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Arquivo para outubro, 2011

Retrocesso americano pode chegar aos sites

31 Out

Segundo a revista  Digital Journal, um projeto de lei pode impor uma lista negra de endereços que seriam bloqueados em servidores e mecanismo de busca, o que é chamado de Internet Blacklist Bill (ou Proteção de IP), o projeto está sendo discutido nos EUA  e poderiam atingir em especial YouTube e Twitter.

A publicação da lei pelo Senado e pela Câmara dos Representantes do país que bloqueariam o acesso a vários sites funcionam a partir de conteúdo compartilhado pela internet, entre muitos sites estariam o YouTube, o Facebook e o Twitter.

Isso acontece, segundo o projeto, porque há muitos sites com conteúdo postado por usuários, como o YouTube e as diversas redes sociais que deveriam ser proibidos.

De acordo com a lei, como é impraticável proibir usuários, tornariam os próprios sites (e não os usuários) responsabilisáveis pelo conteúdo postado no endereço do site, isto iria desde conteúdos até comentários. Assim, se você insere um conteúdo com direitos autorais que não lhe pertencem ou não tem permissão, um vídeo no YouTube, uma música no Myspace, uma postagem no Twitter sem autorização, os conteúdos não seriam só apagados, mas o site inteiro seria bloqueado.

O projeto no mínimo polêmico, que já está sendo chamado de censura nos Estados Unidos, fere a livre imprensa e cria na prática uma restrição à opinião e uso de conteúdos, e é evidente que tem por trás lobbies de gravadoras e editoras.

Ainda que a  lei não tenha data para entrar em prática, já muitos protestos em sites, como o Demand Progress, que afirmar que deixarão suas páginas bloqueadas intencionalmente, até a questão seja reaberta e discutida.

Os poderes que serão responsáveis pela execução da Internet Blacklist Bill vão reunir especialistas com responsáveis de muitos sites que sofrerão os maiores danos e devem discutir a viabilidade da lei, e se for publicada com essas medidas radicais de bloqueio.

 

Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED)

29 Out

Gerenciadores eletrônicos de documentos (GED em português e ECM, Enterprise Content Management) propiciam que uma empresa, organização ou mesmo uma pessoa gerencie documentos mesmo que não estejam estruturados, ou seja, envolvem estratégias, métodos e ferramentas utilizadas para capturar, gerenciar, armazenar, preservar e distribuir conteúdo e documentos relacionados aos processos de organização do fluxo.

Neste sentido são mais amplos que os CMS (Content Managment System), como Drupal, Plone, WordPress, etc. que gerenciam conteúdos “carregados” dentro da plataforma e portanto são limitados, pois não é suficiente “gerenciar” o conteúdo.

Duas plataformas mais difundidas de GED são: Alfresco e Knowledge Tree (KT).

As principais motivações para se ter um GED são: o compartilhamento de arquivos é melhorar a colaboração e auditoria em documentos organizacionais. Seis pontos devem ser levados em consideração: métodos para organizar e armazenar de modo simples os documentos, segurança e proteção (isto é crítico, nem sempre levado a sério), capacidade de introduzir metadados, opções de pesquisa (outro ponto crítico), controle de versão e rastreamento de transações e documento de fluxo de trabalho (road map).

As duas ferramentas fazem isto, mas KT é paga, há uma outra paga chamada Dokmee, mais simples mas ao nosso ver mais limitada, mas muitas empresas preferem ferramentas “simples”, para tornar o treinamento simples e garantir o “serviço”.

Tanto Alfresco quanto KT oferecem todas as funcionalidades sugeridas acima, com pequenas diferenças.  Os dois têm os conceitos de usuários, grupos e papéis, mas KT fornece ainda  a opção de unidades.  Todos os usuários tem acesso aos documentos que podem ser controlados em uma escala de simples e com complexas opções de proteção.

Já os metadados e opções globais de pesquisas internas de documentos estão disponíveis em ambos, mas na versão KT estão ativados como padrão enquanto no Alfresco podem ser acrescentados com maior facilidade através de definição de aspectos de herança de acordo com as localidades. E por último ambos têm sistemas de fluxo contínuo de trabalho.

 

Reinventando o conhecimento e encontrabilidade

28 Out

O livro é dos autores Ian McNeely e Lisa Wolverton,  com o nome em inglês “Reinventing Knowledge: From Alexandria to the Internet” e o que pode parecer uma extravagancia intelectual revela-se aos poucos um grande passeio na história da escrita e do conhecimento até chegar a um conceito importante para os dias de hoje, encontrar é diferente de buscar, daí a diferença entre o ´find´ com o ´search´.

O texto fala da importância da oralidade nos séculos V e VI, que “mesmo se a memória tenha o conteúdo, ela altera nas palavras, mas lá [no discurso em papel] é armazenada em segurança, para ser ouvida para sempre com consistência” (Encyclopaedia Romana).  Dois milênios depois, estamos aqui voltando ao discurso da conversação com o registro on-line que pode ser ouvido para sempre (ou não) dependendo da consistência, ou pelo menos enquanto o site estiver no ar.

O livro fala de Cassiodoro, um oficial romano dos séculos V e VI d.C. Cassiodoro, que possivelmente fundou um mosteiro, onde ele participou da segunda reinvenção do conhecimento, enquanto a sociedade romana se desintegrava, os mosteiros e conventos tornavam-se os repositórios de conhecimento com os escribas religiosos silenciosamente copiando as palavras, e assim, registrando o texto sobre alguma fala como meio de troca de conhecimentos. Dois milênios depois, estamos registrando o discurso de uma conversação com um registro on-line.

Livros começaram como pergaminhos, e foram tendo uma melhoria tecnológica mais em cascas mais comprimidas.  Assim foi escrevendo sobre Cassiodoro, em tempos antigos: “Por quanto você poderia gravar rapidamente palavras que a dureza da casca resistente tornou quase impossível de estabelecer?  ( Encyclopaedia Romana ). Não é de admirar que o calor da mente sofreu atrasos sem sentido, e gênio foi era impelido com o texto gravado, foi com as suas palavras foram retardados ” (Encyclopaedia Romana ).   Essa é exatamente a melhoria que vamos encontrar com computadores muito mais do que com máquinas de escrever.

Como qualquer pessoa que passa muito tempo com seus textos escritos, foram os monges e as monjas comecei a pensar sobre a encontrabilidade, isto uma busca inteligente, uma espécie de “google mental” mas com sistemas referenciais que ligassem os conteúdos.   O papel pergaminho mais rápido para escrever, tinha um problema sério, você tinha que ir desenrolando até encontrar a passagem correta que queria, então era interessante coloca-lo em páginas individuais, e agora em vez de desenrolar, você simplesmente podia voltar e colocar uma folha escrita ao lado.

Agora em vez de desenrolar você poderia simplesmente voltar a página e em vez de desenrolar, você poderia simplesmente se voltar para uma página específica.  A palavra para estes primeiros livros é códex.   Tipo de tecnologia tem um anel para ela, e  McNeely e Wolverton comparam a mudança a uma “diferença entre uma fita de vídeo e um DVD.”

Mais raciocínios lógicos deste tipo só lendo o livro, muito interessante.

 

Os filósofos e os indignados

27 Out

Diversas entrevistas e posições do filósofo polonês radicado na Inglaterra, como a entrevista feita pelo Globo e publicada na revista on-line Forum, na qual ele afirma: “revolta motivada pelo desejo de consumir, não por qualquer preocupação maior com mudanças na ordem social” e que foi contestada por diversos indignados como o inglês John Brown, sobre outra entrevista no mesmo tom para o jornal El País espanhol que dizia que as “revoltas são emocionais lhes faltam pensamento”, John Brown que tem um blog Iohannes Maurus, onde se pode ler a íntegra da resposta a Bauman, mas faço um recorte:

“O que acontece é que a sua organização cria e reproduz o ritmo do debate e mobilização coletiva. Seu programa é suportar como nova figura da democracia. Nenhum poder de propor para mudar este ou aquele aspecto da sua execução. Embora as alegações do primeiro movimento para poder propor uma mudança nas formas de representação através, por exemplo, uma nova lei eleitoral, o slogan central do movimento, ´nós representamos´, vem cobrando para novos conteúdos muito mais radical. Não é pedir para nos representar melhor: o que foi provado é que o espelho da representação está quebrado, quebrado, e é impossível recompor. Poder capitalista neoliberal não há muito para oferecer. O que resta é que o trabalhador coletivo, cognitivo, pobres, migrantes que se reúnem nas ruas para fazer o que você faz de melhor: comunicar e organizar-se como uma nova comunidade política no êxodo do controle de capital. As manifestações e ocupações de 15M a 15 de Outubro e manifestações que ainda estão vivos e racionalidade contra um vácuo de poder. Surpreendentemente, um grande analista deste como Zygmunt Bauman esqueceu o passado recente e seu próprio ou da Alemanha Oriental onde o começo do fim dessa caricatura do capitalismo que foi o ‘socialismo real´ marcou-o uma grandes manifestações ignorado pelo governantes que os considerava como desprovida de pensamento e de programa”.

O que ele vê é a apenas a contradição, outra leitura dos fatos mais interessantes é a de Zizek, disponível na LRB (London Review of Books) que vê que vivemos numa sociedade que reforça o ideal do poder de escolha, mas em última instância, apresenta apenas duas opções: viver segundo as regras ou a violência (destrutiva sim, mas imposta). Ele lembra que pensar nos conflitos que não param de acontecer pelo mundo, devemos pensar que tipo de nova ordem deve substituir a atual, criticada e em crise, que segundo o jornal Destak on-line, já chegou nos EUA a 950 cidades.

 

iPod completou 10 anos

26 Out

Em Outubro de 2001,  a Apple através de Stevie Jobs lançava a novidade inicialmene com a capacidade de armazenamento de 5GB de espaço, que guardava até mil canções.

Agora completando uma década, o dispositivo está no meio de transformações no mercado fonográfico e da tecnologia, talvez sem ele não se pensaria em músicas nas clouds (armazenamento fora do dispositivo) e não seria necessário negociações com músicos e gravadors, era primeiro produto portátil da Apple a usar memória flash e a exibir vídeos e fotos, e eles mais que os outros gadgets conquistaram os jovens.

Segundo dados da empresa, o iPod já vendeu mais de 314 milhões de unidades entre modelos como mini, nano, shuffle e touch, tem nesta área cerca de 70% do mercado de tocadores MP3, o seu design também marcou uma tendência neste tipo de mercado.

Seu pico foi em 2006, quando o aparelho cobria cerca de 50% de toda a receita da Apple, mas hoje responde por menos de 8% do faturamento da empresa, e quando do lançamento do celular 4S seu futuro era incerta, mas o legado do iPod é indiscutível.

No lançamento do iPhone em 2007, como a Apple inclui funcionalidades de música e armazenamento do iPod no celular e muitas outras empresas fizeram isto, fez com que muitos usuários abandonassem suas músicas no iPod e trocassem pelo celular.

 

Interoperabilidade e colaboração na ciência européia

25 Out

O crescimento e a visibilidade dos dados científicos necessitam de uma nova infra-estrutura geral que permita o gerenciamento e o acesso aos dados científicos.

O projeto recém-lançado EUDAT visa proporcionar as comunidades científicas e de pesquisa da Europa ter uma infra-estrutura sustentável na escala européia para a melhoria do acesso aos dados científicos.

O EUDAT é constituído por 25 parceiros europeus, incluindo os centros de dados, provedores de tecnologia, as comunidades de pesquisa e agências de financiamento de 13 países que irão trabalhar juntos para desenvolver uma infra-estrutura colaborativa.

Segundo afirmou Kimmo Koski ao site Finlandês CSC e coordenadorq do projeto: “Nosso objetivo é desenvolver uma infra-estrutura genérica para o gerenciamento de dados científicos que podem ser usados ​​por uma diversidade de comunidades de pesquisa e infra-estruturas existentes”.

Peter Wittenburg, o coordenador cientificou do projeto, observou que “além de oferecer serviços comuns, tais como hospedagem de dados e preservação, EUDAT está criando um caminho para o acesso integrado e interoperável de dados e, ao fazê-lo, irá facilitar a nova ciência e permitirá a criação de conhecimento eficiente [e compartilhado].”

Conforme observa o projeto, além de soluções de dados nacionais para armazenamento de dados, acesso e preservação, uma camada nova de interoperabilidade também é necessária, disse Pirjo-Leena Forsström do CSC: “o EUDAT irá promover a interoperabilidade, ajudando a estabelecer abordagens comuns que vai tornar a colaboração muito mais fácil”.

 

Interação mente-computador

24 Out

A afirmação é de Gerwin Schalk do Wadsworth Center, falando na Confererência de Tecnologias Emergentes do MIT, ele demonstrou o quão perto está a tecnologia de criar uma relação homem-computador (ou homem-máquina porém na relação mente-máquina) em interfaces onde é possivel fazer isto em tempo-real (quer dizer sem ficar esperando o “processamento” do computador).

Schalk afirmou que a neurotecnologia, já tem um mercado de US$ 145 bilhões e que com um crescimento de 9% ao ano, e que os pesquisadores agora estão trabalhando nesta simbiose homem-máquina para captar e tratar as ondas alfa do cérebro e para criar sistemas que podem ser usados para se comunicar diretamente com os compuador, ele mostrou um vídeo em que uma pessoa dava iros em monstros, como em um game, outro experimento em que a pessoa detecta diferentes níveis de sons, e pode identificar uma música e controlá-la como se estivesse mentalmente “cantarolando”.

Disse que um dos grandes obstáculos, são sensores precisos para estas “ondas alfa” emitidas pelo cérebro, e melhorar a maneira de interpretar as mensagens do cérebro, afirmou, conforme artigo da PC World: “Interação direta com o cérebro tem o potencial para se tornar uma tecnologia de uso geral… na mesma escala em tecnologia da informação, computação e o telefone”.

 

Cientistas criam circuito com bactéria e DNA

21 Out

Cientistas do Imperial College londrino  afirmam ter construído um circuito de portas lógicas (o circuito básico do computador) com bactéria e introduzindo neles um DNA, segundo o site ACM Tech News, o pesquisador Richard Kitney do College afirmou: “Agora que temos demonstrado que podemos replicar essas peças utilizando bactérias e DNA, esperamos que nosso trabalho pode levar a uma nova geração de processadores biológicos, cujas aplicações no processamento de informações pode ser tão importante quanto seus equivalentes eletrônicos”.

Professor Martin Buck, co-autor do trabalho, do Departamento de Ciências da Vida do Imperial College London, acrescentou: “Acreditamos que a próxima etapa de nossa pesquisa poderá levar a um tipo totalmente novo de circuito para processamento de informação, no futuro, podemos ver de processamento de informações biológico em um circuito complexo capaz de atuar produtos químicos, muito parecido a forma que o nosso corpo usa para processar e armazenar informações. ”

Os pesquisadores afirmaram que a porta lógica biológica poderá, eventualmente, formar os blocos de construção de computadores biológicos microscópicos no futuro, tendo como principal vantagem que estas novas portas lógicas biológicas se comportam como portas lógicas eletrônicas e permitem serem montadas em conjunto com outras diferentes.

Os pesquisadores agora vão tentar desenvolver um circuito mais complexo, constituído de portas lógicas múltiplas.

Isto poderá abrir caminho para uma nova geração de dispositivos de computação biológica, em pesquisa que está sendo publicada nestes dias na Nature Communications.

 

Espanha realizou encontro de cidades digitais

20 Out

Mais de 20 países da região participaram em encontro no final do mês de setembro na cidade espanhola de Bilbao, a ministra espanhola para ciência e inovação, Cristina Garmendia abriu o encontro e destacou o papel que as cidades e suas prefeituras devem ter na transição para uma economia do conhecimento.

Na inauguração o encontro foram premiadas as cidades que aproximaram a população da administração pública com uso das novas tecnologias, entre elas foram premiadas: Medellín e Génova, na Colômbia; Tigre, na Argentina; Porto Alegre, no Brasil e San José, na Costa Rica e a província espanhola de Vizcaya.

A ministra explicou que seu departamento premia na Espanha os municípios com capacidade de estabelecer “seu compromisso com a ciência e a inovação, para que sejam tomados como exemplos

A conferência reuniu especialistas na modernização de serviços públicos, mas também representantes de empresas que trabalham nesta área para criar cidades inteligentes que forcem o desenvolvimento pessoal, social e econômico da população.

 Tem uma área dedicada à exposição em que irá descrever os mais recentes desenvolvimentos neste tipo de empreendimento, segundo Juan Mari Aburto, porta-voz do conselho Municipal de Biscaia: “Será uma excelente oportunidade para as empresas que entrarem em Biscaia no continente americano”, conforme o site do evento.

Aburto considera que “a linha de modernização que está sendo seguido pelas instituições é correta” e acredita que “vai chegar um dia em que a instalação de aplicativos que aumentam a participação dos cidadãos no mundo da política” será uma realidade.

Notícias sobre as comissões e organizações locais sobre a sociedade do conhecimento no mundo ibero-americano, pode ser vistas no site da entidade.

 

Tablets já tem incentivo do governo

19 Out

O nome técnico do governo brasileiro para baixar os preços é Processo Produtivo Básico (PPB), sem esta aprovação, não é possível se beneficiar da redução de tributos para os tablets produzidos no país.

As cinco primeiras empresas a se beneficiarem foram a Positivo Informática, a MXT, a Aiox, a Motorola (para o tablet Xoom) e a Samsung para o modelo Galaxy Tab 10.1.  Outros estão na fila do PPB.

Mas os preços ainda são salgados para o bolso do brasileiro, modelo Xoom com conexão Wi-Fi passou de R$ 1.899 para R$ 1.599 e o preço do modelo com Wi-Fi e 3G passou de R$ 2.299 para R$ 1.999, já o modelo Samsung Tab custa em torno de R$ 1.500.

No anúncio que o Xoom seria fabricado no país, os executivos da Motorola disseram que fabricariam o tablet em Jaguariúna (interior de SP), na fábrica da marca já usada para produzir de celulares, enquanto a Samsung, por sua vez fabrica o tablet Samsung Galaxy Tab em sua fábrica de Manaus (AM),

O Positivo Ypy 7 chegou ao varejo nesta segunda quinzena de outubro, nas versões Wi-Fi e Wi-Fi 3G, com preços sugeridos a partir de R$ 999.

Os modelos dos tablets Positivo Ypy 10 serão vendidos no Natal nas versões Wi-Fi e Wi-Fi 3G e aí esperam-se preços próximos aos similares das concorrentes estrangeiras.

A empresa já estuda parcerias com operadoras de telefonia. O principal diferencial de hardware do Positivo Ypy é sua tela capacitiva multitoque de alta resolução e formato 4:3, ideal para o consumo de conteúdos digitais, especialmente livros, revistas e jornais, além de páginas da Web.

O Positivo Ypy 10 terá tela de 9,7 polegadas, é fino e leve como os concorrente mas pesa 700g e a mesma espessura do Ypy 7, ele virá com sistema operacional Android 3.2, chamado Honeycomb, e formato de tela 4:3, câmera frontal e traseira e GPS com bússola digital. A bateria tem autonomia de até oito horas em uso.

O teclado virtual é totalmente em português, com teclas “ponto br” e cedilha. O produto conta ainda com sensor de movimentos (acelerômetro), que pode ser usada para games, saída HDMI para que seja ligado à TV de LCD, tem suporte para uso de sites com Flash.