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Arquivo para abril, 2015

Idealismo ou realismo, imanente e transcendenteIdealism or realism, immanent and transcendent

30 abr

Realismo e Idealismo são duas filosofias que competem, em especial no campo do conhecimento Idealismoe da educação, desde a Grécia antiga, essas teorias influenciam a filosofia da educação até os dias de hoje, e você sem saber pode aderir a elas.

A ideia é o básico do Idealismo já que ele se concentra na razão e no raciocínio e ela é o modo pelo qual uma pessoa traz à tona o conhecimento que tem dentro de si.

Na sua visão, o mundo existe principalmente na mente das pessoas e isto é verdade definitiva portanto devemos ter consistência de nossas ideias.

Quanto mais perfeitas forem as nossas ideias (no racionalismo cartesiano elas devem ser claras e distintas), melhor se pode servir, observar e viver no mundo, e o mundo é exterior ao Ser e não é ontológico apenas ôntico, em filosofês noúmeno.

No Idealismo de Immanuel Kant, o mundo existe, mas a nossa mente é separada dele e só pode percebê-lo através de um ato transcendente, isto é pelo pensamento do sujeito transcendente.

O Realismo é a escola de pensamento educacional que surgiu de um aluno de Platão: Aristóteles e é oposta ao idealismo.

A única realidade para ele é o mundo material, que o estudo do mundo exterior é o único meio confiável de encontrar a verdade; o mundo é um fenômeno objetivo ao qual a nossa mente precisa aderir para poder transformá-lo.

Também Santo Tomás de Aquino era realista e no tempo dele a corrente que deu origem ao idealismo moderno era então e nominalismo.

No o Realismo, uma pessoa é um vaso vazio de conhecimento quando nasce (uma tabula rasa) e este só pode vir de fora do ser, através da observação empírica. Essa filosofia foi a mãe do método científico moderno, um sistema de investigação baseado em fatos objetivos, ou seja, a investigação dos objetos pela experimentação.

Desta ideia de vazio de conhecimento quando nascemos surgiu a discussão de conhecimento inatos, imanentes e transcendência.

imanência é um conceito religioso e metafísico que defende a existência de um ser supremo e divino (ou força) dentro do mundo físico (além da física – meta-physis), este conceito geralmente contrasta ou coexiste com a ideia de transcendência dependendo do filósofo e da época.Realism and idealism are two competing philosophies, especially in the field of knowledgeIdealismo and education, from ancient Greece, these theories influence the philosophy of education up to the present day, and you do not know can join them.

The idea is the basic idealism since it focuses on reason and reasoning and it is the way in which a person brings up the knowledge you have within you.

In his view, the world exists mainly in people’s minds and this is ultimate truth so we should have consistency of our ideas.

The more perfect are our ideas (in Cartesian rationalism they should be clear and distinct), the better we can serve, obey and live in the world.

In the idealism of Immanuel Kant, the world exists, but our mind is separated from it and can only perceive it through a transcendent act, that is the transcendent subject.

Realism is the school of educational thought it came from a student of Plato: Aristotle.

The only reality for him is the material world, the study of the outside world is the only reliable way to find the truth; the world is a phenomenon objective to which our mind must adhere in order to transform it.

But make no mistake St. Thomas Aquinas was also realistic and in his time the current that gave rise to modern idealism was called nominalism.

In Realism, a person is an empty vessel of knowledge (called tabula rasa), and this can only come out of being, through observation. This philosophy was the mother of the scientific method, a research system based on objective facts.

This idea of ​​empty knowledge came the discussion of innate knowledge, immanent and transcendent.

Immanence is a religious and metaphysical concept that defends the existence of a supreme being and divine (or force) within the physical world (beyond the physical – meta-physis), this concept generally contrasts or coexists with the idea of ​​transcendence depending on the philosopher and time.

 

Empirismo e racionalismoEmpiricism and rationalism

29 abr

RazaoA disputa essencial entre o empirismo, que afirma que somos dependentes de nossa experiência sensorial para conquistarmos conhecimento, e o racionalismo que afirma que a razão independe da experiência, ao menos o racionalismo puro, está presente na ideia de representação, ou seja, que o conhecimento racional “a priori” para indicar que ele é então independente da experiência.

Estas “etiquetas” características do conhecimento universal seriam os universais, e aqui o racionalismo se liga aos nominalistas, enquanto os empiristas acreditam que não há “a priori”, o homem é uma folha em branco (tabula rasa é usado no filosofês), e aprende experimentando.

O experimentalismo nasceu primeiro, com Francis Bacon (1561-1626), que renova Organon, o texto sobre a Natureza de Aristóteles, por isto o chama Novum Organum, mas falta-lhe a consciência crítica, que aos poucos será construída em seus discípulos até chegar a David Hume (1711-1776).

Era uma posição filosófica que recorria à metafísica tradicional, grega e escolástica, aristotélica e tomista, ela será reelaborada e vai ser um dos impulsos do Renascimento.

Entre Hume e Bacon, do ponto de vista histórico, Descartes  (1596-1650) foi um filósofo, físico e matemático, seu debate é com questões práticas que julga obscura, escreve em carta a Mersenne, diz que “os Conimbres são longos, sendo bom que fossem mais breves (crítica já então corrente, mesmo nas escolas da Companhia de Jesus) e não gosta das primeiras escolas, e isto o estimula a pensar um “método” novo como a navalha de Ockham.

Em 1619, viajou para o Reino Unido e segundo afirmam algumas biografias, em dia 10 de Novembro, teria tido uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico, mas só em 1637 escreveu seu Discurso do Método, que na verdade são meditações.

Mais tarde nasceu no Reino Unido, um movimento filosófico que foi de certa forma, o seu oposto, o empirismo crítico, com John Locke e David Hume, que vê problemas em sua razão pura e o seu famoso Método.

É o período que surge Isaac Newton (1642) (na foto o Geometra Divino de William Brake) e também o período final da guerra dos trinta anos (1618-1648) que muda o mapa da Europa.

O idealismo de Immanuel Kant (1724-1804) é uma tentativa de reconciliar racionalismo e empirismo, ele escreveu Crítica da Razão Pura, mas sua obra importante é a metafísica, na verdade é ele o fundador da modernidade, o auge durará pouco até Georg Hegel (1770-1831).RazaoThe essential dispute between empiricism, which states that we are dependent on our sensory experience to conquer knowledge, and rationalism which states that the reason independent of experience, at least pure rationalism, is present in the representation of idea, namely that the rational knowledge “a priori” to indicate that it is then independent of experience.

These “tags” universal knowledge of the characteristics are universal, and here rationalism binds to Nominalists while empiricists believe that there is “a priori”, the man is a blank slate (tabula rasa is used by philosophers), and learn experiencing.

The experimentalism came first, with Francis Bacon (1561-1626) renewing Organon, the text on the Nature of Aristotle, for it calls Novum Organum, but lacks critical awareness, which will gradually be built in his disciples to reach David Hume (1711-1776).

It was a philosophical position that resorted to traditional metaphysics, Greek and scholastic, Aristotelian and Thomist, it will be reworked and will be one of the Renaissance impulses.

Between Hume and Bacon, from the historical point of view, Descartes (1596-1650) was a philosopher, physicist and mathematician, his debate with practical issues that judges obscure, writes in a letter to Mersenne, says “Conimbres are long, and good that they were short more (critical since then current even in the Company of Jesus’s schools) and dislikes of the first schools.

In 1619, traveled to United Kingdom and in the opinion of some biographies on 10 November, would have had a vision in a dream of a new mathematical and scientific system, but only in 1637 wrote his Discourse on Method, which are actually meditations.

Later was born in the UK, a philosophical movement that was somewhat the opposite, critical empiricism with John Locke and David Hume, who sees problems in its pure reason and his famous method.

It is the period that arises Isaac Newton (1642) (pictured Divine Geometra of William Brake) and also the final period of the Thirty Years War (1618-1648) that changes the map of Europe.

The idealism of Immanuel Kant (1724-1804) is an attempt to reconcile rationalism and empiricism, he wrote Critique of Pure Reason, but its important work is metaphysics, actually he is the founder of modernity, the little peak will last until Georg Hegel (1770-1831)

 

Uma “querela” entre a razão e os nomes A “quarrel” between reason and names

28 abr

Este problema, que vem desde a antiguidade clássica, com Sócrates,IluminuraPorfírio Platão e Aristóteles é um problema ainda hoje para a ciência, ou aquilo que consideramos científico no sentido de verdadeiro, mas a disputa esquentou no final da Idade Média, com nominalistas e realistas.

Tudo parte de um escrito de Boécio (480-525 d.C.), no início da alta Idade Média, que usou um texto (que ficou conhecido como Querela dos universais) de Isagoge de Porfírio (234-309 d.C.), veja iluminura ao lado (foto), que afirmava:

Assim, pois, evitarei em falar sobre os gêneros e as espécies, acerca da questão de saber se são realidades subsistentes em si mesmas ou se consistem apenas em meros conceitos mentais, ou se são corpóreas ou incorpóreas, ou se são separadas ou se existem nas coisas sensíveis e delas dependem, uma vez que se refere a uma questão que exige um tratamento profundo e requer um exame maior”.1

O problema percorreu a idade média e foi fundamental para estabelecer uma ideia primeira do racionalismo, através da lógica e da construção do conhecimento, mas no final da idade média, a chamada baixa idade média o problema quase desapareceu.

Foi Pedro Abelardo, um monge que era leitor de Orígenes,  que reapresentou a tese como uma releitura da Hierarquia das espécies e dos gêneros de Porfírio, mas afirmou que as palavras (nomes) descrevem o mundo não se referem às palavras no sentido físico (os sons que emitimos quando falamos), mas às palavras como portadoras de significado.

Foi através da releitura dos escritos de Aristóteles sobre a alma e a metafísica, que no século XIII Tomás de Aquino e Duns Escoto elaboraram formas sofisticadas do realismo, no entanto no século XIV Guilherme de Ockham (em inglês Wilheim Ockham) rejeitou a ideia aristotélica de que o conhecimento intelectual resultava do fato que nossas mentem eram informadas por ideias universais resultantes dos objetos percebidos, substitui-a pela navalha de Ockham.

A navalha de Ockham é a ideia que entre uma explicação simples de determinada coisa e outra complexa, ficamos com a mais simples e, portanto não há “universais” que são inatos.

Para os realistas, um universal é um ente predicado de outros (ou especialmente) de todos os demais entes. Ele existe objetivamente, tanto como realidade  em si, transcendente em relação ao particular (em latim: universais ante rem), seja como imanente, nas coisas individuais.

1Porfírio. Isagoge. Introdução, tradução e notas de Juan José García Norro e Rogelio Rovira. Edição trilingue (grego, latim e espanhol). Barcelona: Anthropos Editorial, 2003, p. 2-3.This problem, which comes from classical antiquity, with Socrates, Plato and Aristotle is a problem today for science, or what we consider scientific in the true sense, but the heated dispute in the late Middle Ages, with nominalistic and realistic.

All part of a written Boethius (480-525 AD), in the early Middle Ages, who used a text (univesal quarrel) of Isagoge Porphyry (234-309 AD), see illumination-text side (photo), which stated:

So he will avoid talking about the genders and species, on the question of whether they are subsistent realities in themselves or only consist of mere mental concepts or are tangible or intangible, or are separate or if there in sensible things and depend on them, since it relates to a matter that requires a thorough treatment and requires more examination.”1

The problem come the middle ages and was instrumental in establishing a first idea of ​​rationalism, through logic and the construction of knowledge, but at the end of the Middle Ages, the so-called low average age the problem almost disappeared.

It was Peter Abelard, a monk who was player of Origen, who restated the thesis as a reinterpretation of the rank of species and genera Porphyry, but said the words (names) describe the world do not refer to the words in the physical sense (the sounds we emit when we speak), but the words as carriers of meaning.

It was through the reading of the writings of Aristotle on the soul and metaphysics, which in the thirteenth century Thomas Aquinas and Duns Scotus developed sophisticated forms of realism, however in the fourteenth century Wilheim of Ockham rejected the Aristotelian idea that intellectual knowledge resulted from the fact that our lie were informed by universal ideas resulting from perceived objects, replaces it with the Ockham’s razor.

Ockham’s razor is the idea that between a simple explanation of a certain thing and another complex, we get the simplest and therefore there is no “universal” that are innate.

For realists, a universal is a predicate being of others (or especially) all other entities. It exists objectively, as much as reality itself, transcendent in relation to the particular (Latin: universal ante rem) or as immanent in the individual things.

1Porfírio. Isagoge. Introduction, translation and notes of Juan José García Norro and Rogelio Rovira. Trilingual edition (Greek, Latin and Spanish). Barcelona: Anthropos Editorial, 2003, p. 2-3.

 

Qual o papel da ONU hoje?What is the role of the UN today?

27 abr

Democracias em crise, guerras se espalham por todo o planeta, eonu_sede o papel da ONU é a apenas o de segurança, muitas entidades e organizações políticas acham que não.

A primeira reunião da ONU aconteceu em 25 de abril de 1945 portanto há 70 anos, na cidade de São Francisco nos EUA, com a presença de 51 governos e organizações não governamentais para elaborarem a Carta das Nações Unidas, porém passou a existir permanentemente a partir de 24 de outubro de 1945.

Sua sede da ONU embora seja em Nova Iorque, tem apenas 4 órgãos   situados neste local, o Tribunal Internacional de Justiça está localizado em Haia, nos Países Baixos, e, há outros órgãos espalhadas por diversos locais do mundo.

O atual secretário geral da ONU, é o sul-coreano Ban Kim Moon, e a organização tem hoje 193 Estados-membros das Nações Unidas e só estes Estados podem votar na ONU.

Veja alguns destes órgãos:

Organização Internacional do Trabalho (Genebra, Suíça)

Organização Marítima Internacional (Londres, Reino Unido)

Fundo Monetário Internacional (Washington, D.C, Estados Unidos)

União Internacional de Telecomunicações (Genebra, Suíça)

Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a   (Paris, França)

Programa Alimentar Mundial (Roma, Itália)

Mas seu principal órgão onde a disputa política é acirrada e onde as forças ideológicas se concentram é o Conselho de Segurança, composto por 15 Estados-membros, sendo 5 membros permanentes (China, França, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos) e os outros 10 membros são temporários que são alterados há cada dois anos, atualmente são membros Áustria, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Gabão, Japão, Líbano, México, Nigéria, Turquia e Uganda.

Já é tempo de renovar seu papel, é preciso criar um programa solidário internacional para promover o fim da pobreza, evitar ditaduras e opressões, defender o direito de educação para todos e principalmente estabelecer a tolerância política, religiosa, de gênero e das culturas.Democracies in crisis, wars spread across the planet, and the role ofonu_sede the UN is the only security, many organizations and political organizations think not.

The first UN meeting was held on April 25, 1945 so 70 years ago in the city of San Francisco in the US, with the presence of 51 governments and non-governmental organizations to draw up the United Nations Charter, but went on to be permanently available from of October 24, 1945.

His UN headquarters in New York though, has only four organs in this location, the International Court of Justice is located in The Hague, the Netherlands, and there are other bodies scattered locations across the world.

The current UN Secretary General, is the South Korean Ban Kim Moon, and the organization now has 193 UN Member States and only these states may vote at the UN.

See some of these agencies:

International Labour Organization (Geneva, Switzerland)

International Maritime Organization (London, UK)

International Monetary Fund (Washington, DC, United States)

International Telecommunication Union (Geneva, Switzerland)

United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (Paris, France)

World Food Programme (Rome, Italy)

But his main organ where the political dispute is fierce and where the ideological forces are concentrated is the Security Council,compound by 15 Member States, with 5 permanent members (China, France, Russia, United Kingdom, United States) and the other 10 members are temporary that are changed every two years ago, now are members Austria, Bosnia and Herzegovina, Brazil, Gabon, Japan, Lebanon, Mexico, Nigeria, Turkey and Uganda.

It is time to renew your role, you must create an international solidarity program to promote an end to poverty, prevent dictatorships and oppression, defend the right to education for all and especially to establish tolerance political, religious, gender and cultures.

 

Hubble, infinito e pós-modernidadeHubble, infinite and postmodernity

24 abr

Há vinte e cinco anos, exatamente no dia 24 de abril de 1990, o ônibus especial DiscoveryNebulosa decolava para colocar em órbita um observatório com um telescópio Hubble, colocado na órbita do planeta, que mudaria a nossa visão do universo, nossa visão da física e quiçá da vida.

Foi possível observar pontos que antes eram inacessíveis aos olhos humanos e eram mistérios para os pesquisadores. Como a Nebulosa Olho de Gato (foto) detectada em 2004, uma nebulosa que está há 3.000 anos luz da Terra, uma nebulosa é um sol que passa a ejetar seus gases antes de se estabelecer como uma estrela solar. Como também a nebulosa Carina, a 7500 anos luz da Terra, formada por gás e poeira que permite aos astrônomos estudarem detalhes da formação de estrelas, a foto foi capturada em 2007.

A revolução copernicana que tirou a visão do geocentrismo, ideia que a terra era o centro do universo, auxiliou a liberar o homem de ideais teocentricos confusos e fazer emergir a ciência e a modernidade, que agora também estão em crise, mas o fato que enxergamos mais longe pode fazer com que nossa miopia seja ultrapassada e passemos a olhar o Outro não como extensão do eu e do Mesmo, mas com iguais direitos que Eu.

A partir da Terceira Meditação Cartesiana, o filósofo Emmanuel Levinas estabeleceu em sua obra Totalidade e Infinito, que há uma ruptura com a categoria da totalidade, que é a partir da relação entre o cogito e a ideia do infinito desenvolvida em Descartes, e de onde Levinas extrair seu projeto de repensar a relação entre o Mesmo e o Outro no plano da ética como filosofia primeira.

“E não devo crer que não percebo o infinito por uma verdadeira ideia, mas somente por uma negação do infinito .. ao contrário entendo de modo manifesto que há mais realidade na substância finita do que na finita e, por conseguinte, que a percepção do infinito é, de certo modo, em mim anterior a percepção do finito, isto é, que a percepção de Deus é anterior à percepção de mim mesmo, pois qual a razão por que me daria conta de que duvido, desejo, isto é, que sou indigente de algo e de que não sou totalmente perfeito, se não houvesse em mim nenhuma ideia de um ente mais perfeito por comparação com o qual conheço meus defeitos ?” (Descartes, 2004, p. 91-92).

Levinas reflete primeiro sobre a sua “duvida de tudo” que é contraditória com a percepção externa da ideia de infinito, uma vez que não é mais o cogito (a dúvida sistemática) que pensa o infinito, mas provém do “eu penso” e deveria ser da própria ideia da substância infinita (agora vista pelo Hubble), o segundo é a inadequação, pois o infinito não é um transbordamento do ideatum, mas a relação exterior que admite a experiência com o novo, o impensado e, portanto, fora da totalidade.

É neste infinito “impensado” que Levinas afirma a relação do Mesmo com o outro, “sem que a transcendência da corte os laços que uma relação implica … “ (Levinas, p. 35), e deste modo Levinas mostra como a modernidade fixa esta relação na base do “eu penso” próprio do racionalismo moderno, e esta é a distância entre a ideia do Outro com o ideatum que está no “ser transcendente, o infinito é o absolutamente outro” (Levinas, Totalidade e Infinito, p. 35-36).

É deste modo que separa a ideia de infinito de Descartes que está na busca filosófica da existência de Deus, enquanto em Levinas está vinculada à procura de uma relação entre o Mesmo e o Outro, que mantenha a exterioridade do Outro, e não presa a ideia do Mesmo.

DESCARTES, R. Meditações sobre a filosofia primeira. São Paulo-Campinas: Editora da UNICAMP, 2004.

LEVINAS, E. Totalidade e Infinito, Lisboa-Portugal, Edições 70, 1988.Twenty-five years ago, exactly on April 24, 1990, the space shuttle Discovery took off to put inNebulosa orbit an observatory with a telescope Hubble, placed in orbit around the planet, that would change our view of the universe, our physical vision and perhaps the life.
It was observed points that were previously inaccessible to the human eye and were mysteries for researchers. As the Cat’s Eye Nebula (photo) detected in 2004, a nebula that is 3,000 years light of Earth, a nebula is a sun passing to eject their gases before settling as a solar star. As well as the nebulous Carina, 7500 light years from Earth, formed by gas and dust that allows astronomers to study details of star formation, the photo was captured in 2007.
The Copernican revolution that swept the geocentric vision, idea that the earth was the center of the universe, helped to release the ideal teocêntricos man confused and bring out the science and modernity, which now also are in crisis, but the fact that we see further may cause our myopia is exceeded and we start to look the Other not as an extension of self and the Same, but with equal rights that I.
Since the Third Meditation Cartesian, the philosopher Emmanuel Levinas established in their entirety and Infinite work, there is a break from the category of totality, which is based on the relationship between the cogito and the infinite idea developed in Descartes, and where Levinas extract your project to rethink the relationship between the Same and the Other ethics as first philosophy plan:
“And I do not believe that do not understand the infinite by a true idea, but only by a denial of the infinite .. unlike understand quite obvious that there is more reality in infinite substance than in finite and, therefore, that the perception of infinity is, in a way, me earlier perception of the finite, that is, the perception of God is prior to the perception of myself, for which reason it would give me that doubt, desire, that is, I am needy of something and I’m not totally perfect, if there was in me any idea of ​​a more perfect being by comparison with which I know my faults?” (Descartes, 2004, p. 91-92).
Levinas reflects first about his “doubts everything” that conflicts with the external perception of the infinite idea, since it is no longer the cogito (systematic doubt) you think the infinite, but comes from the “I think” and should be the very idea of ​​infinite substance (now seen by Hubble), the second is inadequate, because the infinite is not an overflow of ideatum, but the external relation that admits the experience with the new, the thoughtless and therefore outside the entirety.
In this infinite “thoughtless” that Levinas says Even the relationship with the other, “without the transcendence of cutting the ties that implies a relationship …” (Levinas, p. 35), and this way Levinas shows how modernity fixed this relationship on the basis of “I think” itself of modern rationalism, and this is the distance between the idea of ​​the Other with ideatum standing in “transcendent being, the infinite is the absolutely other” (Levinas, Totalidade e Infinito, p . 35-36).
It is in this way that separates the infinite idea of ​​Descartes that is the philosophical search for God’s existence, as in Levinas is linked to the search for a relationship between the Same and the Other, to keep the externality of the Other, and not attached to idea Same.
Descartes, R. Meditations on First Philosophy. Sao Paulo-Campinas: Editora da UNICAMP, Campinas, 2004.
Levinas, E. Totalidade e Infinito. Lisbon-Portugal, Edições 70, 1988.

 

O ser, as coisas e valoresThe being, things and values

23 abr

Que o ser está fragmentado, que o discurso e a cultura foram fragmentados no transcurso da modernidade todos sabemos,Liquidez chamemo-la de líquida, gasosa ou virtual, não será pela adjetivação que resolveremos e colocaremos de volta a vida e a sociedade nos trilhos.

Reconhecer que as esferas pública e privada estão divididas e confusas quando não deveriam ser basta olhar os diversos níveis da “chamada vida pública” para saber que determinados estamentos (e não classes) tomaram conta do público e o tornaram privado.

O problema mais profundo é aquele que nos separada ou nos unes às coisas, sejam elas, dinheiro, tecnologia ou mesmo coisas intangíveis como ideologias, ideias e religiões, e ficamos não no campo da física, já que a meta-física que foi abandonada.

O problema é que as coisas intangíveis ou não são reconhecidas como tal, ou se reconhecidas são vistas separadas do Ser (e não do sujeito, categoria fragmentária da modernidade), já as coisas que se pegam (tangíveis) são vistas como “apropriações” apenas e não como coisas que devem ser pensadas também a partir do Ser, reclamava Husserl: “é preciso voltar as coisas por elas mesmas”, não queria o pai da fenomenologia separá-la do Ser, e sim exatamente o contrário construir, ou reconstruir o projeto ontológico, como no Ser e o Tempo (pdf).

O ser é mais geral, reclamou Heidegger, retomando a metafísica Aristotélica (livro B,4), lemos:

Ao se manter que o “ser” é o conceito mais geral, não pode isto significar que seja o mais claro e que dispense toda outra explicação. O conceito de ser é, ao contrário, o mais obscuro . (HEIDEGGER. 1960, p. 3).

Mas nós fixamos a lógica, as definições bem feitas, onde o  Ser é indefinível, mas tão real quanto tudo o que é tangível, e então ficamos a procura do Ser que é.

Quem está aprofundando e tentando entender a profundidade deste Ser, as ciências ônticas (das coisas separadas do Ser, projeto idealista) não respondem por si mesmas , afirma Heidegger:

Toda ontologia, por mais rico e fortemente estruturado que seja o sistema de categorias de que dispõe, permanece cega e trabalha para a falsificação de sua mais autentica intenção, desde que não começa por esclarecer suficientemente o sentido do ser, e renuncia a compreender este esclarecimento como sua tarefa fundamental. (HEIDEGGER. 1960, p. 11).

Reclama Edgar Morin em A cabeça bem feita, ensinamos tudo, mas não se ensina o homem a aprender a viver, a ser cidadão, etc. no início do capítulo 2 do livro usa a citação do filósofo Blaise Pascal “não se ensina os homens a serem honestos”, poderíamos acrescentar a partir da Cabeça bem feita: não liga os saberes dando-lhes sentido, não se ensina a condição humana e sua relação com a natureza, que impõe limites, para nós (incluo os dois autores) a ontologia (ser) precede à ética, ao contrário do que pensam os especuladores líquidos da modernidade.

HEIDEGGER, Martin. Sein und Zeit. Tübingen: Max Niemeyer, 1960. Versão alemã em função da tradução para o inglês fixando as páginas.That being is fragmented, the speech and culture were fragmented in the course of modernity we all know, let’s call itLiquidez liquid, gaseous or virtual, will not be the characteristic that solve and put back to life and society on track.

Recognizing that the public and private spheres are divided and confused when they should not be just looking at the various levels of the “so-called public life” to know that certain estates (not classes) took public account and become private.

The deeper problem is one that separated us or leagues to things, be they money, technology or even intangible things like ideologies, ideas and religions, and we were not in physics, but the meta-physics that was abandoned.

The problem is that intangible things or are not recognized as such, or recognized are separate views of Being (not the subject, fragmentary category of modernity), since the things that catch (tangible) are seen as “appropriations” only and not as things that should also be conceived on the basis of Being, Husserl claimed: “We need to return things for themselves,” did not want the father of phenomenology separate it from being, but just the opposite building, or rebuilding ontological project.

Being is more general, Heidegger claimed, referring to Aristotelian metaphysics (book B, 4), we read:

By keeping the “being” is the most general concept, this can not mean that it is as clear and that does every other explanation. The concept of being is, on the contrary, the most obscure. (Heidegger. 1960, p. 3).

But we set the logical, well-made settings, where the Self is indefinable, but as real as anything that is tangible, and then we demand of Being it is.

Who is deepening and trying to understand the depth of this Being, the ontic sciences (the separate things of Being idealistic project) does not account for themselves, says Heidegger:

Every ontology, however rich and highly structured to be the system of categories available to it, remains blind and works for the falsification of its most authentic intention, provided that does not begin with sufficiently clarify the meaning of being, and waive understand this clarification as its fundamental task. (Heidegger. 1960, p. 11).

Calls Edgar Morin’s “Hhead well made”, teach everything, but does not teach a man to learn to live, to be a citizen, etc. early in the book, Chapter 2 uses the philosopher Blaise Pascal’s quote “does not teach men to be honest,” we might add from the head well made: not combine the knowledge giving them sense, does not teach the human condition and their relationship with nature, which sets limits for us (I include the two authors) ontology (being) precedes ethics, contrary to what liquids speculators (Bauman & others) think the net of modernity.

HEIDEGGER, Martin. Sein und Zeit. Tübingen: Max Niemeyer, 1960.

 

Reformar o pensamento e a políticaReforming the thought and politics

22 abr

Continuando a ler “A cabeça bem-feita” de Edgar Morin, no capítulo 5 – Aprender a viver, o autor destaca logo de início queCabeçaFeita a maior contribuição de conhecimento do século XX foi saber justamente os limites do conhecimento., depois de criar uma “viático” para enfrentar as incertezas, nada mais próprio para o mundo atual,  onde ele afirmar que a estratégia traz em si a consciência da incerteza que vai enfrentar e, por isso mesmo, encerra uma aposta (p.62), e encerra o capítulo trazendo uma reflexão que cada um deve estar plenamente consciente de que sua própria vida é uma aventura, mesmo quando mesmo tendo alguma pretensa segurança, deve estar plenamente consciente de participar da aventura da humanidade, que se lançou no desconhecido em velocidade, de agora em diante, acelerada (p.63) e a partir daí propõe sua cidadania.

No capítulo 6, “a aprendizagem cidadã” ele propõe que a educação contribua para a autoformação da pessoa (ensinar a assumir a condição humana, ensinar a viver) e ensinar como se tornar cidadão, que é também olhar para a democracia do futuro.

O cidadão é definido, em uma democracia, por sua solidariedade e responsabilidade em relação a sua pátria (p.65) e apresenta uma das maiores dificuldades em pensar o Estado-Nação reside em seu caráter complexo, pois ele é ao mesmo territorial, político, cultural, místico, religioso (p.66), será que hoje reconhecemos isto ?

Para há uma forte correlação entre desenvolvimento de nossa consciência e a consciência que habitamos nossa pátria terrena, que é olhar a todo o globo.

No capítulo 7, ele questiona os famosos “os três graus” da educação, passa a descrever chamado o ensino primário, onde as primeiras interrogações devem ser feitas, já no ensino secundário aprofundá-las para que o ensino universitário seja maduro.

Então a  finalidade da “cabeça bem-feita” é beneficiar um programa com um questionamento que parte do ser humano, ou seja seria através das interrogações do ser humano, que se descobre sua dupla natureza: a biológica e a cultural (p.75).

É preciso, pois, compreender a causalidade mútua inter-relacionada a causalidade circular (retroativa, recursiva) e as incertezas da causalidade. Desta forma, formar-se-á uma consciência capaz de enfrentar complexidades (p.76-77).

No capítulo 8, “a reforma do pensamento” Edgar Mohin retoma o segundo e o terceiro princípios do Discurso sobre o Método que regem a consciência científica. O segundo princípio é tido como princípio da separação; e o terceiro como princípio da redução (p.87).

.    O pensamento que une substituirá a causalidade linear e unidirecional por uma causalidade em círculo e multirreferencial; corrigindo a lógica clássica pelo diálogo capaz de conceber noções complementares e  até antagonistas, e completará o conhecimento da integração das partes em um todo, pelo reconhecimento da integração do todo no interior das partes (p.92-93).

No capítulo 9 “Para além das contradições” Morin nos apresenta os problemas da educação na contemporaneidade. Esses problemas, segundo o autor tendem a ser reduzidos a termos quantitativos: “mais créditos”, “mais ensinamentos”, “menos rigidez”, “menos matérias programadas”… sair dessa reforminhas que camuflam ainda mais a necessidade de reforma de pensamento (p.99).

Morin reforça a tese que vem sendo discutida em todo livro: não se pode reformar a instituição sem prever a reforma das mentes, mas não se podem reformar as mentes sem uma prévia reforma das instituições (p.99).

Boa leitura, há um acesso aberto do livro. “A cabeça bem-feita”.Continuing to read “A well-made head” Edgar Morin, in Chapter 5 – Learning to live, the author highlights the outset that CabeçaFeitamost of the twentieth century knowledge contribution was precisely know the limits of knowledge.
After creating a “Viaticum” to face the uncertainties, nothing more appropriate for today’s world, where it say that the strategy brings with it the consciousness of uncertainty that will face and, therefore, contains a bet (p.62) and closes the chapter leading to think that each one should be fully aware that his own life is an adventure, even when even having some alleged security, should be fully aware of participating in human adventure, which launched the unknown in speed , from now on, accelerated (p.63) and from there proposes citizenship.
In Chapter 6, “citizen learning” he proposes that education contributes to the individual’s self-(learning how to accept the human condition, how to live) and teach how to become a citizen, who is also looking for the democracy of the future.
The citizen is defined, in a democracy, in solidarity and responsibility towards their homeland (p.65) and presents a major difficulty in thinking the nation state lies in its complex character, for he is both territorial, political , cultural, mystical, religious (p.66), will now recognize this?
For there is a strong correlation between development of our consciousness and awareness that inhabit our earthly homeland, which is to look across the globe.
In chapter 7, he questions the famous “three degrees” of education, goes on to describe called the primary, where the first questions should be asked, already in secondary education deepen them for that university education is mature.
So the purpose of the “well-made head” is to benefit a program with a question that part of being human, that is would be through the questions of the human being, which finds its dual nature: the biological and cultural (p.75) .
It is therefore necessary to understand the mutual causality interrelated circular causality (retroactive, recursive) and the uncertainties of causality. Thus, training will be an awareness able to face complexities (p.76-77).
In Chapter 8, “the thought reform” Edgar Mohin takes over the second and third principles of the Discourse on Method governing the scientific consciousness. The second principle is taken as the principle of separation; and the third as the principle of reduction (p.87).
. The thought that unites replace the linear and unidirectional causality for causality in a circle and multi-referential; correcting the classical logic by dialogue able to design complementary notions and even antagonists, and complement the knowledge integration of parts into a whole, the recognition of the integration of the whole inside of the parties (p.92-93).
In chapter 9 “Beyond contradictions” Morin shows in the problems of education nowadays. These problems, according to the author tend to be reduced to quantitative terms: “more loans”, “more teachings”, “loose coupling”, “less programmed materials” … out of this reforminhas to further camouflage the need for reform of thought (p.99).
Morin reinforces the thesis that has been discussed throughout the book: one can not reform the institution without providing for the reform of the minds, but if you can not reform the minds without prior reform of the institutions (p.99).
Good reading “The head well-done.

 

Reformar o pensamento: o mais difícilReforming the thought, the more difficult

21 abr

Entre as várias crises que enfrentamos, já chamada de policrise pelo educador e pensador Edgar Morin, um dos aspectosCabeçaBemFeita mais profundos é o da reformar o pensamento, e quase tudo que está nos moldes do pensamento moderno ou pretensamente pós-moderno está em crise.

O livro A Cabeça bem-feita de Edgar Morin é uma formula breve, mas difícil, de partir de um ponto relativamente simples, afirmar o educador, que por sugestões de Jack Lang, o  então ministro da Educação na França, imaginou fazer inicialmente um “manual para alunos, professores e cidadãos”, (Morin, p. 9) projeto que reformou e continuou, propôs superar a atual fragmentação do conhecimento através do pensamento complexo, passando por uma reforma do pensamento por meio do ensino transdisciplinar, capaz de formar cidadãos planetários, solidários e éticos, aptos a enfrentar os desafios dos tempos atuais.

O capítulo I apresenta os desafios, conectando saberes separados em disciplinas, propondo reuni-los em conteúdos mais polidisciplinares, transversais, multidimensionais, transnacionais, globais, planetário (Morin, p.13).

O capítulo 2 é o coração do livro, por isto intitulado a cabeça bem-feita, o filósofo Edgar Morin introduz a citação de Pascal “Não se ensinam os homens a serem homens honestos, mas ensina-se tudo o mais”, não é uma frase por acaso, mas revela a profunda crise moral que todos enfrentamos, não no Brasil, mas em nível planetário, então aonde pessoas honestas podem encontrar refúgio para enfrentar a parada.

No capítulo o capítulo ele explica como uma aptidão geral de inteligência, pode tornar-se apta para colocar e tratar os problemas de maneira organizados e que permita estabelecer ligação entre os saberes e dando-lhes sentido (p.21).

No capítulo 3 o autor trata da condição humana, assunto já tratado por Hannah Arendt e que é ligada e parte da retomada ontológica, mas que não depende só de reflexões filosóficas e literárias, mas depende das ciências naturais renovadas e reunidas, de assunto que são pouco antropocêntricos, mas ligados ao home: a Cosmologia, as ciências da Terra e a Ecologia (p.35).

Neste capítulo o ser humano é revelado em sua complexidade: ser, ao mesmo tempo, sendo totalmente biológico e totalmente cultural (p.40), poderíamos então repensar a cultura.

No capítulo 4 Aprender a viver, Edgar Morin nos apresenta o pensamento do filósofo Émile Durkheim “o objetivo da educação não é o de transmitir conhecimentos sempre mais numerosos ao aluno, mas o de criar nele um estado interior e profundo, uma espécie de polaridade de espírito que o oriente em um sentido definido, não apenas durante a infância, mas por toda a vida” (p.47), paro por aqui porque reformar o pensamento é uma revolução.

Quem quiser ler, há um pdf disponível na internet, mas é preciso ter “A cabeça bem-feita”.Among the various crises we face, once called policrise by the educator and thinker Edgar Morin, one of the deepest aspectsLaTeteBenFette of the reform is the thought, and almost everything is framed in terms of modern thought or supposedly postmodern is in crisis.

The book A well-made Edgar Morin Head is a brief formula, but hard, leaving a relatively simple point, say the educator, which suggested Jack Lang, the then Minister of Education in France, initially thought to make a ” manual for students, teachers and citizens “(Morin, p. 9) project that reformed and continued, proposed to overcome the current fragmentation of knowledge through complex thought, through a reform of thought through transdisciplinary teaching, capable of forming citizens planetariums, supportive and ethical, able to meet the challenges of the times.

Chapter I presents challenges, connecting knowledge in separate disciplines, proposing bringing them together in more polidisciplinares contents, cross, multidimensional, transnational, global, planetary (Morin, p.13).

Chapter 2 is the heart of the book, therefore entitled to well-made head, the philosopher Edgar Morin introduces Pascal’s quote “Do not teach men to be honest men, but it is taught everything else” is not a phrase by chance, but reveals the profound moral crisis we all face, not in Brazil but in planetary level, then where honest people can find refuge to face arrest.

In chapter chapter he explains how a general ability of intelligence, can become able to place and address problems of organized way and that makes it possible link between knowledge and giving them direction (p.21).

In chapter 3 the author deals with the human condition, subject already treated by Hannah Arendt and which is connected and part of the ontological resumed, but that depends not only on philosophical and literary reflections, but depends on the renewed and combined natural sciences, which are the subject little anthropocentric, but connected to home: Cosmology, Earth science and Ecology (p.35).

In this chapter the human being is revealed in its complexity: being, while being totally biological and cultural fully (p.40), then we could rethink the culture.

Chapter 4 Learning to live, Edgar Morin presents the thought of philosopher Emile Durkheim “the aim of education is not to transmit knowledge ever more numerous the student, but to create in him a deep and inner state, a kind of polarity spirit to guide you in a definite sense, not only during childhood but throughout life “(p.47), stop here because the thought reform is a revolution.

 

Operadoras continuam a crescer e faturar aquiOperators continue to grow and bill in Brazil

20 abr

O grupo Telefônica, sua filial brasileira é dona da Vivo,  já havia anunciado o aumento de capital para cerca deGVT 3 bilhões de euros (em torno de R$ 9 bilhões) que serviu para financiar a fechar negócio com a operadora de banda larga brasileira GVT do grupo francês Vivendi.

A compra acertada com a Vivendi é em torno de 4,66 bilhões de euros (perto dos R$ 15 bilhões) segundo informações em diversos veículos à vista, que significa cerca de 12% da Telefônica brasileira, ou seja continuam ganhando dinheiro fácil aqui.

A Vivo tinha uma pequena dificuldade junto ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), pois existem operações concorrentes da TIM em seletas cidades do estado de São Paulo, e a GVT entrou a pouco tempo neste mercado mas com preços agressivos, mas ainda a cobertura e base de clientes é baixa, de forma que a unificação ainda não garante uma melhora do serviço no estado de SP.

Então qual o sentido da aquisição da GVT, as operações fixas da Vivo se concentram apenas no estado de São Paulo, integrando a GVT aos seus negócios, ela passa a ter uma presença em diversas capitais do país e operará com TV por assinatura, telefonia fixa, móvel e banda larga, ampliando o leque de serviços.

Esperamos que isto resulte em algum ganho de preço e melhora de serviços.The Telefónica group, its Brazilian affiliate owns Vivo, had already announced the capital increase to around 3 billion euros GVT(around £ 9 billion) that was used to finance the close a deal with Brazilian operator GVT broadband French group Vivendi.

The purchase right with Vivendi is around 4.66 billion euros (close to US $ 15 billion) according to information on various vehicles in sight, which means about 12% of Brazil’s Telefonica, ie continue to earn easy money here.

Vivo had a little difficulty with CADE (Brazilian Administrative Council for Economic Defense), as there are concurrent operations of TIM in select cities in the state of São Paulo, and GVT entered a short time in this market but with aggressive pricing, but still cover and customer base is low, so that the combination does not yet guarantee an improvement in the service state SP.

So what’s the point of the acquisition of GVT, fixed operations of Vivo focus only in the state of São Paulo, integrating GVT to their business, she now has a presence in several cities in the country and will operate with pay-TV, fixed telephony , mobile and broadband, expanding the range of services.

Hopefully this will result in some increase in price and improvement of services.

 

Maquiavel e maquiavelismo Machiavelli and Machiavellian

17 abr

Por imaginar situações políticas instáveis e como era possível torna-las estáveis, Maquiavel que vivem de 1969 a 1527, períodoOPrincipe em que se estabelecem os primeiros governos estáveis em muitos pequenos estados europeus, mas quase sempre governado por um príncipe com poderes absolutos, no entanto, envoltos em grandes problemas e instabilidades, este foi o contexto em que Nicolau Maquiavel escreveu sua principal obra “O príncipe” (1513).

Maquiavel tenta responder questões ainda hoje pertinentes: que vícios e virtudes são toleradas em governantes, faz um apelo a humanidade do governante da seguinte forma: todos dirão que é louvável encontrar em um príncipe somente as qualidades consideradas boas, dentre todas aquelas supracitadas, mas não sendo possível possui-las, nem inteiramente observá-las, porque a condição humana não o permite, é necessário que ele seja tão prudene que saiba fugir à infâmia daqueles vícios que o fariam perder o poder: e se possível evitar também os vícios que não lhe tiram o poder, mas não o conseguindo, pode se abandonar a eles sem atribuir-lhes importância.

Assim ao mesmo tempo que ele admite vícios benéficos, ele afirma que uma moral ordinária poderia levar a destruição do Estado, assim Maquiavel admite atitudes políticas que possam ser consideradas vícios, mas vê que há um tipo de vícios que não é aceitável ao Estado.

Trocando em miúdos é aceitável alguma dose de favorecimentos devido a presença no Estado de uma pessoa comum que possua vícios, mas não é aceitável que todo e qualquer tipo de falta de moral seja encontrado em governantes porque pode levar a destruição do Estado.

Para avaliar homens comuns temos que ter critérios claros de juízo, coisas que seriam aceitas em pessoas comuns e, portanto toleráveis em governantes e coisas que em governantes não seriam admissíveis, assim diz o autor do Príncipe: “existem qualidades que têm aparência de virtude, mas levam o príncipe a ruína; e outras que, sob a aparência de vício, produzem a sua segurança e o seu bem-estar”, claro que é o bem esta político e não o seu bolso.

Não são aceitáveis aqueles vícios, que para manter o bem estar, destroem o bem estar do Estado e consequentemente de todo o povo, enfim a arte de governar deve ter princípios.By unstable political situations and imagine how it was possible makes them stable, Machiavelli living from 1969 to 1527, ThePrincea period in which they establish the first stable governments in many small European states, but almost always ruled by a prince with absolute power, however , wrapped in big trouble and instability, this was the context in which Niccolo Machiavelli wrote his major work “The Prince” (1513).
Machiavelli tries to answer relevant questions today: that vice and virtue are tolerated in rulers, appeals to humanity’s ruling as follows: all will say it is commendable find a prince only considered good qualities, among all those above, but not and you can own them, not fully observe them, because the human condition does not allow it, you need it to be as prudene you know escape the infamy of those vices that they would lose power: and if possible also avoid the vices that not you take power, but failing that, can leave them without giving them importance.
So while he admits beneficial addictions, he claims that an ordinary moral could lead to destruction of the State and Machiavelli admits political attitudes that may be considered addictions, but sees that there is a kind of addiction that is not acceptable to the State.
Simply put it is acceptable to any dose of favoritism due to the presence in the state of an ordinary person who has vices, but it is not acceptable that any kind of lack of morals is found in rulers because it can lead to destruction of the State.
To assess common men have to have clear criteria for judgment, things would be accepted in ordinary people and therefore tolerable in rulers and things which governments would not be admissible, thus says the author of the Prince: “There are qualities that have the appearance of virtue, but take the prince to ruin; and others, under the guise of addiction, produce their safety and their well-being “of course it’s good this political and not your pocket.
Those are not acceptable vices that to maintain wellness, destroy the welfare of the state and therefore of all the people, finally the art of government must have principles.