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janeiro « 2014 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para janeiro, 2014

Ontologia: entre a tradição e a inovaçãoOntology: between tradition and innovation

31 jan

Nos três capítulos finais do livro Introdução à ontologia,NovoAntigoFoto de Malfada F. Blanc que estamos lendo ela desenvolve as três dimensões complementares a fenomenologia do ser, a hermenêutica, a poiética e a metafísica.

 

Devo destacar um tópico especial, que é aquele dedicado a poiética humana, das páginas 94 a 113, que no seu tópico final discorre sobre o fazer da história: entre a tradição e a inovação.

 

Neste trecho a autora faz notar uma “certa visão negativa da moderna sociedade de massas”, com certa influência de Max Weber, que “impediram-no de explorar as virtualidades existenciais e metafísicas da intersubjetividade” (pag. 113).

 

Recupera neste contexto as leituras de Martin Buber: “numa atitude de apropriação e não numa dinâmica de participação e doação, que o ser-aí colhe nos outros – no mundo comum da história – possibilidades de ser, sem nunca verdadeiramente por eles se deixar transcender e significar” (pag. 114).

 

Vai sublinhar Claude Bruaire, “se a verdade da pessoa é ek-sistir a partir de e num dom contínuo de ser, não sendo fundamento de si mesma, então a sua liberdade só poderá consistir num poder de anuir ou recusar o movimento da liberalidade, que funda e atravessa espiritualmente” (pag. 114) citando esta autora.

 

E recupera os conceitos de Nédoncelle, que afirma “se o amor é uma promoção mútua de consciências na reciprocidade do dom, … ele não se efetiva porém, sem as dimensões do moral, do social e do histórico” (pag. 115)

 

Então saindo do âmbito do discurso apenas filosóficas, afirmará “a sua realização dialógica não ocorrem fora do âmbito da sociedade mas nela e por ela”, mostrando o dinamismo da ipseidade, apontando para a leitura de Xavier Zubiri sobre a Estrutura dinâmica da realidade.

 

Assim sublinha que o homem caminha e progride fazendo história, no risco partilhado de se tornar pessoa e comunidade (pag. 116).In the final three chapters of the book Introduction toNovoAntigoFoto the ontology of Malfada F. Blanc we are reading it develops three complementary dimensions phenomenology of being: hermeneutics , the poietic and metaphysics.

I highlight a special topic , which is the one dedicated to human poietic , pages 94-113 , which in its final topic discusses the make of the story: between tradition and innovation.

In this passage the author notes a “certain negative view of modern mass society ” , with some influence of Max Weber, that “prevented him from exploring the existential and metaphysical virtues of intersubjectivity” (pp. 113 ) .

Retrieves this context readings of Martin Buber : ” an attitude of ownership and not a dynamic of participation and giving, that being-there in other reaps – common in world history – likely to be , without ever truly leave they transcend and mean.” (pp. 114 )

Will emphasize Bruaire Claude , ” if the truth of the person is ek- sist from and a continuous gift of being , not being ground itself, then their freedom can only consist of a power nod or refuse the motion of the donation , founding and spiritually through “(pp. 114 ) citing this author .

And retrieves the concepts of Nédoncelle, which states ” if love is a mutual promotion of consciousness reciprocity of gift … it is not effective but without the dimensions of moral, social and historical “(pp. 115 )

So just out of the scope of philosophical discourse, affirm “its dialogic realization does not occur outside the company but it and through it”, showing the dynamism of selfhood, pointing to the reading of Xavier Zubiri on the dynamic structure of reality.

So stresses that man walks progresses and making history, becoming the risk shared person and community (pp. 116 )

 

A pragmática ontológicaOntological pragmatic

30 jan

Visto todo este contexto de redução gnoseológica e lógica daQuatroDimensões ontologia, a autora se volta no terceiro capítulo para a apresentação de um conceito pragmático de ontologia.

Propõe para isto quatro níveis principais em consideração: o fenomenológico, o hermenêutico, o poético e o metafísico.

O primeiro nível significa o acesso ao ser como fenômeno, que vai ressaltar seu aparecer e para isto vai diferenciá-lo do aspecto ôntico, como ela própria explica trata-se da dimensão fundamental e matriz da ontologia (pag. 33).

O nível hermenêutico refere-se ao como do aparecer do ser, ou seja, delimitar o âmbito e o caráter da sua verdade, “as estruturas da articulação pensante e discursiva do ser (pag. 33).

Segue o nível poiético, assim denominado em virtude de seu caráter construtivo, “deve elaborar as estruturas concretas do ser, referindo-o ao plano ôntico, de que fora inicialmente abstraído, por razões metodológicas” (pag. 33)

E no último desenvolve a dimensão metafísica, “regressando ao plano fenomenológico do aparecer, assume-o e transcende-o num mais além, abrindo a ontologia a um espaço de questionamento porventura teológico” (pag. 34).

O importante neste método é que “o ser requer um tipo específico de visualização intelectual, em que, desaparecidas todas as condições de singularidade, o pensar experimenta a apresentação imediata da ´coisa ela mesma’ (die Sache selbst).“ (pag. 35)

Sem esta “intuição intelectual” do saber ontológico e sua elaboração seria vazia.View all this context gnoseological reduction and logic of ontology,QuatroDimensões the author turns in the third chapter to the presentation of a pragmatic concept ontology.

Proposed for this account four main levels: the phenomenological , hermeneutic , the poetic and metaphysical.

The first level means access to be as a phenomenon that will highlight your appears and this will differentiate you from the ontic aspect, as she explains it is the fundamental dimension of matrix ontologic (pp. 33).

The hermeneutic level refers to as the appear of being, ie , define the scope and character of its truth , “the structures of thinking and discursive articulation of being” (pp. 33 ) .

Follows the poietic level, so named because of its constructive character, “should draw up detailed structures of being”, referring to the ontic plane, which was initially abstracted , for methodological reasons.” (pp. 33)

And at last develops the metaphysical dimension, “returning to the phenomenological plane appears, takes it and transcends it in further, opening the ontology to a space of perhaps theological questioning.” (pp. 34)

The important thing in this method is that ” being requires a specific type of intellectual view , where , missing all the conditions of uniqueness , thinking experiences the immediate presentation of the ‘ thing itself ‘ (die Sache selbst ) . ” (pp. 35 )

 

Empirismo lógico e crítica da metafísicaLogical Empiricism and critique of metaphysics

29 jan

Todo este quadro da ontologia contemporânea, se nãoLinguagem Ser remetêssemos a “nova forma de positivismo, nos países de língua anglo-saxônica, e a redução lógica e linguística por ele operada dos problemas de índole ontológica e metafísica” (do livro Introdução à Ontologia, de Mafalda F. Blanc, pag. 31)

 

O “empirismo lógico do Círculo de Viena, representado por Schlick e Carnap, entre outros, e da filosofia analítica da escola de Oxford, de que são figuras eminentes um Austin e um Searle” (pag. 31).

 

Todas as escolas ao nosso ver, e também da autora se baseiam no pensamento de Wittgenstein e têm em comum uma de suas ideias que é “a redução da filosofia a um estudo da linguagem” (pag. 31)

 

A influência de Viena, saída do “Tractatus Lógico-Philosophicus! De Wittgenstein (1921), “considerando que o problema do conhecimento não deve ser colocado do ponto de vista da consciência mas de uma linguagem construída rigorosamente, reduz a filosofia a uma análise lógica do discurso das ciências” (pag. 32).

 

Digo a influência porque Wittgenstein teve diálogos com o círculo não sendo seu integrante direto, mas seu discurso tem uma forte influência em especial nas construções de Carnap, onde “uma sintaxe, ou seja, uma teoria da coerência formal e, para as segundas, uma semântica ou teoria da referência, considerando que a sua verdade reside na confirmação empírica.” (pag. 32)

 

Pensar haver “uma correspondência entre a forma lógica da linguagem e o mundo, consideram ainda aqueles pensadores ser possível à filosofia efetuar o contorno epistemológico da realidade, ou seja, o dizer o modo como ela é, mas não o que ela é e que só se pode mostrar como puro fato.” (pag. 32)

 

Já o segundo Wittgenstein, cuja obra principal é “investigações filosóficas”, defende o “pluralismo de linguagens, com fundamento no uso, a determinar a significação e o nexo lógico dos termos.” (pag. 32)

 

Isto significará “a primazia da pragmática relativamente à semântica e à sintaxe, adscrevendo para a filosofia o estudo das linguagens naturais, do ponto de vista do seu uso e dos fins que com ela pretende atingir uma comunidade de falantes” (pag. 32).

 

Toda esta problemática como os termos indicam: sintaxe, semântica e pragmática; são bastante sensíveis as questões da tecnologia, mas como diz a autora “os problemas filosóficos derivam de um uso incorreto da linguagem” (pag. 32) e isto tem a ver com contexto e não com a correspondência ao dado empírico.This whole picture of contemporary ontology, if not addressing to a “new form of positivism , in countries of Anglo-Saxon language, linguistic and logical reduction and operated by him of the problems of ontological and metaphysical nature.” (the book Introduction to Ontology , Mafalda F. Blanc, pp. 31)

The ” logical empiricism of the Vienna Circle , Schlick and Carnap represented by , among others, and the school of analytic philosophy from Oxford , that are eminent figures an Austin and Searle ” (p. 31 ) .

All schools in our view , and also the author based on the thought of Wittgenstein have in common and one of his ideas is that ” the reduction of philosophy to a study of language ” (p. 31 )

The influence of Vienna, output “Tractatus Logic – Philosophicus  of  Wittgenstein (1921 ) , ” whereas the problem of knowledge should not be placed from the point of view of consciousness but a rigorously constructed language, reduces philosophy to a logical analysis of the discourse of science” (pp. 32 ) .

I mean the influence because Wittgenstein had dialogues with the circle not being its direct integral , but his speech has a strong influence especially in buildings Carnap , where  “syntax , ie , a theory of formal coherence and for the second one semantics or theory of reference , whereas its truth lies in the empirical confirmation.” (p.p 32 )

Think there “a correspondence between the logical form of language and the world , even those thinkers consider the possible effect the epistemological philosophy contour of reality , ie , to say the way it is , but not what it is and only if can show as pure fact .” (pp. 32 )

The second Wittgenstein , whose main work is ” Philosophical Investigations ” , defends the ” pluralism of languages ​​, based on use, determine the meaning and logical connection of terms. ” (pp. 32 )

This will mean ” the primacy of pragmatic regarding the semantics and syntax , adscrevendo for philosophy the study of natural languages ​​, from the point of view of their use and purpose with which it aims to achieve a community of speakers ” (pp. 32 ) .

Whole question as the terms indicate : syntax, semantics and pragmatics ; are very sensitive issues of technology , but as the author says ” the philosophical problems arising from an incorrect use of language ” (pp. 32 ) and this has to do with context and not with the correspondence to empirical data .

 

A retomada ontológica Ontological resumption

28 jan

A intencionalidade, uma subcategoria da filosofiaSerTempo medieval definida dentro do estatuto da consciência, foi recuperada por Franz Brentano (1838 – 1917) para qualificá-la como estando dirigida a algo, ou acerca de algo, por isto importante também para a psicologia, que foi usada por Edmund Husserl (1859 – 1938) para dizer que a consciência é sempre intencional, dirigida a um objeto, real ou imaginário.

Esse objetos estarão na ontologia de Husserl, entre entre noemas e noesis, porque estas recolocam a relação entre sujeitos e objetos.

Husserl chamou de noema a qualquer representação do objeto enquanto pensado e pensamento como objeto do pensar, e ao processo de apreensão do objeto por parte do sujeito (consciência), chamou de nòesis.  Representação do noema para Husserl tem: modalidades de presentação, caracteres de ser e de valor que formam, com o estrato nuclear, o noema completo.

Para esta leitura dos fenômenos, “as essências, obtidas por variação imaginativa a partir das correlações noético-noemáticas das vivências e apreendidas com evidência numa intuição, constituem a base de ontologias regionais ou materiais de domínios do ser correspondentes, a natureza, o homem, a cultura … “ (Mafalda Blanc, Introdução à Ontologia, pag. 26).

Husserl não fará só uma oposição a Kant, mas também ao “estender o domínio do a priori do plano formal do objeto em geral, obtido por abstração de todo o conteúdo material” de certa forma retoma o projeto kantiano de uma crítica a razão, “estabelecendo e determinando o valor dos conceitos e das leis da lógica, da ética e da axiologia, à luz das estruturas categorias últimas do objeto” (BLANC, pag. 26).

Husserl consegue com isto viabilizar a ontologia, “ao conceber a mais importante das acepções do ser em Aristóteles – a categorial – já não como uma forma lógica de juízo, mas como um dado presente, realizável intuitiva e adequadamente num ver imanente” (pag. 27)

Assim Husserl, mostra como o real como tendo: “a individualidade, a temporalidade e a completa determinação, por oposição à universalidade e a intemporalidade do ideal, discernindo cinco estratos irredutíveis: … o inorgânico e o orgânico, o psíquico, o pessoal e a esfera do espírito objetivo (linguagem, tradição cultural)” (pag. 26).

O projeto de Heidegger será ainda mais ortodoxo como fenomenologia, ele irá “desenvolver esta concepção do tempo como possibilidade e matriz do próprio ser, invertendo a perspectiva clássica da filosofia, que pensava o tempo como a manifestação fenomênica do ser” (pag. 29).The intentionality, a subcategory of medieval philosophySerTime defined within the statute of consciousness, was recovered by Franz Brentano to qualify it as being directed to something , or about something , for it is also important for psychology, which was used by Edmund Husserl, to say that consciousness is always intentional, directed to an object, real or imaginary.

These objects will be in the ontology of Husserl , among noemas between noesis and because they re-establish the relationship between subjects and objects .

Husserl called noema any representation of the object , and the apprehension of the object by the subject (consciousness) process, called Noesis.

For this reading of the phenomena “the essences obtained by imaginative variation from the noetic – noemáticas correlations of experiences and evidence seized with an intuition form the basis of regional ontologies or materials corresponding realms of being, nature, man, culture …” (Mafalda F. Blanc , Introduction to Ontology , pp . 26 ) .

Husserl will not only opposition to Kant , but also to ” extend the realm of the a priori formal plan of the object in general, obtained by abstraction of all material content” somehow incorporates the Kantian project of a critique of reason, ” establishing and determining the value of the concepts and laws of logic , ethics and axiology in the light of past structures of object categories.” (BLANC , pp. 26).

Husserl can enable it with the ontology , ” to conceive the most important of the senses of being in Aristotle – categorical – no longer as a logical form of judgment, but given as a gift, intuitive and fulfilling to see a properly immanent ” (p. 27)

Thus Husserl shows as real as having ” individuality , temporality and sheer determination , as opposed to the universality and timelessness of the ideal , discerning five irreducible strata : … the inorganic and the organic, psychic , and personal sphere of objective spirit (language, cultural tradition)” (pp. 26) .

The project will be even more orthodox Heidegger phenomenology as it will ” develop this conception of time as possible and be array itself , reversing the classical perspective of philosophy , he thought the time as the phenomenal manifestation of being ” (pp. 29) .

 

O idealismo e a metafísica da razãoThe idealism and metaphysics of reason

27 jan

Kant havia dividido a metafísica em uma metafísica SerSaberespeculativa ou da natureza e uma metafísica prática ou moral (p. 22, do livro Introdução à Ontologia de Mafalda F. Blanc).

A primeira é fundamental para entendermos a ciência hoje, já que ela estabeleceu os conceitos da razão pura que  concernem o conhecimento teórico das coisas, mas como é próprio da razão dividiu-a “numa analítica do entendimento, adstrita ao plano formal do objeto em geral, e numa filosofia da razão pura, referida ao conteúdo dos objetos dados numa intuição sensível.” (pag. 23)

Estava completo o edifício kantiano que fecha o “espírito humano” condicionando-o “á indagação das condições transcendentes dos objetos da experiência”, e tornando a “coisa e si” (Ding as sich) distintos dos fenômenos, e inviabilizando a metafísica (BLANC, pag. 23).

O Idealismo Alemão tentará retomar a metafísica, mas a partir de uma posição idealista, ou seja começa por eliminar o próprio conceito de “noumeno”, e caminhava para a “praticidade, o caráter de fundamento instaurador do próprio ser” (BLANC, P. 23).

Assim, no idealismo ético e subjetivo de Fichte, “o dever-ser como fim moral é o princípio dominante de toda a vida da consciência, o motor do seu dinamismo criador, de que resulta como produto inconsciente a própria natureza” (pag. 24), e grande parte da filosofia da natureza contemporânea quando fala da natureza, está falando de idealismo.

Schelling irá recusar esta “redução idealista da natureza” (pag. 24) e colocará no “campo da ação recíproca entre o objeto e o sujeito, a natureza e o espírito” (pag. 24) mas cria uma nova hermenêutica estabelecendo que o verdadeiro em-si, “a totalidade da razão e do ser, desdobra no devir fenomênico do mundo para ascender ao seu autoconhecimento, atualizando a essência como consciência ou ser-para-si“ (pag. 24) e Hegel guardará grandes semelhanças com estas concepções de consciência, é o seu ápice e Marx tinha razão, mas também o início do declínio.

Voltando ao ponto importante para o conhecimento, “o elemento dominante, dinâmico e formador do processo é o conceito, que representa a unidade, ideal e subjetiva, do universal” e assim “o conceito efetivou a sua essência, tornou-se a universalidade concreta e plenamente determinada da Idea, realizou-se como Absoluto e verdadeira individualidade (Einzelheit)” (pag. 24).

Foi isto que nos levou, e leva grande parte do conhecimento, ao “exagero especulativo”.Kant had divided into a metaphysical or speculative metaphysicsSerSaber of nature and a metaphysical or moral practice (pp. 22 of the book Introduction to Ontology of the Mafalda F. Blanc) .

The first is essential to understanding the science today, as it has established concepts of pure reason that concern the theoretical knowledge of things, but as befits the ratio divided it ” an analytical understanding , enrolled in formal object plane in general and a philosophy of pure reason, that the content of the data objects in a sensible intuition.” (pp. 23 )

Was complete the Kantian building that closes the “human spirit” by conditioning it, “the question of transcendental conditions of objects of experience “and making” thing and itself ” (Ding ‘s sich) distinct phenomena , and render metaphysics (pp. 23).

The German attempt to retake the Idealism metaphysics, but from an idealistic position, ie begins by eliminating the concept of “noumenon” and walked to the “practicality , the character of plea establisher of being itself ” (pp. 23 ) .

Thus , the ethical and subjective idealism of Fichte, “the duty to be a moral order is the dominant principle of all life awareness , the engine of his creative dynamism , resulting unconscious product as nature itself” (p. 24 ), and much of contemporary philosophy of nature when nature speaks, is speaking of idealism .

Schelling will refuse this “idealistic reduction of nature” (p. 24 ) and put in the “field of the interplay between object and subject, nature and spirit” (p. 24 ) but creates a new hermeneutic establishing that the true in – itself , “the totality of reason and be unfolding in the phenomenal development of the world to ascend to his self , updating the essence as consciousness or being-for -itself ” (p. 24 ) and guard Hegel great similarities with these conceptions of consciousness .

Returning to the important point for knowledge , ” the dominant , dynamic element and forming process is the concept , which is the unit ideal and subjective , the universal” and thus “the concept effected its essence, has become the concrete universality fully determined and the Idea was held as absolute and true individuality (Einzelheit)” (pp. 24 ) .

That’s what led us, and takes much of the knowledge , the  “speculative exaggeration”.

 

Esquecimento do ser e a modernidadeForgetfulness of being and modernity

24 jan

Vimos que Tomás de Aquino discerniu, mas também SerModernidadehierarquizou a questão do ser.

Sabemos que toda filosofia e vida ocidental teve influência da filosofia clássica, e ela vem de Aristóteles e Platão, essencialmente, mas uma ruptura aconteceria no fim da idade média, “subordinando o ´ser comum´ ao conhecimento ‘ipsum esse subsistens´, fim último da metafísica, porque causa absolutamente primeira não apenas na ordem da eficiência e da finalidade, mas ainda e sobretudo na ordem radical da existência.” (pag. 20)

Assim, conforme a Autora Mafalda F. Blanc que estamos lendo a Introdução à ontologia, “privilegiou o ente concreto existente como objeto da metafísica, sublinhando a originalidade e até prioridade da existência como ato relativamente ao plano formal da essência”, enquanto outro filósofo também escolástico Duns Scoto, “preferiu, com o Avicena, a aceção nominal do ente, mais universal do que aqueloutra participial, situando a metafísica no plano abstrato da possibilidade enquanto estudo da essência” (pág. 20)

A autora esclarece que isto foi transmitido a filosofia por Francisco Suarez em sua obra “Disputaciones Metaphysicae” de 1957, que sistematiza a escolástica medieval.

Isto é importante para entender que o possível, concebido logicamente como não-contradição, iria permitir à filosofia moderna, principalmente concernada com o problema do conhecimento e da ciência, introduzir alterações importantes no conceito de ontologia, que preparariam em grande medida a educação gnoseológica da mesma, efetuada no século XVIII por Kant”  (pag. 21), ao meu ver a mais importante assertiva da autora.

Estas alterações ainda eram terminológica, pois “se tinha chamado filosofia primeira ou metafísica para as designações de Philosophia entis, como Maignan, Ontosophia, com Clauber”, enquanto Christian Wolff, discípulo de Leibniz, no seu estudo Philosofia prima sive Ontologia, “traduz uma emergência de uma nova concepção de filosofia primeira.” (pag. 21)

Também estas concepções estavam presentes em Crusius e Baumgarten: “para o primeiro, a metafísica estuda as verdades necessárias da razão, para o segundo  ela é … ” (pag. 21), a própria autora abre aspas para citá-la: “ (…) scientia primorum in humana cognitione principiorum”.

Assim, “recebendo por intermédio de Baumgarten, a sistemática wolffiana, Kant, ao negar a intuição intelectual, ver-se-ia obrigado a remodelar aquela profundamente, consumando a redução gnoseológica da ontologia, antes somente esboçada.” (pag. 22).

Foi assim que Kant tornou o ser “em si” (an sich) das coisas incognoscível, restringindo a ontologia “âmbito subjetivo e fenomênico do conhecimento humano” e estabelecendo os princípios de uma razão pura e “encerrou-se no âmbito antropológico do conhecer finito, inviabilizando a metafísica” (pag. 23) e preparando campo para o idealismo alemão.We have seen that Thomas Aquinas discerned, butSerModernidade also hierarchy upon the question of being,

We know that every philosophy and Western life had influence of classical philosophy, and it comes from Aristotle and Plato, essentially, but a break would happen at the end of the Middle Ages, “subordinating the ‘uncommon’ knowledge that ‘subsistens ipsum’  last weekend of metaphysics, because absolutely first cause not only the order of efficiency and purpose, but also and above all in radical order of existence.” (pp. 20)

Thus, according to Plaintiff Rory F. Blanc we’re reading the Introduction to ontology, “favored the existing concrete entity as the object of metaphysics, highlighting the unique and even priority of existence as an act towards the formal plan of the essence,” while another philosopher also scholastic Duns Scotus, “preferred, such as Avicenna, the nominal meaning of being more universal than others participial, standing in the abstract metaphysics of possibility while studying the essence “(p. 20)

The author explains that this philosophy was transmitted by Francisco Suarez in his “Disputaciones Metaphysicae” 1957, which organizes the medieval scholasticism.

This is important to understand the possible logically conceived as non-contradiction, would enable the modern philosophy, especially concernada with the problem of knowledge and science, important changes in the concept of ontology, which would prepare the largely gnoseological education same, made by Kant in the eighteenth century “(pp. 21), in my view the most important statement of the author.

These changes were even terminology because “had called  first philosophy or metaphysics for assignments Philosophia entis as Maignan, Ontosophia with Clauber” while Christian Wolff, disciple of Leibniz, in his study Philosofia press sive Ontology, “reflects a emergence of a new conception of first philosophy. ” (pp. 21)

Also these conceptions was present in Baumgarten and Crusius: “ara “For the first, metaphysics studies the necessary truths of reason, for the second it is … ” (pp. 21), the author opens own quotes to quote it: “scientia primorum in human principiorum cognitione “.

So “getting through Baumgarten, the Wolfian systematic, Kant, by denying the intellectual intuition, to see would be forced to remodel that deep, gnoseological accomplished the reduction of ontology before only sketched.” (pp. 22).

It was thus that Kant has to be the “in itself” (an sich) of unseen things, restricting the ontology “subjective and phenomenal scope of human knowledge” and establishing the principles of pure reason and “ended up in the anthropological context of finite meet , preventing metaphysics “(pp. 23) and preparing the field for German Idealism.

 

Alterações indevidas no blogTampering in this blog

23 jan

Prezados leitores: informo que foram observadas Alteração no sitealgumas alterações de conteúdos e de design no blog que não são da responsabilidade do autor, peço desculpas se alguma coisa imprópria ou ofensiva for encontrada, mas estamos providenciando para rever todo o conteúdo. Em especial as colunas da direita do blog das categorias e dos arquivos foram alteradas, também alguns posts sumiram ou estão com conteúdo alterado.
Embora esteja em viagem, na medida do possível estou trabalhando para colocar todo o site e seus conteúdos novamente em ordem, grato pela compreensão.Dear Readers: I inform you of that some changes wereAlteração no siteobserved in the content and design in this blog, which are not the responsibility of the author, I apologize if anything improper or offensive is found, but we are providing to review all content. In particular the right columns of the blog categories and files were changed, also some posts are gone or with changed content.

While you’re traveling, as far as possible I am working to put the entire site and its contents back in order, thank you for understanding.

 

A questão do ser na filosofia clássicaThe question of being in classical philosophy

23 jan

Seja qual for o âmbito da vida social, há um incômodo, HomemClassicoem geral, visto como econômico, de segurança, de bem estar, porém é certo que algo na civilização não vai bem.

Como se deu este processo na cultura ocidental, em especial, mas que influenciou todo mundo? É essencial respondermos isto para reencontrarmos o nosso “ser” e seu caminho.

Sabemos que toda filosofia e vida ocidental teve influência da filosofia clássica, e ela vem de Aristóteles e Platão, essencialmente, mas uma ruptura aconteceria no fim da idade média.

Conforme indica nossa autora (estamos lendo Introdução à ontologia de Mafalda F. Blanc) “vai do objeto da filosofia primeira sofrer uma notável restrição, primeiro ao estudo da substância, depois ao estudo da forma pura, tal como ela existe realizada no primeiro motor”, com isto para ela haveria “um primeiro motor” que colocaria tudo em movimento, então o ente “vai constituir-se como ciência da substância e, num segundo momento, como teologia” (pag. 18).

Assim para Aristóteles a filosofia primeira deve esclarecer “a essência da substância, as suas causas … deve centrar-se na indagação das razões ou causas das substâncias sensíveis, designadamente, na análise das suas formas e essenciais, responsáveis pela atualização das virtualidades da matéria.” (pag. 18)

Desta forma “identificando o estudo do ser ao da substância e a inteligibilidade desta ao plano da forma … “ (pag. 19) ele acabaria por dar “à filosofia primeira o perfil de uma onto-teo-logia, que constituiria, doravante o modelo meta-físico da ontologia subsequente até a crítica kantiana.” (pag. 19)

Quase no final da idade média, o monge Tomás de Aquino, ao separar o objeto da metafísica do “ente enquanto ente” que chama de “ens comune” “aos diversos analogados (Deus e as criaturas)” (pag. 19), então a separação do estudo dos “ser comum” ao conhecimento do “Ipsum esse subsistens … fim último da metafísica, porque causa absolutamente primeira não apenas na ordem da eficiência e da finalidade, mas ainda e sobretudo na ordem radical da existência.” (pag. 20)

Ao contrário da falácia filosófica, a autora Mafalda F. Blanc afirma “é esta noção de causa criadora, legado do judeo-cristianismo, que faltou a Aristóteles para dar à metafísica uma articulação e estrutura sistemática enquanto onto-teo-logia” (pag. 20).

Mas logo a frente, no início da modernidade, este quadro se romperia, continuaremos a questão.Whatever the scope of social life, there is a nuisance, HomemClassicogenerally seen as economic, security, well-being, but it is certain that something is not right in civilization.

How did this process in Western culture, in particular, but which influenced the whole world? It is essential that we respond to meet again our “being” and its path.

.
We know that every philosophy and Western life had influence of classical philosophy, and it comes from Aristotle and Plato , essentially , but a break would happen at the end of the Middle Ages .

As indicated in our author  we’re reading Introduction to ontology Mafalda F. Blanc) ” will the object of first philosophy suffer a notable restriction , first to the study of the substance , then the study of pure form , as it exists in the first engine made ​​” with this product it would be a ” first mover ” that put everything in motion , then the entity ” will constitute itself as a science of the substance and, second, as theology ” (pp. 18 ) .

Thus Aristotle first philosophy should clarify “the essence of the substance, its causes … should focus on the question of the reasons or causes of sensitive substances, namely, the analysis of its forms and essential, responsible for updating the virtues of the matter.” (pp. 18 )

Thus ” identifying the study of being and intelligibility to the substance of this plan to the way … “(pp. 19 ) he would eventually give “first philosophy to the profile of an onto – theo-logy, which would henceforth the meta-physical ontology subsequent to the Kantian critique.” (pp. 19 )

Near the end of the Middle Ages, the monk Thomas Aquinas , to separate the object from the metaphysical ” beings as beings ” that calls ” ens comune ” ” to many analogados (God and creatures) ” (pp. 19), then the separation of the study of “being common ” knowledge of  “Ipsum this subsistens … last end of metaphysics , because absolutely first cause not only the order of efficiency and purpose, but also and above all in radical order of existence.” (pp. 20 )

Unlike the philosophical fallacy, the author Mafalda F. Blanc says ” is this notion of creative cause , the legacy of Judeo-Christianity, which lacked Aristotle to give a joint and metaphysics as onto- theo-logy systematic structure ” (pp. 20).

But just ahead, at the beginning of modernity, this table would break, we will see.

 

Diferenças entre Ser e ExistirDifferences Between Being and Exist

22 jan

A autora que estamos lendo (Mafalda F. Blanc no seu livroSerEnte Introdução a Ontologia) explica que o verbo “ser” (ƐĨναι, esse, être, Sein) nas línguas indo-europeias, “deriva de um mais genuíno sentido existencial e só foi possível porque a este se sobrepôs como complemento um atributo nominal ou adjetivo”, e isto significa que “juízo predicativo numa asserção do tipo ´há/existe P em S’ “ (pag. 14).

Isto parece redutivo, porém “do ponto de vista semântico o verbo ´ser´ contém, sob a aparente abstração da sua forma infinitiva, uma riqueza de conteúdo bem concreta, presente ainda nas flexões verbais das línguas indo-européias, significando viver (segundo a raiz ´es´, presente nas formas ´einai´, ´esse, ´ser, ´sein´), crescer (segundo a raiz ´bhu´ presente em ´be´, ´bin´, ´fuein´, ´fui´) e permanecer (segundo a raiz ´wes´, presente nas formas germânicas ´war´, ´gewesen´ e ´wesen)” (pag. 14 da autora mas citando o próprio Heidegger).

No cotidiano percebemos a existência do ente, “sensível e retiradas pela imaginação” (pag. 14) porém pode-se abstrair e encontrar os conteúdos essenciais do ente “a espécie e o gênero”, até alcançar a determinação mais abstrata da essência, na sua pura formalidade, no dizer da autora da “abstração formal do ser, caracterizando esta pela inteleção do intimo ato de existir (actus essendi), que põe e sutém como ente concreto o sujeito de determinada essencial – como fielmente denota o juízo existencial” (pag. 15).

Isso admito como uma universalidade própria, afirma a autora, dá-se o nome de transcendental (pag. 15) mas como espécie “a unidade só retém as determinações comuns às diversas espécies, excluindo as diferenças, que se lhe acrescentam do exterior, no caso do ser, não há diferença que o possa contrair exteriormente, pois que teria ou de já ser ou de ser coisa nenhuma” (pag. 15).

O ser inclui portanto todas as diferenças, como afirma a autora, “quer dos indivíduos quer as suas determinações”, então embora abstrata, está presente em toda a humanidade, independente da cultura, quer dizer “não é, assim, um gênero máximo, a nota comum e mais abstrata de uma diversidade extrínseca de tempo que transcende … “ pag. 15.

Então as diferentes determinações, dadas por línguas, hábitos e formas de sociabilidade, enfim da cultura ainda devem permanecer em essência enquanto ser, e isto significa que aquilo que se vê na humanidade planetária é capaz de encontrar denominadores comuns, mesmo considerando o que afirma Edgar Morin (que acabo de ler), citando M. Murayama que cada cultura tem qualquer coisa de “disfuncional (defeito de funcionalidade), de misfuncional (funcionando num mau sentido), de subfuncional (efetuando uma performance ao nível mais baixo) e de toxifuncional (criando prejuízos no seu funcionamento)” (pag. 116 do livro Terra-Pátria) podemos ainda encontrar algo essencial deste “ser” enquanto Ser.The author we are reading (Mafalda E. Blanc in his bookSerEnte Introduction to Ontology) explains that the verb “to be” (ƐĨναι , this , être , Sein) in the Indo-European languages ​​, “derives from a more genuine existential sense and was only in it is possible because the overlapped supplemented by a nominal or adjective attribute”, and this means that “a judgment predicative assertion like ‘ no / P exists in S’ “(pp 14).

This seems reductive , but ” from the viewpoint of semantic verb ‘to be’ contains , beneath the apparent abstraction of its infinitive form , a wealth of content and concrete , still present in the verbal inflections of the Indo -European languages ​​, meaning live (according to root ‘ es ‘ , present in the forms ‘ einai ‘, ‘ this ‘ being ‘ sein’ ), grow (according to root ‘ bhu’ present in ‘b’, ‘bin’ , ‘fuein’, ‘I’) and stay ( depending on the root ‘ wes ‘ , present in Germanic forms ‘ war’ , ‘gewesen’ and ‘wesen´) “(pp. 14 of the author but quoting Heidegger himself).

In daily life we noticed the existence of beings, “sensitive and withdrawn by the imagination ” (pp. 14) but you can abstract and find the essential elements of being ” the species and gender,” to achieve the most abstract to the core , in its mere formality , in the words of the author of “formal abstraction be featuring this intellection by the intimate act of existing ( essendi actus ) , and that puts sutém like concrete being the subject of certain essential – as faithfully denotes the existential judgment” (pp. 15).

I admit that as a totality itself, says the author , give the name of transcendental ( p. 15), but as a species ” unity only retains the details common to several species determinations , excluding differences that you add the outside in be the case , there is no difference that can borrow externally , because that would be or have or be anything “(pp. 15 ) .

Being thus includes all the differences , as the author says , ” wants of individuals and their determinations ,” then although abstract , is present in all humanity , regardless of culture , means ” thus is not a full gender common and more abstract note of an extrinsic time diversity that transcends … ” (pp. 15).

So the different determinations , given by language, habits and forms of sociability , finally culture should still stay while being in essence , and this means that what we see in planetary humanity is capable of finding common denominators, even considering what Edgar says Morin ( which I have read) , citing M. Murayama that every culture has something ” dysfunctional (default functionality) of functionaless (running in a bad sense) of sub-functional (making a performance at the lowest level) and toxicfunctional (creating losses in its operation)” (pp. 116 of the book Earth-homeland ) we can still find something essential this “being” while Being.

The homeland-world requires a “man-world”, a full and be more serene able to share the planet with other beings.

 

A pátria-mundo e o ser-no-mundoThe homeland-world and being-in-world

21 jan

Credita-se aos objetos, e também a tecnologia, a ideia que seriaNovoMundo a exterioridade que de fato impossibilitaria o homem de fazer este desenvolvimento ético, moral e assim encontrar seu ser, mas esta oposição entre ser interior e ser exterior não é verdadeira se não entendermos o que é o ser, conforme afirma Mafalda de Faria Blanc, “deixando-se ocultar e preterir pela instância das coisas em torno e a urgência da ação” (pag. 11, do livro Introdução à Ontologia, Instituto Piaget, Portugal, 2011).

Citando o filósofo Gabriel Marcel, a autora afirma “imerso na densidade do ´mistério ontológico´ … vive o homem geralmente dele alheado, preferindo, ao confronto com o enigma da existência, o refúgio junto ao que de imediato se apresenta, buscando aí um ilusório conforto contra a constitutiva insegurança de viver” (pag. 11) e portanto isto não se refere a tecnologia ou a qualquer objeto específico do mundo contemporâneo, mas a tudo.

Então o que incomoda o homem contemporâneo? responde a autora que há algumas situações “incontornáveis” que pela “via imediata do sentimento” ou outra experiência súbita “se abre e des-cobre isso que é e ” (pag. 11, grifos da autora) e no espanto, na dúvida, a admiração ou a angústia “revelando-nos já sendo no meio dos outros entes” (pag. 11).

Quer dizer nas palavras de Heidegger, o grande mestre da ontologia contemporânea, há um esquecimento do ser pelo ente, entendendo este de dois modo, como explica a autora: “no primeiro caso, significa direta e formalmente a essência, ou seja, a entidade (ousía), princípio da atividade e de inteligibilidade da coisa, conforme refere a ´natureza´ ou a ´quididade’, que é o objeto de definição” (pag. 13), ou seja, o ser como coisa ou ‘enti’-dade.

Significa que somos lançados a “ação”, onde “parte-se da essência e do seu dinamismo expressivo de possibilitação para procurar explicar a emergência da existência” (pag. 13).

Tudo muito complicado ? pense quantas vezes questionou a própria existência, e quantas vezes dentro da própria essência do seu ser conseguiu encontrar paz e felicidade, não dentro de situações de lazer, prazer e outras coisas imediatas, mas “dentro de seu ser”, nós trocamos sentimentos imediatos por serenidade, que aliás vem da palavra “ser”.

A pátria-mundo requer um “homem-mundo”, um ser mais pleno e sereno capaz de compartilhar o planeta com os outros seres.  Este processo ainda que confuso está a caminho.Is credited to the objects, and also the technology, the ideaNovoMundo would be that the externality that actually preclude man from doing this ethical , moral and so find your being , but this opposition between the inner and outer being is not true if not understand what is being said as Mafalda de Faria Blanc, ” leaving themselves and hide the body of the postpone things around and urgency of action” (p. 11 of the book Introduction to Ontology, Piaget Institute , Portugal  2011) .

Citing the philosopher Gabriel Marcel, the author says “immersed in the density of the ‘ontological mystery’ … man lives often oblivious of it, preferring to grips with the enigma of existence , the hideout next to it immediately presents itself, then seeking an illusory comfort against the constitutive uncertainty of living” (pp. 11) and therefore this does not refer technology or any specific object of the contemporary world, but everything.

So what bothers contemporary man ? reply to the author that there are some “unavoidable” situations that the ” immediate means of feeling “or other sudden experience” opens and discover and there it is” (pp. 11 , emphasis added) and astonishment in doubt, admiration or distress “revealing to us already being in the middle of the other ones” (p. 11).

I mean in the words of Heidegger , the great master of contemporary ontology , there is a forgetfulness of self from one, understood this two way, as the author explains: “In the first case, means directly and formally the essence , ie , the entity (ousia) , principle of activity and intelligibility of the thing , as regards the ‘nature’ or ‘quiddity’, which is the definition object”  (pp. 13), i.e the thing or be like “enti”-ity .

Means that we launched the “action”, which ” is part of the essence , and its expressive dynamism possibilitação to seek to explain the emergence of existence” (pp. 13).

All very complicated? think about how often questioned the very existence , and many times within the very essence of your being able to find peace and happiness, not in situations of leisure, pleasure and other immediate things , but ” within your being ,” we exchanged feelings for immediate serenity, which incidentally comes from the word “be”.

The homeland-world requires a “man-world”, a full and be more serene able to share the planet with other beings.