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dezembro « 2016 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para dezembro, 2016

[:pt]Desejo-vos a paz ? qual paz ?[:en]I wish you peace? What Peace?[:]

31 dez

[:pt]Dia internacional da paz, desejamos um feliz Ano Novo, melhor seria fazermos um feliz2017 compromisso por um ano melhor que este que passou, onde as tensões mundiais parecem aflorar, a Europa Unida pareça em saída e os Estados Unidos da América parecem desunidos, isto sem falar da Jerusalém divida em três (e novas tensões), a Síria, a África e o mundo árabe.

Falamos já da Pax Romana (vejam o post), o Tratado de Paz da Vestefália (o de tolerância) e a Pax Eterna, mas parece que não é de nenhuma desta paz que falamos, aliás a Pax Eterna não é senão o modelo idealista de paz da modernidade, que paz então desejamos ?

Talvez um pouco de todas elas, da Pax Romana devemos pensar em depor as armas, mas não só os vencidos e sim principalmente os vencedores, do tratado de Paz devemos desejar a paz da tolerância, diga-se de passagem, que é a aceitação de valores sociais e culturais diferentes, e, da pax Eterna, um tratado de Paz que olhe para um mundo como pátria de todos, onde as diferenças não signifiquem intolerância, onde a aceitação de valores e povos sejam uma verdade e não uma hipocrisia, e principalmente onde hajam sentimentos de solidariedade.

Mensagens confessionais, desejos beatos e bem intencionados não farão laços em um mundo dividido, onde os fatos de 2016 parecem mais promissores para divisão que união, é um passo atrás, sem dúvida, mas talvez necessário para que reflitamos um pouco sobre OS OUTROS.

O que mais ouço é a palavra diálogo, o que menos vejo é ela ser praticada, precisamos romper o círculo vicioso deste discurso pseudo-ideológico, pseudo-religioso e que na verdade está cada um dentro de sua bolha (vou compartilhar a leitura do livro Esferas I – Bolhas de Peter Sloterdick), sim não são caixas, porque elas podem permanecer fechadas, enquanto bolhas são um sopro de ilusão passageiro, eis o mundo idealista.

Não diga nada aos outros sobre suas concepções e convicções, ouça-o com atenção, ele está querendo te dizer algo o tempo todo, ainda que as vezes de modo inconveniente, é bem verdade, mas talvez porque seus ouvidos estejam desatentos e sua vista escurecida.

“Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”, dizia Jesus a seus contemporâneos, mas qual paz ele deu, aquela capaz de sofrer até o fim, ir para o extremo sacrifício pelos Outros, e muitos pensam que esta paz é uma “paz interior”, algo extraterreno ou a “pax eterna” dos modernos, esta nos levou a duas guerras e poderá nos levar a uma terceira, é uma paz mentirosa.

O ano novo já começou no Japão, vai acontecer em todo globo e a paz ?[:en]International day of peace, we wish for a happy New Year, it would be better happynewyearto make a commitment for a better year than this one, where world tensions seem to surface, the United Europe seems to be on the way out and the United States of America seems disunited, not to mention Of Jerusalem divided into three (and new tensions), Syria, Africa and the Arab world.

We are already talking about Pax Roman (see the post), the Westphalian Peace Treaty (the Tolerance Treaty) and the Eternal Pax, but it seems that it is not from any of this peace that we speak, in fact Pax Eterna is no more than the idealist model of Peace of modernity, what peace do we want then?

Perhaps a little of all of them, from the Pax Romana we should think of laying down the arms, but not only the defeated ones but rather the winners, of the Treaty of Peace we should desire the peace of tolerance, by the way, that is the acceptance of Different social and cultural values ​​and, from the Eternal pax, a treatise on Peace that looks at a world as a homeland of all, where differences do not mean intolerance, where the acceptance of values ​​and peoples is a truth and not a hypocrisy, and especially Where there are feelings of solidarity.

 Confessional messages, blessed and well-intentioned desires will not bond in a divided world, where the 2016 facts seem more promising for division than union, is a step back, no doubt, but perhaps necessary for us to reflect a little on OTHERS.

What I hear most is the word dialogue, the less I see it to be practiced, we must break the vicious circle of this pseudo-ideological, pseudo-religious discourse and in fact each one is inside his bubble (I will share the reading of the book Spheres I – Bubbles by Peter Sloterdick), yes they are not boxes, because they can remain closed, while bubbles are a breath of passing illusion, this is the idealistic world.

 Do not say anything to others about your conceptions and beliefs, listen to him carefully, he is wanting to tell you something all the time, although sometimes inconveniently, it is quite true, but perhaps because his ears are inattentive and his sight darkened .

“I leave you peace, I give you my peace,” said Jesus to his contemporaries, but what peace he gave, the one capable of suffering to the end, going to extreme sacrifice for the Others, and many think that this peace is An “inner peace”, something extraterrestrial or the “eternal pax” of the moderns, this has led us to two wars and may lead us to a third, it is a lying Peace.[:]

 

[:pt] Que dizer do ano que vai?[:en]What can we say about the year that goes?[:]

30 dez

[:pt]No Brasil, para muita gente já vai tarde, no mundo denuncias de corrupção, um onda dilmatrumphconservadora, a pós-verdade (já postamos), é difícil comentar tudo, separei então alguns fatos relacionados a Informação, que é minha praia:

O fato que notícias aparecem o tempo todo na Web fez com que muitas pessoas passagem a não ler mais jornais, mas os jornalistas descobriram que tendo “um dia inteiro” para processar notícias, poderiam dar mais precisão e mais análise nos fatos, que as pessoas precisam “digerir”.

Os fatos sérios e quase cotidianos de 2016 exigiram um jornalismo “sério” com aquilo que está sendo chamado de ética zero de experiência (em inglês: zero ethics or experience), é uma resposta a pós-verdade, ou tempo em que fatos contestam as análises direcionadas.

O ano começou com o Oscar “branco” que gerou protestos e criticas, nenhum negro indicado para prêmios, neste ponto o real na mídia social foi interessante, pois ironizou os prêmios como os inúmeros prêmios de Mad Max.

Em fevereiro a Ucrânia rompeu oficialmente com a coalização governamental pró-Ocidente, rompendo numa crise que viria a tornar uma guerra com a Rússia com fortes interesses lá.

Em março Obama fez uma visita história a ilha de Cuba, que começa a reatar com os EUA.

Em abril o processo de impeachment da presidente Dilma é apresentado na Câmara Federal, presidida por Eduardo Cunha que seria afastado em 5 de maio, no dia 12 de maio Dilma Roussef é afastada da presidência do Brasil e se torna ré por descumprir leis fiscais.

Fato quase despercebido, mas fundamental para explicar a origem da vida, o Espectrômetro de massa da sonda Rosetta confirma presença de substâncias relacionadas à origem da vida na cauda do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

Em junho, em plebiscito surpreendente o Reino Unido opta por sair da zona do Euro, é chamado BRExit, começa a Eurocopa em 10 de junho na França (após um atentado em Nice) que seria vencida por Portugal.

O deputado afastado Eduardo Cunha renunciou ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, depois será preso por desvio de dinheiro público.

Começam as Olimpíadas do Brasil, sob o lema de improvisações (gambiarras), o Brasil conquista a inédita medalha de Ouro no Futebol, a seleção principal começa a ter vitórias sobre o comando do técnico Tite.

No dia 31 de agosto, Dilma Roussef é definitivamente afastada da presidência assumindo a presidência seu vice Michel Temer.

Em 4 de outubro furacão O Furacão Matthew atinge o Haiti causando 877 mortes e muitos estragos, no dia 7 de outubro o presidente da Colômbia Juan Manuel Santos é laureado com o Nobel da Paz por lutar pelo fim da Guerra Civil na Colombia, mas o povo rejeita em plebiscito.

Em 8 de novembro Donald Trump é eleito presidente dos EUA, em 26 de novembro morre Fidel Castro e em 29 de novembro cai avião que transportava a Chapecoense na Colombia, matando 71 pessos e deixando 6 feridas.

Em dezembro morreu o poeta e escritor brasileiro Ferreira Gullar aos 86 anos, Park Geun-hye é afastada da presidência da Coréia do Sul por favorecer uma amiga, Matteo Renzi renuncia ao cargo de primeiro-ministro da Itália assumindo Paolo Gentiloni.

Quando imaginamos que as tragédias tinham acabado, Andrei Karlov, embaixador da Russia na Turquia é assassinado e dias depois um avião russo cai matando todos, uma banda militar russa, uma médica e jornalistas.[:en]In Brazil, a lot of people are already late, in the world allegations of corruption,dilmatrumph a conservative wave, the post-truth (we have already posted), it is difficult to comment everything, I then separated any facts related to Information, which is my beach:

The fact that news appears all the time on the Web has made many people pass not read more newspapers, but journalists found that having “a full day” to process news, could give more accuracy and more analysis in the facts, people need “digest”.

The serious and almost daily events of 2016 required ”serious” journalism with what is being called zero ethics or experience, is a response to post-truth, or time in which facts contest the Directed analysis.

The year began with the “white” Oscar that generated protests and ironies, no black nominees for awards, at this point the real in social media was very good, which joked the awards.

In february Ukraine officially broke with the pro-Western governmental coalition, breaking into a crisis that would make a war with Russia with strong interests there.
In March Obama made a history visit to the island of Cuba, which begins to resume with the US.

In April the impeachment process of President Dilma is presented in the Federal Chamber, presided over by Eduardo Cunha, who would be dismissed on May 5, on May 12 Dilma Roussef is removed from the presidency of Brazil and becomes defending for violating tax laws. The mass spectrometer of the Rosetta probe confirms the presence of substances related to the origin of life in the comet’s tail 67P / Churyumov-Gerasimenko, almost unnoticed but fundamental to explain the origin of life.

In June, in a surprising plebiscite the UK opts to leave the Eurozone, it is called BRExit, begins the Eurocoup Soccer on June 10 that would be won by Portugal.
The retired deputy Eduardo Cunha resigned from the position of president of the Brazilian Congress of Deputies, after which he will be arrested for misappropriation of public money.

The Olympic Games begin in Brazil, under the motto of improvisations (brazilian term is gambiarras), Brazil wins the unprecedented gold medal in football, the main selection begins to have victories over the command of coach Tite.

On August 31, Dilma Roussef is definitely removed from the presidency by assuming the presidency of her deputy Michel Temer.

On Oct. 4 Hurricane Matthew Hurricane hits Haiti causing 877 deaths and many damage, on October 7 Colombian President Juan Manuel Santos is awarded the Nobel Peace Prize for fighting the end of the Civil War in Colombia, but the people Rejects in plebiscite, and Bob Dylan Nobel Prize of Literature.

On November 8, Donald Trump was elected President of the United States, and on November 26, Fidel Castro died and on November 29, a plane carrying Chapecoense in Colombia crashed, killing 71 people and leaving 6 injured.

In December, Brazilian poet and popular brazilian writer Ferreira Gullar died at the age of 86, Park Geun-Hye is removed from the South Korean presidency by favoring a friend, Matteo Renzi resigns from the post of prime minister of Italy taking over Paolo Gentiloni.

When we imagine that the tragedies were over, Andrei Karlov, the Russian ambassador to Turkey, is murdered and a few days later a Russian plane crashes, a band, a doctor and journalists.[:]

 

[:pt]O que é verificável na pós-verdade[:en]What is verifiable in the post-truth[:]

29 dez

[:pt]O que os ingleses, através da Universidade de Oxford definiram como posverdadepós-verdade, pouco ou nada tem a ver com a hermenêutica filosófica, ou seja fatos objetivos e crenças pessoais, na lógica do círculo hermenêutico pós entrar em fusão e diálogo dando origem a novas verdades quando se trata da hermenêutica e assim, os discursos “individuais” fazem parte do todo.

O tipo de verdade que está em jogo é aquela da “autoridade” dos pseudo-donos da verdade, o estado está em cheque, principalmente nas últimas eleições pelo planeta, até Angela Merkel teve perdas nas eleições regionais da Alemanha, e a primeira-ministra da Coréia do Sul, pega com um “singelo” ato de corrupção perdeu totalmente a credibilidade, já no Brasil …

A lógica do cotidiano deverá mudar, os mandões e chefões já não tem espaço em empresas modernas, sabe-se que muitos deles eram manipuladores e autoritários, aliás quem não é, até entre religiosos a hierarquia é complicado, o papa dizem aos bispos que “não são príncipes”.

Os pais ficam apavorados com a contestação dos filhos, mas a verdade é que ninguém cresce se não contesta, não questiona, a verdade mais importante na filosofia é a pergunta, a resposta pode demorar séculos e fritar milhões de neurônios.

Sou da opinião que há um retrocesso que chamei de desglobalização, mas um novo ciclo de mudanças virá depois, uma mundialização planetária com a participação de todos e com uma verdade mais “mundializada”.[:en]What the English, through the University of Oxford defined as post-truth, posverdadehas little or nothing to do with philosophical hermeneutics, that is, objective facts and personal beliefs, in the logic of the hermeneutical circle after entering into fusion and dialogue giving rise to new Truths when it comes to hermeneutics and thus, “individual” discourses are part of the whole.
The kind of truth at stake is that of the “authority” of pseudo-owners of truth, the state is in check, especially in the last elections around the planet, until Angela Merkel had losses in the regional elections of Germany, and the prime minister Of South Korea, takes with a “simple” act of corruption has totally lost the credibility, already in Brazil …
The logic of everyday life should change, bosses and bosses no longer have space in modern companies, it is known that many of them were manipulative and authoritarian, incidentally who is not, even among religious hierarchy is complicated, the pope tells the bishops that ” They are not princes. ”
Parents are terrified of their children’s contestation, but the truth is that no one grows up if they do not answer, do not question, the most important truth in philosophy is the question, the answer can take ages and fry millions of neurons.
I am of the opinion that there is a setback that I have called de-globalization, but a new cycle of changes will come later, a global globalization with the participation of all and a more “globalized” truth.

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[:pt]O que houve com 2016 ?[:en]Whats happen in Brazil in 2016?[:]

28 dez

[:pt]Manifestações, políticos presos, recorde de audiência em sessões do senado e do trespoderescongresso, lembre-se que no ano passado foi o mensalão, este ano foi muita coisa, quase um fato por dia, e ainda teve as olimpíadas, a prisão de Cunha e a falência do Rio de Janeiro, quase me esquecia do principal: as manifestações, algumas superando a casa dos milhões.

Minha síntese é que os três poderes resolveram “trabalhar”, às vezes em benefício próprio (como sempre foi) e as vezes em benefício da população, mas na maioria das vezes em confrontos e isto é a novidade, pois existiria um tal equilíbrio “dos três poderes”.

Lembremos, nas primeiras decisões polêmicas do ano a Corte resolve pela validade e o “rito” do processo de impeachment da agora ex-presidente Dilma Roussef, foi em março, 9 a 2.

As investigações da lava-jato se aproximam de Lula e Gilmar Mendes decide que Lula não poderia virar ministro chefe da Casa Civil de Dilma, disputa Judiciário x Executivo.

Em maio o ministro Teori Zavaski decidiu suspender Cunha (o impeachment já havia ocorrido), pois o Supremo entendeu que Cunha usava o mandato para “promover interesses espúrios”, disputa Legislativo x Judiciário.

Em Setembro a ministra Carmem Lúcia assume a presidência do SFT e muda o tom “solene” da casa, e dirige-se aos cidadãos a quem deu “autoridade suprema sobre todos nós, servidores públicos”, mesmo que isto demore anos é um novo alento a uma casa tão “douta”.

Numa decisão aplaudida por muitos, mas nem tanto pelos “doutos” senhores, a Corte decidiu autorizar a prisão de condenados serem presos em segunda instância da Justiça, mas precisou ser votada duas vezes, até a OAB fez recursos, só sendo aprovada no início de outubro.

Em nova votação ouvindo o povo, a desaposentação foi considerada inconstitucional.

Mas a maior queda de braço ficou para o fim de ano, no dia 5 de dezembro, o ministro Marco Aurélio do STF decidiu, atendendo a pedido da Rede Sustentabilidade, que Renan Calheiros deveria ser afastado do cargo de presidência do Senado, uma vez que responde processo.

Deu em nada, mas Renan passou sérios constrangimentos, como o de rejeitar uma ordem judicial, numa cena patética, mas que mostrou o poder que tem, apesar dos processos.

Acabou? Não, nova batalha agora sobre as 10 medidas contra a corrupção, que rendeu uma ida de Sérgio Moro e Gilmar Mendes ao Senado, agora o ministro Luiz Fux mandou que o projeto de natureza “popular” retorne a Congresso Nacional, uma vez que foi completamente alterado, fugindo ao seu escopo inicial.

Não vou concluir apenas constatar um fato: os três poderes trabalharam, bem ou mal.[:en]Manifestations, arrested politicians, record of hearing in sessions of the senatetrespoderes and congress, remember that last year was the monthly, impeachment, etc., was a lot, almost a fact per day, and still had the Olympics, prison of president of Congress Eduardo Cunha  and the bankruptcy of Rio de Janeiro, I almost forgot the main one: the demonstrations, some of them surpassing the millions.

My synthesis is that the three powers have resolved to “work”, sometimes for their own benefit (as it always was) and sometimes for the benefit of the population, but most often in confrontations and this is the novelty, for there would be such a balance “of three powers. “

Remember, in the first polemical decisions of the year, the Court decides on the validity and “rite” of the impeachment process of the former president Dilma Roussef, in March, 9 to 2.

The investigations of the lava-jet approach to Lula and Gilmar Mendes decides that Lula could not become minister chief of the Civil House of Dilma, Judicial dispute x Executive.

In May Minister Teori Zavaski decided to suspend Cunha (the impeachment had already occurred), because the Supreme Court understood that Cunha used the mandate to “promote spurious interests”, Legislative vs. Judiciary dispute.
In September Minister Carmem Lucia assumed the presidency of the FTS and changed the “solemn” tone of the house, and addressed the citizens to whom she gave “supreme authority over all of us, public servants”, even if this takes years is a new breath To a house so “learned”.

In a decision applauded by many, but not so much by the “learned” gentlemen, the Court decided to authorize the arrest of prisoners to be arrested in the second instance of Justice, but it had to be voted twice, until the OAB made appeals, only being approved at the beginning of October.

In a new vote hearing the people, the disapproval was considered unconstitutional.
But the biggest arm drop was for the end of the year, on December 5, Minister Marco Aurélio of the STF decided, at the request of the Sustainability Network, that Renan Calheiros should be removed from the position of chairman of the Senate, since Responds process.

He gave in to nothing, but Renan went through serious constraints, such as rejecting a court order, in a pathetic scene, but that showed the power he has despite the proceedings.

Ended up? No, new battle now on the 10 measures against corruption, which resulted in Sergio Moro and Gilmar Mendes going to the Senate, now Minister Luis Fux ordered that the “popular” nature project return to the National Congress, since it was completely Altered, escaping to its initial scope.

I will not conclude by just stating one fact: the three powers working, here its new.[:]

 

[:pt]Livros para ler em 2017[:en]Books to I read in 2017[:]

27 dez

[:pt]Já tenho 2 na minha pilha:  Esferas I: Bolhas de Peter Sloterdijk e bolhasVerdade e Método (Wahrheit und Methode), a obra de Otto-Hans Gadamer de maior impacto, onde tenta responder a pergunta de Heidegger: “Onde estamos quando dizemos que estamos no mundo?”.

Em Bolhas, o primeiro da trilogia EsferasPeter Sloterdijk, recém publicado no Brasil, oferece uma investigação filosófico-existencial a questão questão de Heidegger, mas também diz sobre o homem e sua relação com seus semelhantes e o seu entorno, a partir da noção de “espaços íntimos” como “bolhas”, estamos presos em “bolhas” que são nossos círculos “fechados” ?

Motivado pela conjuntura econômica, a autoajuda deve ceder a livros mais “psicológicos” e sobre questões alternativas de saúde, talvez leia dois que vejo na lista de mais vendidos: o trabalho da psicóloga Angela Duckworth, que vale para educadores, atletas e até negócios, onde indica que talento, é preciso paixão e perseverança para conquista: Garra – o Poder da Paixão e da Perseverança, já é bem vendido e pode bombar em 2016.

Na linha de cuidar da saúde, o já conhecido Drauzio Varella dá sinais que vai bombar agora nos livros: Palavra De Médico – Ciência, Saúde E Estilo De Vida, onde dá dicas de descobertas bem recentes de medicina e diz como cuidar bem da saúde, sem “modismos”.

Claro sempre pode haver surpresas, alguém que explique melhor a confusa situação mundial de guinada para o conservadorismo patriótico e populista, novas questões sobre a ecologia e alguém que aponte com otimismo perspectiva para o futuro.

Ah para quem aprecia a arte clássica, o livro de Martin Gayford: Michelangelo – Uma Vida Épica, lançada pela editora Cosac Naify. vale a pena, mas as 754 páginas em tom compilador pode desanimar.[:en]I already have 2 books in my stack: Spheres I: Bubbles by Peter Sloterdijk andbolhas Truth and Method (Wahrheit und Methode), the work of Otto-Hans Gadamer of greatest impact, where he tries to answer Heidegger’s question: “Where are we when we say we are in the world?”.
In Bubbles, the first of the Spheres trilogy, Peter Sloterdijk, just published in Brazil, offers a philosophical-existential inquiry to the question question of Heidegger, but also says about man and his relationship with his fellowmen and his surroundings, from the notion Of “intimate spaces” like “bubbles”, are we stuck in “bubbles” that are our “closed” circles?
Motivated by the economic climate, self-help must give way to more “psychological” books and alternative health issues, perhaps you can read two of the best-selling lists: psychologist Angela Duckworth’s work for educators, athletes, and even businesses, Where it indicates talent, it takes passion and perseverance for conquest: Claw – the Power of Passion and Perseverance, is already well sold and can bomb in 2016.
In the line of health care, the well-known Drauzio Varella gives signs that will bomb now in the books: Word Of Doctor – Science, Health And Lifestyle, where he gives tips of very recent discoveries of medicine and says how to take good health, without “fads”.
Of course there can always be surprises, someone better to explain the confused global situation of turning to patriotic and populist conservatism, new questions about ecology and someone who points optimistically toward the future.

Martin Gayford has been art critic, and Michelangelo – his epic life, is translate to portuguese in 2016, but its book is to year 2013.[:]

 

[:pt]O que foi bom ler em 2016[:en]What was good to read in 2016[:]

26 dez

[:pt]Falei muito de livros sobre a Hermeneutica, o Outro e questões de política e ética que avisoleiturabombaram em 2016, mas há livros menos “densos” e igualmente bons, são leituras fáceis e que podem ajudar muita gente, o primeiro deles é de Mario Sérgio Cortella: Porque fazemos o que fazemos ? curtinho, barato e muito interessante.

O que nos tira o prazer do dia a dia ? falta de tempo para tudo ? você tem um propósito para a vida ? parece auto ajuda, mas não é, é um livro de filosofia muito prática, sem “teorias”.

Baratinho e muito simples também é o Ansiedade e Autocontrole, do já conhecido e famoso Augusto Cury, dá dicas importantes sobre o estresse de nossas vidas e como é gerada a ansiedade, gostei principalmente porque desmistifica o fato que seria muito ou muita informação, o problema é “autocontrole”, passamos a fazer muita coisa no impulso.

Meu terceiro lugar está na ordem invertida, porque preciso sempre de livros mais profundos foi a garota do trem: audacioso e muito inteligente, conta a história de Rachel que todos dias anda de trem até Londres, certo dia ela segue um casal e descobre que a jovem está desaparecida, vai até a política e conta tudo, ah virou filme sim, é o que esteve em cartaz, mas não vi, a autora é Paula Hawkings, ela mudou como vejo o meu dia a dia e as pessoas ao lado.

Meu segundo lugar é Peter Kreeft, foi uma descoberta quase ao acaso, mas me fez muito bem, ele faz filosofia a moda socrática, isto é dialogando, li as Melhores Coisas da Vida, vejam meu post e seguintes, e Sócrates encontra Hume, mas há outros para ler.

O primeiro e último nesta lista foi o livro de Edgar Morin: Para onde vai o Mundo ? o livro é antigo, mas esta virada de 2016 para o nacionalismo e o pensamento conservador me pareceu oportuna, segundo o prefácio de de François L´Yvonnet, Morin “resiste a qualquer reconciliação ou otimismo beato” e propõe um “humanismo planetário, que comporta uma conscientização da ´Terra-Pátria´como comunidade de destino de origem de perdição” (seja meu post e os seguintes).

Minha pilha para 2017 está pronta, mas sempre os acontecimentos desviam minha leitura.[:en]I talked a lot about books about Hermeneutica, the Other and issues of politicsadvertise and ethics that bombed in 2016, but there are less “dense” and equally good books, they are easy readings that can help a lot of people, the first one is by Mario Sérgio Cortella : Why do we do what we do? Short, cheap and very interesting.

What does the pleasure of everyday life take away from us? Lack of time for everything? Do you have a purpose for life? Seems self-help, but it is not, it is a very practical philosophy book, without “theories”.
Cheap and very simple is also Anxiety and Self-control, from the well-known and brazilian famous writer Augusto Cury, gives important tips on the stress of our lives and how anxiety is generated, I liked it mainly because it demystifies the fact that it would be too much or too much information, the problem Is “self-control”, we do a lot in the momentum.

My third place is in reverse order, because I always need deeper books was the girl on the train: audacious and very intelligent, tells the story of Rachel that every day trains to London, one day she follows a couple and discovers that the Young is missing, goes to politics and tells everything, ah turned movie yes, it’s what was in the poster, but did not see, the author is Paula Hawkings, she changed as I see my day to day and the people next door.

My second place is Peter Kreeft, it was a discovery almost at random, but it did me very well, he does philosophy Socratic fashion, this is dialogue, I read the Best Things in Life, see my post, and Socrates meets Hume, there are others to read.
The first and last on this list was Edgar Morin’s book: Where Does The World Go? The book is old, but this 2016 turn to nationalism and conservative thinking seemed timely, according to François L’Yvonnet’s preface, Morin “resists any blessed reconciliation or optimism” and proposes a “planetary humanism, An awareness of ‘Homeland’ as the community of destiny of origin of doom ‘(be my post and the following).

My stack for 2017 is ready, but events always divert my reading.

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[:pt]Deus entrou na história ?[:]

23 dez

[:pt]São tantos os sinais que podemos confiar que sim, o antigo testamento, em que ohermeneutics povo caminha pelo deserto, pelo exílio e neste processo vai fazendo uma experiência de sofrimento, como fazem hoje os milhões de exilados do mundo todo, mas da Síria em particular, embora na África em muitos países a guerra é sangrenta.

Os sinais eram: “eis que a vida conceberá” (Isaías), “ele virá da tribo de Judá”, “será descendente de David”, “rasgarão suas vestes”, mas “nenhum de seus ossos será quebrado”, e muitos outros, mas a singeleza e a humildade não estavam na “conta” dos religiosos.

São valorizados os que sentam na primeira fileira, vestem roupas de “linho”,

Será que podemos observar esta presença na história ? será que a promessa de Isaias se cumprirá (Is 52:9) Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo, ó ruínas de Jerusalém, o Senhor consolou seu povo e resgatou Jerusalém. o que dizem os exegetas disto ?

Jerusalém arde em guerras e divisões, outros dirão mas é a Jerusalém celeste, é uma forma de escapismo, o importante sinal é a guerra e os exilados estão aí, o que faremos ?

A resposta está em João 1:10-11: “A Palavra estava no mundo — e o mundo foi feito por meio dela — mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram.”, então quem são os seus, entendem estas palavras ? e o que fazem.

Tinha que vir depois da dureza da lei, uma pessoa em sua plenitude de SER, diz o mesmo texto de João 1-17-18: “Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer”.

Cabe a nós promover a paz, a acolhida a todos homens, não ao nosso ambiente apenas, mas a todos, procurando um mundo mais unido e fraterno, com o nosso empenho, testemunho e vida, “ele no-lo deu a conhecer” e aí esta a verdade e a vida.[:]

 

[:pt]Inocência e política[:en]Innocence and politics[:]

22 dez

[:pt]De Platão e Aristóteles, passando por Hobbes, Locke, Rousseau, Hegel e Marx, chegandojesusluz até Habermas, John Rawls, Charles Taylor, Edgar Morin e Manuel Castelss, uma questão política é fundamental e subjaz a todo elaborado discurso político: como faremos para viver juntos em sociedade ?

Pouco conhecido e completando seu ano sabático no Brasil, o Italiano Antônio Baggio escreveu sobre o lema esquecido da Revolução Francesa: a fraternidade, com boa tradução brasileira.

O que uma criança inocente nascida em uma colônia do poderoso império romano pode ter a ver com tudo isto, não teria nada se não fosse este “lema esquecido” da última grande revolução civilizatória, já que a socialista não completou seu ciclo, e talvez não complete, mas os problemas sociais: concentração de renda, ecologia e agora desglobalização estão ai.

Retomo Edgar Morin em seu Pátria-Terra e Manuel Castells com a Sociedade da Informação, um mundo que se vê está aí, mas este mundo poderá elaborar formas de convivência pacíficas ?

Neste momento parece um retrocesso, mas é preciso certa dose de ingenuidade, de amor a humanidade e de respeito à diversidade, e esta criança inocente, este menino-Deus tem algo a dizer, o olhar puro e até de certa forma ingênuo ao Outro, ao diferente pode nos ajudar.

É possível, mais que isto é necessário criar a ideia de um mundo onde todos possam conviver, e não há outra forma senão respeitar diferenças, conviver e alargar o coração a todos.

Uma criança nascida foi contada entre os homens (era o período do recenseamento), depois fugiu para o Egito, pois Herodes manda matar todos recém-nascidos, e mais tarde porque “amou os seus até o fim” será morto, mas deixou ao mundo sua mensagem, seu mandamento NOVO: “amai-vos COMO eu vos ameis”, isto é até o fim, até a morte.

Mas não se confunda há um só Jesus, e sua política não se confundem com estruturas, poderes e paixões humanas demais, só se entende a fraternidade, se nos vemos com irmãos IGUAIS.[:en]From Plato and Aristotle, through Hobbes, Locke, Rousseau, Hegel, and Marx, to Habermas, jesusluzJohn Rawls, Charles Taylor, and Edgar Morin and Manuel Castells,  apolitical question is fundamental and underlies every elaborate political discourse: how will we live together in society?

Little known and completing his sabbatical in Brazil, the Italian Antonio Baggio wrote about the forgotten motto of the French Revolution: the fraternity, with a good Brazilian translation.
What an innocent child born in a colony of the mighty Roman Empire might have to do with all this would have nothing if not for this “forgotten motto” of the last great civilizing revolution, since the socialist did not complete its cycle, and perhaps not Complete, but the social problems: concentration of income, ecology and now disglobalization are there.

Returning to Edgar Morin in his Earth-Country and Manuel Castells with the Information Society, a world that is seen there, but this world can elaborate forms of peaceful coexistence?

At this moment it seems like a setback, but it takes a certain dose of naivety, of love for humanity and respect for diversity, and this innocent child, this God-child has something to say, the pure and even somewhat naive look to the Other, To different can help us.

It is possible, more than this, it is necessary to create the idea of ​​a world where all can live together, and there is no other way than to respect differences, to live and to extend the heart to all.

A born child was counted among the men (it was the period of the census), then fled to Egypt, for Herod orders to kill all newborns, and later because “he loved his to the end” will be killed, but left to the world His message, his new commandment: “love yourselves as I love you”, that is to the end, even unto death.

But do not confuse one Jesus, and his politics are not to be confused with human structures, powers and passions too, one only understands fraternity if one sees oneself with fraternity brothers.[:]

 

[:pt]Machado e o cânone literário[:en]Machado and the literary canon[:]

21 dez

[:pt]Sempre achei insuficiente a maioria das análises de Machado de Assis, faltava olharmachado um Machado culto e como todo bom intelectual capaz de sofrer influências, sem perder a sua brasilidade de mulato, carioca e político, tendo assumido diversos cargos públicos.

Muito já se escreveu e falou das influências de Shakespeare e Eça de Queiroz num dos maiores autores nacionais, também já se falou de sua brasilidade, mas Sonia Salomão revela uma face ainda pouco vista e por isso pouco explorada.

A autora Sonia Netto Salomão, escreveu o livro lançado este ano Machado e o cânone literário (Eduerj, 434 pp.; R$ 60), ela é brasileira, porém é professora na Universidade de Roma La Sapienza, e aprofundou os estudos no contexto italiano do Rio de Janeiro da segunda metade do século XIX, com forte influencia de Dante, Machiavel, Leopardi e o destacou sua condição de frequente espectador das operas e de teatro dramático no Rio de Janeiro, e a forte influencia italiana no livro Dom Casmurro.

Esta análise vai passar despercebida por certo tempo, porque oscilamos em boa parte da mentalidade nacional ora por um xenofobismo europeu (o americano é pior), sem perceber nossas fortes influencias europeia, ora por uma adesão acrítica de leituras estrangeiras sendo incapazes de ver as nuances da adesão na cultura nacional do pensamento ocidental.

O livro custa em torno de R$ 60,00 e foi publicado pela Eduerj.[:en]I have always found insufficient the analysis of Machado de Assis, it was necessary to look machadoat an educated Machado and like any good intellectual capable of influencing, without losing his Brazilian, mulatto and great brazilian author.
The author Sonia Netto Salomão, wrote the book released this year Machado and the literary canon (Eduerj, 434 pp.,2016), she is Brazilian, but is a professor at the University of Rome La Sapienza, and deepened her studies in the Italian context Of Rio de Janeiro in the second half of the nineteenth century, with a strong influence of Dante, Machiavel, Leopardi and emphasized his condition of frequent spectator of operas and dramatic theater in Rio de Janeiro, and the strong Italian influence in the book Dom Casmurro.
This analysis is going to go unnoticed for some time, because we oscillate in a good part of the national mentality, or by a European xenophobia (the American is worse), without realizing our strong European influences, or by an uncritical adherence of foreign readings being unable to see the nuances Of adherence in the national culture of Western thought.
The book costs around $ 60.00 (U$ 16)  and was published by editor Eduerj in 2016.[:]

 

[:pt]Desglobalização: definindo 2016[:en]Disglobalization: defining 2016[:]

20 dez

[:pt]Há várias possíveis definições para 2016, que ainda não terminou, porém sabemosterradividida que há uma mudança de rota, foi o ano do BREXIT (a saída da Grão-Bretanha da zona do Euro), a vitória mais que surpreende de Donald Trump nos EUA, a direita e extrema direita disputando eleições na França e Angela Merkel perdendo espaços na Alemanha.

A Universidade de Oxford usou a palavra pós-verdade para definir este ano, palavra que embora conhecida desde 1992, cunhada por Steve Tesich, teve um crescimento de mais de 2.000% no ano de 2016.

Segundo o dicionário Oxford, define-se pós-verdade como: “que se relaciona ou denota circunstância nas quais fatos objetivos tem menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e as crenças pessoais”, ou seja, também o cenário da America Latina poderia estar contemplado desta forma.

Os Alemãos da Sociedade da Língua Alemã (GfdS), usou uma fala de Angela Merkel quando seu partido foi derrotado em eleições regionais: “vivemos em tempos pós-factuais”, para definir 2016 assim: pós-factual.

Prefiro o que há de base comum em todos estes fatos, num retrocesso a tendência de mundialização, um certo reavivamente dos conceitos de “nações”, “culturas” e “povos”, o que não há nada de ruim, se não houvesse a rejeição do que é diferente, é a necessidade de tolerância e diálogo.

Chamo este processo o reverso da globalização, de desglobalização, tendência oposta ao que pedem livros como “terra-Pátria” de Edgar Morin, e o “O mundo não tem tempo a perder” de diversos pensadores importantes, entre eles o próprio Morin, Peter Sloterdijk e muitos outros, que pedem uma “governança mundial” para enfrentar problemas emergenciais: concentração de renda, desiquilíbrio ecológico, corrupção, etc. que precisam de uma agenda mundial.

Lembro que a história da humanidade também teve retrocessos, como a Restauração na França, os reinados no meio de um incipiente avanço da modernidade e tantos outros, mas o vetor da “mundialização” é positivo, é preciso compreendemos dentro de vários parâmetros.

A função das redes e das mídias sociais na denuncia de discriminações, atrocidades e uso não coerente da máquina de estado, uma maior visibilidade de tudo que ocorre no planeta e no plano filosófico a redescoberta do “Outro”, do diferente e do homo sacer. [:en] There are several possible definitions for 2016, which is not over yet, but we knowterradividida that there is a change of route, it was the year of BREXIT (the departure of the Great Britain from the Euro zone), the most surprising victory of Donald Trump in the USA, The right and extreme right disputing elections in France and Angela Merkel losing spaces in Germany.

The University of Oxford used the word post-truth to define this year, a word that although known since 1992, coined by Steve Tesich, had a growth of more than 2,000% in the year 2016.

According to the Oxford Dictionary, post-truth is defined as: “which relates or denotes circumstance in which objective facts have less influence in shaping public opinion than appeals to emotion and personal beliefs”, ie also the scenario of Latin America could be contemplated this way.

The Germans of the German-speaking Society (GfdS) used a speech by Angela Merkel when her party was defeated in regional elections: “we live in post-factual times”, to define 2016 thus: post-factual.

I prefer what is common in all these facts, in a retrogression the tendency of globalization, a certain revival of the concepts of “nations”, “cultures” and “peoples”, which is not a bad thing, if there were no rejection Of what is different, is the need for tolerance and dialogue.

I call this process the reverse of globalization, of disglobalisation, a tendency opposite to what books like Edgar Morin’s “Land-Patria” ask for, and “The world has no time to lose” of several important thinkers, among them Morin himself, Peter Sloterdijk and many others who call for “global governance” to tackle emergency problems: concentration of income, ecological imbalance, corruption, etc. Who need a global agenda.

I remember that the history of humanity also had setbacks, such as the Restoration in France, the reigns in the midst of an incipient advance of modernity and many others, but the vector of “globalization” is positive, we must understand within various parameters.

The role of networks and social media in denouncing discrimination, atrocities and non-coherent use of the state machine, a greater visibility of everything that occurs on the planet and on the philosophical plane, the rediscovery of the “Other”, the different and homo sacer.[:]