Working Ontologist: Effective Modeling in RDFS and OWL, Morgan Kaufmann Publishing, 2008.

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[:pt]Novidades no Google News[:en]News in Google News [:]

02 jul

[:pt]Após vários anúncios, finalmente na segunda quinzena de maio o Google lançou seu novo aplicativo, somente agora consegui dar uma olhada no aplicativo que substitui o Google Play Newsstand, agora com uso de Inteligência Artificial.

O aplicativo trabalho em usar aprendizado de máquina para treinar algoritmos que vasculham notícias de modo complexo e recentes e divide-as num formato de fácil compreensão, com cronogramas cronológicos, notícias locais e histórias apresentadas numa sequencia de acordo com a evolução dos fatos, por exemplo, o início de uma partida de futebol, seus lances mais importantes, o resultado e as consequências.

Esta seção que são notícias que os algoritmos julgam importantes para você tem o nome For You (Para você no Brasil, e Para si em Portugal), seguem mais 3 seções assim divididas:

A segunda seção é chamada Manchete, onde as últimas notícias e temas específicos são apresentadas. Aqui, existe uma subseção onde o usuário pode escolher ler a notícia pela Cobertura Completa do Google, em que o Google divide-a em itens, numa variedade de fontes em Mídias sociais, permitindo saber onde e quando aquilo aconteceu.

A terceira seção mostra os favoritos, como os principais tópicos que o usuário costuma acessar, a IA tem grande trabalho ai, vai nas fontes favoritas do proprietário, salva histórias para leituras mais tarde e guarda pesquisas de acordo com a localização dos textos.

E por fim o White Play (Play Branco) que é a adição do novo Google news, que permite que o usuário acesse e assine serviços com conteúdos premium em Sites voltadas à notícias.

Enquanto uma parte da crítica continua a duelar com os velhos esquemas de notícias dirigidas ou enlatadas, vinculadas a grupos editoriais, o mundo das notícias personalizadas evolui.  [:en]After several announcements, finally in the second half of May Google launched its new application, only now I have been able to take a look at the application that replaces Google Play Nwesstad, now with use of Artificial Intelligence.

The application works on using machine learning to train algorithms that scour complex and recent news stories and divides them into an easy-to-understand format with timelines, local news and stories presented in a sequence according to the evolution of the facts, for example , the start of a football match, its most important bids, the result and the consequences.

This section which are news that the algorithms think important to you have the name For You, follow 3 more sections so divided: The second section is called Manchete, where the latest news and specific topics are presented. Here is a subsection where you can choose to read the news through Full Coverage by Google, where Google splits it into items from a variety of social media sources, letting you know where and when it happened.

The third section shows favorites, such as the top topics the user usually accesses, the AI ​​has great work there, goes to the owner’s favorite sources, saves stories for later readings, and saves searches according to the location of the texts.

And finally the White Play (White Play) which is the addition of the new Google news, which allows the user to access and subscribe services with premium content in news sites.

While a part of the critique continues to duel with the old canned news schemes linked to editorial groups, the world of personalized news evolves

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[:pt]Alexa: assistente pessoal da Amazon[:en]Alexa: Amazon personal assistant[:]

26 jun

[:pt]Pode não parecer um fenômeno novo na tecnologia já que existem assistentes como o Siri, Cortana ou Google Now, mas o fato deste assistente ser realmente pessoal, por isto chamei os outros de assistentes de voz, é o fato que ele aprende e armazena os dados em uma nuvem particular da Amazon Web Service (AWS).

Ativados por voz estes assistentes pessoais embora todos fundamentados pelo uso de voz há diferenças, eles podem aprender com pessoas específicas hábitos e funções que elas desejam, enquanto o assistente de voz, como chamo Siri e Google Now agora emponderado pelo Dialogflow, como explicamos no post anterior, eles podem responder e aprender com a interação humana, mas poderá, se for desejável organizar seu próprio banco de dados.

O Alexa (por ser o assistente pessoal penso ser do género masculino, mas pode ser a também) está centralizada na nuvem da Amazon e tem seu próprio equipamento que é o Amazon Echo, uma coluna sempre conectada a internet via WiFi que está atenta aos diálogos do seu “dono”.

Os serviços de música em streaming com uso do Spotify ou Pandora, pode ler as notícias dos principais jornais que preferir, informar a previsão de tempo ou o trânsito a caminho do trabalho, pode controlar todos equipamentos em casa que sejam Smart Home, inclusive ele pode identificar e dizer sobre a compatibilidade, mais sua capacidade vai além.

Além disto tudo promete verificar coisas básicas como resolver contas matemáticas ou entrar numa conversa e até contar piadas, com o tempo este banco e esta capacidade vai evoluir.

Mas cuidado, já postamos aqui sobre o mito da singularidade (em especial o livro de Jean Gabriel Ganascia), a ideia que isto vai virar um monstro e controlar você é menos verdadeira que a de individualizar-se e deixar de falar com amigos e parentes. [:en]It may not seem like a new phenomenon in technology since there are wizards like Siri, Cortana or Google Now, but the fact that this wizard is really personal, that’s why I called the others for voice assistants, is the fact that it learns and stores the data in a private cloud from Amazon Web Service (AWS).
These personal assistants although all grounded by the use of voice there are differences, they can learn from specific people habits and functions they desire, while the voice assistant, as I call Siri and Google Now now empordered by Dialogflow, as we explained in the post above, they can respond and learn from human interaction, but may, if it is desirable to organize their own database.
Alexa (because I’m the personal assistant I think is masculine, but it can be the same) is centralized in the Amazon cloud and has its own equipment that is Amazon Echo, a column always connected to the Internet via WiFi that is attentive to dialogues of its “owner”.
Streaming music services using Spotify or Pandora, you can read the news of the main newspapers you prefer, inform the weather forecast or the traffic on the way to work, can control all equipment at home that are Smart Home, including it can identify and tell about compatibility, plus its capacity goes beyond.
In addition, it promises to check basic things like solving math accounts or getting into a conversation and even telling jokes, over time this bank and this ability will evolve.
But beware, we have already written here about the myth of singularity (especially the book by Jean Gabriel Ganascia), the idea that this will turn a monster and control you is less true than to individualize and stop talking to friends and relatives[:]

 

[:pt]Como pensamos que é o pensar[:en]How do we think it is to think[:]

15 maio

[:pt]Desde a Algebra de 0 e 1 de Boole, passando pelos primeiros computadores de Charles Babbage, chegando aos pensamentos de Vannevar Bush e Norbert Wiener do MIT dos anos 40, chegamos passando por Alan Turing e Claude Shannon, a pergunta final: a máquina um dia pensará.

O que vemos entre o apelo de investimentos da Robô Sophia ao mercado de “assistentes pessoais” é uma longa história do que de fato significa pensar, mas a pergunta agora devido aos tecnoprofetas (nome dado aos alarmistas por Jean-Gabriel Ganascia) é inevitável.

Vannevar Bush tinha uma máquina de processar dados no seu laboratório do MIT, onde foi trabalhar um estagiário chamado Claude Shannon, diz James Gleick que foi ele que sugeriu ao seu aluno que estudasse a Algebra de Boole.

Vannevar Bush no seu texto histórico As We May Think, embora não diga como iriamos pensar, fala das possibilidades futuras de novos avanços: “considere um dispositivo futuro … em que um indivíduo armazene todos os seus livros, registros e comunicações, e que seja mecanizado para que possa ser consultado com excessiva velocidade e flexibilidade. É um suplemento íntimo ampliado de sua memória” (Bush, livre tradução nossa do texto de 1945).

Cria a ideia embrionária de um computador que relaciona textos, como se faz em pesquisas desde o início da impressão de Gutenberg, mas sua máquina Memex (figura acima) já era pensada como uma capacidade alargada de registros e comunicações, mesmo que o telefone fosse ainda nascente nos anos finais da II Guerra mundial e as comunicações dependiam de potentes antenas.

O certo é que no final seu texto pouco ou quase nada diz sobre de fato o que é o pensamento e tal como acontece ainda hoje em Inteligência Artificial, o que temos feito é ampliar mais e mais a capacidade de memória e comunicação, assim como de cruzar grandes quantidades de dados, agora com técnicas chamadas de Big Data.

Outra tendência contemporânea é perguntar pela autonomia das máquinas, os experimentos realizados, mesmo com os chamados “veículos autónomos” são a base de algoritmos e eles dependem na tomada de decisão de como o ser humano vai fazer em determinada circunstância, em casos críticos, como decidir entre duas tragédias, a opção pode ser fatal.

Mas pensar ainda é com humanos, e por enquanto são eles que escrevem algoritmos e treinam as máquinas.[:en]From the Algebra of 0 and 1 of Boole, through the first computers of Charles Babbage, arriving at the thoughts of Vannevar Bush and Norbert Wiener of the MIT of the 40, we came across Alan Turing and Claude Shannon, the final question: the machine one day will think
What we see between Sophia Robot’s investment appeal to the “personal assistants” market is a long history of what it means to think, but the question now due to technoprofets (name given to the alarmists by Jean-Gabriel Ganascia) is inevitable.
Vannevar Bush had a data processing machine in his MIT lab, where he went to work a trainee named Claude Shannon, says James Gleick who was the one who suggested to his student that he study Boole’s Algebra.
Vannevar Bush in his historical text As We May Think, although it does not say as we would think, speaks of the future possibilities of new advances: “Consider a future device …  in which an individual stores all his books, records, and communications, and which is mechanized so that it may be consulted with exceeding speed and flexibility. It is an enlarged intimate supplement to his memory.” (Bush, As We may think).
It creates the embryonic idea of ​​a computer that relates text, as it has done in searches since the beginning of the Gutenberg print, but its Memex machine  (picture) was already thought of as a vast capacity of records and communications, even if the phone was still nascent in the final years of World War II and communications depended on powerful antennas.
What is certain is that in the end your text little or almost nothing says about what is actually thinking and as it still is today in Artificial Intelligence, what we have done is to expand more and more the capacity of memory and communication, as well as of large amounts of data, now with techniques called Big Data.
Another contemporary tendency is to ask for the autonomy of the machines, the experiments carried out, even with the so-called “autonomous vehicles” are the basis of algorithms and they depend on the decision making of how the human being will do in certain circumstances, in critical cases, like deciding between two tragedies, the choice can be terrible.
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[:pt]Um inimigo do povo[:en]An inimy of the people[:]

01 maio

[:pt]O ministro Edson Fachin citou Henrik Ibsen (1828-1906) a semana passada,UmInimigoDoPovo após ser voto vencido contra a soltura de pecuarista Bumlai e o ex-tesoureiro do PP Genu, disse que pensou em reler Um inimigo do povo, onde o escritor norueguês narra um certo Dr. Stockmann que sendo médico afirma que a água da cidade estava contaminada, mas esta água era a principal fonte de renda daquela comunidade.

Assim narra as contradições entre a consciência do trabalho a favor do bem comum e o desejo de conseguir a unanimidade, fato que fez o Dr. Stockmann entrar em choque com os interesses mesquinhos da cidade.

Ibsen, cujas ideias anarquistas teve grande influencia em intelectuais e políticos da sociedade de sua época, talvez seja uma das razões que estes países nórdicos gozarem de boa reputação em relação a corrupção, a distribuição de renda e políticos que não se servem da política, mas fazem dela um serviço.

Os ideais anarquistas, estão presente quando o médico do balneário, Dr. Stockmann afirma: “somente o pensamento livre, as ideias novas, a capacidade de um pensar diferente do outro, o contraditório, podem contribuir para o progresso material e moral da população”, anarquismo a parte, é a dificuldade para uma verdadeira dialogia.

Não havia lido, li seu livro mais famoso é Casa de Bonecas, obra concluída em 1979, e encenada pela primeira vez em Copenhagne na Dinamarca no teatro “Det Kongelige Teater”, que provocou polêmicas por denunciar a exclusão das mulheres na sociedade moderna, e que deu destaque ao pensamento de Ibsen não só na Escandinávia, mas em todo mundo.

O que Fachin quis apontar ao citar “Um inimigo do povo” é o perigo real que provavelmente a operação Lava-jato solte todos os implicados nos escândalos de corrupção no Brasil, deixando de fazer um importante ajuste na nossa história e jamais seremos uma Suécia ou uma Noruega porque não há líderes capazes de apontar um caminho de “ficha-limpa” e fim de enriquecimentos ilícitos a partir do abuso do erário público.

No dia do trabalho seria importante não apenas fazer média com a classe operário, mas mostrar quais são as águas poluídas que de fato minam a saúde de seus salários e dos serviços públicos a ela oferecidos.[:en]The Brazilian Justice Minister of the STF Edson Fachin quoted Henrik Ibsen (1828-1906)AnEnemyOfPeople last week, after being defeated against the release of cattle rancher Bumlai and the former treasurer of PP Genu, said he thought about re-reading An enemy of the people, where the Norwegian writer narrates A certain Dr. Stockmann who, being a doctor, claims that the city’s water was contaminated, but that water was the main source of income for that community.

Thus he narrates the contradictions between the conscience of work in favor of the common good and the desire to achieve unanimity, a fact that made Dr. Stockmann come in shock with the petty interests of the city.

Ibsen, whose anarchist ideas had a great influence on intellectuals and politicians of the society of his time, is perhaps one of the reasons that these Nordic countries enjoy a good reputation in relation to corruption, the distribution of income and politicians who do not use politics, but Make it a service.

Anarchist ideals are present when Dr. Stockmann states: ” only free thinking, new ideas, the ability to think differently from the other, the contradictory, can contribute to progress Material and moral of the population, “anarchism aside, is the difficulty for a true dialogue.

She had not read, I read her most famous book is House of Dolls, completed in 1979, and staged for the first time in Copenhagen in Denmark at the theater Det Kongelige Teater, which provoked controversy for denouncing the exclusion of women in modern society, and which gave prominence to Ibsen’s thinking not only in Scandinavia but throughout the world.

What Fachin wanted to point out in citing “An enemy of the people” is the real danger that the Lava-jet operation will probably release all those implicated in the corruption scandals in Brazil, failing to make an important adjustment in our history and we will never be a Sweden or A Norway because there are no leaders capable of pointing out a path of “clean-up” and an end to illicit enrichment from the abuse of the public purse.

On the day of work it would be important not only to make an average with the working class, but to show which polluted waters actually undermine the health of their wages and the public services offered to them.[:]

 

[:pt]Scholar Semantic é uma novidade ?[:]

26 out

[:pt]A Google poderá perder terreno, desde novembro está online uma versão BETAsemanticweb do Scholar Semantic, que faz busca semântica na Web através de artigos envolvendo autores e suas referências.

Quando se trata de literatura científica faz algumas décadas que vivemos uma sobrecarga de artigos científicos, áreas como a Ciência da Informação já estudam este fenômeno a anos, mas agora a Google parece querem abalar os alicerces das “buscas” no ambiente da Web.

Mas o número agora é astronômico, mais de 100 milhões de papers acadêmicos estão online, e o crescimento é de cerca de 5.00 artigos por dia, como tratar este volume de dados.

O Instituto Allen, dedicado a Paul Allen promete balançar este “mercado” com o lançamento da ferramenta já disponível Scholar Semantic, fiz uma busca no meu nome e já achei alguma coisa.

Lançado em novembro de 2015, e ainda com uma versão beta, o buscador online procura abranger a área de informática, limitada ainda a cerca de 3 milhões de artigos, portanto 3% do universo atual, mas a área de Neurociência já está disponível em 2016, e outras áreas médicas começaram a aparecer.

Oren Etzioni, o chefe do projeto de Inteligência Artificial intitulado de EA2, disse em entrevista que é “impossível não se incomodar com tudo que estamos descobrindo estes dias”.

Deverão avançar mais agora na área médica, porque ela é “tão visceral”, disse Etzioni, e comparando com os serviços de Google Scholar ou PubMed, a capacidade de destacar os papers mais importantes e suas ligações com outros papers, poderão direcionar as pesquisas num futuro muito próximo.

Em quanto tempo este futuro chegará até nós ? Etzione responde: “Eu acho que os primeiros serviços de “assistentes científicos” vão surgir nos próximos 10 anos e eles estão poderão ficar melhores a cada dia, “Nós não estamos falando muito além do horizonte, veremos isto em muito breve”.

Pode já acessar o programa EA2 Semantic Scholar ou pelo site semanticscholar.org , já há vermos também para iOs e Android. [:]

 

[:pt]Tecnologias significativas para Big Data[:en]Significant technologies for Big Data[:]

20 set

[:pt]Big Data ainda é uma tecnologia emergente, no ciclo que vai do surgimento de uma tecnologia até asxsw sua maturidade, se olharmos o hipociclo da curva de Gartner, veremos nela o Big Data na descendência desde o surgimento, até a desilusão, mas depois vem o ciclo da maturidade.

 

Para responder a questões propostas na TechRadar: Big Data, Q1 2017, um novo relatório foi produzido dizendo da 22 tecnologias de possíveis maturidades nos próximos ciclo de vida, entre as quais, 10 passos para “amadurecer” as tecnologias Big Data.

 

Na opinião desta pesquisa, os dez pontos que poderão, para incrementar o Big Data, são:

 

  1. A análise preditiva: soluções de software e / ou hardware que permitem que as empresas descobrem, avaliem, otimizem e implantem modelos preditivos através da análise de fontes de dados grandes para melhorar o desempenho dos negócios ou mitigação de risco.
  2. Serão necessários bancos de dados NoSQL: key-value, documentos e bases de dados gráfica.
  3. Pesquisa e descoberta de conhecimento: ferramentas e tecnologias para apoiar a extração de informações e novas perspectivas de auto-atendimento de grandes repositórios de dados não estruturados e estruturados que residem em múltiplas fontes, tais como sistemas de arquivos, bancos de dados, córregos, APIs e outras plataformas e aplicações.
  4. Fluxos de análises (analytics Stream): software que podem filtrar, agregar, enriquecer e analisar uma alta taxa de transferência de dados de múltiplas fontes de dados on-line díspares e em qualquer formato de dados (semi-estruturados).
  5. Análise persistente (In-memory) de “tecidos” de dados: permite o acesso de baixa latência e processamento de grandes quantidades de dados através da distribuição de dados através da memória de acesso aleatório dinâmico (DRAM), Flash, ou SSD de um sistema de computador distribuído.
  6. Arquivos de lojas Distribuídas: uma rede de computadores onde os dados são armazenados em mais de um nó, muitas vezes de forma replicada, tanto a redundância como desempenho.
  7. A virtualização de dados: uma tecnologia que fornece informações de várias fontes de dados, incluindo fontes grandes de dados, como a ferramenta Hadoop e armazenamentos de dados distribuídos em tempo real e ou tempo quase-real (pequenos delays).

Isto vai exigir as 3 ultimas etapas que a pesquisa sugere: 8. integração de dados: ferramentas para a orquestração de dados (Amazon Elastic MapReduce (EMR), Apache Hive, Apache Pig, Apache Spark, MapReduce, Couchbase, Hadoop, MongoDB), preparação de dados (modelagem, limpeza e compartilhamento) e a qualidade dos dados (enriquecimento e limpeza de dados em alta velocidade) serão necessários  e feito isto, poderá tornar o Big Data produtivo “fornecendo valores de algo de crescimento através de uma Fase de Equilíbrio”.[:en]Big Data is still an emerging technology, the cycle from emergence of a technology until their maturity,sxsw if we look at the hypo cycle Gartner curve, we see in it the Big Data on seed from the appearance, to the disappointment, but then comes the maturity cycle.

 

To answer the questions posed in the TechRadar: Big Data, Q1 2017, a new report was produced saying the 22 possible technologies maturities in the next life cycle, including 10 steps to “mature” the Big Data technologies.

 

In view of this research, the ten points that can, to increase the Big Data are:

 

  1. Predictive analytics: software solutions and / or hardware that enable companies to discover, evaluate, optimize and deploy predictive models through the analysis of large data sources to improve business performance and risk mitigation.
  2. It will take NoSQL databases: key-value, documents and graphic databases.
  3. Research and knowledge discovery: tools and technologies to support the extraction of information and new perspectives of self-service large data repositories unstructured and structured that reside in multiple sources, such as file systems, databases, streams , APIs and other platforms and applications.
  4. analysis Flows (analytics Stream): software that can filter, aggregate, enrich and analyze a high data transfer rate from multiple sources online disparate data and any data format (semi-structured).
  5. Persistent analysis (in-memory) “fabric”: allowing access to low latency and processing large amounts of data by distributing data over the dynamic random access memory (DRAM), Flash or SSD a distributed computer system.
  6. Distributed stores files: a network of computers where the data are stored in more than one node often replicated way, both redundancy and performance.
  7. Data virtualization: a technology that provides information from various data sources, including large data sources such as Hadoop tool and distributed data stores in real-time or near-real time (small delays).

This will require the last 3 steps that research suggests: 8. data integration: tools for data orchestration (Amazon Elastic MapReduce (EMR), Apache Hive, Apache Pig, Apache Spark, MapReduce, Couchbase, Hadoop, MongoDB) data preparation (modeling, cleaning and sharing) and data quality (enrichment and data cleansing at high speed) will be needed and that is done, you can make big productive Date “providing values ​​something of growth through a balance Phase “[:]