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Arquivo para a ‘chip’ Categoria

Como andam as pesquisas sobre cyber-cérebros ?

02 Out

Há muita pesquisa mapeando os cérebros, e investigando aspectos deaPreSinapsept como funcionam determinadas funções tais como: a função motora, a visão, e de modo muito especial o da Neurociência Cognitiva estuda a capacidade cognitiva (conhecimento) de uma pessoa, como o raciocínio, a memória e o aprendizado.
Um estudo recente feito pelas universidades de Exeter e Oxford do Reino Unido, em conjunto com a Universidade de Münster na Alemanha, desenvolveu microchips fotônicos que imitiram as sinapses do cérebro humano usando a luz e não mais a eletricidade, como em outros chips.
Os chips são fabricados usando o fenômeno de frequência, mas a partir da mudança de fase combinando nos circuitos fotônicos integrados, projetados para isto, com sinapses podem operar em 1.000 vezes a velocidade das humanas, o que não quer dizer que façam o mesmo.
Os pesquisadores afirmam que é um passo fundamental em máquinas capazes de funcionar e na forma de pensar de forma semelhante ao cérebro uma vez que a fotônica é rápida e de baixo consumo de energia.
David Wright, afirmou para o site da Universidade de Exeter, que o projeto aborda duas questões importantes na computação eletrônisca, tanto a rapidez como a eficiência e os problemas da capacidade nos processamentos paralelos, os mais rápidos de agora: “não só pelo desenvolvimento … novas arquiteturas de computadores tipo cérebro, mas também trabalhando no domínio óptico para aproveitar as enormes vantagens de velocidade e potência da próxima revolução fotônica de silício “.
O trabalho On-chip photonic synapse foi publicado no final de setembro, foi publicado pela revista Science Advances, tendo como autores: Zengguang Cheng, Carlos Rios, Wolfram Pernice, C. David Wright and Harish Bhaskaran.

 

O que dizem do iPhone 8 e plus

20 Set

Não sei se já disseram alguma coisa antes, mas pude ler os primeiros aImagemIphone8comentários ontem do Hi Phone 8 e o modelo plus, Mathew Panzarino do TechCrunch destaca a câmera “com a realidade aumentada e visão computacional emergindo como concorrentes na próxima grande onda de desenvolvimento de plataformas, o sistema de câmera será um [importante] mecanismo de entrada, um sistema de comunicação e uma declaração de intenção”.

Outro site importante de tecnologias é o Engadget, Chris Velazco se viu curioso com os apps tipo ARKit funcionariam e gostou da experiência de realidade aumentada e afirmou que o preenchimento (renderização) de objetos virtuais em planos físicos os fazem “grudar nas superfícies melhor que os similares apps Tango”.

Outro site forte na área é The Verge, o comentário de Nilay Patel foi: “assim como na Samsung, as imagens do iPhone agora são mais saturadas por padrão, embora a Apple diga que ainda está visando realismo em vez das cores saturadas e as suavizações do S8” e afirmou mais a frente que tirando fotos com um iPhone 8, um Pixel XL, um S8 e um iPhone 7 “no automático, e o iPhone 8 produziu as imagens mais consiste e ricas do grupo”.

A novidade no software ficou por conta do recurso Iluminação de Retrato, que permite efeitos de luz com a câmera frontal, a bateria dura cerca de 11 horas avisa outro review,
Por fim o último, mas o mais importante site de tecnologia David Pierce da Wired, afirmou que “os celulares são muito bons e impressionantes, e ainda assim não são os melhores aparelhos da Apple. O iPhone X representa a visão do futuro da Apple, e também da Samsung, da Essential, da Huawei e muitos outros.”
Espera-se muito cada vez mais de câmeras e Apps de tratamento gráfico, o desempenho e a memória parecem são importantes, mas estão ficando em segundo plano, o site TechCrunch por exemplo nota que “o chip A11 da Apple tem um desempenho que é compatível com o Core i5 do MacBook Pro”.
Com a importância gráfica e tratamento de imagens telas OLED de maior definição serão importantes.

 

Chip revoluciona IoT

24 Fev

Uma empresa quase falida resolve investir no desenvolvimento de um chip para a InternetESP8266 das Coisas (IoT) não só salva a própria empresa como promete revolucionar o mercado.

O chip é é o ESP8266, da empresa Espressif, o preço $ 5 (5 colares), menor que uma moeda e integrado em diversas soluções, por exemplo, comunicação com a interface serial da maioria dos modelos de computadores, a chamada UART (Unidade Universal de transmissão assíncrona), isto significa transmissão com qual dispositivos com interface TCP da internet.

Veja algumas de suas características descobertas (em inglês é peneiradas, mas em chinês é escondidas mesmo): É um System-On-Chip com Wi-Fi embutido, Tem conectores GPIO, barramentos I2C, SPI, UART, entrada ADC, saída PWM e sensor interno de temperatura, CPU que opera em 80MHz, com possibilidade de operar em 160MHz, Arquitetura RISC de 32 bits, 32KBytes de RAM para instruções, 96KBytes de RAM para dados, 64KBytes de ROM para boot, memória Flash SP e  Winbond W25Q40BVNIG de 512KBytes;

Para programa-los, a empresa possui um repositório no GitHub, onde disponibiliza exemplos de código para firmwares com RTOS e comandos AT, e sua SDK, por exemplo, além disso há um fórum de desenvolvedores do ESP8266, mantido pela Espressif, onde é possível encontrar uma ampla gama de materiais.

Será que teremos novos desenvolvedores de garagens pelo mundo

 

ARM será produzido pela Intel ?

22 Ago

Os mais antigos lembram-se da evolução dos PCs 186, 286, 386, até chegar ao ARMPentium, que na verdade eram os nomes da evolução de seus processadores, mas depois continuou a existir a linha feita pela Intel chamada de x86, portanto para computadores e não para celulares.

 

A linha mais forte nos celulares é a ARM, na verdade é apenas uma design de chip, chamado de Arquitetura de Computadores, e seu dono é a empresa britânica SoftBank que pagou US$ 32 bilhões para ser dona da tecnologia, quem fabrica especialmente para smartphones, são a Snapdragon, Samsung, Apple, MediaTek, Nvidia, AMD (neste caso para servidores).

 

Já haviam rumores que a Apple estaria solicitando a produção de chips pela Intel na tecnologia ARM, o site The Verge afirmou isto, e uma implicação imediata é que um problema sério para a Samsung e TSMC, que fabricam os chips feitos pela Apple, que produz 1 bilhão de iPhones.

 

As duas questões seguintes são a vitória dos processadores de baixo consumo, um dos quesitos do ARM sobre a linha x86, o que é especial para smartphones e uma maior velocidade de processamento.

 

Para especialistas da computação é uma vitória sem volta da arquitetura RISC (Reduced Instrution Set Code), computadores com poucas instruções de máquina, já que ARM significa Arquitetura Avançada RISC (Advanced Risc Arquitecture).

 

Produzido inicialmente pela inglesa Acorn Computers, a arquitetura era baseada no modelo Berkeley RISC I, o ARM2 tinha o equivalente a 30 mil transitores, o ARM6 evolui para 35 mil e o ARM7 que ficou mais famoso pois foi utilizado em alguns modelos de netbooks em 2009.

 

http://www.theverge.com/2016/8/16/12507568/intel-arm-mobile-chips-licensing-deal-idf-2016

 

 

Passar no caixa ficou rápido

07 Jul

BellamyObras de ficção até recentemente, os relógios com sensores NFC (Near Field Communication) chegaram ao mercado brasileiro através do modelo Bellamy, com ele você aproxima o relógio do produto e o pagamento é feito em segundos.

 

A bateria dele dura anos, só que diferente dos cartões tradicionais no relógio não há nada que mostre que ele está sendo usado para compras tornando o pagamento discreto e seguro, e a parceria foi feita com a Visa e a Brasil Pré-Pagos.

 

Ele tem uma antena NFC, com um chip “contactless” da Visa que faz a comunicação com terminais de pagamento sem contato, assim que os são debitados os créditos são previamente feitos por uma função de pagamento bancário e a empresa garante que o crédito é seguro.

 

Como todo o mercado de tecnologia a mudança inicial é lenta, este tipo de dispositivo NFC já existente em algumas peças de roupas e artigos de luxo devem logo estar presentes no mais simples produto de supermercado, convivendo com os atuais códigos de barra, mas com o tempo o próprio código de barras pode sumir.

 

Internet das coisas vem ai

23 Mai

 

Se temos 7 bilhões de pessoas no mundo, das quais perto de 5 bilhões BilhoesDispositivosestão conectadas, o número de dispositivos é de 50 bilhões e a conexão entre dispositivos poderá ser mudança ainda mais surpreendente que a que aconteceu com a internet: a internet das coisas (IoT).

 

Os protocolos até recentemente eram reduzidos, agora novos padrões começam a emergir além do conhecido BlueTooth, chega com força agora o ZBee ou ZigBee.

 

O BlueTooth também evoluiu para o BlueTooth Low-Energy (BLE) ou Smart Bluetooth, como protocolo antigo e conhecido para internet das coisas segue firme, uma vez que o consumo de energia é um item significativo para a aprovação das tecnologias IoT.

 

Mas ZigBee vem crescendo em número de aplicações e dispositivos, e começa a ganhar muito interesse em desenvolvedores, usado em automação de casas, edifícios e áreas industriais, usa um protocolo padronizado IEEE 802.15.4 que é uma tecnologia sem fio padrão industrial que opera para aplicações na faixa de 2,4 GHZ requerem pouca troca de dados e operam numa faixa de 100 m, portanto excelente para casas, edifícios ou industriais.

 

Uma evolução do ZBee é o padrão RF4CE que tem algumas vantagens para sistemas complexos com baixo consumo de energia, alta segurança, robustez e alta escalabilidade com adição de nós e pode ser inserida em redes de controle de sensores sem fio para aplicações M2M (Máquina para Máquina) na IoT.

 

A versão mais recente é o ZBee 3.0, que unifica todos padrões ZigBee em um único padrão.

 

Há outros padrões comentaremos nos próximos posts.

 

Velocidade e armazenamento: o limite do silício

30 Set

Já há algum tempo o limite de velocidade e de armazenamento dos chips de silício está trazendo uma barreira para oChipChalcogenio avanço da computação eletrônica, que podemos dizer do futuro do armazenamento, um novo dispositivo chamado PCM (Phase Change Material) pode ser capaz de ultrapassar estas barreiras.

Os novos processadores estão sendo produzidos por pesquisadores da Universidade de Cambridge, do Instituto A* STAR Data-Storage e da Universidade de Cingapura de Tecnologia e Design, usando um tipo de PCM com base num vidro de chalcogenidio, que pode ser fundido e cristalizado em menos da metade de um nanossegundo usado pulsos de tensão adequados.

A memória de estado sólido feita com base no silício, é utilizada para armazenar os resultados de feitos também em chips à base de silício. “No entanto, como a demanda por computadores mais rápidos continua a aumentar, estamos alcançando rapidamente os limites da capacidade do silício”, disse o professor Stephen Elliott, do Departamento de Química da Cambridge, que lidera a pesquisa.

Desenvolvido pela primeira vez na década de 1960, os PCMs foram originalmente usados ​​em dispositivos de memória óptica, tais como DVDs regraváveis​​, mas agora estão começando a serem usados para aplicações de eletrônica de memória e já estão substituindo a memória flash baseada em silício em algumas marcas de smartphones.

Nestes dispositivos as operações lógicas e de memórias são co-localizados, em vez de separadas como nos computadores baseados no silício, podendo permitir velocidades de processamento entre 500 a 1000 vezes que um processador normal, usando menos energia, os resultados estão sendo publicados nos Processings da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

 

Limites reais da Lei de Moore

19 Ago

Quando milhares de transistores começaram a ser colocados dentro de pastilhas microscópicas dos chips, e a microcomputaçãoNewLeiMoore nascia na década de 70, um engenheiro da Intel Gordon Moore formulou uma lei segundo a qual a cada dois anos o dobro de transistores eram colocados numa micro área das pastilhas de silício, e isto fez a velocidade e a capacidade dos microprocessadores chegarem aos bilhões de “transistores” por área (na casa dos 22 nm nanômetro), além de aumentar a velocidade hoje na casa dos GHz  (GigaHertz)

Porém este é o limite do silício, por sua capacidade atômica e por isto temos que usar os “fans” (ventiladores) porque para o processamento, a velocidade e a área usada está “fritando” os chips que devem ser resfriados, mas o professor Igor Markov, publicou um artigo na revista Nature que explica melhor este fenômeno dos chips atuais.

Os engenheiros estão preocupados com o limite da Lei de Moore que está prestes a ser alcançado como a densidade de transistor se aproxima da escala atômica, mas Markov diz que há muitos fatores envolvidos além de tamanho e há maneiras de obter maior poder de computação além de escala, dizendo que há um problema de “eficiência energética”.

Markov argumenta ainda há inúmeros ganhos a serem feitos nesta área e novos materiais, tais como transistores de nanotubos de carbono, que poderiam  ajudar a ter uma grande economia de energia que, por sua vez permitem maior poder computacional, em área que chegaria a 10nm.

Outra possibilidade já conhecida é a de explorar modelos naturais, tais como o cérebro humano, que é fundamentalmente diferente dos sistemas de computador existente tanto em termos de estrutura e funcionamento.

Mas Markov sabe que existem alguns limites físicos duros, estes  limites são conhecidos como o comprimento de onda de Planck e o limite Berkenstein, que ainda não são  o suficiente para que eles possam afetar computação, tanto quanto alguns suspeitam.

 

Repensando os computadores

18 Ago

A tecnologia de silício aparentemente chegou no seu limite, anunciamos em nosso último post um chipNewChips que tenta imitar as sinapses cerebrais, mas que depende de uma nova programação para efetivamente funcionar.

A HP já anunciou o esforço para repensar as tecnologias de computação, computação quântica e cognitiva parecem ser os novos enfoques, mas há pouca coisa realmente funcional e que esteja pronta para ir para o mercado.

Agora a IBM anunciou investimentos da ordem 3 milhões de dólares em projetos que querem repensar o modelo dos supercomputadores atuais, e o vice-presidente de Sistemas e Tecnologia da IBM, Tom Rosamilia, declarou a ComputerWorld, que a curto prazo são os processadores gráficos de alta performance que podem melhorar o desempenho dos computadores, mas a longo prazo “temos outros pontos que podem dar saltos passando de uma tecnologia para outra”, que significa materiais, arquiteturas e programação inteiramente novas, que significa misturar e combinar tecnologias novas propostas.

Os novos modelos significam que será necessário pensar programas e sistemas muito antes que as arquiteturas surjam, e a lei de Gordon Moore que dizia que o número de transistores dobraria a cada dois anos e enquanto isto foi verdade para o silício, não foi preciso mudar o modo de processar e de programar, agora os novos chips em sistemas totalmente novos podem exigir programação antecipada, para que quando surjam tenham algumas funcionalidades já operacionais.

 

Chip do tamanho de um selo

15 Ago

Um grupo de pesquisadores coordenados pela IBM criou um chip, que segundo o líder do grupoTrueFort Dharmendra Modha será uma máquina para “uma nova era” e foi publicado na Science.

Mas as aplicações comerciais ainda podem levar ano, pois o software para este novo chip deverá ser escrito novo, porque o sistema de programação de hardware é todo novo.

Dharmenda declarou a BBC que o chip é resultado de “um trabalho cumulativo de mais de 200 anos-pessoa”, o que significa um esforço científico realmente grande.

O chip chamado de TrueNorth é próprio para as operações matemáticas são interconectadas, o que lhe permite trabalhar muito mais dados ao mesmo tempo.

“Nosso chip integra computação, comunicação e memória”, disse Modha.

A computação “neuromórfica” do TrueNorth acontece através de redes formadas por unidades chamadas “spikes” ou impulsos.