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março « 2015 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para março, 2015

Facebook e a Europa: adesões e críticasFacebook and Europe: accessions and criticism

31 mar

O número de adesões é crescente no Facebook, mas as críticas e preocupações com privacidade e direitos das pessoas CrescimentoInternettambém está em plena evolução na Europa, onde o número de adesões não é tão grande quanto nas Américas, Asia e até mesmo africana que tem o maior crescimento em número de adesões na internet conforme o site Internet World Stats.

Mas ainda as reações são de diversos tipos, a Comissão Européia recomendou as cidadãos que não querem ter seus dados pessoas nas mãos dos serviços de segurança dos Estados Unidos, devem evitar várias mídias de redes entre elas o Facebook, segundo o jornal “The Guardian” em publicação da última quinta feira, 26 de março.

A sugestão, segundo o diário inglês, foi feita pelo advogado da Comissão Bernhard Schima, ao promotor Yves Bot, durante uma audição de um caso em que se verificação o nível de privacidade na rede social.

Schima tratava de um acordo entre a União Européia e os EUA para troca dos dados pessoais entre as duas regiões, processo chamado de Safe Harbour, o que acontece na realidade é que estados tem interesse em controlar as informações dos cidadãos e isto ainda é complicado.

A discussão foi levantada pelo ativista Max Schrems, que milita pelo direito à privacidade, para ele não é incompatível a exposição na internet e a privacidade, e os governos podem cuidar disto se tiverem interesse, e ele questiona se é seguro enviar informações aos EUA depois do caso Edward Snowden, devido ao monitoramento cibernético feito pelo governo americano.

A discussão é fundamental e está longe de terminar, falta o lado dos cidadãos.The number of accessions is increasing on Facebook, but the criticisms and concerns about privacy and individual rightsGrowingInternet is also evolving rapidly in Europe, where the number of accessions is not as great as in the Americas, Asia and even Africa which has the largest growth in number of subscriptions on the Internet as the site Internet World Stats.

But still the reactions are of various types, the European Commission recommended the citizens who do not want to have their personal data in the hands of US security services must avoid various media networks including Facebook, according to the newspaper “The Guardian” in the publication last Thursday, March 26th.

The suggestion, according to the English daily, was taken by attorney Bernhard Schima Commission, the prosecutor Yves Bot, at a hearing of a case in which they check the level of privacy in the social network.

Schima was an agreement between the EU and the US to exchange of personal data between the two regions, a process called Safe Harbour, what happens in reality is that states have an interest in controlling the information of citizens and this is still complicated.

The discussion was raised by Max Schrems activist, which campaigns for the right to privacy, for it is not incompatible exposure on the Internet and privacy, and governments can take care of it if they have interest, and he asks whether it is safe to send information to the US after Edward Snowden’s case, due to cyber monitoring by the US government.

The discussion is essential and is far from complete, missing the side of citizens.

 

Depois da partícula de Higgs, o universo paraleloAfter the Higgs particle, the parallel universe

30 mar

O colisor de Hádrons (LHC – Large Hadron Collider), equipamento gigantesco que acelera partículas num túnel de 27 km de UniversoParalelodiâmetro entre as fronteiras da França e Suiça, fez a experiência inédita que detectou a partícula de Higgs, necessária para consolidar a teoria da física Padrão, que unificou as teorias: quântica, eletrônica, fotônica, eletromagnética e gravitacional, em uma única teoria.

Agora querem fazer um experimento que comprove a existência de universos paralelos, e que nós viveríamos imersos em 11 dimensões (veja a figura) e não as quatro que conhecemos (altura, largura, profundidade e tempo),  elas estão na chamada “teoria das cordas”.

A teoria das cordas foi o modelo inventado justamente para explicar o movimento dos Hádrons,  que seriam blocos elementares de tudo que existe, inicialmente o modelo proposto foi o do polaco Theodor Kaluza em 1919, partiu das equações de Einstein e, desprezando as massas e expandindo o problema a cinco dimensões (quatro espaciais e uma temporal), mostrou a unificação dos campos gravitacional e electromagnético.

Mas ficou faltando as partículas chamadas da gravidade, dimensão forte e fraca, em 1980, Michael Green e John Schwarz ligaram a teoria das cordas e a Mecânica Quântica, criando a Teoria das Supercordas,  que procura abrange todas forças da matéria existente, incluindo a força gravitacional fraca aquela que explica o decaimento radiativo (chamada de radiação) e a gravitacional forte,  que explica fenômenos a curta distância do núcleo atômica (a fusão nuclear por exemplo).

Para isto o Colisor de Hádrons deve dobrar sua quantidade de energia, tornando possível que sejam gerados micro-buracos negros, algo que impossível nos últimos anteriores.

Este estudo visa visualizar a teoria da gravidade arco íris, que tornaria possível duplicar as dimensões no tempo-espaço, e a gravidade “filtrada” para outras dimensões mais altas, separaria as cores de frequências diferentes, chegando a formar um buraco negro.

Na primavera do hemisfério norte (início do inverno no hemisférico sul),  o LHC está sendo preparado para tentar criar micro-buracos negros para observar estes fenômenos.The Large Hadron Collider (LHC), gigantic equipment that accelerates particles in a tunnel 27 km in diameter between theUniversoParalelo borders of France and Switzerland, made the unprecedented experience that detected the Higgs particle, needed to consolidate the theory of physics Standard, which unified theories: quantum, electronics, photonics, electromagnetic and gravitational, into a single theory.

Now they want to do an experiment to prove the existence of parallel universes, and we would live immersed in 11 dimensions (see figure) and not the four we know (height, width, depth and time), they are in the “string theory “.

String theory was invented precisely the model to explain the movement of Hadrons, that would be basic of all blocks there, initially the model was the Polish Theodor Kaluza in 1919, left the Einstein equations and neglecting the masses and expanding the problem to five dimensions (four spatial and temporal), showed the unification of gravitational and electromagnetic fields.
But it was missing calls particles of gravity, strong and weak dimension, in 1980, Michael Green and John Schwarz called string theory and quantum mechanics, creating superstring theory, which seeks to cover all existing forces of matter, including the power weak gravitational one that explains the radioactive decay (called radiation) and the strong gravitational, explaining phenomena within walking distance of the atomic nucleus (nuclear fusion, for example).

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For this purpose the Hadron Collider is expected to double its amount of energy, making it possible to be generated micro-black holes, something impossible in previous past.

This study aims to view the theory of gravity rainbow, which would make it possible to double the dimensions in space-time, and gravity “filtered” to other higher dimensions, would separate the colors of different frequencies, reaching form a black hole.

In the spring in the northern hemisphere (in Brazil is winter – south hemisphere), the LHC is being prepared to try to create black micro-holes to observe these phenomena.

 

Os saberes necessários ao futuroThe knowledge necessary for the future

27 mar

Para inspirar podemos ler o que está inclusive em formato aberto no MEC (sim, e eles leram?) da Obra de Morin SeteSaberes“Os sete saberes necessários à educação do futuro”, como ele explica no início não se trata de um conteúdo para algum nível de ensino, mas saber como driblar na educação o ensino do que é conhecimento, pois “tendo em vista que nós sabemos que o problema chave do conhecimento é o erro e a ilusão” (Morin,  ).

Porque isto é importante ? pergunta o próprio autor, e a resposta é algo inteiramente novo até mesmo para alguns educadores: “Porque o conhecimento nunca é um reflexo ou espelho da realidade. O conhecimento é sempre uma tradução, seguida de uma reconstrução” do autor.

A educação tradicional faz apenas a construção, chame-se ela de educação: bancária, básica, construtivista ou até mesmo dialética, incorre sempre no mesmo erro: ensina a “crença”.

É preciso explicar o fenômeno da percepção, que é primário, mas esconde a realidade que não vemos, eis um exemplo claro do autor: “assim como os raios ultravioletas e infravermelhos que nós não vemos, mas sabemos que eles estão aí e nos impõem uma visão segundo as suas incidências” e por isto a percepção precisa de reconstrução, precisa de ex-plicação e precisa de estudo e teoria, aliás o violeta é uma boa cor para representar isto, por que “não vemos”.

E assim sabemos que não há “não há nenhuma diferença intrínseca entre uma percepção e uma alucinação”, eis a explicação entre erro e ilusão.

Entre os erros apontados pelo autor, um é importante para um mundo globalizado: “Outras causas de erro são as diferenças culturais, sociais e de origem” e assim não podemos ler o mundo árabe ou oriente com uma ótica do ocidente, é um erro gravíssimo.

O segundo buraco apresentado pelo autor é o “conhecimento pertinente”, poderíamos acrescentar também relevante, no sentido de conhecimento que é fonte, mas explica o autor: “um conhecimento pertinente, isto é, de um conhecimento que não mutila o seu objeto. Por que? Porque nós seguimos em primeiro lugar, um mundo formado pelas disciplinas”.

Os outros cinco são mais simples: a identidade terrena (estamos no mesmo planeta), ensinar a ética do “gênero humano”, ensinar as incertezas (a se questionar), a compreensão e a condição humana, isto é um pouco mais difícil, retornaremos a este tipo de “saber”.

Segundo o The Independent, a Finlândia acaba de abolir a divisão das disciplinas, mas aqui ainda precisamos pagar decentemente os professores.To inspire can read what’s even open format in MEC (Brazilian Ministry of Education yes, and they read?) Morin of Work SevenKnowledge“The seven knowledge necessary for education of the future”, as he explains in the beginning it is not a content for any level of education, but know how to dribble in education teaching what is knowledge, because “given that we know that the key problem of knowledge is the error and the illusion” (Morin).

Why is this important? asks the author himself, and the answer is something entirely new even to some educators: “Because knowledge is never a reflection or mirror of reality. Knowledge is always a translation, followed by a reconstruction “of the author.

Traditional education only makes the construction, it is called-education: banking, basic, constructive or even dialectic, always incurs the same error: teaches “belief”.

You need to explain the perception of the phenomenon, which is primary, but hides the reality that we see, this is a clear example of the author, “as well as ultraviolet and infrared rays that we do not see, but we know they are there and impose us a view that its effects “and this perception needs reconstruction, needs to former complication and needs study and theory, in fact Violet is a good color to represent it, because” we do not see. ”

And so we know that there is no “there is no intrinsic difference between a perception and a hallucination”, here is the explanation of error and illusion.

Among the errors pointed out by the author, it is important for a globalized world, “Other error causes are cultural differences, and social origin” and thus can not read Arabic or oriental world with a perspective of the West, is a very serious mistake .

The second hole presented by the author is the “relevant knowledge,” we might add also relevant in the sense that knowledge is the source, but the author explains: “pertinent knowledge, ie knowledge that not mutilate your object. How come? Because we follow first, a world formed by the subjects. ”

The other five are simpler: the earthly identity (we are on the same planet), teach the ethics of “mankind”, teach uncertainties (to question), understanding and the human condition, that is a little more difficult, return this type of “knowledge”.

According to The Independent, Finland has just abolish the division of the disciplines, but in Brazil we still need decent pay teachers.

 

A educação precisa entrar no século XXIBraziliam School needs to enter the twenty-first century

26 mar

Entre as reivindicações de junho de 2013, já esquecidas e apenas maquiadas por governos estaduais e federal, está a melhoriaSairDoSecXX da educação e os níveis são preocupantes como mostramos nos post anteriores.

De cada cem estudantes que ingressaram no ciclo médico em 2008, 35 não chegaram a seu fim em três anos: repetiram ou apenas deixaram a escola, entre os que ficam poucos aprendem o que seria razoável (meta no post anterior) e isto pode ser comprovado pelo índice IDEB (Desenvolvimento da Educação Básica), considerando-o fiel e não favorável ao governo.

Conforme este indicador, o ensino médio obteve uma média até 2011, de apenas 3.7 numa escala de 0 a 10, poderíamos dizer reprovado ou apenas ruim, mas mesmo maquiado, ele não melhorou em relação às medidas tomadas anteriormente, o que acontece ?

O que foi a maquiagem, foi o agrupamento de 13 disciplinas em 4 áreas do conhecimento, má ou não leitura de Morin, a transdiciplinaridade não é isso, leia-se “Para sair do século XX”.

O equívoco é causado por uma má compreensão da crise da cultura e do pensamento que passamos, que para o desavisado seria apenas da super informação, mas há também a má informação ou até mesmo a escassez da informação vista por alguns como “teorias”.

Esclarece Edgar Morin em sua obra Para sair do século XX (ou da Idade Média), “A informação, num sistema totalitário, não é somente uma informação governamental; é, sobretudo, uma informação governamental totalitária. Sua característica própria não é só estar sujeita à censura do Estado de onde resulta a subinformacão” e, portanto não apenas da grande imprensa manipuladora sem dúvida, mas precisamos de canais “culturais”.

Acrescenta Morin sobre estes aspectos: “ela reside na conjunção entre a subinformação e a formação de pseudo-informação, que dão uma imagem ideal/lendária da sociedade” e isto significa também muitas leituras enviesadas e despreparadas do contexto social.

Ao contrário de Bauman, Morin crê que a também na educação o Estado deveria apostar em educadores com tradição cultural e literária e não apenas aqueles que favoreçam a cultura de algum estado vigente, na obra ele faz duras críticas aos estados de esquerda e de direita.

Morin Edgar, Para sair do século XX, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986. 346p.Among the claims of June 2013 (Manifestations in Brasil), already forgotten and only disguised by state and federal outCenturyXXgovernments, is improving education and levels are worrying as we showed in the previous post.
Of every hundred students who entered the medical cycle in 2008, 35 did not come to an end in three years: repeated or just left school, among those who are just learning what it would be reasonable (target in the previous post) and this can be proven by IDEB index (Development of Basic Education), considering the faithful and not favorable to the government.
As this indicator, high school scores a by 2011, only 3.7 on a scale of 0 to 10, we could say fail or just bad, but even makeup, it has not improved in relation to past measures, what happens?
What was the make-up, was the group of 13 subjects in 4 areas of knowledge, poor or no read Morin, the transdisciplinarity is not so, read to enter the twenty-first century
The error is caused by a misunderstanding of the crisis of culture and thought that through, that would be to the unsuspecting only the super information, but there are also bad information or even the lack of information seen by some as “theories”.
Edgar Morin explains in his book To exit the twentieth century (or the Middle Ages), “The information in a totalitarian system, is not only a government information;. Is mainly a totalitarian government information Its characteristic is not only be subject the State from which the censorship results in subinformacão “and therefore not only the mainstream media manipulative no doubt, but we need channels ‘cultural’.
Morin adds on these points: “it lies in the conjunction of subinformação and the formation of pseudo-information, which provides an ideal image / legendary society” and this also means many skewed readings and unprepared social context.
Unlike Bauman, Morin believes that also in education the state should bet on educators with cultural and literary tradition and not just those who promote the culture of some current state, in the work he does hard against the states of left and right.
Edgar Morin, to leave the twentieth century, Rio de Janeiro, New Frontier, 1986. 346p

 

Os ativistas e a qualidade do ensino Digital ativists and scholarship in Brazil

25 mar

DesempenhoEntre os jovens é grande além da preocupação com o mercado de trabalho, veja o post anterior, também a qualidade do ensino e os níveis de desigualdade continuam sendo uma grande preocupação e ativistas estão protestando.

Embora o acesso tenha melhorado (o FIES também começa a ter problemas), e a desigualdade tenha caído entre os níveis de renda e os negros, as diferenças ainda são muito preocupantes e mostram uma sociedade com muita dificuldade de inclusão.

Os números mostram que embora o acesso tenha subido de 7% a 18% no Brasil, número que é muito pequeno mesmo olhando países da América Latina, os 20% de menor renda subiram apenas de 1% para 4%, e cresceu mais entre os 20% de maior renda, já o número de brancos cresceu de 11% para 26%, enquanto negros de 3% para 11%, o crescimento é razoável, porém o item qualidade é que preocupa mais.

Olhando a meta desejável para o nível médio, que prepara para a universidade, o desempenho nas escolas públicas fica longe da meta em disciplinas básicas como a língua portuguesa e a matemática, onde o nível da escola pública é muito crítico, isto implicará em piores colocações no mercado de trabalho, onde a qualidade de alguma forma será medida no desempenho.

O Brasil tem 5,3 milhões de jovem ainda no “nem-nem”, não estudam nem trabalham, e na América Latina são 6,3 milhões de jovens nesta situação, significa que somos os recordistas e contribuímos para a maior parcela dos nem-nem.

Os dados são de 2011, mas de lá para cá a crise já estava em andamento, agora apareceu.Among young people is great addition to concern about the labor market, see the previous post, also the qualityDevelopment of education and levels of inequality remain a major concern and activists are protesting.

While access has improved (FIES has troubles, found for scholarship in Brazil), and inequality has fallen between income levels and blacks, the differences are still very worrying and show a society with great difficulty inclusion.

The figures show that although access has risen from 7% to 18% in Brazil, a number that is too small even looking Latin American countries, 20% of lower income rose only 1% to 4%, and grew more between 20% of higher income, since the number of white grew from 11% to 26%, while black 3% to 11%, growth is reasonable, but the item quality is what worries most.

Looking at the desirable goal for the average level of preparation for university, performance in public schools is wide of the goal in basic subjects such as English language and mathematics, where the public school level is very critical, that implies worst placements in the labor market, where quality somehow be measured in performance.

Brazil has 5.3 million young still in the “neither-nor”, young that neither study nor work, and Latin America are 6.3 million young people in this situation, it means that we are the record holders and contribute to the largest share of neither-nor.

Data are from 2011, but since then the crisis was already underway, now appeared.

 

O ativismo e a crise econômicaActivism and the economic crisis

24 mar

Mesmo considerado que os dados do Inpe  (Instituto Nacional de Pesquisas do Ministério DadosUniversitáriosda Educação) possam estar exagerados, os dados dizem que os jovens entre 18 e 24 anos, que cursavam o nível superior eram de 15%, em 2002, e devem ter passado para 29,9%, segundo dados oficiais, em 2011, e devem estar chegando a de fato a 30% somente agora em 2015.

Ainda que o nível da qualidade de ensino deva ser questionada, o fato é que quem lê mais, deve entender melhor a realidade e tende a ser mais crítico, mas a maioria dos que enaltecem estes dados esquecem o papel politizador das redes sociais.

Os ativistas estão ai protestando e isto independe da classe social, no caso jovem.

O outro motivo esquecido é a crise econômica, ignorada pelos dados oficiais até o ano passado, não pode agora ser ignorado, o crescimento que chegou a ser até comemorado de 7% cresceu na esteira da gastança e do crédito fácil, agora não deve ultrapassar a 1% e pode continuar assim pelos próximos anos.

Assim o fato que houve com o “crescimento” a possibilidade de melhoria rápida no padrão de vida dos brasileiros, sobretudo os mais jovens, isto torna-se frustrante quando os níveis de desemprego chegam a taxas de 12,4%, que é o triplo entre os mais velhos, assim a sociedade exclui jovens e velhos acima de 50 anos.

Os dados mostram que o crescimento se deu em cursos “presenciais e a distância” e embora a campanha oficial fale do crescimento das escolas públicas, nos números (dados da revista Epoca) não indicam que este crescimento seja expressivo, falta analisar a qualidade e quem são os ingressantes, isto é, se está havendo inclusão, isto fica para amanhã.DadosUniversitáriosEven considered that the INPE data (Brazilian National Institute of Education, Ministry of Research) may be exaggerated, the data say that young people between 18 and 24, who were enrolled in higher education were 15% in 2002, and must have passed to 29.9%, according to official data, in 2011, and should be getting in fact only 30% now in 2015.

Although the level of teaching quality is to be questioned, the fact is that those who read more, to better understand the reality and tends to be more critical, but most of those who extol this data forget the politizador role of social networks.

Activists are there protesting and this is independent of social class, the young case.

The other reason is forgotten the economic crisis, ignored by official data until last year, can not now be ignored, the growth has come to be celebrated by 7% grew in the wake of profligacy and easy credit, now must not exceed the 1% and can remain so for years to come.

So the fact that there was “growing” the possibility of rapid improvement in the standard of living of Brazilians, especially the younger ones, it becomes frustrating when unemployment levels reach rates of 12.4%, which is three times among older, so the society excludes youngs and olds over 50 years.

The data show that growth was in courses “in-person and distance” and although the official campaign talk of the growth of public schools, the numbers (data from Epoca magazine) does not indicate that this growth is significant, lack analyze the quality and who are freshmen, that is, if there is inclusion, that is for tomorrow.

 

A democracia para Morin e o ativismo digitalDemocracy for Morin and digital activism

23 mar

ANovaDemocraciaPara entender o doloroso processo de crítica à democracia contemporânea, que é justamente por aquilo que ela tem de antidemocrático: a força dos cartéis, dos lobbies, da mentira política usada para confundir eleitores, e da corrupção ativa e passiva (aquela que não é punida).

Edgar Morin no pequeno artigo publicado no jornal francês Le Monde abril de 2011 esclarece alguns aspectos históricos desconhecidos pelos que mantem a crença no Estado, leia-se Francis Fukuyama, com alguns fatos enumerados:

A primeira lição é que a democracia tem sido frágil e temporária na Europa moderna. Na França, a Revolução de 1789 degenerou em terror, depois houve Termidor, e em seguida o Império, cuja queda provocou a restauração da monarquia; foi preciso esperar o final do século XIX para se instaurar a Terceira República que o desastre militar de junho de 1940 destruiu em prol de Vichy” (Morin, 2011).

Depois lembra já no século XX, que “o fascismo destruiu a democracia italiana, que o nazismo destruiu a democracia alemã; que o franquismo destruiu a democracia espanhola, que a União Soviética instaurou, até 1989, seu totalitarismo nos países europeus que ela subjugou” (Morin, 2011).

Mas a democracia na França, Itália, Espanha, Alemanha, assim como nas “democracias populares e na União Soviética, mesmo as ideias de 1789 regeneraram e reinstalaram, embora de forma desigual, a democracia”.

Assim, “a primavera árabe de 2011 poderá sofrer desvios, asfixias, confiscos”, mas “a mensagem vai renascer e renascer: ela tornou-se uma força regenerativa e regenerativa da história (a menos que a história humana descambe numa catástrofe generalizada)”.

Agora estes desejos se deslocam para os países da América Latina, mas não deixam de estar presentes em países da Europa, do oriente (Hong Kong e Miamar), e devem se difundir para todo o planeta, ainda que muitas situações da África e do Oriente Médio requerem preocupações especiais, e a própria democracia não pode mais ser expressa ignorando a pessoa comum, os blogueiros desconhecidos, ativistas de microblog e mesmo os post no Facebook, ajudam a pensar todo este momento planetário, e fazem o poder tremer.

Morin, Edgar. tradução de “Da aspiração à realização democrática”, jornal  Le Monde, 26-04-2011.ANewDemocracyTo understand the painful process of criticism contemporary democracy, which is precisely for what it is undemocratic: the power of the cartels, lobbying, political lie used to confuse voters, and active and passive corruption (which is not punishable).
Edgar Morin in the short article published in the French newspaper Le Monde April 2011 clarifies some historical aspects unknown to holding the belief in the state, read: Francis Fukuyama, with some listed facts by Morin:
“The first lesson is that democracy has been fragile and temporary in modern Europe. In France, the Revolution of 1789 degenerated into terror, then there was Thermidor, and then the empire, whose fall brought about the restoration of the monarchy; it was not until the late nineteenth century to establish the Third Republic that the military disaster of June 1940 destroyed in favor of Vichy “(Morin, 2011).
After already remember the twentieth century, that “fascism destroyed the Italian democracy, which the Nazis destroyed German democracy; the Franco destroyed the Spanish democracy, the Soviet Union established until 1989, its totalitarianism in European countries it subdued” (Morin, 2011).
But democracy in France, Italy, Spain, Germany, as well as the “people’s democracies and the Soviet Union, even the 1789 ideas regenerated and resettled, albeit unevenly, democracy”.
Thus, “the Arab spring 2011 may be skewed, suffocation, seizures,” but “the message will be reborn and reborn: she became a regenerative and regenerative force of history (unless human history descend a widespread disaster)” .
Now these desires moving to the countries of Latin America, but not cease to be present in European countries, the East (Hong Kong and Myammar), and should spread to the entire planet, although many situations in Africa and the Middle Eastern require special concerns, and democracy itself can not be expressed ignoring the ordinary person, the unknown bloggers, microblogging activists and even post on Facebook, help you think all this planetary moment, and make the power shake.
Morin, Edgar. “The aspiration to democratic conduct”, Le Monde, april 26 2011.

 

Farisaísmo do estado modernoModern State moralist

20 mar

EstadoPosModernoO desejo de moralista moderno de Bauman, que agrada o farisaísmo contemporâneo, ou a falsa religiosidade (de esquerda e de direita) segue na lógica de libertar o homem do pecado, agora só existiria o pecado social assim expresso: “A promessa de uma vida liberta do pecado (agora renomeado como culpa) foi tão somente o projeto de refazer o mundo à medida das necessidades e capacidades humanas, de acordo com um projeto concebido de modo racional” (Bauman, 2011, p. 12), ou “… a impotência ética dos leigos e a autoridade ética dos peritos explicam-se e justificam-se mutuamente. E o postulado de uma ética ´devidamente fundamentada’ suporta-as” (Baumann, p. 23).

Os limites entre a ética e a moral, para este autor pretensamente pós-moderno (ele é de uma modernidade tardia e ressentida) desconhece que as relações humanas não podem ser entendidas por regras, este é um dos modos de redução do Ser, no sentido ontológico.

A resposta que pode ser encontrada na ontologia pós-moderna (Lévinas, Ricouer e Peter Sloterdijk) é aquela que evidencia a preocupação com o Outro, a ética moderna e da modernidade tardia encontra-se nos limites do “Mesmo” e embora queria fazer crítica do individualismo, acaba por uma crítica “moral e ética” ao indivíduo, eis o farisaísmo moderno.

Assim ela não pode, dando um exemplo concreto, falar da corrupção sistêmica dentro de uma relação de perversidade do estado com o cidadão, mas irá falar e fazer valer a “moral e ética” do cidadão pretensamente controlado pelo estado, está do lado oposto da histórica.

Lévinas esclarece este Outro que é preso ao Mesmo , a moral e a ética que ultrapassem a modernidade é aquela que desvela-se na Responsabilidade moral e incondicional que cada pessoa exerce por meio de suas atitudes “junto-com-o-Outro” no dia a dia, assim coletiva.

Para Bauman o que permitiu que a violência fosse autorizada e as vítimas desumanizadas, foi especialmente por definições e doutrinas ideológicas, assim para ele o Estado Moderno pode ser salvo por alguma consciência moral (modernidade e Holocausto, p. 41), de quem ? eis a modernidade tardia ressentida, mas deixemos ele próprio dizer:

“Se pararmos de confiar em nosso próprio julgamento, iremos nos tornar sensíveis ao medo de estar errados; chamamos o que receamos de pecado, medo, culpa ou vergonha, mas seja qual for o nome, sentimos a necessidade da mão útil do perito para nos trazer de volta ao conforto da segurança” (Bauman, p. 42).

 De onde se recrutam os peritos ? do estado, nada diferente de Hobbies em seu “Leviatã”, eis a  modernidade tardia, o sólido que é o estado e não o Ser junto-com-o-Outro.

Peter Sloterdijk adverte em “O desprezo das massas”, que é a moral dos repressores, ditadores e saudosistas do “estado moderno” ou moralistas farisaicos.

Bauman, Zygmunt. A vida em fragmentos: sobre a ética pos-moderna, SP: Boitempo, 2011.

 EstadoPosModernoThe desire of modern moralist Bauman, who like the contemporary self-righteousness or false piety (left and right) follows the logic of setting man free from sin, now only exist social sin thus expressed: “The promise of a lifetime freed from sin (now renamed as guilt) was so somante the project to remake the world in accordance with human needs and capabilities, according to a project designed rationally” (Bauman, 2011, p. 12), or “… ethics impotence of the laity and the ethical authority of the experts are explained and justified each other. And the postulate of a ‘properly based on ethics’ supports them” (Baumann, p. 23).
The boundaries between ethics and morals to this postmodern allegedly author (he is a late modernity and resentful) unaware that human relations can not be understood by rules, this is one of the Being down modes in order ontological.
The answer can be found in the postmodern ontology (Levinas, Ricoeur and Peter Sloterdijk) is one that shows concern for the other, modern and late modern ethics is within the limits of “Even” and though I wanted to do critical individualism, ultimately a critical “moral and ethical” to the individual, this is the modern self-righteousness.
So she can not give a concrete example, speak of systemic corruption in a state of perverse relationship with the citizen, but will speak and enforce “moral and ethical” citizen allegedly controlled by the state, is on the opposite side of historical.
Levinas explains this Other that is attached to the Same, morals and ethics beyond modernity is one that is revealed in the moral and unconditional responsibility that each person carries through their attitudes “along-with-the-Other” on the day, so collective.
For Bauman which allowed the violence to be authorized and dehumanized victims, was especially definitions and ideological doctrines, so for him the modern state can be saved by any moral conscience (Modernity and the Holocaust, p. 41), from whom? here is the late modernity resentful, but let himself say:
“If we stop trusting our own judgment, we will become sensitive to the fear of being wrong; call what we fear of sin, fear, guilt or shame, but whatever the name, we feel the need to review the expert hand to bring us back to the comfort of safety “(Bauman, p. 42).

Where are recruited experts state, no different hobbies of his “Leviathan”, that is the late modernity, the solid that is the state and not be together-with-the-Other.
Peter Sloterdijk warns: “the contempt for the masses”, otherwise the morale of the repressors, dictators and nostalgic of the “modern state” or self-righteous moralists.

Bauman, Zygmunt. Ethics Postmodern, Blackweel. Pub. Limited, 1993.

 

Eclipse da razão, indivíduo e humanismoEclipse of reason, individualism and humanism

19 mar

EclipseSolarO homem pode pela primeira vez na sua história assistir de maneira consciente e intencional uma mudança de época, assim como se tivéssemos a consciência de hoje mas assistíssemos o final da idade média, agora não com a razão.

O que é a razão, um dos escritos mais brilhantes é de Max Horkheimer “Eclipse da Razão” li-o em um exílio voluntário, num período para uma reflexão sobre nossos objetivos, afetos e apegos, li naquela época: “repetidas vezes, quando a raça cultura urbana atingiu seu cume, como, por exemplo,  em Florença no século XV, realizou-se um equilíbrio semelhante ao das forças psicológicas” (Horkheimer, 2002, p. 136).

É por esta questão social, e não individual, que tantas pessoas estão em busca de uma força salvadora, de manuais de autoajudas, de doutrinas que sejam de alguma forma algo que aponte para o equilíbrio, mas não encontrarão no individual e apenas em alguns grupos.

O indivíduo sujeito ao estado, dotado de poderes quase divinos sobre o indivíduo do qual deveria ser seu protetor, é seu espoliador e não consegue sustentar seus direitos mínimos, de saúde, de educação e sobretudo de paz.

Acusar este indivíduo de individualismo, é tomar a parte pelo todo, este indivíduo desprotegido e isolado vê-se obrigado a buscar refúgios para subsistência e vida digna e o individualismo daí decorrente é efeito e não causa da “eclipse” que a sociedade vive.

O eclipse da razão provém também do ser em pedaços: ser social, ser individual e ser espiritual, a fragmentação dos saberes também e fragmenta o homem em partes, esquecendo –se de sua unidade de Ser projetado ao infinito, como ser essencial, e mutável e finito apenas na aparência daquilo que se transforma no acordo das necessidade contextuais e provisórias, mas são para as necessidades essenciais que fomos projetados: sociabilidade, amor e paz.

Trocamos o essencial pelo emergencial, trocamos as estruturas e entes pelo Ser, e nele o indivíduo perece e pena por uma existência sempre sujeita ao “eclipse” de um fim de época.EclipseSolarMan can for the first time in its history watch consciously and intentionally a change in time, as if we had today’s consciousness but assistíssemos the late Middle Ages, now not right.
What is the reason, one of the most brilliant writings of Max Horkheimer’s “Eclipse of Reason” read it in a voluntary exile when turned in to a reflection on our goals, affections and attachments, read at that time, “again and again, when urban culture race reached its peak, for example, in Florence in the fifteenth century, there was a balance similar to the psychological forces “(Horkheimer, 2002, p. 136).
It is for this social issue, not individual, so many people are looking for a saving force, autoajudas manuals, doctrines that are somehow something that points to the balance, but will not find in the individual and in just a few groups .
The individual subject to the state, endowed with almost divine powers over the individual which should be your protector, your spoiler and can not sustain their minimum rights, health, education and above all peace.
Blame this individualism of individual, is to take the part for the whole, this unprotected and isolated individual is forced to seek refuge for maintenance and dignified life and individualism is the resulting effect and not the cause of “eclipse” that society lives.
The reason for the eclipse comes also of being in pieces: be social, be individual and spiritual being, knowledge of fragmentation and also fragments the man in parts, forgetting -If your unit be designed to infinity, as is essential, and changeable and finite in appearance only what becomes the agreement of the contextual and temporary need, but are for basic needs that were designed: sociability, love and peace.
We exchanged essential for emergency, trade structures and loved by Being, and it perish and the individual penalty for an existence always subject to the “eclipse” of an end of season.

 

Explorer vai acabarInternet Explorer will end

18 mar

Em 1990 nascia o WWW (World Wide Web), logo depois, em 1994, o Mosaic o primeiro a incorporar textos e imagensExplorer numa mesma pagina feito por estudantes do Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação (NCSA), e só mais tarde nascia o software proprietário (pago) feito pela Microsoft, o Explorer.

No ano seguinte em outubro de 1994, um artigo na revista Wired apontava o surgimento do navegador como o responsável por tornar o mundo online em um “vasto universo”, esta escrito na revista on-line “Você pode entrar a qualquer momento e começar a vagar, sem endereços de internet ou comandos de teclado”.

O explorer nasceria de uma versão do Mosaic feita pela empresa Spyglass, que licenciou a sua tecnologia mas não o código fonte, isto é, não é open-source, código aberto.

O primeiro navegador pago foi o Netscape Navigator, o principal produto da Netscape Communications Corporation e só em 1995 é que ele lançou uma versão gráfica, chamada Netscape Gold, o navegador então dominou em termos de quota de utilização, mas não teve grande sobrevida, em 2002 tinha praticamente desaparecido.

Enfrentando grandes problemas com o mercado o Explorer continuou lançando versões, muitas vezes com problemas, inclusive tiveram problemas legais acusado de tentativas de monopolização do mercado, que por este motivo teve que incorporar alguns recursos da linguagem Java que era open-source.

Sua estreia em 16 de agosto de 1995, uma versão reformulada do Spyglass Mosaic conta-se que a equipe era de 6 pessoas no início do desenvolvimento, seis meses depois veio o Windows NT, e as versões não pararam mais, recentemente chegou a versão Explorer 9.

O Windows 9 foi lançado em versão beta com completo suporte para CSS 3 e outras propriedades, mas a empresa já anunciou o fim deste versionamentoIn 1990 was born the WWW (World Wide Web), soon after, in 1994, the Mosaic the first to incorporate text and images on theExplorer same page made by students of the National Center for Supercomputing Applications, and only later was born proprietary software (paid ) done by Microsoft Explorer.
The following year in October 1994, an article in Wired magazine pointed to the emergence of the browser as the responsible for making the online world in a “vast universe,” is written in the online magazine “You can come at any time and start wander without internet addresses or keyboard commands. ”

The explorer born of a version of Mosaic made by Spyglass company, which licensed its technology but not the source code, that is, is free but not open-source.
The first was paid browser Netscape Navigator, the main product of Netscape Communications Corporation and only in 1995 that he released a graphic version, called Netscape Gold, the browser then dominated in terms of usage share, but had no great survival in 2002 had almost disappeared.

Facing major problems with the market the Explorer continued releasing versions, often with problems, including legal problems had accused of market monopolization attempts, which for this reason had to incorporate some features of the Java language that was open source.

His debut on August 16, 1995, a reworked version of Spyglass Mosaic it is said that the team was 6 people in early development, six months later came the Windows NT, and versions have not stopped, recently reached Explorer version 9.

Windows 9 was launched in beta with full support for CSS 3 and other properties, but the company has already announced the end of this versioning