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novembro « 2016 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para novembro, 2016

[:pt]O futuro e o acasalamento das baleias[:en]The future and mating of whales[:]

30 nov

[:pt]O capítulo 1 é finalizado com reflexões que fazem as interações passado-presente casalbaleiase presente-futuro dignas de amplo questionamento, só pelo fato de “vivermos no presente não significa que nós o conhecemos” e “nós perdemos a evolução linear, o vir a se programado, o futuro robotizado…”(MORIN, 2010, p. 34), ressalta o pensador francês.

É preciso retornar nosso olhar para o passado antes de desejarmos vislumbrar o futuro. Tomando as conceituações de Morin no livro em pauta, podemos considerar que enquanto crermos conhecer o passado educacional como algo já desvendado, ainda estaremos “[…] na noite e na neblina […]” (p. 52), tanto perdidos no presente como incapazes de ver o amanhã.

Osegundo e último capítulo, intitulado “o acasalamento das baleias”, ele se pergunta sobre  a a possibilidades de a sociedade global fazer nascer uma noção de “nova” humanidade. Nova por nossa conta, no período do livro, ainda havia a guerra fria entre Estados Unidos e União Soviética, mas agora estamos ai com a morte de Fidel em Cuba, Donald Trump, a direita francesa quase no poder e Putin na Rússia, é uma volta ao passado?

Porque o acasalamento das baleias, porque elas são o símbolo da luta pelo planeta.

Morin aponta para a consciência sobre o potencial aniquilamento do planeta como os recursos de água, o reflorescimento e um dar-se conta da gravidade que evite a morte de todos.

Enfim,  Morin reflete em torno das possibilidades de resistência da sociedade global e em torno de um futuro catastrófico, a possibilidade de uma “megamorte” (MORIN, 2010, p. 56), que se tornaria um vetor para a construção de uma humanidade planetária, que evitasse a ruína do homem.

Além deste, outro ponto que o autor destaca é uma grande positividade em meio ao enganoso desenvolvimento econômico do neoliberalismo nascente: a percepção de que “o futuro não é mais a fulgurante marcha para a frente, ou, antes, é a fulgurante marcha para a frente das ameaças de aniquilamento que devemos resistir […]” (p. 62).

MORIN,E. Para onde vai o mundo? Tradução de Francisco Morás. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2010.[:en]Chapter 1 is finished with reflections that make past-present and casalbaleiaspresent-future interactions worthy of ample questioning, just because “living in the present does not mean that we know it” and “we lose linear evolution, come to be Programmed, the robotized future … “(MORIN, 2010, 34), stresses the French thinker.

We must turn our gaze to the past before we want to glimpse the future. Taking Morin’s conceptions in the book in question, we may consider that as long as we believe that we know the educational past as something already unveiled, we will still be “… At night and in the haze lost in the present as unable to see tomorrow.

The second and final chapter entitled “the mating of whales,” he wonders about the possibility of global society giving rise to a notion of “new” humanity. New on our account, during the book period, there was still a cold war between the United States and the Soviet Union, but now we are there with Fidel’s death in Cuba, Donald Trump, the French right-wing almost in power and Putin in Russia, is a back to the past?

Because the whales mating, because they are the symbol of the fight for the planet.

Morin points to awareness about the potential annihilation of the planet as water resources, reforestation and a realization of gravity that prevents the death of all.

Finally Morin reflects on the possibilities of resistance of global society and around a catastrophic future, the possibility of a “mega-dead” (MORIN, 2010, 56), which would become a vector for the construction of a planetary humanity, That would avert the ruin of man.

In addition to this, another point that the author highlights is a great positivity amid the misleading economic development of nascent neoliberalism: the perception that “the future is no longer the dazzling march forward, or rather it is the dazzling march towards In the face of the threats of annihilation which we must resist … “(p.62).

MORIN, E. Para onde vai o mundo? (Where is the world going? )Translation by Francisco Morás. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2010.[:]

 

[:pt]Para onde vai o futuro II?[:en]Were the future is going II ?[:]

29 nov

[:pt]Comentamos apenas o prefácio do livro de Edgar Morin, para agora introduzir suas  futuroport ideias principais, o educador começa por descantar a ideia de uma previsão linear, a “ideia de que “o futuro se forjaria no e pelo desenvolvimento das tendências dominantes da economia, da técnica e da ciência”  (Morin, 2012, p. 11), isto já foi dominante mas verificou-se ineficiente.

Cita o perito dos peritos franceses, o presidente das Sociedades Estatísticas da França, Robert Gibrat que afirmou: “Nestes últimos vinte anos, os peritos regularmente se equivocaram”.

Descarta assim categoricamente, a concepção do vir a ser histórico como uma concepção simplista, é preciso conceber o futuro por uma concepção complexa, analisa por exemplo, a revolução Francesa, que preciso não apenas ser reescrita no século XIX, com idas e vindas como a Restauração por exemplo, mas por meio de experiências novas como a do socialismo no século XX, do bolchevismo, do stalinismo, do libertarismo, da destalinização, que correspondiam ao que chama de “brecha no presente”, onde: o conhecimento do presente requer o conhecimento do passado que, por sua vez, requer o conhecimento do presente.” (Morin, 2012, pag. 13)

Pois com certeza, o “o estado domundo presente carrega consigo, potencialmente, as situações do mundo futuro” e assim trata-se dentro da complexidade identificar estas potencialidades, que não são somente consequências das “criações/invenções atuais que podem ser eventualmente imaginadas” (idem).

Parte do futuro deve ser desvelada, ainda não tomou “forma no húmus do presente”, isto é, desvelar o que está morrendo, numa análise bem mais complexa e mais esclarecedora que o líquido simplista de Zygmunt Bauman.

Para Morin, “os princípios que permitem imaginar a evolução da história” (pag. 15), ao contrário de partir da “inépcia de toda predição fundada numa concepção evolutiva tão simplista … é multidimensional; ela comporta fatores geográficos, econômicos, técnicos, políticos, ideológicos … antes de tudo jogo de inter-retro-ações, isto é, elo em perpétuo movimento.” (idem)

Afirma que tudo que é evolutivo “obedece a um princípio multicausal. A causalidade é uma multicausalidade na qual não somente as inter-retro-açóes se combinam e se combatem entre si, mas também na qual todo processo autônomo produz sua causalidade própria, sempre sofrendo as determinações exteriores, isto é, comporta uma auto-exo-causalidade complexa.” (ibidem)

A análise de Morin que me parece apropriada para o momento, que é derivada de seu Método I – A natureza da natureza, é das “ações que desviam de seu curso, derivam, invertem seu sentido, provocam reações e contra-açoes que as submergem. Daí os efeitos bumerangue, onde o golpe não golpeia o inimigo, mas o autor, e os efeitos ´perversos, cujos burburinhos já estamos percebendo” (Morin, 2012, pag. 16).

Morin parece descrever os fluxos invertidos deste ano, ao dizer: “A história inova, deriva, desorganiza-se. Ela muda de trilho, descarrilha-se: a contracorrente suscitada por uma corrente se mescla com a corrente, e o descarrilador torna-se a corrente.” (pags. 16 e 17)

MORIN, Edgar. Para onde vai o futuro? Petrópolis: Vozes, 2012.[:en]Around his main ideas, the educator begins by dismissing the idea of ​​a futuroportlinear prediction, the idea that “the future would forge in and by the development of the dominant trends of economics, technique and science “(Morin, 2012, P. 11), this was already dominant but found to be inefficient.
The French expert of expert´s, Robert Gibrat, said: “In the last twenty years, the experts have regularly been mistaken.”
It thus categorically dismisses the conception of history as a simplistic conception; it is necessary to conceive of the future by a complex conception, for example, the French Revolution, which I need not only be rewritten in the nineteenth century, with comings and goings as Restoration, for example, but through new experiences such as socialism in the twentieth century, Bolshevism, Stalinism, libertarianism, and dis-stalinization, which corresponded to what he calls the “breach in the present,” where: knowledge of the present requires Knowledge of the past which, in turn, requires knowledge of the present. “(Morin, 2012, page 13)
For surely the “present state of the present carries with it potentially the situations of the future world” and so it is within the complexity to identify these potentialities, which are not only consequences of the “current creations / inventions that can be imagined” (idem).
Part of the future must be unveiled, it has not yet taken “form in the present humus,” that is, unveiling what is dying, in a much more complex and illuminating analysis than the simplistic liquid of Zygmunt Bauman.
For Morin, “the principles that allow us to imagine the evolution of history” (page 15), contrary to the “ineptitude of every prediction based on such a simplistic evolutionary conception … it is multidimensional; It involves geographic, economic, technical, political, ideological factors … first and foremost inter-retro-action play, that is, a perpetual link. “(Idem)
It asserts that everything that is evolutionary “obeys a multicausal principle. Causality is a multi-causality in which not only inter-retro-actions combine and fight each other, but also in which every autonomous process produces its own causality, always suffering external determinations, that is, it bears a self- Complex causality. “(Ibid.)
Morin’s analysis, which seems to me appropriate for the moment, which is derived from his Method I – The nature of nature, is of the “actions that deviate from its course, derive, reverse their sense, provoke reactions and counter-actions that submerge them . Hence the boomerang effects, where the blow does not strike the enemy, but the author, and the ‘perverse effects, whose rumors we are already noticing’ (Morin, 2012, page 16).
Morin seems to describe the reversed flows this year, when he says: “History innovates, drifts, disorganizes. It changes its track, it derails: the countercurrent caused by a current merges with the current, and the derailleur becomes the current “(pp. 16 and 17)

MORIN, E. . Où va le monde ?, Paris: L`Herne, 2007 (pages is brazilian edition).

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[:pt]Diálogo e a geração Z[:en]Dialogues with the Z generation[:]

28 nov

[:pt]Como a conversa com a geração Z é difícil, porque eles tem milhões de possibilidades, geracaozfacilidades de acesso a informação e rejeitam todo tipo de intolerância, desigualdade e fechamento, diz-se de modo muito equivocado, que eles não dialogam, seria verdade?

Antes de mais nada já falamos aqui destes estigmas de geração perdida, geração baby boom, etc. é muito equivocado, mas uso isto para dizer a geração que agora está na adolescência, ou seja nasceram pós geração millenium, a que nasceu até o ano 2000.

Ela tem uma multiplicidade de informações, quando veem TV transitam por diversos canais, mas é como se procurasse algo que a interessa e não encontrassem, navega na Web, vive conectada, e através disto participa das mídias redes sociais, baixa conteúdos no computador ou no celular, pratica jogos eletrônicos como se fossem esportes reais a até namora com a ajuda de teclado e mouse.

O enorme poder de escolha que tem contrasta com adultos fechamos de um universo mono ou bi-escolhas, eles é que são binários, e não a geração da Web, e para isso precisa não apenas de cabos e ícones, porém o que é mais importante de tudo precisam de pensamento, adultos não querem pensar, pois é mais fácil impor.

Para os que gostam de análises sociológicas, não é o forte desta geração pois sabem o suficiente, ou seja, estamos em crise, podemos entretanto delinear olhando alguns especialistas, sugerem que por estarem por estarem passando por uma Grande Recessão, a nossa primeira grande crise depois d crise econômica da Grande Depressão – porém não maior, a geração Z passa a ser dominadas por um sentimento de insatisfação e insegurança quanto a realidade e o futuro da economia e da política, estão, geração é confrontada com uma diferença de renda cada vez maior em todo o mundo e um forte stress no âmbito familiar pelas cobranças.

Ciberpolítica atrai uma parcela minoritária, são os adultos é que endurecem nas redes sociais,  pois na verdade esta é uma “geração bloqueada” como a chama o sociólogo português João Teixeira Lopes, segundo vários sociólogos.

Quando mais falamos, mais os bloqueamos, sentem acuados, quem não dialoga somos nós os adultos tão cheios de convicções e ideais já vencidas, isto tem levado mesmo com a maior das boas intenções aos jovens adotarem atitudes extremistas, difiro-as das radicais, porque estas sim são críticas e sem preconceitos.

Uma receita simples: ouçam de verdade, dialoguem de verdade, percam suas “certezas” e descobriram jovens maravilhosos e cheios de criatividade, por mais que eu ouça estas palavras nas bocas dos adultos, elas me soam na maioria das vezes, algo “da boca para fora”.[:en]
As the conversation with Generation Z is difficult, because they have millions geracaozof possibilities, facilities to access information and reject all kind of intolerance, inequality and closure, it is said in a very wrong way, that they do not dialogue, would it be true?

First of all, we have talked about these stigmata of the lost generation, baby boom generation, etc. Is very misleading, but I use this to tell the generation that is now in adolescence, that is, they were born post-millenium, that was born until the year 2000.

It has a multiplicity of information, when watching TV transiting through various channels, but it is as if searching for something that interests you and do not find, browse the Web, live connected, and through this participate in the media social networks, low content on the computer or in the Cell phone, play electronic games like they were real sports to date with the help of keyboard and mouse.

The enormous power of choice that has contrasts with adults we closed a universe monkey or b-choices, they are binary, and not the Web generation, and for this need not only cables and icons, but most important of all Need thinking, adults do not want to think because it is easier to impose.


For those who like sociological analysis, it is not the fort of this generation because they know enough, that is, we are in crisis, we can however delineate looking at some experts, suggest that because they are going through a Great Recession, our first great crisis

After the economic crisis of the Great Depression – but no greater, the Z-generation becomes dominated by a feeling of dissatisfaction and insecurity about the reality and future of the economy and politics, this generation is faced with a difference in income each time The world, and strong family stress for collections.

Cyberpolitics attracts a minority share, it is adults who harden in social networks, because in fact this is a “blocked generation” as the Portuguese sociologist João Teixeira Lopes calls it, according to several sociologists also.

The more we talk, the more we block them, they feel penniless, those who do not dialogue are adults who are so full of convictions and ideas that have already been overcome, this has led, even with the best of intentions, to adopt extremist attitudes, These are critical and without prejudice.

A simple recipe: true hear, real dialogue, lose their “certainties” and discovered wonderful young people full of creativity, however much I hear these words in the mouths of adults, they sound to me most of the time, something “of the mouth out”.

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[:pt]Para onde vai o mundo?[:en]Were is the world going?[:]

25 nov

[:pt]Isto me acontece com frequência, entro numa livraria para ver um livro e outrparaondevaiomundopto pula direto para a minha mente, o fenômeno é menos comum na internet, e dizem que ela dispersa.

Para onde vai o mundo, de Edgar Morin parecia querer me confidenciar algo, sobre Trump improvável, sobre a ecologia talvez, o livro é de 1981, embora a edição brasileira de 2012.

As vezes pulo o prefácio, mas este de François L`Yvonnet é muito bom, começa falando da construção de uma obra solitária, embora Morin tantas vezes falou da mulher.

O prefácio de L`Yvonnet fala de sua “obra original, uma das mais consistentes de nossa época, que faz da complexidade um problema fundamental e um novo paradigma.” (Prefácio, pag. 7)

Fala do esvaziamento do homem, ajudaram a “despedaça-lo, a fragmentá-lo, privando-o de sua riqueza multidimensional (sua identidade é ao mesmo tempo biológica, psicológica e social)” (idem, pag. 8) .

Para L´Yvonnet o ser humano deve ser enriquecido de todas as suas contradições. O pensamento deve ser ´dialógico’, capaz de deixar fluir os contrários, que se complementam e se combatem.” (idem, pag. 8).

Repete Heráclito, “viver de morto e morrer de vida”, relembra as pseudo-sínteses antropológicas do homem “o homem não é apenas homo ´sapiens´(enquanto sabe e sabe que sabe), ´faber´(fabricador) ou ´oeconomicus´(calculador e movido exclusivamente pelo interesse pessoal), concepções estas que não deixam de ser redutivas (e narcisicamente valorativas), que colocam o ser humano de escanteio, isto é, isolam-no de tudo.” (idem).

O homem é “igualmente e indissolutamente ´demens´(enquanto inventa, imagina ou mata) e ´ludens´(enquanto se diverte, se exalta, se desgasta).” (idem).

O novo humanismo e o exame do futuro de Morin “resiste a qualquer reconciliação ou otimismo beato.” (idem), mas propõe um “humanismo planetário, que comporta uma conscientização da ´Terra-Pátria´como comunidade de destino de origem de perdição” (idem).

Isto é só uma degustação, para podermos falar para “Onde vai o mundo?”.

MORIN, E. Para onde vai o mundo? Petrópolis(RJ): Vozes, 2012 (3a. edição).

 [:en]This happens to me often, I go into a bookstore to see a book and another jumps paraondevaiomundoright into my mind, the phenomenon is less common on the internet, and they say it scatters.

Wherever the world goes, Edgar Morin seemed to want to confide me something, about Trump unlikely, about ecology perhaps, the book is from 2007, although the Brazilian edition of 2012.

Sometimes I skip the preface, but this one by François L`Vonnet is very good, starts talking about the construction of a solitary work, although Morin so often spoke of the woman.

L ‘Yvonnet’s preface speaks of his “original work, one of the most consistent of our age, which makes complexity a fundamental problem and a new paradigm.” (Preface, page 7).

It speaks of the emptying of man, helped “to shatter it, to fragment it, depriving it of its multidimensional richness (its identity is both biological, psychological and social)” (ibid., page. 8).

For L’Yvonnet the human being must be enriched with all its contradictions. The thought must be’dialogical ‘, capable of letting the contraries flow, which complement each other and fight each other. “(Idem, page 8).

He repeats Heraclitus, “living from the dead and dying of life,” recalls the anthropological pseudo-syntheses of man “man is not only homo’s pacifiers” (while he knows and knows that he knows), “faber” (Calculator and moved exclusively by personal interest), concepts that are not only reductive (and narcissistically valuable), which put the human being in a corner, that is, isolate him from everything “(idem).

Man is “equally and indissolubly” (while inventing, imagining or killing) and “ludens” (while amusing, exalting, weaving).

Morin’s new humanism and examination of the future “resists any blissful reconciliation or optimism.” (Ibid.), But proposes a “planetary humanism, which brings about an awareness of the” Homeland “as the community of destiny that is the source of perdition” (idem)..

This is just a tasting, so we can talk to “Where is the world”.

MORIN, E. Où va le monde ?, Paris: L`Herne, 2007[:]

 

[:pt]Filosofia, Inteligência Artificial e Deus[:en]Philosophy, Artificial Intelligence and God[:]

24 nov

[:pt]Continuamos a leitura de Peter Kreeft, agora o interlocutor de Sócrates,dedodedeusia Peter Pragma está com urgência de resolver seu problema de profissão e procura Sócrates.

Peter começou as aulas de filosofia e o professor colocou a questão: qual a diferença entre a inteligência humana e a inteligência dos computadores, isto o remeteu a ideia de entrar na computação, estamos na página 55, ao que Sócrates indagou:

SÓCRATES: Você quer se transformar num programa de computador, você quer dizer? Pois a única coisa que entra nos computadores. É a única linguagem que os computadores entendem.

O professor lançara esta pergunta que Sócrates considera-a fácil de responder, mas Peter não quer nenhuma evasiva, e Sócrates vai direto ao ponto:

SÓCRATES: A inteligência artificial não pode fazer aquilo que a sua inteligência natural acaba de fazer.

PETER: O quê ?

SÓCRATES: Ela continua fazendo.

PETER: Oh … oh. Fazendo perguntas, é isso.

SÓCRATES: Parabéns. Você encontrou o tesouro.

Peter e Sócrates vão dialogando e percebem que a origem mesmo de sofisticados programas, como de inteligência artificial, devemos falar em “pessoas” e não apenas em máquinas.

Mas qual o princípio disto tudo? Precisamos primeiro de um programador não programado, ou de um programador que possa questionar sua programação, há uma peça inicial do dominó.

PETER: isso soa como um novo argumento para a existência de Deus.

SÓCRATES: O mesmo princípio funciona tanto num caso como no outro. É o princípio da causalidade, que diz que você não pode dar aquilo que não tem, que efeitos não podem existir sem as causas adequadas, que não pode haver menos na causa total do que no efeito. …

PETER: Eu não sei quanto a Deus. Vamos falar de algo que nós conhecemos: nós mesmos.

SÓCRATES: Algo que você conhece, talvez. Quanto a mim, eu acho o eu um mistério, do mesmo modo como acho Deus um mistério.

Peter relembrará a frase de Sócrates: “conhece-te a ti mesmo”, e dirá:

PETER: Porque é tão difícil conhecer-se a si mesmo, Sócrates?

SÓCRATES: Porque o eu é o próprio cognoscente. Como pode o sujeito tornar-se seu próprio objeto? Como pode o eu tornar-se isto ? É por isso também que eu acho Deus um mistério. O eu humano é uma imagem do Eu divino.

e continua …[:en]
We continue reading Peter Kreeft, now the interlocutor of Sócrates,dedodedeusia Peter Pragma is urgently to solve his problem of profession and seeks Socrates.

Peter started his philosophy classes and the teacher asked the question: what is the difference between human intelligence and computer intelligence, this is what the idea of going into computing referred to, we are on page 55, to which Socrates asked:

SOCRATES: You want to become a computer program, you mean? For the only thing that goes into computers. It’s the only language computers understand.

The teacher has thrown this question that Socrates considers it easy to answer, but Peter does not want any evasion, and Socrates goes straight to the point:
SOCRATES: Artificial intelligence can not do what your natural intelligence has just done.

 PETER: What?

SOCRATES: She keeps doing it.

PETER: Oh … oh. Asking questions, that’s it.

SOCRATES: Congratulations. You find the treasure.

Peter and Socrates are talking and realize that the very origin of sophisticated programs, such as artificial intelligence, should be spoken of in “people” and not just in machines.
But what is the beginning of all this? First we need an unscheduled programmer, or a programmer who can question your schedule, there is an initial piece of dominoes.
PETER: This sounds like a new argument for the existence of God.

SOCRATES: The same principle works in one case as in the other. It is the principle of causality, which says that you can not give what you do not have, that effects can not exist without proper causes, that there can be no less in the total cause than in the effect.

PETER: I do not know about God. Let’s talk about something we know: ourselves.

SOCRATES: Something you know, maybe. As for me, I find myself a mystery, just as I find God a mystery.

Peter will remember Socrates’ phrase: “Know thyself,” and say,
PETER: Why is it so difficult to know yourself, Socrates?

SOCRATES: Because the self is the knower himself. How can the subject become his own object? How can I become this? That’s why I also think God is a mystery. The human self is an image of the divine Self.

 And continue …[:]

 

[:pt]A tecnologia e as larvas[:en]Technology and larvae [:]

23 nov

[:pt]Estamos lendo o tópico 3 do capítulo I: Da tecnologia e das larvas, do livrolarvas de Peter Kreeft: As melhores coisas da vida, e .o questionamento é o que de fato é o produto das tecnologias.

Sócrates vai questionar o que é “ciência séria” que foi como a biotecnóloga Marigold se refere ao seu trabalho valorizado, Sócrates diz que Ciência vem de scio que significa “eu sei”, enquanto tecnologia de techn “saber fazer”, e diz que é uma espécie de magia, e que foi na idade médica que magia e a ciência nasceram, estamos na página 48.

Ao retornarem a questão da idade penetram no âmago do livro, qual seria a melhor resposta para uma pergunta ainda mais importante, a questão do summum bonum, o bem supremo..

Lembremos que o diálogo anterior tinha finalizado com a ideia se um bom vinicultor poderia oferecer vinho a um alcoólatra, Peter Pragma retorna a conversa porque agora quer saber o queria saber o que é vida boa, e agora começa a entender que deve saber o que é o bom.

MARIGOLD: … O que é mais importante que a conquista da natureza? E, além disso, não havia milhares de respostas diferentes, diferentes religiões e filosofias, mitos, credos, códigos e cultos?

SÓCRATES: Sim, mas todos eles tinham um motivo em comum, que era oposto dessa sua tecnologia.

MARIGOLD: Um único motivo? E porque não é algo óbvio, então? Não entendo.

SÓCRATES: Talvez porque seja óbvio demais para poder ser percebido por olhos repletos de larvas.

MARIGOLD: Chega! O que é?

SÓCRATES: Todos eles estavam de acordo quanto a coisa mais importante na vida era conformar, de algum modo, a alma humana à realidade objetiva. A sua filosofia de “conquista da natureza” crê que a coisa mais importante é conformar a realidade objetiva aos desejos da alma humana.

Marigold dirá que isto é o progresso, depois saem pela discussão da existem deuses, Sócrates argumentará se existe um princípio comum nas crenças, daí vão para a discussão sobre o que é a profissão superior, qual delas buscaria o sobre-humano e voltam a ideia se é possível dominar a natureza ou conformá-la ao homem.

Finalmente voltam a questão da prática, Marigold dirá que a filosofia não mata a fome, ao que Sócrates argumenta que ainda assim ela não é um bem supremo, e qual seria o bem superior.

PETER: Essa é a primeira questão, não é, Sócrates ? Se não existem deuses, então a tecnologia é superior, pois não há nada com que se conformar, e nós devemos fazer com que a natureza se conforme a nós. O que mais deveria ser feito?

Marigold não quer falar sobre este tema, se despede da conversa, e Peter e Sócrates irão para a questão sobre a inteligência dos computadores.[:en]We are reading topic 3 of Chapter I: Technology and the Larvae, from Peter Kreeft’s larvasbook: The Best Things in Life, and .the questioning is what is in fact the product of technologies.

Socrates will question what is “serious science” that was how the biotechnologist Marigold refers to his valued work, Socrates says that Science comes from “scio” which means “I know”, as techn of “know how to do”, and says Which is a kind of magic, and it was in the medical age that magic and science were born, we are on page 48 in brazilian edition.

When they return to the question of age they penetrate the heart of the book, what would be the best answer to an even more important question, the question of summum bonum, the supreme good..

Remember that the previous dialogue had ended with the idea if a good winemaker could offer wine to an alcoholic, Peter Pragma returns the conversation because now he wants to know what he wanted to know what good life is, and now he begins to understand that he must know what it is the good.

MARIGOLD: … What is more important than the conquest of nature? And besides, there were not thousands of different answers, different religions and philosophies, myths, creeds, codes and cults?

SOCRATES: Yes, but they all had one common motive, which was the opposite of their technology.

MARIGOLD: One reason? And why is not something obvious then? Do not understand. SOCRATES: Perhaps because it is too obvious to be perceived by eyes full of maggots.

MARIGOLD: Enough! What is?

SOCRATES: They all agreed that the most important thing in life was to somehow conform the human soul to objective reality. His philosophy of “conquest of nature” believes that the most important thing is to conform objective reality to the desires of the human soul.

Marigold will say that this is progress, then go through the discussion of the existent gods, Socrates will argue if there is a common principle in beliefs, from there go to the discussion about what is the higher profession, which would seek the superhuman and come back the idea Whether it is possible to dominate nature or conform it to man. Finally they return to the question of practice, Marigold will say that philosophy does not kill hunger, to which Socrates argues that it is still not a supreme good, and which would be the higher good.

PETER: That’s the first question, is not it, Socrates? If there are no gods, then technology is superior, for there is nothing to conform to, and we must make nature conform to us. What else should be done?[:]

 

[:pt]Sócrates, a boa vida e a tecnologia[:en]Socrates, the good life and technology[:]

22 nov

[:pt]Antes de finalizar o capítulo da educação liberal, Sócrates lembra sua celebrebiotecnologia frase: “conhecer-se a si mesmo” e retoma a ideia que “uma vida não examinada não vale a pena ser vivida”, assim que sai o seu interlocutor Peter Pragma para pegar um café e espairecer as ideias.

No tópico 3 do capítulo I: Da tecnologia e das larvas, o amigo que havia saído para tomar um café se deparou com a máquina quebrada e disse que se tornaria um técnico.

Sócrates lembra o caráter imediatista e simplista de escolher uma profissão, e Peter afirma que já não pode aguentar mais interrogatórios, então Sócrates pensa em um modo de mudar a própria metodologia que é a pergunta, “talvez haja um modo” e Peter se anima.

Mas seria ilógico Sócrates abandonar seu método, o que ele faz é chamar uma moça próxima chamada Marigold Measurer (algo como medindo as Margaridas, explica a nota de rodapé da página 42), a moça concorda mas fica intrigada com Sócrates, acha que é um psicólogo.

Mas Sócrates diz, bem a gosto de uma filosofia mais contemporânea, que é uma “espécie de conscienciólogo … sou um filósofo”, Marigold pergunta se é o departamento dele, o que refuta prontamente, seria contraditório ter um departamento de filosofia, já que filosofia não é um departamento.

A conversa de desenrola com Marigold mantendo certo segredo de seu trabalho, mas reafirmando que os trabalhos hoje tem certa “hierarquia” e questiona o lugar da filosofia, e finalmente Marigold diz que trabalha com engenharia genética.

Sócrates então questiona o papel da tecnologia de subordinar a natureza e sugere que sejamos apenas “amigos” dela, pergunta “porque gostaria de conquistar sua mãe? Só conquistamos nossos inimigos”, está na página 45.

Questionada se não teria medo de “perder o controle” do seu trabalho, Marigold afirma que seu trabalho é sério, ao que Sócrates pergunta se um produtor de vinhos seja sóbrio, “seria correto que ele fornecesse seu produto a um alcoólatra ?” finaliza na página 46.

O diálogo sobre a tecnologia ainda continua, mas podemos ficar com a pergunta de Sócrates.

KREEFT, P. As melhores coisas da vida. Campinas: Ecclesiae, 2016.[:en]Before ending the liberal education chapter, Socrates recalls his famous frase:biotecnologia “knowing oneself” and takes up the idea that “an unexamined life is not worth living”, as his interlocutor Peter Pragma leaves for Grab a coffee and brainstorm. In topic 3 of chapter I: Of the technology and the larvae, the friend who had gone to have a coffee came across the broken machine and said that he would become a technician.

Socrates recalls the short-lived and simplistic character of choosing a profession, and Peter claims that he can not stand any more interrogations, so Socrates thinks of a way to change the very methodology that is the question, “maybe there is a way” and Peter is encouraged.

 But it would be illogical for Socrates to abandon his method, which he does is call a young girl named Marigold Measurer (something like measuring the Daisies, explains the footnote on page 42), the girl agrees but is intrigued by Socrates, psychologist.
But Socrates says, quite to the liking of a more contemporary philosophy, that he is a “sort of conscientiologist … I am a philosopher,” Marigold asks if it is his department, which he readily refutes, it would be contradictory to have a philosophy department, already That philosophy is not a department..

The conversation unfolds with Marigold maintaining a certain secret of his work, but reaffirming that the works today have a certain “hierarchy” and questions the place of the philosophy, and finally Marigold says that works with genetic engineering.
Socrates then questions the role of technology in subordinating nature and suggests that we are only “friends” of it, asks “why would you like to conquer your mother? We only conquer our enemies, “is on page 45.

Asked if he would not be afraid to “lose control” of his work, Marigold claims that his work is serious, to which Socrates asks if a wine producer is sober, “would it be right for him to give his product to an alcoholic?” Page 46.
The dialogue on technology is still going on, but we can keep Socrates’ question.

KREEFT, Peter. The best things in life. Illionois; IVPBooks, 1984, (edition Portuguese: Campinas: Ecclesiae, 2016).

                            [:]

 

[:pt]Melhores coisas da vida e a prática[:en]Better things of life[:]

21 nov

[:pt]Continuamos a leitura de Peter Kreeft, no suposto diálogo de Sócrates comevolucao Peter Pragma, agora estão conversando sobre profissões, e Peter diz:

“PETER: Bem, é isso que eu escolheria: ciências práticas, não teóricas. Tecnologia

SÓCRATES: Certo. Até agora mencionamos três áreas de estudo para você: negócios, ciências práticas, ou tecnologia, e artes liberais. Você vê o que cada uma delas pode lhe dar?

PETER: Claro. Negócios: trará dinheiro, tecnologia poder, e artes liberais dor.

Continuam o diálogo e mais adiante diz Sócrates:

SÓCRATES: E quais são os fins para os quais o poder e a tecnologia são meios?

PETER: Fazer do mundo um lugar melhor para se viver. Carros, foguetes, pontes, órgãos artificiais e Pac-Man.

SÓCRATES: Então, a tecnologia melhora as coisas materiais do mundo.

PETER: Sim, inclusive nossos próprios corpos. Isso é bastante importante, você não acha?

SÓCRATES: Oh sim. Mas eu me pergunto se não deve haver algo ainda mais importante para nós. Se nós pudéssemos melhorar nossas próprias vidas, nossas próprias ações, nosso próprio comportamento … “ (Kreeft, 2016, p. 34)

Não é conclusivo, mas o raciocínio se completa de certa forma na página 35, onde Sócrates diz sobre o bom e o bem:

SÓCRATES: Bem, não necessariamente “melhor” num sentido absoluto e ilimitado, sobretudo se usamos “bom” e “bem sem defini-los. … “ e continua, mas Peter refuta:

PETER: Política e ética? Impossível. Eu quero algo prático.

Voltaremos então a questão da tecnologia no próximo tópico.

KREEFT, P. As melhores coisas da vida. Campinas: Ecclesiae, 2016.[:en]We continue reading Peter Kreeft, in Socrates’ alleged dialogue with evolucaoPeter Pragma, are now talking about professions, and Peter says:
“PETER: Well, that’s what I’d choose: practical, not theoretical, sciences. Technology
SOCRATES: Right. So far we have mentioned three areas of study for you: business, practical science, or technology, and liberal arts. Do you see what each of them can give you?
PETER: Of course. Business: will bring money, power technology, and liberal arts pain.
They continue the dialogue and later Socrates says:
SOCRATES: And what are the ends for which power and technology are means?
PETER: Making the world a better place to live. Cars, rockets, bridges, artificial organs and Pac-Man.
SOCRATES: So, technology improves the material things of the world.
PETER: Yes, including our own bodies. That’s pretty important, do not you think?
SOCRATES: Oh yes. But I wonder if there should be something even more important to us. If we could improve our own lives, our own actions, our own behavior … “(Kreeft, 2016, 34)
It is not conclusive, but the reasoning is somewhat complete on page 35, where Socrates says about good and good:
SOCRATES: Well, not necessarily “better” in an absolute and unlimited sense, especially if we use “good” and “good” without defining them. … “and continues, but Peter refutes:
PETER: Politics and ethics? Impossible. I want something practical.
We will return to the question of technology in the next topic.

Pages in Brazilian Edition: KREEFT, P. As melhores coisas da vida. Campinas: Ecclesiae, 2016.[:]

 

[:pt]Hermenêutica do “bom” ladrão[:en]Hermeneutics of the “good” thief[:]

18 nov

[:pt]Uma das passagens mais enigmáticas, mas também mais esclarecedora do ponto de vistabomladrao de busca da verdade, é aquela em que um dos crucificados ao lado de Jesus, o ladrão Dimas que mesmo sendo ladrão (o bom é por conta da cultura popular) entende que há entre eles alguém que não é ladrão e mesmo assim está injustamente pagando por algo que não fez.

É importante, porque se fala hoje em dia em acordos de leniência, aquele em que tendo cometido um crime alguém resolve repará-lo colocando as claras os fatos, mas também deve haver um compromisso de não participar mais de processos ilícitos, mas há garantias desta “mudança” de atitude?

O que está confuso nos processos legais de hoje é muito simples, as pessoas mudaram de comportamento e de mentalidade, e reconhecem o imenso erro de roubar o dinheiro público?

Na passagem descrita no evangelho de Lucas (23,35-43), há este diálogo , primeiro entre os dois ladrões: 41Para nós, é justo, porque estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal”.

E depois, Dimas se volta para Jesus e diz:

42E acrescentou: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado”. 43Jesus lhe respondeu: “Em verdade eu te digo: ainda hoje estarás comigo no Paraíso”.

Esta passagem é verdadeiramente extraordinária, porque se resolvemos mudar de mentalidade, isto é, uma verdadeira “metanóia” que sempre é possível, embora rara, podemos entrar num processo de felicidade novo, mas sem resmungar, reconhecendo o erro.

Há pessoas que nunca se arrependeram, nunca mudaram, nunca cresceram.[:en]One of the most enigmatic passages in Bible, because one thief goes tobomladrao Paradise “today”, its incredible, but alse is more illuminatings point from the point of view the true, is when one thief next to Jesus, Dimas event though he is a thief (the “good” is because popular culture), that there is among them someone who is not a thief and yet is unjustly paying for something he didn’t do.

 

It is important, because it is spoken today in agreements of leniency (for anyone enterprises that participation in corruption), the one in which having committed a crime someone decides to repair it by putting the facts clear, but there must also be a commitment not to participate more in illicit processes.
What is confusing in today’s lawsuits is very simple, have people changed their behavior and mindset, and recognize the immense mistake of stealing public money?

In the passage described in the Gospel of Luke (23: 35-43), there is this dialogue, first between the two thieves: 41 For us it is just, because we are getting what we deserve; But he did nothing wrong. ”
And then Dimas turns to Jesus and says

And he added, “Jesus, remember me, when you enter your kingdom.” Jesus said to him, “I tell you the truth, you will still be with me in Paradise today.”

This passage is truly extraordinary because if we decide to change our mentality, that is, a true “metanoia” that is always possible, albeit rare, we can enter into a process of new happiness, but without grumbling, acknowledging error.

There are people who never repented, never changed, never grew up.[:]

 

[:pt]As melhores coisas da vida[:en]The best things in life[:]

17 nov

[:pt]Não é não um manual nem uma mensagem de autoajuda, há milhares hoje em dia, peterkreefto livro de Peter Kreeft mergulha seu olhar nos dogmas da vida moderna: o poder, o prazer, a verdade e a boa vida.

Creio que há muita gente lendo-o sem citá-lo, não porque seja brilhante, mas sim inspirado, veja esta frase no final do seu prefácio, supondo que Sócrates, o filósofo, aparece miraculosamente em uma universidade questionando convicto de que: “uma vida não examinada não vale a pena ser vivida”, parece que já li algo parecido.

No preâmbulo, feito por um suposto Ânito de Atenas, ao que eu saiba não há tal figura, lembra que o oráculo da antiguidade clássica nos ensinou a questionar “nossos antigos deuses, a fundação de nosso Estado … mas destrona dois deuses de nossa sociedade: o Poder e o Prazer, colocando no lugar deles uma divindade vaga e invisível, que Sócrates sequer nomeia …. “ (Kreeft, 2016, p. 11).

Lembra que “nós nomeávamos diversos deuses, mas Sócrates não.”, e lembra que o altar construído por Sócrates, ao deus desconhecido portanto não há estátua alguma, é o Deus do apóstolo Paulo, em Atos 17, também “destruidor de utopias seculares – tanto as suas como as nossas.” (Kreeft, 2016, pág. 12).

No capítulo I tópico 2, “Da educação liberal e das carreiras” (páginas 25 a 40), ele aponta como há milhares de coisas para nos distrair, o autor se põe na figura imaginária de Peter Pragma (da pragmática?), o que é o bom em si mesmo ? e recebe a resposta do resposta:

SÓCRATES: Que tal a felicidade? Escolhe-se a felicidade como meio para algo diferente – riqueza, ou prazer, ou reputação? Não se escolhe, ao contrário, todas essas coisas como meios para a felicidade? (Kreeft, 2016, p. 27) e vai questionando tudo como tais ]”meios” até chegar ao dinheiro, então recebe do Sócrates revivido:

SÓCRATES: Então você está interessado nesses cursos, ciências e negócios, como meios paa obter um bom emprego, e o emprego como meio de ganhar dinheiro, e o dinheiro como meio de comprar “uma fatia de bolo”, certo ?  PETER: Na mosca. (Kreeft, 2016, p. 29).

SÓCRATES: Agora você também acertou na mosca. Sim, Essas coias que você esperar comprr com seu dinheiro seria algumas delas teria um fim em si mesma? Um carro, por exemplo? Ou uma casa? (idem, pag. 30).

Tudo vai sendo questionado por Sócrates, seguindo a lógica “uma ida não examinada não vale a pena ser vivida” (pag. 39), mas o próximo passo é o que é ser questionado numa “lógica”.

 

KREEFT, Peter. AS melhores coisas da vida. Campinas: Ecclesiae, 2016.

 [:en]It is not a manual or a self-help message, there are thousands nowadays, peterkreeftenPeter Kreeft’s book plunges his gaze into the dogmas of modern life: power, pleasure, truth and good life.

I believe that there are many people reading it without citing it, not because it is brilliant but rather inspired, see this phrase at the end of its preface, supposing that Socrates, the philosopher, appears miraculously in a university questioning convinced that: “An unexamined life is not worth living,” it seems I’ve read something like that.

In the preamble, made by a supposed Ancien of Athens, to my knowledge there is no such figure, he recalls that the oracle of classical antiquity taught us to question “our ancient gods, the foundation of our State … but it detonates two gods of our Society: Power and Pleasure, putting in their place a vague and invisible deity, which Socrates does not even name …. “(Kreeft, 2016, p.11).

He reminds us that “we named several gods, but Socrates did not.” And he recalls that the altar built by Socrates, to the unknown god therefore there is no statue, is the God of the apostle Paul, also in Acts 17, “also a destroyer of secular utopias – Both yours and ours. “(Kreeft, 2016, p.12).

In chapter I, topic 2, “From liberal education and careers” (pages 25-40), he points out how there are thousands of things to distract us, the author puts himself in the imaginary figure of Peter Pragma (of pragmatics?), Which Is it good in itself? And receives the answer from the answer:
SOCRATES: What about happiness? Is happiness chosen as a means to something different – wealth, or pleasure, or reputation? Are not all these things chosen as a means to happiness? (Kreeft, 2016, 27) and goes on questioning everything as such “means” until he reaches the money, then receives from the revived Socrates:

SOCRATES: So you’re interested in those courses, science and business, as a means of getting a good job, and employment as a means of making money, and money as a means of buying “a slice of cake,” right?

PETER: On the fly. (Kreeft, 2016, p.29).

SOCRATES: Now you hit the fly too. Yes, those things you expect to see with your money would be some of them would have an end in itself? A car, for example? Or a house? (Ibid., P. 30).

 Everything is being questioned by Socrates, following the logic “an unexamined journey is not worth living” (page 39), but the next step is to be questioned in a “logic.”


KREEFT, Peter. The best things in life. Illionois; IVPBooks, 1984, (edition Portuguese: Campinas: Ecclesiae, 2016). [:]