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Arquivo para outubro, 2016

[:pt]A Web 4.0 emerge ?[:en]The Web 4.0 emerges?[:]

31 out

[:pt]O impulso inicial de Tim Berners-Lee para criar em meados dos anos 90web4-0port um protocolo sobre a internet, o HTTP (Web e Internet são camadas diferentes) foi para difundir de modo mais rápido a informação científica, podemos dizer então que era uma Web centrada na informação.

A Web rapidamente se popularizou, então o crescimento da preocupação com a semântica da Web fez Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila publicaram o paper inaugural Semantic Web: new form of Web content that is meaningful to computers will unleash a revolution of new possibilities,  e uma grande parte do desenvolvimento posterior da Web Semântica estava lá projetado como a representação do conhecimento, ontologias, agentes inteligentes e finalmente uma “evolução do conhecimento”.

A Web 2.0 teve como característica inicial a interatividade (O´Reilly, 2005) onde os usuários se tornam mais livres para interagir em páginas da Web e podem marcar, comentar e compartilhar documentos encontrados online.

O artigo apontava o caminho das ontologias, como caminho “natural” para o desenvolvimento e agregar significado a informação na Web Semântica, com metodologias vindo da Inteligência Artificial, que no olhar de James Hendler (Web 3.0) passava por um “inverno” criativo.

Mas três ferramentas integradas acabaram indicando um novo caminho: as ontologias ajudaram a construção de esquemas de organização simples do conhecimento chamado (SKOS – Simple Organization of Knowledge System), um banco de dados para consulta, com uma linguagem chamada SPARQL e aquilo que já era básico na Web Semântica, que era o RDF (Resource DEscription Framework) em sua linguagem descritiva simples: o XML.

O primeiro grande projeto foi o DBpedia, um Banco de Dados proposto pela Free University of Berlin e a University of Leipzig em colaboração com o projeto OpenLink Software, em 2007, que se estruturou em torno do Wikipedia, usando os 3.4 bilhões de conceitos para formar 2.46 de triplas RDF (recurso, propriedade e valor) ou de modo mais simples sujeito-predicado-objeto, indicando uma relação semântica.

Há diversos tipos de Agentes Inteligentes em desenvolvimento, pouco ou quase nada usam a “inteligência” da Web 3.0, haverá no futuro novos desenvolvimentos ? apontamos em artigo recente a ferramenta Semantic Scholar da Fundação Paul Allen, mas ainda a conexão com a Web 3.0 (projetos ligados ao linked data) não é clara.

2016 decididamente ainda não foi o ano da Web Inteligente, ou se quiserem a Web 4.0, mas estamos nos aproximando, os assistentes pessoais (Siri, Cortana, o “M” do Facebook), a domótica (Apple Homekit, Nest), o reconhecimento de imagem e os carros sem motoristas estão logo ali, virando a esquina.

Domótica são os recursos inteligentes caseiros, neste campo a AI cresce rápido.[:en]The initial impulse of Tim Berners-Lee to create in the mid-90´s aoutro protocol on the Internet (Web and Internet are different) was to spread more quickly scientific information, then we can say it was a Web-centered information.
The Web quickly became popular, then the growth of concern for the Semantic Web has Berners-Lee, James Hendler and Ora Lassila published the inaugural paper emantic Web: new form of Web content that is meaningful to computers will unleash a revolution of new possibilities further development there was designed as knowledge representation, ontologies, intelligent agents and finally an “evolution of knowledge.”
Web 2.0 had the initial feature interactivity (O’Reilly, 2005) where users become more free to interact in web pages and can tag, comment and share documents found online.
The article pointed the way of ontologies as a way “natural” for the development and add meaning to information in the Semantic Web, with methodologies from the Artificial Intelligence, which in the eyes of James Hendler (Web 3.0) went through a “winter” creative.
But three integrated tools just indicating a new path: ontologies helped build simple organization called knowledge schemes (SKOS – Simple Organization of Knowledge System), a database for consultation, with a language called SPARQL and what was already basic Semantic Web, which was the RDF (Resource description Framework) in its simple descriptive language: XML.
The first major project was the DBpedia, a database proposed by the Free University of Berlin and the University of Leipzig in collaboration with OpenLink Software project in 2007, which was structured around the Wikipedia, using 3.4 billion of concepts to form 2:46 RDF triples (resource, property and value) or more simply subject-predicate-object, indicating a semantic relationship.
There are several types of Intelligent Agents in development, little or no use “intelligence” of Web 3.0, there will be in the future new developments? We pointed out in a recent article Semantic Scholar Tool Paul Allen Foundation, but also the connection to the Web 3.0 (projects related to linked data) is not clear.
2016 definitely has not been the year of the Smart Web, or if you want the Web 4.0, but we are approaching, personal assistants (Siri, Cortana, the “M” of Facebook), home automation (Apple Homekit, Nest), recognition image and driverless cars are right there around the corner.
Home automation is the home smart features, this field AI grows fast.[:]

 

[:pt]A hermeneutica em Paul Ricoeur[:en]Hermeneutics in Paul Ricoeur[:]

28 out

[:pt]Depois de tentar entender a hermenêutica numa linha:  F. Scheleimacher outro (1768-1834), Martin Heidegger (1889-1976) e Hans-Georg Gadamer (1900-2002), me perguntei qual era a visão de Paul Ricoeur (1913-2005) ?

Encontrei-a em um único livro, que alívio, O conflito das Interpretações, em uma excelente publicação portuguesa da Rés-Editora, embora outras obras de Ricoeur façam referencia ao tema: Teoria da Interpretação e um ensaio sobre Freud.

Começa apresentando o problema de modo claro: “Se um texto pode ter vários sentidos […] é preciso recorrer a uma noção de significação muito mais complexa do que a dos signos ditos unívocos que uma lógica da argumentação requer […]. Por consequência, a hermenêutica não poderia permanecer uma técnica de especialistas […], ela põe em jogo o problema geral da compreensão.” ( RICOEUR, s/a, p. 6) lembro a “interpretação de texto” na escola primária.

Ao contrário de Dilthey que via a interpretação como “o transporte entre duas vidas psíquicas” Ricoeur vai além da vida vivida aos “modos de compreensão disponíveis numa época: mito, alegoria, metáfora” (RICOEUR, s/a, p.) permitindo uma hermenêutica mais “completa”.

Vai além também da “via curta” adotada por Heidegger em Ser e Tempo, para formular uma ontologia da compreensão que “não se chega a ela gradualmente, aprofundando as exigências metodológicas da exegese (sic), da história ou da psicanálise: transportamo-nos até ela através de uma súbita inversão da problemática.” (RICOEUR, s/a, p.8)

Faço a observação da exegese, porque mesmo que se faça a análise minuciosa de uma palavra, sua etimologia e até mesmo sua contextualização histórica, faltará a experiência vivida, eis a única e verdadeira hermenêutica universal e filosófica, a que brota da vida, mas “vivida”.

Na visão de Ricoeur, Heidegger nunca teve a pretensão de analisar um ente particular,  “ele quis reeducar o nosso olho e reorientar o nosso olhar; ele quis que subordinássemos o conhecimento histórico à compreensão ontológica, como uma forma derivada de uma forma originária” (RICOEUR, s/a, p.12), fazendo uma metáfora como gosta Ricoeur, trocar os óculos.

Outramente (outro livro de Ricoeur),  sua ontologia é uma ontologia militante que, partindo do conhecimento histórico, chegará por meio da interpretação, ao plano ontológico, e não só do ser, mas do Outro Ser.

Podemos chamar a via de Ricoeur de via longa, parte da compreensão pela linguagem, ou seja, pretende compreender os signos que compõe a cultura antes de compreender o seu próprio estatuto ontológico, mas deve-se ter o cuidado da reflexão como intermediário entre estes dois estágios, “a reflexão é uma intuição cega se não é mediatizada por aquilo a que Dilthey chamava as expressões nas quais a vida se objetiva” (RICOEUR, s/a, p.19), dito assim:

“O sujeito que se interpreta ao interpretar os sinais já não é o Cogito: é um existente que descobre, pela exegese da sua vida, que está posto no ser mesmo antes de se pôr e de se possuir.  Assim, a hermenêutica descobriria uma maneira de existir que permaneceria de ponta a ponta serinterpretado.” (RICOEUR, s/a, p. 13)

RICOEUR, P. O Conflito das Interpretações: Ensaios de Hermenêutica. trad. port. Artur Morão. Porto: Rés-Editora, s/a.[:en]After trying to understand hermeneutics in a row: F. Scheleimacheroutro (1768-1834), Martin Heidegger (1889-1976) and Hans-Georg Gadamer (1900-2002), I wondered what was Paul Ricoeur vision about this (1913-2005) ?
I found it in one book, what a relief, The Conflict of Interpretations, in an excellent Portuguese publication of Porto  Publishing, although other works of Ricoeur make reference to the subject: Theory of interpretation and an essay on Freud.
It begins by presenting the problem clearly: “If a text can have multiple meanings […] it is necessary to resort to a much more complex meaning notion than that of said univocal signs that an argument of logic requires […]. Consequently, hermeneutics could not remain a technical expert […], it brings into play the general problem of understanding. “(Ricoeur, no /year, p. 6) remember the” interpretation of the text “in elementary school.
Unlike Dilthey who saw the performance as “transportation between two psychic lives” Ricoeur goes beyond life lived to the “understanding of modes available at a time: myth, allegory, metaphor” (. Ricoeur, s / a, p) allowing hermeneutics more “complete”.
It goes beyond also the “way short” adopted by Heidegger in Being and Time, to formulate an ontology of understanding that “you do not get to it gradually, deepening the methodological requirements of exegesis (sic), history or psychoanalysis: Moved to her by a sudden reversal of the problem. “(Ricoeur, s / a, p.8)
I share the observation of exegesis because even if you do a thorough analysis of a word, its etymology and even its historical context, lack the life experience, this is the only true universal and philosophical hermeneutics, which springs from life, but ” living. ”
In Ricoeur’s view, Heidegger never intended to analyze a particular one, “he wanted to retrain our eye and redirect our gaze; he wanted subordinássemos historical knowledge to ontological understanding, as a form derived from an original form “(Ricoeur, s / a, p.12), making a metaphor as like Ricoeur, change the glasses.
Otherly (another book Ricoeur), its ontology is a militant ontology, based on the historical knowledge will come through interpretation, the ontological level, not only of being, but the Other Self.
We can call Ricoeur route long road, part of understanding the language, that is, you want to understand the signs that make up the culture before understanding its own ontological status, but must be careful reflection as an intermediary between these two stages, “reflection is blind intuition is not mediated by what Dilthey called the expressions in which life objectifies” (Ricoeur, no / year, p.19), said thus:
“The guy who plays in interpreting the signals is no longer the cogito: is an existing one that discovers, the exegesis of his life, which is put into being even before sunset and to own. Thus, hermeneutics would find a way to exist that remain from end to end be interpreted. “(Ricoeur, no / year, p. 13)
RICOEUR, P. O Conflito das Interpretações: Ensaios de Hermenêutica. trad. port. Artur Morão. Porto: Rés-Editora, no/year. (pages notes in portuguese edition).

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[:pt]Pontos da IoT para 2017[:]

27 out

[:pt]iot2017A empresa de previsões tecnológicas Gartner, analisa porque a IoT (Internet das Coisas) ainda não deslanchou, e aponta alguns pontos que podem fazer esta internet acontecer em 2017:

IoT segurança

A Internet das coisas introduziu uma gama de novos riscos de segurança e desafios para os dispositivos, suas plataformas e sistemas operacionais, comunicações e até mesmo quais sistemas podem ou devem estar ligados.

A Segurança será uma coisa complicada pelo fato que “coisas” terão processadores individuais e seus próprios sistemas, como baterias, sistemas operacionais e dispositivos que aquecem.

IoT Analytics

Analisar desempenho e funções em “coisas” é diferente de fazer em computadores ou smartphones, porque o modelo de negócio se modifica na medida em que vai analisar informações coletadas por coisas e não por cliente que em ultima instância são pessoas, novas ferramentas e algoritmos de análise estão em desenvolvimento, mas acredita-se que será estável por volta do ano 2021, até devem ir se desenvolvendo conforme a necessidade.

IoT Gestão

“coisas” delonga duração não são triviais, exigem gestão e monitorização. Isto inclui dispositivos de monitoramento, atualização de software e firmware, diagnósticos, análises de acidentes e relatórios, o que poderão trazer problemas em escala para a tarefa de gestão.

Destacamos estes três aspectos essenciais, mas agora terão outros que a Gartner observa: Processadores para gerenciamento em áreas mais amplas com conexão de internet, processos e processadores de baixo consumo de energia, Plataformas e Sistemas Operacionais para a IoT, e finalmente, Normas e Ecossistemas para a IoT

Análise mais detalhada está no relatório da Gartner “Top 10 IoT Technologies for 2017 and 2018.”[:en]IoT points in 2017 The company’s technological forecasts Gartner analyzesiot2017 because the IoT (Internet of Things) has not yet kicked off, and points out some points that can make this internet happen in 2017:

IoT security

The IoT has introduced a range of new security risks and challenges for the devices, their platforms and operating systems, communications and even systems which may or must be connected. Safety is something complicated by the fact that “things” have individual processors and their own systems, such as batteries, operating systems and devices that heat.

IoT Analytics

Analyze performance and functions in “things” is different to do on computers or smartphones because the business model is modified to the extent that will analyze information collected by things not by customer in ultimately are people, new tools and algorithms analysis are under development, but it is believed to be stable around the year 2021 should go to developing as needed.

IoT management

“Things” delay duration are not trivial, require management and monitoring.

This includes monitoring devices, software and firmware updates, diagnostics, analysis and reporting of accidents, which may cause problems in scale to the management task.

We highlight these three essentials, but now will have others that Gartner notes: Processors management in wider areas with internet connection, processes and low-power processors, platforms and operating systems for the IoT, and finally Standards and Ecosystems for IoT.

More detailed analysis is in the Gartner report ““Top 10 IoT Technologies for 2017 and 2018.”

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[:pt]Scholar Semantic é uma novidade ?[:]

26 out

[:pt]A Google poderá perder terreno, desde novembro está online uma versão BETAsemanticweb do Scholar Semantic, que faz busca semântica na Web através de artigos envolvendo autores e suas referências.

Quando se trata de literatura científica faz algumas décadas que vivemos uma sobrecarga de artigos científicos, áreas como a Ciência da Informação já estudam este fenômeno a anos, mas agora a Google parece querem abalar os alicerces das “buscas” no ambiente da Web.

Mas o número agora é astronômico, mais de 100 milhões de papers acadêmicos estão online, e o crescimento é de cerca de 5.00 artigos por dia, como tratar este volume de dados.

O Instituto Allen, dedicado a Paul Allen promete balançar este “mercado” com o lançamento da ferramenta já disponível Scholar Semantic, fiz uma busca no meu nome e já achei alguma coisa.

Lançado em novembro de 2015, e ainda com uma versão beta, o buscador online procura abranger a área de informática, limitada ainda a cerca de 3 milhões de artigos, portanto 3% do universo atual, mas a área de Neurociência já está disponível em 2016, e outras áreas médicas começaram a aparecer.

Oren Etzioni, o chefe do projeto de Inteligência Artificial intitulado de EA2, disse em entrevista que é “impossível não se incomodar com tudo que estamos descobrindo estes dias”.

Deverão avançar mais agora na área médica, porque ela é “tão visceral”, disse Etzioni, e comparando com os serviços de Google Scholar ou PubMed, a capacidade de destacar os papers mais importantes e suas ligações com outros papers, poderão direcionar as pesquisas num futuro muito próximo.

Em quanto tempo este futuro chegará até nós ? Etzione responde: “Eu acho que os primeiros serviços de “assistentes científicos” vão surgir nos próximos 10 anos e eles estão poderão ficar melhores a cada dia, “Nós não estamos falando muito além do horizonte, veremos isto em muito breve”.

Pode já acessar o programa EA2 Semantic Scholar ou pelo site semanticscholar.org , já há vermos também para iOs e Android. [:]

 

[:pt]e-Estônia: um pais digital[:en]e-Estonia: a digital country[:]

25 out

[:pt]Desde sua independência da antiga União Soviética (20 de agosto de 1991),digitalcard a Estônia decidiu que seria um país que se manteria conectado, descentralizado, em uma plataforma aberta de infraestrutura e num processo continuo de continuar melhorando, chamando isto de 4 princípios no seu site.

Os dois pontos chaves desta e-cidadania são o cartão de Identidade ou e-ID e a conexão descentralizada da infraestrutura chamada X-Road, estes abrem as portas para todos os serviços do estado, os dados sociais e econômicos, sendo o eID a identificação capaz de verificar a identidade de uma pessoa em todo o ambiente online.

Os povos da Estônia são de origem dos Fenícios, mas estão intima e etnicamente ligados aos finlandeses e lapões (norte da Noruega), portanto com ligações históricas com toda a Escandinávia, tendo o porto de Tallinn, como sua capital e maior cidade, tendo o país todo cerca de 1 milhão e meio de habitantes.

Com isto a economia se beneficiou com a força dos setores de eletrônica e telecomunicações e dos fortes laços comerciais com a Finlândia, a Suécia, a Rússia e a Alemanha

O sistema de governo é o parlamentarismo, com um congresso com 101 deputados eleitos diretamente pelo voto dos cidadãos.

A Estônia entrou na União Européia em 1 de maio de 2004, ao mesmo tempo que Letônia e Lituânia, tem um PIB de US$ 35.398, que dá uma renda per capita de US$ 26.000.[:en]Since its independence from the former Soviet Union (20 August 1991), digitalcardEstonia decided it would be a country that would remain connected, decentralized, on an open platform infrastructure and a continuous process to keep improving, calling it four principles in its site.
The two key points of this e-citizenship is the identity card or e-ID and decentralized connection called infrastructure X-Road, they open the door to all state services, social and economic data, and the eID identification able to verify the identity of a person around the online environment.
The people of Estonia are the source of the Phoenicians, but are intimate and ethnically related to Finnish and Sami (northern Norway), so with historical links to all of Scandinavia, and the port of Tallinn as its capital and largest city, with the all over the country about 1 million and a half inhabitants.
With this economy has benefited from the strength of the electronics and telecommunications sectors and strong trade ties with Finland, Sweden, Russia and Germany.
The system of government is parliamentary with a Congress of 101 deputies elected directly by the vote of the citizens.
Estonia joined the European Union on 1 May 2004, while Latvia and Lithuania, has a GDP of US $ 35,398, which gives a per capita income of $ 26,000.[:]

 

[:pt]A Web pode mudar mais?[:en]The Web can change more?[:]

24 out

[:pt]As novas mudanças em torno de instituições paralelas, vamos comentar uma delas hoje, a JQuery, jscriptparece apontar para mudanças mais profundas na Web que as Web 3.0 (linked data) e Web 4.0 (agentes inteligentes).

A JQuery passou a se transformar em Fundação JS, para dar apoio e governança aos projetos que são desenvolvidos a partir do JavaScript, a fundação é uma iniciativa Linux mas que conta com empresas como IBM, Samsung e Sauce Labs e muitas outras.

O diretor executivo da JS, Kris Borchers, afirmou que “por um longo tempo, temos oferecido suporte à comunidade JQuery, e a nova marca tem o objetivo de refletir essa realidade”, mas agora segundo suas palavras “o centro de gravidade” é o padrão aberto JavaScript.

As mudanças virão porque os projetos (ao total de 23), entre eles os frameworks de teste Appium e Mocha, o Dojo Toolkit, o utilitário de linting (verificação de código para identificação de erros e problemas) ESLint, o JerryScript.

Esta nova instituição irá promover a ampla adoção e desenvolvimento permanente de soluções JavaScript, e em tecnologias relacionadas, facilitando a colaboração com a comunidade.

Os membros fundadores da JS, como antigos membros da JQuery, foram IBM, Samsung, Sauce Labs, Bocoup, Ripple, Sense Tecnic Systems, SitePen, StackPath, a Universidade de Westminster e o WebsiteSetup.

O Brasil tem uma comunidade JS bastante ativa e seus projetos podem ser vistos no seu site.

 [:en]The new changes around parallel institutions, we will comment one of them today, JQuery, seems tojscript point to deeper changes in the Web 3.0 Web (linked data) and Web 4.0 (intelligent agents).

JQuery went on to become Founding JS, to support and governance to the projects that are developed from JavaScript, the Foundation is an initiative Linux but with companies like IBM, Samsung and Sauce Labs and many others.

The Executive Director of JS, Kris Borchers, stated that “for a long time, we have offered support to the JQuery community, and the new brand aims to reflect this reality,” but now according to his words, “Center of gravity” is the open standard JavaScript.

The changes will come because the projects (23 total), among them the test frameworks Appium and Mocha, the Dojo Toolkit, linting utility (verification code to identify errors and problems) ESLint, JerryScript.

This new institution will promote widespread adoption and permanent solutions development JavaScript, and related technologies, facilitating collaboration with the community.

The founding members of JS, as former members of the JQuery, were IBM, Samsung, Sauce Labs, Bocoup, Ripple, Sense Tecnic Systems, SitePen, StackPath, the University of Westminster and the WebsiteSetup.

The Brazil has a very active JS community and his designs can be seen on its site.[:]

 

[:pt]É possível uma hermenêutica hoje ?[:en]Is possible hermeneutics today?[:]

21 out

[:pt]Difundem-se teorias e semi-teorias, estas últimas em maior parte, lupamundochamo de semi-teoria não aquela que é incapaz da hermenêutica para não cair no erro tautológico, aquela que é capaz de interpretar uma teoria o mais próximo do que o autor quis dizer.

Semi-teoria é simplesmente a leitura de parte de uma teoria fazendo um recorte por aspectos periféricos e desconsiderando centrais, por exemplo, uma leitura de Hegel a partir apenas da Fenomenologia do Espírito sem os Elementos (ou Princípios) de Filosofia do Direito, como se não formassem um todo, ou ainda desconsiderando uma parte importante de seu trabalho em Ciência e Lógica (1812-1816) e Enciclopédia das Ciências Filosóficas (1817-1830).

A hermenêutica referia-se classicamente na interpretação da Bíblia, pode parecer que foi por isto que a hermenêutica filosófica, iniciado em Heidegger e fundamentada em Gadamer, tenha buscado em Scheliermacher, hermenêutica bíblico, que afirmava que: “O sentimento da imortalidade e da fé na imortalidade fundam-se na “imortalidade da união da essência de Deus com a natureza humana na pessoa de Cristo”.

Isto pareceria um vínculo oportunista entre religião e filosofia, mas não é exatamente isto, embora o vínculo exista, mas o fato que para Scheleiermacher a religião é a relação do homem com a Totalidade (com o Todo), e se o Todo se relacionam também com a metafísica e a moral, a interpretação de textos não bíblicos também podem ser feitas nesta relação com o Todo.

Os propósitos de Scheleiermacher são universais, e por isto ele pode falar de uma hermenêutica universal que se supôs acima das hermenêuticas particulares: a bíblica, do direito e das ciências sociais; assim: “pressupõe que o mal entendido é um resultado costumeiro (SCHELEIERMACHER, 2005, p. 22), tem como objetivo: “compreender o enunciado no começo tão bem quanto seu ator, e depois melhor que ele” (Scheliermacher, 2005, p. 23) e ela “depende do talento para a linguagem e do talento para o conhecimento de pessoas individuais (Scheleiermacher, 2005, p. 11).

Compreender melhor que o autor ao explicitarmos o que está inconsciente no processo de criação do autor, sendo preciso colocar tanto a posição objetiva quanto a subjetiva em sua fala ou escrita, objetivamente aprendendo a linguagem como o autor a possuía, e, subjetivamente aprendendo sobre a vida e as condições contextuais de vida do autor.

Scheleiermacher saliente que há dois tipos de talentos que raramente se encontram em uma única pessoa: a precisão gramatical e suas possibilidades de expressão, por exemplo, no uso de analogias e metáforas.

Podemos perguntar agora se é possível a um interprete reconstruir o processo criativo do autor, ele precisará primeiro descobrir o processo que motivou o autor e que com o processo criativo constitui uma unidade, e, ao discutir a interpretação identificar o processo divinatório e comparativo que levaram o autor a determinado texto.

Entendamos o processo divinatório como aquele que “em nós, por assim dizer, nos transformamos na outra pessoa e tentamos compreender o elemento individual diretamente (Schileimacher, 2005, p. 92).

Scheleimacher, F. Hermeneutica e crítica. Vol 1.  Ijuí: Unijuí, 205.[:en]Diffuse theories and semi-theories, the latter for the most part,lupamundo I call semi-theory not one that is incapable of hermeneutics not to fall in tautological error, one that is able to interpret a theory the closest to what the author wanted to say.

Semi-theory is simply the reading part of a theory making a cut by peripheral aspects and disregarding plants, for example, a reading of Hegel from only the Phenomenology of Spirit without the elements (or principles) of Philosophy of Law, as not form a whole, or ignoring an important part of their work in Science and Logic (1812-1816) and Encyclopedia of Philosophical Sciences (1817-1830).

Hermeneutics was referring in classic interpretation of the Bible, it may seem that this is why the philosophical hermeneutics, which began in Heidegger and based on Gadamer, has sought in Scheliermacher, biblical hermeneutics, which stated that: “The feeling of immortality and faith immortality founded on the “union of the immortality of the essence of God with human nature in the person of Christ.”

This would seem an opportunistic link between religion and philosophy, but not exactly, although the link exists, but the fact that for Scheleiermacher religion is man’s relationship with the Totality (the Whole), and the All also relate with metaphysics and morality, the interpretation of non-biblical texts can also be made in this relationship with the whole.

The Scheleiermacher purposes are universal, and that he can speak of a universal hermeneutics that was supposed above particular hermeneutical: the Bible, the law and social sciences; thus: “I assume that the misunderstanding is a usual result (Scheleiermacher, 2005, p. 22), aims to” understand the statement at the beginning as well as your actor, and then better than he “(Scheliermacher, 2005: . 23) and it “depends on the talent for language and a talent for the knowledge of individuals (Scheleiermacher, 2005, p. 11).

Better understand the author to explicating what is unconscious in the author’s creation process, which takes place both the objective position on the subjective in their speech or writing objectively learning the language as the author possessed, and subjectively learning about life and contextual conditions of the author’s life.

Scheleiermacher point out that there are two kinds of talents that are rarely found in one person: the grammatical accuracy and possibilities of expression, for example, the use of analogies and metaphors.

We can now ask whether it is possible for an interpreter to reconstruct the author’s creative process, he must first find out the process that led the author and with the creative process is a unit, and to discuss the interpretation identify the divination process and comparative leading the author of a given text.

Understand the divination process as one that “in us, so to speak, we become the other person and try to understand the individual element directly (Schileimacher, 2005, p. 92).

Scheleimacher, F. Hermeneutica e crítica. Vol 1.  Brazil, Ijuí: Unijuí, 205.

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[:pt]Que é hermenêutica  [:en]What is hermeneutics?[:]

20 out

[:pt] 

Se tivesse que a definir de modo simples,hermeneutics diria que é uma interpretação verdade, a palavra interpretação é mais comum no português que hermenêutica, sendo ligada a correção interpretação bíblica feita por Schleiermacher (1768-1834), pois ele pretendeu ser o primeiro a unificar as várias teorias hermenêuticas de disciplinas específica numa hermenêutica universal.

Para Schleiermacher, a hermenêutica é a arte de compreender a linguagem falada e escrita, e ela pressupõe que erros de interpretação constantemente ocorrem, e uma vez que a escrita fica ligada a língua do autor, ele fez uma divisão em duas partes: a interpretação gramatical que trata a compreensão semântica e sintática da linguagem, e a interpretação técnica ou psicológica que trata do pensar do autor, como ele desenvolveu seus pensamentos.

Foi uma influencia decisiva no pensamento de Georg-Hans Gadamer, sendo o segundo também ligado a hermenêutica Wilhelm Dilthey (1833-1911) estudioso de  Schleiermacher, mas cujo projeto central era criar uma metodologia única para as ciências humanas, visto que o método das assim chamadas “ciências naturais” não é apropriado pelas ciências humanas.

Martin Heidegger (1889-1976) combina o método de pesquisa fenomenológica de Husserl com aspectos da teoria da compreensão da vida de Dilthey, além das influencias citadas em posts anteriores (Platão, Aristóteles, Mestre Eckhard e Leibniz) queremos também salientar agora, uma vez visto a importância de Hegel, fora do âmbito da razão, Sφren Kierkegaard e Friedrich Nietzsche, já afirmamos Heidegger dirá que é preciso conhecer o significado do Ser, e particularmente do ser dos seres humanos antes de discutir nossos conhecimentos sobre as entidades.

A descrição cuidadosa do que são os seres humanos na vida real, não admite um projeto idealista ou num recorte materialista ou mesmo consumista, é saber o que temos como auto compreensão interpretativa de que temos de nossa ida.

O projeto da hermenêutica é abandonado em o Ser e o Tempo, mas o circulo hermenêutico do qual Hans-Georg Gadamer (1900-2002), que diz de modo provocativo que a hermenêutica de Heidegger tem estruturas prévias de compreensão, que são “preconceitos”, mas podemos pensar então que há também preconceitos positivos que levam a interpretação correta.

A compreensão hermenêutica ocorre quando o horizonte passado do texto com o horizonte presente daquele que o interpreta e compreende se fundem, trata-se do horizonte do interprete agora expandido, está em germe em Heidegger e em método em Gadamer.[:en]If you have to define “hermeneutics” inhermeneutics simple terms, I would say that is an interpretation of fact, the word interpretation is more common in Portuguese that hermeneutics, being linked to correction biblical interpretation made by Schleiermacher (1768-1834), as he intended to be the first to unify the various hermeneutical theories of specific disciplines in a universal hermeneutics.

For Schleiermacher, hermeneutics is the art of understanding the spoken and written language, and it assumes that misinterpretations occur constantly, and since writing is connected to the author’s language, he made a division into two parts: a grammatical interpretation which deals with the semantic and syntactic comprehension of language, and the technical or psychological interpretation that deals with the thinking of the author, as he developed his thoughts.

It was a decisive influence on the thinking of Hans-Georg Gadamer, and the second also on hermeneutics Wilhelm Dilthey (1833-1911) scholar Schleiermacher, but whose central project was to create a unique methodology for the human sciences, as the method of so called “natural science” is not appropriate for the humanities.

Martin Heidegger (1889-1976) combines the phenomenological research method of Husserl with aspects of the theory of understanding Dilthey’s life, besides the influences mentioned in previous posts (Plato, Aristotle, Leibniz and Eckhard Master) also want to point out now, once seen the importance of Hegel, outside the sphere of reason, Sφren Kierkegaard and Friedrich Nietzsche, Heidegger will say we have stated that we need to know the meaning of being, and particularly of being human beings before discussing our understanding of the entities.

A careful description of what human beings are in real life, does not allow an idealistic project or a materialistic consumerist or even cut, it is to know what we as self-interpretive understanding that we have of our trip.

The hermeneutics of the project is abandoned in Being and Time, but the hermeneutic circle which Hans-Georg Gadamer (1900-2002), which says provocatively that Heidegger’s hermeneutics has understanding of previous structures, which are “prejudices” but we then think that there are also positive prejudices that lead to correct interpretation.

The hermeneutic understanding occurs when the text of the last horizon with the horizon this one who interprets and understands merge, it is the horizon now expanded interpreter is in germ in Heidegger, Gadamer in method.[:]

 

[:pt]O que é ser em Heidegger[:]

19 out

[:pt] 

A questão que Gadamer põe ao final de sua interpretação de Heidegger é se é ser2possível ir além do “acirramento dialético-especulativo de Hegel das contradições do entendimento, dirigindo- se até mesmo para uma superação da lógica e da linguagem da metafísica ?” (Gadamer, p. 309), e a questão do nada, tal como formulada em Parmênides, de modo parecido a determinação do divino por meio da energia (do ato) sem potência como em Aristóteles, apareça como a total destituição do nada (idem).

No entanto, agora entrará em cena, estendendo o nada até Hegel e Husserl, que já formula- mos “porque há antes o ente e não antes nada?”, como me sugeriu uma adolescente: “o que fez Deus antes de criar o mundo”, “e porque não criou antes” ou ainda “poderia não ter criado e nos salvaria de muitos problemas”, claro para quem crê é que a questão é parecida.

O Ser que se desvela em Heidegger está ligado a consciência histórica, digo assim por Gadamer “ … o ponto de partida transcendental em Heidegger é o ente cujo ser está em jogo e que a doutrina dos existenciais em o Ser e tempo carregam consigo a ilusão transcendental, como se o pensamento de Heidegger não fosse outra coisa senão, para falar com Oskar Becker, a elaboração de outros horizontes, até aqui não estabelecidos, da fenomenologia transcendental, horizontes esses que dizem respeito à historicidade do ser-aí” (Gadamer, p. 311).

Mas o ser completamente elabora em Heidegger é novo: “a verdade do ser é a não verdade, isto é, o encobrimento do ser na ‘errância´, não há mais como desconsiderar a mudança decisiva no conceito da ´essência´, que se segue da destruição da tradição grega da metafísica, na medida em que ele deixa para trás o conceito tradicional da essência do mesmo modo que o conceito tradicional do fundamento essencial” (Gadamer, p. 311)

Assim nesse novo conceito de essência “a partir do ser do utensílio, que não tem sua essência em sua impertinência objetiva, mas em seu estar à mão que alguém já sempre deixa ser para além dele em meio ao trabalho, a partir do ser da obra de arte, que abriga de tal modo sua verdade em si, que essa verdade não se torna manifesta de qualquer maneira senão na obra …” (Gadamer, p. 311).’

Ele distingue a essência por sua “insubstancialidade do conceito de objeto de consumo, tal como esse objeto pertence à produção industrial.” (Gadamer, p. 312).

Mas não há mais o dualismo nominalista, “a partir da palavra: também a palavra não possui a sua ´essência´ em ter sido totalmente expressa, mas naquilo que ela deixa sem ser dito, tal como é demonstrado no caso do emudecimento e do silêncio” (Gadamer, p. 312).

Agora “um segundo grande complexo de problemas, que entra em cena agora sob uma nova luz, é o tu e o nós” (Gadamer, 313) que anunciou seus re-leitores Ricoeur, Levinas e o próprio Gadamer.

GADAMER, H.G. Hegel, Husserl, Heidegger. Petrópolis, RJ: Vozes, 201[:]

 

[:pt]Metafísica e filosofia da história[:en]Metaphysics and philosophy of history[:]

18 out

[:pt]O aprofundamento de Heidegger na antiguidade clássica,
realidade
Platão e Aristóteles, na escolástica de Agostinho de Santo Tomás, e a releitura de Kant, Hegel e até seu idolatrado mestre Husserl, fazia a academia alemã dos anos 1950, no final da 2ª. Guerra mundial, “começar de maneira totalmente e não reter nada daquilo que até então se mostrava como válido” (Gadamer, p. 306), e  isto aconteceu “na medida em que Heidegger acolher a crítica aristotélica à ideia do bem e a transformara de maneira frutífera, sublinhando particularmente o conceito aristotélico de analogia” (Gadamer, p. 307).

Não se deve fazer isto sem a necessária atualização histórica sobre a questão da consciência histórica introduzida por Hegel, onde: “a concepção hegeliana de uma história da filosofia já se mostrava completamente como filosofia, como uma parte isolada no interior da filosofia da história, que procurava demonstrar por sua vez a presença da razão também na História (Gadamer, 399).

A retomada ontológica de Heidegger, devia retomar a linguagem da metafísica como questão, e de certa forma se confunde com Hegel, pergunta assim Gadamer: “será que a nova radicalidade com a qual Heidegger despertou as mais antigas questões da filosofia para uma nova atualidade a figura conclusiva da metafísica ocidental … ? ou serão que foi o círculo da filosofia da reflexão que paralisou toda esperança de liberdade e de liberação e obrigou o pensamento heideggeriano a retomar a sua vida ?” (Gadamer, p. 307).

Deve-se conforme responde Gadamer, por um lado compartilhar com Hegel o acolhimento da história no próprio ponto de partida filosófico, e por outro “a dialética secreta e não desvendada, que está entranhada em todos os enunciados essenciais de Heidegger” (Gadamer, p. 308).

No pensamento de Heidegger temporal do homem, ele “parece pretender para si uma genuína autoconsciência histórica, sim, mesmo uma autoconsciência escotologicamente* marcada” (Gadamer, p. 308).

O segundo tema crítico, apontado por Gadamer na obra de Heidegger, é o que denomina como “o ser” e busca interpretar a tautologia do ser que é mediação do imediato, que segundo Gadamer seria uma “segunda imediatidade escamoteada” (Gadamer, p. 309)

Mas a questão central que remete ao tema da linguagem da metafísica, é retomar a questão aristotélica de Leibniz e Schelling: “o que é o ser do ente?” refazendo-a como “porque há antes o ente e não antes nada?” questão fundamental para o existencialismo ontológico atual.

GADAMER, H.G. Hegel, Husserl, Heidegger. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

Escatológico – aquilo que o é fim último da humanidade, ou o que se tem como fim último na autoconsciência como pretendeu Heidegger.[:en]Deepening of Heidegger in the classical antiquity, Plato and realityAristotle, the scholastic Augustine of St. Thomas, and the reading of Kant, Hegel and even idolized her master Husserl, was the German academy of the 1950s, at the end of the 2nd. World War II, “get fully way and not retain anything of what until then was shown as valid” (Gadamer, p. 306), and this happened “in that Heidegger accept the Aristotelian critique of good idea and turned to fruitfully, particularly stressing the Aristotelian concept of analogy “(Gadamer, p. 307).

Do not do this without the necessary historical update on the issue of historical consciousness introduced by Hegel, where “the Hegelian conception of history of philosophy he was already quite like philosophy, as a separate part within the philosophy of history, which sought to demonstrate in turn the presence of reason also in history (Gadamer, 399).

Ontological resumption of Heidegger, should resume the language of metaphysics as a question, and in a way confused with Hegel asks so Gadamer, “will be the new radicalism with which Heidegger aroused the oldest philosophy of questions for a new present to conclusive figure of Western metaphysics …? or will that was the circle of reflection philosophy that paralyzed all hope of freedom and liberation and forced Heidegger’s thought to take over your life? “(Gadamer, p. 307).

It should be as answers Gadamer, on the one hand share with Hegel the host of the story at the very point of philosophical departure, and other “secret dialectic and not unraveled, which is embedded in all the essential statements of Heidegger” (Gadamer, p . 308).

In the thought of temporal Heidegger the man, he “seems to claim for himself a genuine historical self-consciousness, yes, even a self escotologicamente* marked” (Gadamer, p. 308).

The second critical issue, pointed out by Gadamer in the work of Heidegger, it is what is called as “being” and seeks to interpret the tautology of being that is immediate mediation, which according to Gadamer would be a “second immediacy concealed” (Gadamer, p. 309)

But the central question that refers to the subject of the metaphysical language, is to resume the Aristotelian question of Leibniz and Schelling, “because there’s before the one and not before anything?” “What is the being of beings” remaking it as a matter fundamental for the current ontological existentialism.

Gadamer, H. G. Hegel, Husserl, Heidegger. Petrópolis, RJ: Vozes 2012. (Brazilian edition)

* Eschatological – what is the ultimate end of humanity, or what you have as the ultimate in self-awareness as intended Heidegger.[:]