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[:pt]Totalidade e Infinito[:en]Totality and infinit[:]

16 jan

[:pt]O complexo é fundamental para se entender a totalidade, escreveu Edgard Morin: “apenas o pensamento complexo poderá civilizar nosso pensamento” (Morin, 2008, pg. 23), na ausência de um discurso totalizador e abrangente é ele próprio o pensamento complexo.

Giordano Bruno foi o primeiro a intuir que o infinito era fundamental para o nascente pensamento moderno, mas este se refugiou no dualismo racional (objetivismo x subjetivismo) e na finito humana que não admite o mistério e o infinito presente na totalidade cósmica.

O pensamento atual, graças a complexidade física que veio dos quanta e da teoria da relatividade, é lançado para as profundezas do universo para pensar a matéria e a energia escura e seus novos e excêntricos fenômenos que desafiam os modelos atuais de física, de ciência, e quiçá de religião.

Edgar Morin antes de refletir sobre a virada paradigmática, diz que o Ocidente “filho fecundo da esquizofrênica dicotomia cartesiana e do puritanismo clerical, comanda também o duplo aspecto da práxis ocidental, por um lado antropocêntrica, etnocêntrica, egocêntrica desde que se trata do sujeito (porque baseada na auto-adoração do sujeito: homem, nação ou etnia, indivíduo) por outro e correlativamente manipuladora, gelada “objetiva” desde que se trata do objeto” (Morin, 2008, p. 81).

Sem considerarem-se dogmáticos, arrogantes e autorreferenciadores, este pensamento mesmo quando projeta para o Infinito, mesmo apelando a Deus e mesmo invocando o diálogo são eles próprios arrogantes, basta a mínima dose de questionamento para notar-se a prepotência.

Ora, mesmo para o religioso admitir o mistério é imprescindível para admitir a ideia de Deus e de infinito, enquanto para o pensamento “racional” (não o racionalismo dogmático) admitir a complexidade dos fenômenos não é senão fazer ciência séria e investigar de fato a natureza por um lado e admitir o lugar do homem dentro dela a única possibilidade de superar a arrogância objetivista e egocêntrica do pensamento moderno.

O infinito que é também reivindicado por pensadores atuais como Ricoeur, Lévinas que explicou o sentido de alteridade diante do Infinito: “A idéia do infinito não parte, pois, de Mim, nem de uma necessidade do Eu que avalie exatamente os seus vazios. Nela, o movimento parte do pensado, e não do pensador.” (Levinas, 1988, p. 49).

LEVINAS, Emmanuel. Totalidade e infinito. Tradução José Pinto Ribeiro, Lisboa- Portugal, Edições 70, 1988.

 

 [:en]The complex is fundamental for understanding wholeness, Edgard Morin wrote: “Only complex thinking can civilize our thinking” (Morin, 2008, p. 23), in the absence of a totalizing and comprehensive discourse, complex thinking itself is.

Giordano Bruno was the first to intuit that the infinite was fundamental to the nascent modern thought, but this one took refuge in the rational dualism (objectivism x subjectivism) and in the human finite that does not admit the mystery and the infinite present in the cosmic totality.

Current thinking, thanks to the physical complexity that came from quanta and relativity theory, is launched into the depths of the universe to think about matter and dark energy and their new and eccentric phenomena that challenge current models of physics, science, and maybe religion.

Edgar Morin, before reflecting on the paradigmatic turn, says that the West “the fruitful child of the schizophrenic Cartesian dichotomy and clerical puritanism, also commands the double aspect of Western praxis, on the one hand anthropocentric, ethnocentric, egocentric since it is the subject ( because based on the self-worship of the subject: man, nation or ethnicity, individual) by another and correlatively manipulative, icy “objective” since it is the object ”(Morin, 2008, p. 81).

Without considering themselves dogmatic, arrogant, and self-referential, this thought, even when projecting to the Infinite, even appealing to God and even invoking dialogue, is itself arrogant, the slightest amount of questioning enough to note arrogance.

Now, even for the religious to admit the mystery, it is indispensable to admit the idea of ​​God and the infinite, while for the “rational” thought (not the dogmatic rationalism) to admit the complexity of the phenomena is only to make serious science and to investigate the reality, nature on the one hand, and to admit man’s place within it is the only possibility of overcoming the objectivist and egocentric arrogance of modern thinking.

The infinite that is also claimed by current thinkers such as Ricoeur, Lévinas who explained the sense of alterity before the Infinite: “The idea of ​​infinity does not start from Me, nor from a need for the Self that accurately assesses its emptiness. In it the movement starts from the thought, not from the thinker. ”(Levinas, 1988, p. 49).

LEVINAS, Emmanuel. Totalidade e infinito. Tradução José Pinto Ribeiro, Lisboa- Portugal, Edições 70, 1988.

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[:pt]Teletransporte quântico por chip[:en]Quantum teleportation chip[:]

30 dez

[:pt]O fenômeno é chamado entrelaçamento quântico, ou teletransporte, antes feito com partículas, agora com sinais foi feito entre chips.

O feito foi realizado por pesquisadores da Universidade de Bristol e da Universidade Técnica da Dinamarca, onde a equipe conseguiu enviou dados sem que os chips estivessem próximos.

O experimento significa um salto no teletransporte porque agora trata-se de sinais codificados, o que viabiliza a comunicação via teletransporte.

O paper da pesquisa já foi aceito para publicação em Physical Review Letters e está disponível no servidor de acesso aberto em pré-impressão arXiv.org .

O vídeo a seguir explica o entrelaçamento quântico:

https://www.youtube.com/watch?v=Q9J4ArjheD8[:en]The phenomenon is called quantum entanglement, or teleportation, once made with particles, now with signals was made between chips.
The feat was done by researchers from the University of Bristol and the Technical University of Denmark, where the team was able to send data without the chips being close.
The achievement means a jump in teleportation because it is now coded signals, which makes communication via teleportation possible.
The research paper has already accept to been published for publication in Physical Review Letters and is available on the open prepress access server arXiv.org.
The following video explains quantum entanglement:
https://www.youtube.com/watch?v=5_0o2fJhtSc[:]

 

[:pt]Porque a Inteligência artificial emergiu?[:en]Why did artificial intelligence emerge?[:]

22 ago

[:pt]O longo caminho percorrido pela Inteligência Artificial inclui a construção de linguagens como Lisp, Prolog, Haskel, mas atualmente emergiram ambientes como DialogFlow, Watson e
O Final do século 20 havia uma grande crise na IA (sigla para inteligência Artificial), mas a emergência de pesquisadores em Web Semântica retomou estudo e aos poucos, assuntos como IoT (internet das Coisas), Linguagem Natural e Machine Learning (não há uma tradução, mas poderíamos dizer aprendizagem por Máquina) emergiram.
O fato que assusta alguns está ligado ao conceito que se tem de “inteligência” e de “mente”.
Esta emergência despertou as cinco maiores companhias de tecnologia do mundo : Apple, Microsoft, Google, Amazon, e Facebook, que passaram a investir em inteligentes capazes de conversar com humanos.
Agora já 28% dos consumidores nos Estados Unidos atualmente usam algum assistente virtual, esses aparelhos que integram a tecnologia IA de um assistente de voz com um produto de casa comum tem tido grande sucesso, tais como Alexa, Echo e Google Home, mas o aumento de vendas para 39% anuais foram comemorados pelas empresas.
Em empresas a preocupação com a privacidade, a operação é feita usando armazenamento em nuvens, empresas com assistentes de som usam medidas diferentes para proteger as informações pessoais de seus consumidores, mas sabem que existem falhas nessas defesas.
O áudio enviado para a Google e Amazon é criptografado antes de ser transmitido, deixando a troca de dados supostamente segura, mas a base de dados pessoas precisa ser acessada para que a máquina vá “desenvolvendo” sua capacidade de aprendizagem.
Recentemente um pesquisador inglês da área de segurança da informação demonstrou que é possível transformar um Echo fabricado antes de 2017 em um instrumento de gravação perpetua cujo áudio pode ser transmitido a um local remoto, sem que o usuário saiba.
Para se proteger de hackers, uma boa prática é acessar sua conta e apagar o histórico de interações com os serviços periodicamente, mas resta saber se não foi hackeada neste período.
Já o Siri da Apple, ao invés de associar a gravação com a conta de usuário, ele associa a coleta da interação com você com uma série de números aleatórios.
Com ou sem segurança, este mercado cresceu e as empresas estão de olho, já é irreversível.[:en]The long road covered by Artificial Intelligence includes the construction of languages such as Lisp, Prolog, Haskel, but environments like DialogFlow, Watson, and
At the end of the 20th century there was a major crisis in AI, but the emergence of researchers in the Semantic Web resumed study and gradually, subjects like IoT (Internet of Things), Natural Language and Machine Learning (there is no translation, but we could say learning by Machine) emerged.
The fact that scares some is linked to the concept of “intelligence” and “mind.”
This emergency has awakened the five largest technology companies in the world: Apple, Microsoft, Google, Amazon, and Facebook, which have started investing in smart people who can talk to humans.
Now 28% of consumers in the United States currently use some virtual assistant, these devices that integrate the AI technology of a voice assistant with a common home product has had great success, such as Alexa, Echo and Google Home, but the increase of sales to 39% annually were celebrated by companies.
In companies the concern for privacy, the operation is done using cloud storage, companies with sound assistants use different measures to protect the personal information of their consumers, but know that there are flaws in these defenses.
The audio sent to Google and Amazon is encrypted before being transmitted, leaving the data exchange supposedly safe, but the people database needs to be accessed in order for the machine to “develop” its learning ability.
Recently a researcher in the field of information security has demonstrated that it is possible to transform an Echo manufactured before 2017 into a perpetual recording instrument whose audio can be transmitted to a remote location without the user knowing.
To protect yourself from hackers, a good practice is to access your account and erase history of interactions with the services from time to time, but it remains to be seen if it has not been hacked in this period.
Apple’s Siri, instead of associating the recording with the user account, associates the collection of the interaction with you with a series of random numbers.
With or without security, this market has grown and companies are watching, it is irreversible.[:]

 

[:pt]Material pode ajudar criação de chips quânticos[:en]Material can help quantum chips[:]

08 ago

[:pt]Pesquisadores da Universidade Central da Flórida (UCF) descobriram um tipo de material que poderia ser usado como um “bloco de construção” de chips quânticos, sendo composto de háfnio, telúrio e fósforo, Hf2Te2P.

Segundo o pesquisador Madabe Neupane, da UFC: “Nossa descoberta nos leva um passo mais perto da aplicação de materiais quânticos e nos ajuda a obter uma compreensão mais profunda das interações entre várias fases quânticas”.

O material tem mais de um padrão de elétrons que se desenvolve dentro de sua estrutura eletrônica, dando-lhe uma gama de propriedades quânticas. Neupane diz que este material aumentará o poder de computação para grandes volumes de dados em novos dispositivos e reduzirá consideravelmente a quantidade de energia necessária para a eletrônica de potência.

A descoberta já atraiu empresas que estão investindo na pesquisa, a Microsoft por exemplo investiu em seu projeto chamado Estação Q, o laboratório que está dedicado ao campo da computação quântica topológica, e a google se associou à NASA num investimento que trabalha com computação quântica e inteligência artificial.

Como os fenômenos quânticos precisam ser melhores compreendidos para que a eletrônica seja totalmente substituída pela fotónica e pela computação quântica, as mudanças de cenário computacional tendem a mudar rápida e continuamente.

A descoberta do laboratório de Neupane está publicada na Nature Communications, e é um grande passo para esta mudança de cenário.

 [:en]Researchers at the University of Central Florida (UCF) have discovered a type of material that could be used as a “building block” of quantum chips, consisting of hafnium, tellurium and phosphorus, Hf2Te2P.
According to UFC researcher Madabe Neupane, “Our discovery takes us one step closer to the application of quantum materials and helps us gain a deeper understanding of the interactions between various quantum phases.”
The material has more than one electron pattern that develops within its electronic structure, giving it a range of quantum properties. Neupane says that this material will increase computing power for large volumes of data on new devices and will considerably reduce the amount of power needed for power electronics.
The discovery has already attracted companies that are investing in research, Microsoft for example invested in its project called Station Q, the laboratory that is dedicated to the field of topological quantum computing, and Google has teamed up with NASA in an investment that works with quantum computing and artificial intelligence.
Because quantum phenomena need to be better understood so that electronics are totally replaced by photonics and quantum computation, computational scenario changes tend to change rapidly and continuously.
The discovery of Neupane’s lab is published in Nature Communications, and is a big step forward for this change of scenario.
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[:pt]Novidades no Google News[:en]News in Google News [:]

02 jul

[:pt]Após vários anúncios, finalmente na segunda quinzena de maio o Google lançou seu novo aplicativo, somente agora consegui dar uma olhada no aplicativo que substitui o Google Play Newsstand, agora com uso de Inteligência Artificial.

O aplicativo trabalho em usar aprendizado de máquina para treinar algoritmos que vasculham notícias de modo complexo e recentes e divide-as num formato de fácil compreensão, com cronogramas cronológicos, notícias locais e histórias apresentadas numa sequencia de acordo com a evolução dos fatos, por exemplo, o início de uma partida de futebol, seus lances mais importantes, o resultado e as consequências.

Esta seção que são notícias que os algoritmos julgam importantes para você tem o nome For You (Para você no Brasil, e Para si em Portugal), seguem mais 3 seções assim divididas:

A segunda seção é chamada Manchete, onde as últimas notícias e temas específicos são apresentadas. Aqui, existe uma subseção onde o usuário pode escolher ler a notícia pela Cobertura Completa do Google, em que o Google divide-a em itens, numa variedade de fontes em Mídias sociais, permitindo saber onde e quando aquilo aconteceu.

A terceira seção mostra os favoritos, como os principais tópicos que o usuário costuma acessar, a IA tem grande trabalho ai, vai nas fontes favoritas do proprietário, salva histórias para leituras mais tarde e guarda pesquisas de acordo com a localização dos textos.

E por fim o White Play (Play Branco) que é a adição do novo Google news, que permite que o usuário acesse e assine serviços com conteúdos premium em Sites voltadas à notícias.

Enquanto uma parte da crítica continua a duelar com os velhos esquemas de notícias dirigidas ou enlatadas, vinculadas a grupos editoriais, o mundo das notícias personalizadas evolui.  [:en]After several announcements, finally in the second half of May Google launched its new application, only now I have been able to take a look at the application that replaces Google Play Nwesstad, now with use of Artificial Intelligence.

The application works on using machine learning to train algorithms that scour complex and recent news stories and divides them into an easy-to-understand format with timelines, local news and stories presented in a sequence according to the evolution of the facts, for example , the start of a football match, its most important bids, the result and the consequences.

This section which are news that the algorithms think important to you have the name For You, follow 3 more sections so divided: The second section is called Manchete, where the latest news and specific topics are presented. Here is a subsection where you can choose to read the news through Full Coverage by Google, where Google splits it into items from a variety of social media sources, letting you know where and when it happened.

The third section shows favorites, such as the top topics the user usually accesses, the AI ​​has great work there, goes to the owner’s favorite sources, saves stories for later readings, and saves searches according to the location of the texts.

And finally the White Play (White Play) which is the addition of the new Google news, which allows the user to access and subscribe services with premium content in news sites.

While a part of the critique continues to duel with the old canned news schemes linked to editorial groups, the world of personalized news evolves

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[:pt]Alexa: assistente pessoal da Amazon[:en]Alexa: Amazon personal assistant[:]

26 jun

[:pt]Pode não parecer um fenômeno novo na tecnologia já que existem assistentes como o Siri, Cortana ou Google Now, mas o fato deste assistente ser realmente pessoal, por isto chamei os outros de assistentes de voz, é o fato que ele aprende e armazena os dados em uma nuvem particular da Amazon Web Service (AWS).

Ativados por voz estes assistentes pessoais embora todos fundamentados pelo uso de voz há diferenças, eles podem aprender com pessoas específicas hábitos e funções que elas desejam, enquanto o assistente de voz, como chamo Siri e Google Now agora emponderado pelo Dialogflow, como explicamos no post anterior, eles podem responder e aprender com a interação humana, mas poderá, se for desejável organizar seu próprio banco de dados.

O Alexa (por ser o assistente pessoal penso ser do género masculino, mas pode ser a também) está centralizada na nuvem da Amazon e tem seu próprio equipamento que é o Amazon Echo, uma coluna sempre conectada a internet via WiFi que está atenta aos diálogos do seu “dono”.

Os serviços de música em streaming com uso do Spotify ou Pandora, pode ler as notícias dos principais jornais que preferir, informar a previsão de tempo ou o trânsito a caminho do trabalho, pode controlar todos equipamentos em casa que sejam Smart Home, inclusive ele pode identificar e dizer sobre a compatibilidade, mais sua capacidade vai além.

Além disto tudo promete verificar coisas básicas como resolver contas matemáticas ou entrar numa conversa e até contar piadas, com o tempo este banco e esta capacidade vai evoluir.

Mas cuidado, já postamos aqui sobre o mito da singularidade (em especial o livro de Jean Gabriel Ganascia), a ideia que isto vai virar um monstro e controlar você é menos verdadeira que a de individualizar-se e deixar de falar com amigos e parentes. [:en]It may not seem like a new phenomenon in technology since there are wizards like Siri, Cortana or Google Now, but the fact that this wizard is really personal, that’s why I called the others for voice assistants, is the fact that it learns and stores the data in a private cloud from Amazon Web Service (AWS).
These personal assistants although all grounded by the use of voice there are differences, they can learn from specific people habits and functions they desire, while the voice assistant, as I call Siri and Google Now now empordered by Dialogflow, as we explained in the post above, they can respond and learn from human interaction, but may, if it is desirable to organize their own database.
Alexa (because I’m the personal assistant I think is masculine, but it can be the same) is centralized in the Amazon cloud and has its own equipment that is Amazon Echo, a column always connected to the Internet via WiFi that is attentive to dialogues of its “owner”.
Streaming music services using Spotify or Pandora, you can read the news of the main newspapers you prefer, inform the weather forecast or the traffic on the way to work, can control all equipment at home that are Smart Home, including it can identify and tell about compatibility, plus its capacity goes beyond.
In addition, it promises to check basic things like solving math accounts or getting into a conversation and even telling jokes, over time this bank and this ability will evolve.
But beware, we have already written here about the myth of singularity (especially the book by Jean Gabriel Ganascia), the idea that this will turn a monster and control you is less true than to individualize and stop talking to friends and relatives[:]

 

[:pt]Tornar hologramas reais, rápidos e precisos[:en]Make holograms real, fast and accurate [:]

20 jun

[:pt]Já mencionamos aqui o desenvolvimento de hologramas no espaço sem a necessidade de dispositivos que recriem os artefactos, agora é possível fazê-los de modo ultrarrápido e muito precisos.

Os cientistas do Laboratório Americano Lawrence Livermore na California desenvolveram uma técnica que pode criar objetos complexos em segundos, podemos dizer usando teorema de amostragem de Shannon para a criação de imagens, agora sendo elas tridimensionais.

Esta técnica cria os objetos em camadas simultaneamente, os detalhes foram publicados na revista Science Advances em dezembro de 2017, há duas inovações realmente importantes ali, a possibilidade de criar imagens reais de modo ultrarrápido usando uma resina fotossensível recriando a impressão 3D com um poderoso laser que endurece esta resina tornando-a um plástico.

 

Isto também pode ser feito com metais usando feixe de elétrons e um pó de metais em vez da resina, a também não precisa dos inúmeros suportes necessários às impressoras 3D.

O engenheiro Maxim Shusteff, do LLNL, que lidera o estudo disse ao site New Atlas: “o fato que você pode fazer peças totalmente em 3D, tudo em uma única etapa realmente supera um problema na manufatura aditiva”, agora os hologramas podem retornar às peças materiais.

Outra opção seria a bio-impressão em tecido vivo: “Nós fizemos uma boa primeira tentativa”, disse Shusteff, “mas ainda não levamos isso ao limite de seu desempenho, então o espaço está aberto para nós e outros para demonstrar o que essa abordagem é capaz de fazer.”  bioprinting tecido vivo. “Nós fizemos uma boa primeira tentativa,” disse Shusteff, “

Se a impressão 3D já era anunciada como uma revolução, esta nova técnica promete acelerar ainda mais este processo[:en]We have already mentioned the development of holograms in space without the need for devices that recreate the artifacts, now it is possible to do them in an ultra-fast and very precise way. Scientists at the Lawrence Livermore American Laboratory in California have developed a technique that can create complex objects in seconds, we can say using Shannon’s sampling theorem for imaging, now being three-dimensional.

This technique creates the objects in layers simultaneously, the details were published in the journal Science Advances in December 2017, there are two really important innovations there, the possibility of creating real images in ultra-fast mode using a photosensitive resin recreating 3D printing with a powerful laser which hardens this resin making it a plastic.

This can also be done with metals using electron beam and a metal powder instead of the resin, so does not need the numerous supports required for 3D printers. LLNL engineer Maxim Shusteff, who leads the study, told New Atlas: “The fact that you can make totally 3D parts, everything in one step really overcomes a problem in additive manufacturing”, now holograms can return to material parts.

Another option would be live tissue bio-printing: “We made a good first attempt,” Shusteff said, “but we have not yet taken it to the limit of its performance, so the space is open to us and others to demonstrate what this approach is able to do. “living tissue bioprinting. “We made a good first try,” said Shusteff,

If 3D printing was already heralded as a revolution, this new technique promises to further accelerate this process[:]

 

[:pt]As redes e a crise mundial[:en]Networks and global crises[:]

22 maio

[:pt]As redes sociais estão provocando uma mudança orgânica no conjunto da sociedade, ela já é mais evidente do que era a 10 anos atrás, mas ainda se confunde a organização em rede com a descentralização e há fortes forças conservadoras que pedem uma nova “hierarquia” social, ainda que descentralizada com poder central.

A percepção de que este ou aquele país é um país em “crise” mais aguda que outros é válida, mas a verdade é que são aqueles que mais aprenderem com a crise que poderão sair dela mais rápido, a primeira lição é que há uma sociedade mais atenta, mais diversificada e menos capaz de suportar esquemas centralizados e autoritários, mas por que então esta onda ?

Justamente porque a grande maioria dos “silenciosos” agora revelam a verdadeira face , a da conveniência e a da convivência com valores que no fundo eram apenas “suportados” pelos que sofriam alguma forma de exclusão, e não falo só a financeira, ainda que seja grave.

Edgar Morin ressalta que agora o espaço “público reúne a sociedade em sua diversidade. A direita, a esquerda, os malucos, os sonhadores, os realistas, os ativistas, os piadistas, os revoltados – todo mundo. Anormal seriam legiões em ordem, organizadas por uma única bandeira e lideradas por burocratas partidários.  É o caos criativos, não a ordem preestabelecida.”

Pode tudo isto desandar numa guerra civil, concordo com Manuel Castells: “guerra civil e movimentos sociais são incompatíveis!”, mas os movimentos sociais agora não são somente as massas manobradas por sindicatos e partidos, é isto que temem os caudilhos, há muita desconfiança e segundo Castells “partidos são universalmente desprezados pela maioria das pessoas”, por que sabemos que pagamos o salário dele (alto) e não fazem o que deviam fazer.

Mas é preciso salvar valores sociais para não cair na tentação da violência e do autoritarismo que é o que desejam os radicais e suas massas de manobra, Castells afirma “você preciso de muito mais valor para não ser violento. Ser violento é fácil.”

Estou em Portugal que viveu uma crise profunda e ainda sente reflexos dela, mas aprenderam a conviver, a dialogar e a ter um pouco mais de paciência com graves problemas sociais, mas este fim de semana havia uma mega manifestação de professores que tiveram salários afetados e aposentadoria (reforma aqui) atrasada, alguns podem ter direito só aos 70 anos.[:en]Social networks are provoking an organic change in society as a whole, it is already more evident than it was ten years ago, but networking is still confused with decentralization and there are strong conservative forces calling for a new social “hierarchy”.

The perception that this or that country is a country in “crisis” more acute than others is valid, but the truth is that it is those who learn the most from the crisis that can get out of it faster, the first lesson is that there is a society more attentive, more diversified and less able to support centralized and authoritarian schemes, but why then this wave?
Precisely because the vast majority of the “silent” now reveal the true face, that of convenience and coexistence with values ​​that were only “supported” by those who suffered some form of exclusion, and I do not speak only financially, even if it is serious.
Edgar Morin points out that now the public space “gathers society in its diversity. The right, the left, the crazy people, the dreamers, the realists, the activists, the piadistas, the rebels – everyone. Abnormal would be legions in order, organized by a single flag and led by party bureaucrats. It is creative chaos, not the pre-established order. ”
All this can go back in a civil war, I agree with Manuel Castells: “civil war and social movements are incompatible!”, But social movements are now not only the masses maneuvered by unions and parties, this is what the caudillos fear, there is much distrust and according to Castells “parties are universally despised by most people,” because we know that we pay his salary (high) and do not do what they should do.
But it is necessary to save social values ​​so as not to fall into the temptation of violence and authoritarianism that is what the radicals and their masses want, Castells says “you need a lot more courage not to be violent. Being violent is easy. ”
I am in Portugal that experienced a deep crisis and still feel reflexes of it, but they learned to live together, to talk and to have a little more patience with serious social problems, but this weekend there was a mega manifestation of teachers who had salaries affected and retirement (reform here) delayed, some may be entitled only at 70´s years old.
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[:pt]Andróides sonham ?[:en]Androids has dreams? [:]

18 maio

[:pt]Os dois filmes de Blade Runner foram inspirados no livro Androides sonham com ovelhas elétricas?, de Philip K Dick é relançado em edição comemorativa de 50 anos (1968-2018) com escritos inéditos: uma carta do autor para os produtores de Blade Runner, na qual profetiza o sucesso da produção e a última entrevista concedida por Dick, publicada em 1982 na revista The Twilight Zone Magazine na ocasião do lançamento do filme.

O prefácio exclusivo assinado pelo escritor e jornalista argentino Rodrigo Frésan, amante da ficção científica e da obra de Dick relatando a conturbada e impressionante vida do autor, e um brilhante cenários que chamam de “pós-apocalípticos” feitos por Douglas Kellner e Steven Best, professoras respectivamentte da Universidade da Califórnia e na Universidade do Texas.

Acrescente-se a isto um posfácio escrito pelo tradutor do livro, Ronaldo Bressane, que compara Androides com Blade Runner e comenta aspectos da obra não explorados no cinema, como a preocupação ambiental, além das questões religiosas e metafísicas presentes no texto.

As questões religiosas e metafísicas são tão atuais que merecem uma visão atualizada do que pensamos que é o nosso universo interior, os nossos valores e nossa relação com o mundo natural e ao mesmo tempo transcendental, no sentido não imediato.

O que é a natureza além a natureza e o que é o homem além do humano, não é nem trans-natureza e nem trans-humano apenas, mas para olhá-la de modo adequado será preciso ter um olhar transdisciplinar, não ver pelo lado apocalíptico e pessimista apenas.

A Inteligência Artificial é sem dúvida uma inspiração para os próximos anos, pensar nela não é pensar fora do espírito e da interioridade humana, mas é justamente questionar o que é isto, Blade Runner 2049 fez isto, mas o sucesso foi pequeno, preferimos Robocop.

Se a vida interior reduziu-se na modernidade não é devido aos avanços atuais e vindouros, mas devido ao fato que as vezes atribuímos aos humanos atitudes de robôs e não o contrário, pois os robôs atuais ainda tem raciocínio mecânico e numa lógica limitada.[:en]The two films of Blade Runner were inspired by the book Androids dream of electric sheep ? by Philip K Dick is reissued in 50-year commemorative edition (1968-2018) with unpublished writings: a letter from the author to the producers of Blade Runner in which prophesies the success of the production and the last interview granted by Dick, published in 1982 in the journal The Twilight Zone Magazine at the time of the launching of the film.
The exclusive preface signed by Argentine writer and journalist Rodrigo Frésan, a lover of science fiction and Dick’s work chronicling the troubled and impressive life of the author, and a brilliant scenarios they call “post-apocalyptic” by Douglas Kellner and Steven Best, professors respectively from the University of California and the University of Texas.
Add to this a postface written by the translator of the book, Ronaldo Bressane, who compares Androides with Blade Runner and comments on aspects of the work not explored in the cinema, such as environmental concern, besides the religious and metaphysical questions present in the text.
Religious and metaphysical issues are so current that they deserve an up-to-date view of what we think is our inner universe, our values and our relationship to the natural and yet transcendental world, in the non-immediate sense.
What is nature beyond nature and what is man beyond human is neither trans-nature nor trans-human only, but to look at it properly it will be necessary to have a transdisciplinary look, not to see from the side apocalyptic and pessimistic only.
Artificial Intelligence is undoubtedly an inspiration for the next few years, thinking of it is not thinking outside the spirit and human interiority, but it’s just questioning what it is, Blade Runner 2049 did this, but success was small, we preferred Robocop.
If inner life was reduced in modernity it is not due to current and upcoming advances, but due to the fact that sometimes we attribute to humans robots attitudes and not the opposite, because the current robots still have mechanical reasoning and a limited logic.[:]

 

[:pt]Ambientes de agentes e um exemplo[:en]Agent environments and an example[:]

17 maio

[:pt]O exemplo que Norvig e Russel (2010) vão dar para descrever o que é um ambiente na Inteligência Artificial é feliz e infeliz ao mesmo tempo, feliz porque tornou-se algo real 8 anos após a edição do livro, um táxi como veículo autónomo, e infeliz porque já há casos de acidentes com veículos autónomos.

O que chama de ambiente é descrito como PEAS (Performance, Ambiente, Atuadores e sensores, traduzidos ao português) (figura ao lado), cuja primeira etapa é projetar o ambiente da tarefa.

O agente será diferente de um software (um softbot ou webcrawler), mas é didático.

O ambiente sugerido era de um táxi autônomo, o que na época era um “pouco além das capacidades da tecnologia existente”, mas na página 28 vai descrever um robô com esta função, o lado fortuito do exemplo como dizem os autores é uma tarefa “completamente aberta” e “não há limite para as novas combinações de circunstância que podem surgir” (Norvig, Russel, 2010, p. 40)

Que medidas de desempenho serão desejadas: chegar ao destino correto, minimizar o tempo de destino correto, o consumo de combustível e desgaste, as violações de tráfego, distúrbios e segurança aos passageiros e outros condutores, e se houver conflitos tomar decisões (eis um dos motivos do acidente para proteger os passageiros causou um atropelamento de uma transeunte).

O passo seguinte é mapear um ambiente de um carro autónomo, deverá lidar com uma variedade de estradas, desde pistas rurais e vielas urbanas a rodovias de 3, 4 e até 5 pistas, havendo nas pistas além de outros veículos, pedestres, animais vadios, obras na estrada, carros da polícia, poças, e buracos, e deve interagir com passageiros em potencial e reais.

Os atuadores para um táxi automatizado incluem aqueles disponíveis para um motorista humano: controle sobre o motor através do acelerador e controle sobre direção e frenagem.
algumas escolhas opcionais de comunicação com outros veículos com setas e até buzina, e com os passageiros que necessitarão de sintetizadores de voz.

Os sensores básicos do táxi incluirão uma ou mais câmeras de vídeo controláveis para que possam ver a estrada; pode aumentá-las com sensores de infravermelho ou
sonar para detectar distâncias para outros carros e obstáculos.

Os problemas de segurança e convívio com motoristas humanos é evidente, mas graças a este exemplo de sucesso feito em 2010, hoje tem-se mapas, GPS, sinalizadores em estradas, e muitos outros avanços.

NORVIG,  P.; RUSSEL, P. Artificial Intelligence: A Modern Approach 3nd ed., Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2010.[:en]The example that Norvig and Russel (2010) will give to describe what an environment in Artificial Intelligence is happy and unhappy at the same time, happy because it has become something real 8 years after the edition of the book, a taxi as a stand-alone vehicle, and unfortunate because there are already cases of accidents with autonomous vehicles.

What is called environment is described as PEAS (Performance, Environment, Actuators and Sensors) (figure on the side), whose first stage is to design the task environment.

The agent will be different from a software (a softbot or webcrawler), but it is didactic.

The suggested environment was a stand-alone taxi, which at the time was “little beyond the capabilities of existing technology,” but on page 28 will describe a robot with this function, the fortuitous side of the example as the authors say is a ” completely open” and “there is no limit to the new combinations of circumstance that may arise”. (Norvig, Russel, 2010: 40)

What performance measures will be desired: arrive at the correct destination, minimize the correct destination time, fuel consumption and wear, traffic violations, disturbances and safety to passengers and other drivers, and if there are conflicts make decisions (this is one of the reasons for the accident to protect the passengers caused a hit by a passer-by).

The next step is to map an autonomous car environment, it must deal with a variety of roads, from rural lanes and urban lanes to 3, 4 and up to 5 lanes, with lanes, other vehicles, road works, police cars, puddles, and potholes, and should interact with potential and actual passengers.

Actuators for an automated taxi include those available to a human driver: control over the engine through the throttle and control over steering and braking. some optional choices of communication with other vehicles with arrows and even horn, and with passengers who will need voice synthesizers.

The basic taxi sensors will include one or more controllable video cameras so they can see the road; you can increase them with infrared or sonar sensors to detect distances to other cars and obstacles.

The problems of safety and conviviality with human drivers is evident, but thanks to this example of success made in 2010, today we have maps, GPS, road signs, and many others advances.

NORVIG,  P.; RUSSEL, P. (2010) Artificial Intelligence: A Modern Approach 3nd ed., Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall.[:]