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16 « janeiro « 2014 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para janeiro 16th, 2014

A nova era Pátria-MundoThe new nation-World

16 jan

Conforme já esclarecemos Edgar Morin e Anne BrigittePatriaMundo Kern chamam de Pátria-Terra, e embora vejam a importância ontológica do conceito, entendo que ver o Mundo como Pátria é mais abrangente pois incorpora além dos povos e o próprio Planeta, o mundo como um ser vivente e presente na realidade das culturas e dos povos.

Os capítulos 2 e 3 da identidade terrena e da agonia planetária, ainda que os temas sejam relevantes, essencialmente penso que a crise envolve algo além das contradições e das questões culturais e políticas em jogo, o que está em jogo, nisto concordo com o autor, é que o homem agora se vê como um todo, assiste sua vivência planetária e as comunicações jogam um papel importante nesta visão humana é claro, mas com dispositivos midiáticos auxiliares.

Uma nova etapa civilizacional se realiza, e sua análise no capítulo 4, embora divida em 5 etapas, a saber: o início da hominização, o homo erectus, o homo sapiens, o nascimento da história (agricultura, agropecuária, cidade-estado) e o quinto que estaria acontecendo que seria o nascimento da “sociedade/comunidade dos indivíduos, das etnias e das nações” (pag. 112 do livro Terra-Pátria dos autores).

Essencialmente concordo que estaríamos no fim da idade do ferro, e que a “noção de desenvolvimento tem que ser repensada, total e radicalmente” (pag. 112), mas os autores afirmam que isto se deu a partir dos anos 50 no pós-guerra, entretanto a visão de Pátria-Mundo é ampliada entendendo que a partir do final da idade média ocorreu um aprisionamento do “espírito humano” (da noosfera portanto) ligando-a ao domínio da natureza e com ela do próprio homem pelo homem.

Os autores discorrem corretamente: “que temos pois que separar a noção de desenvolvimento do seu invólucro economicista” (pag. 112) e constatam que é um erro de natureza econômica redutor “julgar que o mercado contém em si todas as soluções para o problema de civilização” (pag. 113) e “o socialismo e o capitalismo foram, em sua, mitos de desenvolvimento” (pag. 114) e que ambos não podem ser “concebidos como noções providencialistas, imperialistas e redutoras” (pag. 114).

Os autores constatam o fenômeno-chave da era planetária: “o subdesenvolvimento moral, psíquico e intelectual” (pag. 115) dos desenvolvidos, e a proliferação de ideias gerais: “ocas e das visões mutiladas, a perda do global, do fundamental e da responsabilidade” (pag. 115).

Devemos respeitar as cultuas locais na era planetária, porém os autores citam usando M. Murayama que cada cultura tem qualquer coisa de “disfuncional (defeito de funcionalidade), de misfuncional (funcionando num mau sentido), de subfuncional (efetuando uma performance ao nível mais baixo) e de toxifuncional (criando prejuízos no seu funcionamento)” (pag. 116) e é por isto que devemos nos abrir a “outras culturas” sem precisar perder a própria.As already clarified Morin and Anne Brigitte Kern callPatria Mundo Fatherland-Earth (or homeland), and although they see the ontological importance of the concep , understand that see the world as homeland is more comprehensive because it incorporates besides the people and the planet itself, the world as a living being and present in the reality of cultures and peoples .

Chapters 2 and 3 of earth and planetary identity agony , even though the topics are relevant essentially think that the crisis involves something beyond the contradictions and cultural and political issues at stake , what is at stake , it agree with the author , that man is now seen as a whole attends his planetary experience and communications play an important role in human vision is clear , but with media aids.

A new civilizational step is performed , and their analysis in chapter 4 , although divided into five stages, namely : the beginning of human evolution , homo erectus , homo sapiens , birth history (agriculture , farming , city-state ) and fifth who was going to be the birth of “society / community of individuals, ethnic groups and nations ” (page 112 of the book Earth – homeland of the authors ) .

Essentially I agree that would be the end of the Iron Age, and that the “concept of development has to be rethought , totally and radically ” (p. 112 ) , but the authors state that this happened from the 50 post-war however the vision Fatherland- World is enlarged understanding that from the late Middle Ages was the imprisonment of the “human spirit ” ( the noosphere so ) linking it to the realm of nature and with it of man by man himself .
The authors address correctly “because we have to separate the notion of developing its housing economist ” (p. 112 ) and find that it is a mistake of reducing economic nature “judge that the market itself contains all solutions to the problem of civilization “(p. 113 ) and ” socialism and capitalism were in their , myths development “(p. 114 ) and that both cannot be “designed as providentialist, imperialists and reductive notions”(p. 114 ) .

The authors find the key phenomenon of planetary era: ” the moral , psychological and intellectual underdevelopment” (p. 115) developed , and the proliferation of general ideas: “hollow and mutilated vision, loss of global, elementary and responsibility” (p. 115) .

We must respect local cultuas in the planetary era, but the authors cite using M. Murayama that every culture has something “dysfunctional (default functionality) of misfuncional (running in a bad sense) of sub-functional ( making a performance at the lowest level) and toxifuncional (creating losses in its operation) ” (p. 116) and that is why we must open ourselves to “other cultures” without losing our.