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14 « janeiro « 2014 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para janeiro 14th, 2014

Uma teleparticipação planetáriaA planetary tele-participation

14 jan

Todo este processo excluiu pessoas e culturas, Edgar MorinTelecomunicacao e Anne B. Kern ao analisarem a emergência da Terra-Pátria, lembram que a invasão da China pelo Japão em 1931 foi ignorada pela europa, a “guerra do Chaco entre a Bolívia e Argentina (1932-1935) ocorreu noutro planeta” (pag. 38), e “só depois de 1950 é que a guerra da Coréia, a do Vietnam e (com a generalização da televisão) as do Médio Oriente se tornaram próximas.” (pag. 38).

É então que os acontecimentos mundiais começam a parecer que ocorrem no nosso quintal, os autores citam o assassinato de Kennedy, no Dallas, em 1963, a chegada de Sadat a Jerusalém e o seu assassínio em 1981, o atentado contra o Papa em Roma, o assassínio de Indira Gandhi e seu filho Rhajiv e o assassinato de Mohammed Boudiaf na Casa da Cultura de Anaba, e acrescentam os autores “nem que seja só durante o tempo de um flash a emoção humana brota ao ponto de levarmos nossas roupas, o nosso óbolo às organizações internacionais de ajuda às missões humanitárias” (pag. 39).

É só quando as pessoas veem é que a ajuda médica e alimentar chegam, mas quando os autores escreveram o livro (no ano 2000) diziam que ainda “sentíamo-nos planetários por flashes” (pag. 39), será que agora com os vídeos e fotos simultâneos podemos dizer o mesmo?

Os tsunamis, os furacões, as inundações parecem que ocorrem em lugares distantes nos fazem sentir mais ao lado de povos tão distantes, e nos trazem o “sentimento de pertencer à mesma comunidade de destino, agora comunidade do planeta Terra” (pag. 39)

Os autores finalizam o capítulo 1, apesar da preocupação com “convulsões agônicas” afirmam que “apesar de não haver agora uma comunidade de destino, ainda não existe consciência comum desta Schicksalgemeinschaft.” (pag. 41) (comunidades que em certas situações compartilham o destino: náufragos, pessoas presas numa mina, etc. e que agora pode tornar-se um sentimento comum a todo o planeta) e nisto incluo a noosfera, “o espirito” planetário.

Os autores analisam ainda a identidade planetária (capítulo 2) e os problemas da agonia planetária (capítulo 3), mas sou otimista creio que é possível agora que temos um espelho midiático em rede, ver de fato a cara que temos e decidir como torna-la agradável criando uma nova Pátria-Mundo: povos, culturas, biosfera e noosfera compartilhadas por todos.This whole process excluded people and cultures, Edgar MorinTelecomunicacao and Anne B. Kern to analyze the emergence of Earth – Homeland, remember that the invasion of China by Japan in 1931 was ignored by Europe , the “Chaco War between Bolivia and Argentina (1932-1935) was another planet ” (p. 38 ) , and ” only after 1950 is that the Korean War , the Vietnam and ( with the generalization of television) the Middle East have become close. ” (p. 38) .

It is then that world events begin to seem that occur in our backyard , the authors cite Kennedy’s assassination in Dallas in 1963 , the arrival of Sadat to Jerusalem and his assassination in 1981 , the attack on the Pope in Rome , the assassination of Indira Gandhi and her son Rhajiv and murder of Mohammed Boudiaf the House of Culture of Anaba , and they add ” if only for the duration of a flash human emotion wells up to the point we take our clothes , our mite to international aid organizations to humanitarian missions.” (p. 39) .

It is only when people see is that the medical and food aid arrive , but when the authors wrote the book ( in 2000 ) said they still ” we felt for planetary flashes ” (p. 39), is now with videos and simultaneous photos can say the same ?

Tsunamis , hurricanes , floods seem to occur in distant places make us feel more part of the people so far away , and bring us the “feeling of belonging to the same community of destiny , now the Earth community ” (p. 39)

The authors finish Chapter 1 , despite the concern with “agonizing convulsions” claim that ” although there is not now a community of fate , there is still no common awareness of this Schicksalgemeinschaft . ” (P. 41 ) (in certain situations that communities share the destination : shipwrecked people trapped in a mine, etc. and it can now become a common feeling to the entire planet ) and here I include the noosphere, “the spirit” planetarium..

The authors also analyze the planetary identity (Chapter 2) and the problems of planetary distress (Chapter 3), but I’m optimistic I think it is possible now that we have a media mirror network , see the fact that we have to face and decide how it her pleasant creating a new nation – World´s peoples, cultures, biosphere and noosphere shared by all.