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15 « julho « 2015 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para julho 15th, 2015

A construção simbólica do malSimbolismo of Evil construction

15 jul

É preciso entender a possibilidade da verdade e da hermenêutica,SimbolicoMal entendida como busca de uma verdade fora do relativismo, do maniqueísmo e da ambivalência, afirma Ricoeur que é preciso um ato de confessar o “símbolo” e o ato de confissão e “essa confissão é palavra, uma palavra que o homem pronuncia sobre si mesmo” (Ricoeur, 1982, p. 167) e isto significa reconhecer uma culpa, ligado a Agostinho de Hipona, a culpa de uma “ausência do bem”.

Assim a hermenêutica simbólica do mal, expressa precisamente um hiato que separa e agrega, no homem a falibilidade e a culpa: a possibilidade de cair e a queda efetiva.

Mas porque é simbólica, porque é a possibilidade de falir, designa a estrutura da realidade humana que, devido a sua menor resistência, oferece um ponto de vulnerabilidade que permite o mal (Ricoeur, 1981, p. 159), e este limite significa que:

“ … equivale a dizer que a limitação própria de um ser que não coincide consigo mesmo é a debilidade originária de onde emana o mal. E, sem dúvida, o mal não precede dessa debilidade senão que ele ´se põe´. Este paradoxo constitui o centro da simbólica do mal (Ricoeur, 1982, p. 162).

E le desvenda esta debilidade, ente a finitude e infinitude, que remonta a Descartes (ver Meditações Cartesianas de Husserl) mas que comporta o entendimento finito do homem e a vontade infinita, o ser diante do nada e o nada diante do ser, nesta sequência.

É neste ponto que a ontologia ricoeuriana aponta um caminho novo, visto que é essencial para ele o Ser diante do Outro, expresso em várias obras: Outramente e o Outro com si-mesmo, ele desvela definitivamente nesta obra, esta característica intermediária “consiste precisamente em seu ato de existir e por identidade o ato de realizar mediações entre todas as modalidades e todos os níveis de realidade dentro e fora de si” (Ricoeur, 1982, p. 27).

O paradoxo entre finito-infinito consiste justamente em ter “sua visão global de sua não-coincidência consigo mesmo, de sua desproporção, da mediação que realiza pelo fato de existir” (Ricoeur, 1982, p. 28), e por essa desproporção é que “converte a limitação humana em sinônima de ´falibilidade´ “ (Ricoeur, 1982, p. 150).

Mas podemos falhar e não falir, isto é, redirecionar para o infinito logo após a queda.

RICOEUR, Paul. A simbólica do mal, Lisboa: Edições 70, 1982.
You have to understand the possibility of truth and hermeneutics, SymbolismoEvilunderstood as the search for a truth outside of relativism, of Manichaeism and ambivalence, Ricoeur says it takes an act of confessing the “symbol” and the act of confession and “this confession is word, a word that man speaks about himself “(Ricoeur, 1982, p. 167) and that means recognizing a fault linked to Augustine of Hippona, the guilt of an” absence of good. ”

Thus the symbolic hermeneutics of evil, expressed precisely a divide separating and aggregates, the man fallibility and guilt: the possibility of falling and the effective fall.

But because it is symbolic because it is the possibility of bankruptcy, means the structure of human reality that because of their lower resistance, offers a point of vulnerability that allows evil (Ricoeur, 1981, p. 159), and this limit means :

“… To say that the very limitations of a being that does not coincide with himself is the weakness originates from which emanates evil. And of course, evil does not precede this weakness but it ‘if põe’. This paradox is the symbolic center of evil (Ricoeur, 1982, p. 162).

E le reveals this weakness, being the finitude and infinitude, dating back to Descartes (see Cartesian Meditations Husserl) but that it contains the finite understanding of man and the infinite will, be nothing before and nothing before of being in this sequence .

This is where the ontology ricoeuriana points a new way, as it is essential for him to be on the Other, expressed in various works: otherly and the Other with self, he unveils definitely in this work, this intermediate characteristic “it is precisely in its act of existing identity and the act of performing mediations between all types and all levels of reality in and out of itself “(Ricoeur, 1982, p. 27).

The paradox between finite-infinite is precisely to have “a global view of their non-coincidence with itself, its disproportion, which conducts mediation because there” (Ricoeur, 1982, p. 28), and for this disproportion is that “converts the human limitation in synonymous with’falibilidade'” (Ricoeur, 1982, p. 150).

But we can not fail and go bankrupt, that is, redirect to infinity after the fall.
RICOEUR, Paul. The symbolism of evil, 1982