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Arquivo para fevereiro, 2016

Oscar 2016 começa e …

29 Fev

 

E o prêmio de Costumes vai para e a produção também foiChrisRock para Mad Max – a estrada da fúria, senti que ia ser aquela noite de decepções, com Carol e A Garota Dinamarquesa concorrendo, além do extraordinário O Regresso, ai vem a categoria Cabelo e maquiagem de novo Mad Max, ai ai …

 

Ai vem a fotografia, e felizmente ganhou O Regresso, que não usou retoques nem tratamento digital, e Emmanuel Lubezki merecia, comecei a ficar aliviado, Mad Max estava indicado, mas em seguida vem a categoria edição e de novo Mad Max – estrada da fúria, é aquela noite mesmo, depois mais tarde a categoria de Som e Mixagem de som também deu Mad Max..

 

Aí fizeram uma curta edição para homenagear Edições com atores negros, é um mea culpa ?

 

A primeira surpresa agradável foi efeitos visuais para Ex-Machina, depois entraram os Minions apresentando animação curta mensagem e o vencedor foi para Bear Story, sobre a ditadura chilena, foi uma boa premiação e um resgate histórico da opressão no Chile, mas depois veio o Divertidamente, infelizmente Brasil ficou de fora com O menino e o mundo, seria merecido.

 

Nova surpresa o premio de melhor ator coadjuvante foi para Mark Rylances, que fez o espião russo no filme “Ponte dos espiões”, primeiro Oscar deste excelente ator, não deu Stalone!

 

O comediante que apresentou melhor curta metragem fez uma brincadeira dizendo que ia para Mad Max, mas quem ganhou documentário-curta foi A Girl in the River: The Price of forgiveness” e o documentário: “Amy”

 

O Filho de Saul, primeiro longa do diretor húngaro László Nemes ganhou o melhor filme estrangeiro.

 

Depois veio a premiação para a Jimmy Sales e Smith ganharam melhor música para 007 contra Spectre, surpresa desagradável pois haviam ótimas indicações.

 

Alejandro G. Iñárritu ganhou melhor diretor, e melhor atriz para Brie Larson pelo filme Room (O quarto de Jack) e finalmente Leonardo di Caprio ganha melhor ator, de O Regresso.

 

Melhor filme para Spotligh, que já tinha ganhado de melhor roteiro original.

 

Tirando as brincadeiras e ironias de Chris Rock, o agora já e conhecido Alejandro G. Iñárritu, para mim o resto foi decepcionante.

 

Oscar mais branco que a nevasca

26 Fev

Uma nevasca de meio de inverno atingiu a costa leste dos EUA, e a piada éOscarBranco que o Oscar é mais branco que a nevasca, proque que não teve indicados negros, apesar de ter o apresentador da cerimônia Chris Rock que deve tocar no tema, mas com humor de sempre, e tem como presidente da Academia, a executiva negra Cheryl Boone Isaacs, terceira mulher a ocupar o cargo.

 

Mas atores e diretores negros (como Spike Lee, Will Smith, Benício del Todo, Jada Pinkett Smith e outros) já anunciaram o boicote ao Oscar, que aogra mudou regras para admitir entre os votantes as minorias, mas para o próximo ano apenas.

 

O ano passado a transmissão do Oscar teve uma queda de a transmissão do Oscar nos EUA teve uma queda na audiência de 15% em relação a 2014.

Entre as indicações majoritárias em diversas categorias estão  O Regresso” de Alejandro G. Iñárritu lidera a lista com 12 indicações e Mad Max – Estrada da Fúria ficou em segundo, com 10. Já o Brasil está representado pela animação O Menino e o Mundo, de Alê Abreu.

 

Mas há uma brincadeira em diversos sites que Mad Max deve ganhar o Melhor Cabelo e Maquiagem, como uma barbada.

 

Espero premiações para “Perdido em Marte” com sete indicações, Spotlight: Segredos Revelados como melhor filme não seria surpresa, e Mad Max: a estrada da fúria, seria uma decepção.

 

O Oscar 2016 acontece na noite nos EUA de 28/02, madrugada no Brasil e as próximas duas datas já estão agendadas, não boicotei mas citei só o mexicano Iñárritu e o brasileiro Alê.

 

4 bons filmes em lançamento

25 Fev

Um homem entre gigantes, tem a participação de Will Smith 4filmes(Dr. Bennet Omalu) e Alec Baldwin (Dr. Julian Bailes) conta a história de um médico neuropatologista forense que descobre uma trauma relacionado a esportes, chamado TCE (trauma cerebral esporitivo) e vai lutar entre instituições que não desejam a divulgação do trauma, é dirigido por Peter Landesman (“JFK – a história não contada” e o recente “O mensageiro”).

 

Um filme não apenas para religiosos e que estreará na véspera da Pascoa, é O jovem messias, estrelado por Adam Greaves Neal no papel do jovem Jesus Cristo, que teve que fugir para o Egito devido a perseguição de Herodes, e onde vai viver até os 7 anos, também mostra seu nascimento envolto em mistérios, o filme é dirigido por Cyrus Nowrasteh.

 

Ressurreição é mais um filme Pascal, sobre o mistério do sumiço do corpo de Jesus, onde o incrédulo Clavius (Joseph Fiennes) poderoso tribuno militar romano e seu assistente Lucius (Tom Felton) recebem a tarefa de verificar o que aconteceu com o corpo e evitar uma revolta numa Jerusalém em ebulição, o filme é dirigido por Kevin Reynolds (Tristão&Isolda e o Conde de Monte Cristo) tem estréia em 17 de março.

 

Lançamento hoje (25/02), Boa noite mamãe conta uma estória de uma família que vive no meio de um milharal (poderia ser um condomínio fechado), que tem a mãe (Susanne Wuest) afastada para fazer cirurgias plásticas, após o retorno vive o drama de ter os filhos gêmeos de 9 anos não acreditarem que a mulher com o rosto coberto seja sua mãe, então toda a relação familiar se mudará, dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz.

 

O Oscar 2016 (chamado de Oscar Branco, pelas indicações) acontecerá domingo (28/02).

 

4 filmes fora do Oscar

24 Fev

O primeiro a ser destacado é um épico de guerra (dos tempos atuais na 4indicaçõesAoOscarÁfrica), dirigido por Cary Fukunaga (conhecido pela primeira temporada de True Detective) e que toca a questão urgente e relevante, o filme é Beasts of No Nation (foto).

 

Além de melhor filme e melhor diretor, a ator Idris Elba, poderia muito bem ser indicado como Melhor Ator Coadjuvante desse ano e também Abraham Attah como Melhor Ator, além da excelente fotografia do filme.

 

No meu gênero predileto, a ficção, a atriz reconheceu o bom trabalho de Ex-Machina, embora explorou pouco a filosofia por trás desta questão (o deus ex-machina, por exemplo), mas esqueceu o Advantageous pois a obra de Jennifer Phang, que poderia ser indicada para melhor roteiro original, mas também indicaríamos Jacqueline Kim, melhor Atriz que é também co-produtora do roteiro.

 

No gênero comédia A espiã que sabia de menos, dirigido e escrito por Paul Feig, que de novo tem participação de Melissa McCarthy (fizeram As bem-armadas) é muito engraçado e mereciam alguma lembrada da Academia, roteiro original e melhor atriz.

 

Por fim, um surpreendente filme brasileiro, com um trabalho nada menos surpreendente de Regina Casé, o filme A que horas ela volta (a tradução para o inglês ficou melhor como título Second Mother), com a direção de Anna Muylaert poderia ter sido lembrado como melhor filme estrangeiro, a muitos anos não vejo um filme brasileiro com tão boa fotografia.

 

Armazenamento 5D eterno

23 Fev

É o que promete cientistas da universidade de Southampton, usando uma5D data storage.jpg_SIA_JPG nanoestrutura ótica do Centro de Pesquisa Optoeletronica (ORC- Optoelectronics Research Centre) usando um armazenamento cinco-dimensional (5D) para escrever dados a laser em femtossegundos (10-15 do segundo ou um milionésimo do nanosegundo), segundo o site da Univ. de Shothampton.

O armazenamento prevê propriedades sem precedentes, como estabilidade térmica até temperaturas de 1.000OC, capacidade de 360 TB (tera-bytes) e tempo de vida virtualmente ilimitado cerca de 13,8 bilhões de anos a temperaturas de 190oC.

Um texto já havia sido realizado com armazenamento de 360 kb (Kilo-bytes) gravando uma cópia digital de um texto com sucesso em 5D, agora quatro documentos históricos serão gravados: a Bíblia, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), a Ótica de Newton, e, a Carta Magna foram guardadas como cópia que poderão sobreviver a raça humana.

Uma cópia do DUDH codificada foi entregue à UNESCO pela ORC, em cerimônia realizada no México, e novos documentos considerados universais poderão ser copiados em 5D.

 

Vida interior, com outrem e coletiva

22 Fev

Se Locke foi um caminho para a separação do “externo” com o “interior”Multidão pela supressão deste último, mas aderindo a uma transcendência idealista, o caminho de Husserl é um retorno crítico ao cógito cartesiano (supressão do juízo sobre as coisas) (Ricoeur, 2007, p. 119).

Em Meditações Cartesianas reflete isto (download de Conferencias de Paris) mas faz uma passagem da egologia (cartesiana) para a intersubjetividade (com o outro) exige um pouco mais que o cogito.

Isto é feito numa relação com o tempo, que será tema de seu aluno Heidegger em o Ser e o Tempo, na obra de Husserl Lições para uma fenomenologia da consciência íntima do tempo, entretanto, fala da relação “ainda objetal com um objeto que se estende no tempo, que dura, para a constituição do fluxo temporal com a exclusão de toda intenção objetal” (Ricoeur, 2007, p. 119).

Então a relação com a memória, a fenomenologia da lembrança, ou de outro ponto de vista a relação à imagem, tema atual se fala até de cultura da imagem, a re-(a)presentação cede o “lugar a uma constituição, sem menor referência objetal, a do puro fluxo temporal” (Ricoeur, 2007, p. 120).

É notável, diz Ricoeur, a imanência criada entre consciência e tempo em Husserl, que dissocia o tempo físico do tempo da alma vinculados em Aristóteles e desvinculadas em Agostinho.

Isto é importante, porque nos permite entender melhor o problema da imagem, lembrança e de certa forma memória, há diversas descobertas nesta fenomenologia, mas Ricoeur se detém na questão da consciência, primeiro como consciência de algo, e depois como “O fluxo constitutivo do tempo como subjetividade absoluta”, citação do § 36, das Lições de 1905.

O fato que esquecemos, e em nossos dias é mais grave este fenômeno, é devido a um fenômeno íntimo da consciência, daí o nome do livro de Husserl, explicado de maneira acadêmica assim, no § 39: “O tempo imanente constitui-se como uno para todos os objetos e processos imanentes. Correlativamente, a consciência temporal das imanências é a unidade de um todo” (citação em Riceour, 2006, p. 122).

Husserl então dirá do fluxo dos objetos que ocorre no tempo e na consciência, assim tornar algo presente na presentificação da consciência (Husserl chama de consciência impressional) é fruto de tornar presente por um ato reflexivo, a “consciência originária”, a retenção no íntimo de fatos presenciais que podem ser lembrados como a consciência de algo.

Após percorrer o longo caminho de Husserl para não separar a consciência íntima da externa (de algo) pergunta-se se a extensão do idealismo transcendental `a intersubjetividade (a presença de outrem) pode abrir caminho para a “memória comum” coletiva.

Sua resposta é claro que é positiva: “o poder de encenar essas lembranças comuns por ocasião de festas, ritos, celebrações públicas” (Ricoeur, 2007, p. 129) … “isto basta para dar á história escrita um ponto de apoio dentro da existência fenomenológica dos grupos” (idem)

 

Olhar interior: a identidade e o mesmo

19 Fev

Além da questão da vida interior, que devemos ao pensamento de Agostinho, mas é bom dizerVidaInterior que vem de certa forma do neoplatonismo de Plotino, questão que parece quase morta na vida contemporânea pela substituição pelo pensamento idealista da identidade e do si, assim dito por Ricoeur: “o parentesco com a problemática cristã da conversão à interioridade deixou de ser discernível.” (Ricoeur, 2007, pg. 113).

 

Também deixa claro que não é factível aproximá-lo de Descartes, com o cogito (penso logo existo) ou o conscious (conhecentes, conhecer atual, experimentar), na verdade ao afastar- se de ideias inatas cria três noções novas do olhar interior: identidade (identity), consciência (consciousness) e self (o si-mesmo).

 

Locke torna consciênciou uma referencia “confessa ou não” para Leibniz e Condillac, Kant e Hegel, até Bergson e Husserl, para aqui teremos que fazer uma terceira parada no próximo post, sobre o si e o outro.

 

O capítulo XXVII “Of Identity and Diversity” do Livro II de sua obra prima Ensaio Filosófico sobre o entendimento humano,afirma Ricoeur, “ocupa uma posição estratégica na obra a partir da segunda edição (1694)” (Ricoeur, 2007, pg. 2007).

 

Riceour explica que Locke “depois de uma série de operações para limpar terreno”, há diferença entre Descartes das Meditações que é “ … uma filosofia da certeza, que é uma vitória sobre a dúvida, o tratado de Locke é uma vitória sobre a diversidade, sobre a diferença” (Ricoeur, 2007, pg. 114), poristo os idealistas contemporâneos de todos os matizes se debatem sobre estes temas.

 

Depois de várias depurações (exclusão da metafísica da substância, purificação a linguagem pelo Mind versão inglesa do latim mens e outros operações), chega a noção do “mesmo” tão cara a filosofia atual, em sua própria escrita a fórmula da identidade a si: “Pois sendo nesse instante o que é e nda mais, ele é o mesmo e deve assim permanecer enquanto continuar sua existência: de fato, para toda essa duração, ele será o mesmo e nenhum outro” (Ricoeur, 2007, pg 114).

 

Aqui faz o corte da vida interior separada de qualquer possibilidade de relação com a comunitária, explica Ricoeur: “Para nós que nos indagamos aqui sobre o caráter egológico de uma filosofia da consciência e da memória, que não parece propor nenhuma transição dialogal ou comunitária, o primeiro traço notável é a definição puramente reflexiva que abre o tratado.” (Ricoeur, 2007, pg. 114)

 

A falta de visão dialogal e comunitária é justamente o fim da possibilidade de vida interior.

 

RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Trad. Alain Fraçois. Campinas: Editora Unicamp, 2007.

 

Vida interior e filosofia

18 Fev

Quando era criança a quaresma era um momento solene de abaixar o som, moderar o apetite, fazer silêncio, a gente ficava envolto neste clima e, religião a parte, era um momento de vida interior.

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Vida interior é um tema importante, até o fundamentalista político Leonardo Boff concorda (veja seu artigo), talvez em momento de tanta turbulência não custe relembrar a importância desta vida.

Li no livro Paul Ricoeur: “A memória, a história, o esquecimento” (2007) no tópico “Memória Pessoal, Memória Coletiva” importante para nossos dias, o capítulo I. A tradição do Olhar interior, para muitos pouco teria a ver com memória coletiva, mas esta passa pelo pessoal.

Ricoeur faz uma releitura de Santo Agostinho, onde ele afirma: “Foi dito com Aristóteles, diz-se de novo mais enfaticamente com Santo Agostinho, a memória é passado, e esse passado é o de minhas impressões; neste sentido, esse passado é meu passado” (Ricoeur, 2007, pg. 107).

Somos desmemoriados, alguns culpam a internet, mas é falta de análise histórica, este fenômeno do homem contemporâneo é secular e anterior a internet, é fruto da falta de narrativa, dentro ou fora da cultura midiática, falta de um espaço para o “silêncio”, a escuta interior do “ser”.

Sua relação com a vida coletiva é assim expressa por Ricoeur, depois de dizer que o criador desta vida interior no ocidente foi Agostinho de Hipona, afirma: “a novidade dessa descoberta- criação é realçada pelo contraste com a problemática grega, e depois latina, do indivíduo e da polis, que primeiro ocupou o lugar e será progressivamente partilhado entre a filosofia política e a dialética da memória desdobrada, considerada aqui” (Ricoeur, 2007, pg. 108).

Mas Agostinho teve as limitações do seu tempo, conforme Ricoeur: “Contudo, se Agostinho conhece o homem interior, ele não conhece a equação entre a identidade, o si e a memória” (Ricoeur, 2007, pg. 108) e aqui os modernos é que disseram algo.

Ricoeur fará depois a relação desta interioridade com a modernidade, passando por Kant e Husserl, mas se detendo em dois pilares singulares, o de John Locke, relacionado ao empirismo e à dicotomia natureza x cultura, e Husserl, pai da fenomenologia moderna, mas que na questão da “interioridade” trata-a no livro Lições para uma fenomenologia da consciência íntima do tempo, estes veremos depois.

O que podemos tirar de Agostinho, diz Ricoeur: “Pode-se dizer dele que inventou a interioridade sobre o fundo da experiência cristã de conversão” (Ricoeur, 2007, pg. 108), que prefiro traduzir em metanóia, no sentido de mudança de mentalidade e não apenas arrependimento.

 

Correção automática de código

17 Fev

 

Um sistema baseado em aprendizagem de máquina consegue fazer correção deCorrecaoCodigo código de máquina, chamado de “Prophet” tem a capacidade superior em 10 vezes aos sistemas que foram construídos anteriormente para ajudar o desenvolvimento de código para máquinas.

 

O trabalho foi apresentado pelo grupo que desenvolveu o sistema, no Simpósio “Principles of Programming Languages”, realizado em janeiro deste ano, usa um modelo probabilístico de tratar correção de código, ele usa programas de código aberto para fazer a correção.

 

Na simulação o “Prophet” recebeu dados sobre  correções detectando 777 erros em oito aplicações open source armazenadas no repositório GitHub, o sistema de maior popularidade de código aberto.

O estudando Fan Long, participantes do estudo, já havia desenvolvido um algoritmo para preparação de erros de código, com a uma forma de modificação sistemática de código de um programa, com a dificuldade que este processo era mais demorado.

Agora o sistema de aprendizado de máquina funciona junto com esse algoritmo, mas classifica possíveis problemas de acordo com a probabilidade de estarem corretos antes de submetê-los a testes mais demorados com o algoritmo.

O professor e participante do projeto Martin Rinard, afirmou: “Um dos aspectos mais intrigantes desta pesquisa é a descoberta de que, de fato, existem propriedades universais no código correto que podem ser aprendidas pelo sistema a partir de um conjunto de aplicações e aplicadas em outro conjunto de aplicações”, segundo reportagem do IDGNow.

Também explicou o atual estágio de desenvolvimento do sistema:  “Se você é capaz de reconhecer o código correto, isso tem enormes implicações em toda a engenharia de software. Esta é apenas a primeira aplicação do que esperamos que venha a ser uma técnica totalmente nova.”

 

Papa e sua relação com uma filósofa

16 Fev

 

Segundo a BBC de Londres, que teve acesso a troca de cartas entre oJoãoPauloTaminiecha cardeal e depois Papa Karol Wojtyla e a filósofa polonesa Anna-Teresa Tymieniecka, que foram mantidas em segredo por anos pela Biblioteca Nacional da Polônia.

 

Eles se conheceram em 1974, qual Karol era arcebispo de Cracóvia, e Tymieniecka tinha vivido durante a ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial, mas depois foi estudar no exterior e desenvolveu uma carreira como filósofa nos Estados Unidos, onde casou com um economista e teve três filhos.

Tymieniecka contatou o futuro papa sobre um livro de filosofia, e ela viajou para dos EUA para a Polônia para discutir o trabalho, e a troa de cartas começou logo após.

 

O livro era The Acting Person (Pessoa em ação, tradução livre), e depois se encontraram muitas vezes com a presença da secretária do papa ou a sós.

Tymieniecka contatou o futuro papa sobre um livro de filosofia que ele havia escrito. Ela então viajou dos EUA até a Polônia para discutir o trabalho.

Em 1974, ele escreveu que estava relendo quatro cartas de Tymienkiecka escritas em um mês porque eram “significativas e profundamente pessoais”.

Em setembro de 1976, ele escreve: “Minha querida Teresa, recebi todas as três cartas. Você escreve sobre estar arrasada, mas não consegui encontrar resposta a essas palavras.

Aparentemente não foi a única pessoa que teve uma relação próxima, houveram outras.

O papa João Paulo 2º morreu em 2005, depois de um pontificado de quase 27 anos. Em 2014 ele foi declarado santo.