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Idealismo, Fenomenologia e políticaIdealism, Phenomenology and policy

01 maio

Grande parte da esquizofrenia política que vivemos está nos fundamentos do pensamento, afirmamos uma
coisa e o que está acontecendo é outra, colocamos gente ultraconservadora para concertar uma economia pretensamente avançada, e chega-se ao absurdo de vermos coronéis políticos desfilando de revolucionários, nada mais fragmentado (pelo idealismo).

Nada mais idealista e de certa forma “fundamentalista” ideológico do que defender que todos problemas foram criados pela mídia reacionária, pela distorção dos fatos, enquanto os fenômenos a nossa volta (o valor das coisas, o custo de qualquer empréstimo, enfim a vida) dá para ver que não se trata de propaganda e sim de fatos, mesmo que fosse lido por um idealismo, mas objetivo.

A definição de idealismo é simples e complexa, o sujeito pensa sobre as coisas (objetos), mas tudo não passa da percepçãoIdealismo e da forma que o sujeito (a pessoa que o pensa) percebe as coisas, isto nasceu de uma ideologia, mas ela percorreu um longo caminho desde a elaboração de Immanuel Kant até o seu questionamento e síntese em Hegel, que é um idealismo absoluto que reduz o ser a consciência.

O idealismo transcendental de Kant é a doutrina que sendo os homens incapazes de compreenderem exatamente como são as coisas-em-si, criam representações subjetivas construídas pela cognição humana, ou seja tudo é apenas uma representação da realidade e não como ela é.

Há um idealismo objetivo, ou um Hegel de ponta cabeça: o materialismo.

Foi Edmund Husserl que questionou esta visão dos fenômenos, tinha na cabeça duas questões: Como pode ocorrer a verdade objetiva sobre o que está fora da própria consciência? Como o ser humano pode ser capaz de ter conhecimento confiável sobre o que não é imanente aos seus próprios sentidos? Os idealismo responde não as duas questões e responderia também na política, porém alguém com consciência política não dogmática responderia sim corrupções, educação e saúde muito comprometidas e preços cada vez mais altos no dia a dia.

O pensamento de Husserl passou por muitas reviravoltas, lendo sua obra apesar dos termos alternativos conceitos iguais, em diferentes momentos, é visível três períodos identificáveis ​​em sua obra começar com um matemático período inicial, Brentano de influência de 1887-1901, e um período de meio idealista dura de cerca de 1905-1927, e alguém que retorna ao Ser e a ontologia no final de sua vida, em uma obra de sua maturidade Meditações Cartesianas (feitas na Sorbonne de Paris, em fevereiro de 1929) ele indaga o sujeito transcendental: Qual o caminho da imanência do Eu para a transcendência do Outro? E reconfigura a psicologia através da fenomenologia, é o início da retomada ontológica.Much of the political schizophrenia which we live is in the grounds of thought, we say one thingIdealismIng and what’s happening next, put ultraconservative us to fix an advanced allegedly economy, and you arrive at the absurdity of seeing political colonels parading revolutionary, nothing more cynical .
Nothing more idealistic and somewhat “fundamentalism” ideological than argue that all problems were created by the reactionary media, by the distortion of the facts, while the phenomena around us (the value of things, the cost of any loan, short life) you can see that this is not propaganda but of facts, is still an objective idealism.
The definition of idealism is simple and complex, the subject thinks about things (objects), but it is all perception and the way that the subject (the person who thinks), but he’s come a long way since the development of Immanuel Kant to his questioning and synthesis in Hegel, which is an absolute idealism that reduces be consciousness.
The transcendental idealism of Kant is the doctrine that men are unable to understand exactly how things are in itself, create subjective representations constructed by human cognition, that is all just a representation of reality and not as it is.
There is an objective idealism, or Hegel upside: materialism.
It was Edmund Husserl who questioned this view of the phenomena, had in mind two questions: How can occur objective truth about what is out of consciousness itself? Since humans may be able to have reliable knowledge about what is not immanent to his senses? The idealism does not answer the two questions and answer in politics, but someone with no dogmatic political awareness answer yes corruptions, very committed education and health and prices ever higher on the day.
The thought of Husserl went through many twists and turns, reading his work in spite of alternative concepts equal terms, at different times, is visible three periods identified in their work start with a mathematical initial period, Brentano’s influence of 1887-1901, and a period of through hard idealistic about 1905-1927, and someone who returns to Being and ontology at the end of his life, in a work of maturity Cartesian Meditations (made at the Sorbonne in Paris in February 1929) he asks the transcendental subject : Which way the immanence of the I to the transcendence of the Other? And reconfigures psychology through phenomenology, is the beginning of ontological resumed.