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março « 2017 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para março, 2017

[:pt]Filosofia e a morte[:en]Philosophy, dead and Lazarus[:]

31 mar

[:pt]Não confundir a odiosa guerra e toda uma imensa filosofia que conduz ao ódio, a violência eMorteRessurreição a guerra irracional, com a morte que é um fato inevitável da vida.

Desde Sócrates, passando por Platão (428-347 a.C.) até Heidegger (1889-1976) a filosofia está cheia de teorias e pensamentos sobre a morte, não só amedronta mas também liberta.

Nas leituras bíblicas, além da emblemática Páscoa, para os judeus a passagem para a Terra prometida e para os cristãos a morte e Ressurreição de Jesus, este tema também é forte.

Mas talvez pouco percebido, e igualmente importante é o diálogo sobre a morte de Lázaro, que antes mesmo de Jesus voltou a vida, e encontramos em João (11,4) ao ouvir que Lazaro esteve doente e morreu, proclamou: “Ouvindo isto, Jesus disse: “Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”, glorificar com a morte parecia algo absurdo.

De fato, a morte e a cruz, escândalo para os gentios (os que não creem) era orgulho dos cristãos, que no início do cristianismo eram mandados para sacrifícios e iam cantando.

Na filosofia Sócrates definia-a como: “preparação para a morte”, enquanto Schopenhauer (1788-1860), um os primeiros pensadores alemães do século 19 a questionar a modernidade, chega ao ponto de afirmar que “a morte é a musa da filosofia”.

O grande filósofo da ontologia de nosso tempo, Heidegger afirma que o homem é mediado por seu passado e seu Ser é um “ser que caminha para a morte, mas sua relação com o mundo se pauta muitas vezes por preocupação, angústia, conhecimento e complexo de culpa.

O sentido de sua filosofia é, entretanto, um salto, podemos dizer um trampolim, onde fugindo da condição cotidiana podemos atingir o nosso verdadeiro “ser”, e é este sentido que os modos e as maneiras de enunciação tornam-se expressão de nosso “eu” enquanto Ser em relação aos outros.

deve tentar “saltar”, fugindo de sua condição cotidiana para atingir seu verdadeiro “eu”. O panorama de sua teoria é o do sentido de “ser”: os modos e as maneiras de enunciação e expressão de ser.

Montaigne (1533-1592), afirmou em seu Ensaios: “Ora, essa morte que alguns chamam de a mais horrível das coisas horríveis, quem não sabe que outros a denominam o único porto contra os tormentos desta vida? o soberano bem da natureza? o único esteio de nossa liberdade? e receita comum e imediata contra todos os males?” Enfim é mais livre é quem pode a cada instante viver bem a morte do que já passou e a ressurreição do nosso Ser que vai além.

Na passagem bíblica de João (Jo 13, 23) no versículo mais a frente Jesus exclamou: “com voz forte: “Lázaro, vem para fora!”, e ele saiu, devemos abandonar nossas ataduras e panos e sair para a vida, para o Ser, e viver dignamente.[:en]Do not confuse the hateful war and an immense philosophy that leads to hate, MorteRessurreiçãoviolence and irrational war, with death that is an inevitable fact of life.
From Socrates, through Plato (428-347 b.C.) to Heidegger (1889-1976) philosophy is full of theories and thoughts about death, not only frightened but also frees.
In biblical readings, in addition to the iconic Easter, for the Jews the passage to the promised land and for Christians the death and Resurrection of Jesus, this theme is also strong.
But perhaps little understood, and equally important is the dialogue about the death of Lazarus, who even before Jesus came to life, and we find in John (11,4) hearing that Lazarus was sick and died, proclaimed: “Hearing this, Jesus said, “This disease does not lead to death; It serves the glory of God, that the Son of God may be glorified by it”, glorifying with death seemed absurd.
In fact, death and the cross, a scandal for the Gentiles (those who do not believe) was the pride of Christians, who at the beginning of Christianity were sent to sacrifice and were singing.
In Socrates’ philosophy he defined it as “preparation for death,” while Schopenhauer (1788-1860), one of the first German thinkers of the 19th century to question modernity, goes so far as to say that “death is the muse of philosophy “.
The great philosopher of the ontology of our time, Heidegger states that man is mediated by his past and his Being is a “being that walks to death, but its relation to the world is often ruled by worry, anguish, knowledge and complex Of guilt.
The sense of his philosophy, however, is a leap, we can say a springboard, where, escaping from the everyday condition, we can reach our true “being,” and it is this sense that the modes and ways of enunciation become an expression of our ” I “while Being in relation to others.
Must try to “jump”, fleeing from his daily condition to reach his true “I”. The panorama of his theory is that of the sense of “being”: the ways and the ways of enunciation and expression of being.
Montaigne, said in his Essays: “Now this death which some call the most horrible of horrible things, who does not know that others call it the only port against the torments of this life? The sovereign good of nature? The sole mainstay of our freedom? And a common and immediate prescription against all evils? “At last, it is freer and more free to live well the death of what has passed and the resurrection of our Being that goes beyond.
In the Bible passage of John (Jn 13:23) in the verse ahead Jesus exclaimed: “With a loud voice,” Lazarus, come forth! “And he left, we must abandon our bandages and go to life, to The Being, and live worthily.
[:]

 

[:pt]O estado de Kant a Hegel[:en]The State of Kant to Hegel[:]

30 mar

[:pt]São diversos interpretes que apontam o fato que Rousseau intencionava escrever uma obra sobreGuerraPaz as “Instituições Políticas”, por exemplo, na própria obra do autor intitulada Confissões, que incorre no mesmo erro, já apontamos, de entender como natural o que é fato cultural, ideológico e político.

Pois foi deste modo que uma sociedade marcada pela divisão e pela violência promovida de modo especial pelo Estado, natural significa a contenção coercitiva da paz civil pelo Estado, segundo regras e leis, estabelecidas primariamente naquilo que Montesquieu chamou de “Espírito das Leis”, ou seja, natureza significaria guerra, sociedade significaria paz ou, mais precisamente segurança, que nem sempre é a segurança de todos.

Havia uma brecha na visão de Montesquieu, que considerava a igualde virtual de forças em que todos se sentissem igualmente ameaçados, o suposto de Hobbes, mas que não indicasse uma tendência mais eminente de não se entre-atacarem, ou seja, em se evitarem, e a paz, e não a guerra seria “a primeira lei natural”.

Esta passagem do “paleolítico” de solidões do estado de natureza ao “neolítico” do estado social que impeliu o ímpeto de apropriação egoísta dos bens naturais, embora chamado de estado social, não é senão a apropriação do público pelo privado, e vice versa, porque o privado não são senão os próprios senhores do poder.

É preciso assim retornar aos primórdios da sociedade e sua formulação da ideia do estado, na filosofia de Kant e sua reflexão sobre guerra e paz, o seu traço distintivo é como o sistema de ideias do seu pensamento, de modo intrínseco, atacou o binômio guerra e paz, para estabelecer um ponto de vista “das condições objetivas de estabelecimento de um estado de paz entre os povos, para ele o lugar da necessidade era ocupado pela guerra e não pela paz.

Esta “realidade” ideal se opunha entre os lamentos piedosos ou exortações de ordem moral, como a condenação da guerra por Erasmo, onde seu horizonte antropológico-política tem a questão da Paz como finalidade imperativa, mas “deve” vigorar pela razão ideal moderna.

Negando a metafísica medieval, seu “projeto de paz perpétua metafísica” na crítica da razão pura, não é senão os limites da própria razão na chamada “doutrina do direito, um projeto cosmopolítico de paz universal, que será o que ficou conhecido como “Paz Perpétua”, que duas guerras mundiais provaram sua ineficácia.

Assim pode-se ler o conceito de natureza escondido em Kant: “Pode-se considerar a história da espécie humana, em seu conjunto, como a realização de um plano oculto da natureza em estabelecer uma constituição política perfeita interiormente, e quanto a este fim, também exteriormente perfeita, como o único estado no qual a natureza pode desenvolver plenamente, na humanidade, todas as suas disposições.” (Kant, 2003, p. 17)

O opúsculo de 1795 “Para a Paz perpétua. Um projeto filosófico” pode-se ter uma visão articulada das ideais de Kant sobre isto, mas será em Hegel que este projeto será acabado.

Não é exagerado, leia-se em Hegel: “a guerra de nenhum modo deve ser vista como um mal absoluto ou um puro acidente” (Hegel, 1974, § 328)

Em Hegel a guerra será uma empresa racional além da ideal, alguns governantes atuais que o digam, para alguns interpretes a ideia de Estado de Hegel é de uma filosofia de guerra, dando ao Estado uma concepção quase ou muito próximo do divino.

O filósofo que se propõe a criar uma visão “real” do estado “racional”, torna isto consciente por um conjunto de avatares da realidade, ao dizer: “A história é a figuração do Espírito sob forma de acontecimento” (Hegel, 1974,  § 348), e podemos citar como fatos “reais”: a Revolução Americana, Revolução Francesa, Império Napoleônico e até a Santa Aliança, sem falar das inúmeras guerras que pululam por todo o planeta, e um redesenho do Planeta, veja-se Armênia, Bósnia, Ucrânia, e tantos outros, feitos não pela razão mas pela “bala”.

KANT, I. A Ideia de uma História Universal de um ponto de vista cosmopolita. São Paulo: Livraria Martins Fontes, 2003.

HEGEL, G.W.F. A Fenomenologia do Espírito. São Paulo: Abril S.A., 1974[:en]There are several interpreters who point out the fact that Rousseau intended to write GuerraPaza work on “Political Institutions”, for example, in the author’s own work entitled Confissiones, which incurs the same error, we have already pointed out, to understand as natural what is cultural fact, Ideological and political.

For it was in this way that a society marked by division and violence promoted in a special way by the state, natural means the coercive restraint of civil peace by the state, according to rules and laws, established primarily in what Montesquieu called the “Spirit of Laws,” or Either, nature would mean war, society would mean peace or, more precisely, security, which is not always the security of all.

There was a breach in Montesquieu’s view that he considered the virtual equalization of forces in which everyone felt equally threatened, Hobbes’s assumption, but did not indicate a more eminent tendency not to attack-that is, to avoid, And peace, not war, would be “the first natural law.”

This “paleolithic” passage from the state of nature to the “neolithic” state of the social state that impelled the impetus of selfish appropriation of natural goods, though called the social state, is nothing more than private appropriation of the public and vice versa, Because the private are only the masters of power themselves.

It is thus necessary to return to the beginnings of society and its formulation of the idea of the state, in Kant’s philosophy and his reflection on war and peace, his distinctive feature is how the system of ideas of his thought intrinsically attacked the binomial war And peace, to establish a point of view “of the objective conditions of establishing a state of peace among peoples, for him the place of necessity was occupied by war and not by peace.

This ideal “reality” was opposed by pious lamentations or exhortations of a moral order, such as the condemnation of war by Erasmus, where his anthropological-political horizon has the question of Peace as an imperative, but “must” stand for modern ideal reason.

Denying medieval metaphysics, his “project of perpetual metaphysical peace” in the critique of pure reason, is nothing but the limits of reason itself in the so-called “doctrine of law, a cosmopolitan project of universal peace, which will be what is known as” Peace Perpetua “, that two world wars proved ineffective.

Thus one can read the concept of nature hidden in Kant: “The history of the human species as a whole can be considered as the realization of a hidden plan of nature in establishing a perfect political constitution inwardly, and for this purpose  “Also outwardly perfect, as the only state in which nature can fully develop in mankind all its dispositions. “(Kant, 2003, p.17)

The 1795 pamphlet “For Perpetual Peace. A philosophical project “one can have an articulated vision of Kant’s ideals about this, but it will be in Hegel that this project will be finished.[:]

 

[:pt]O homem não tão natural[:en]The not so natural man[:]

29 mar

[:pt]A filosofia moderna, de Hobbes a Hegel, depois a crise se instala, não conseguiu definir Leviathan_by_Thomas_Hobbeso que de fato seria natural, e perguntamos o natural é o homem em guerra ? ou em paz ? se é que podemos deixar de lado o que seja de fato natural e natureza.

Comecemos por Hobbes, afirmou o autor: Se não houvesse a corrupção e o vício de homens degenerados, não seria preciso outras leis, nem a necessidade de formar, no lugar de grande e natural comunidade, sociedades separadas, fundadas sobre contratos positivos.” (Locke, 1978, p. 5), parece atual e é porque o Estado idealizado por Hobbes e divinizado por Hegel é o que foi implantado, mas isto será o post seguinte.

Para Hobbes o Estado de Natureza é o próprio Estado de Guerra de todos contra todos, na verdade do estado contra o cidadão, mas isto não é tá claro, enfatiza ele que diante da ameaça de morte violenta, a vida se caracteriza como: “sórdida, pobre, embrutecida e curta”, nos termos por ele expostos no capítulo XIII do Leviatã, a sua principal obra.

A guerra é então uma sensação permanente de medo que implica na preocupação constante com a autoproteção, muito atual, e é de 1651 (na foto a capa original).

John Locke vem a seguir, para estabelecer como um dos grandes precursores do liberalismo que os homens são iguais e livres, e que dentro dos limites da lei da natureza pode decidir, em contrato estabelecido com os demais, quais ações podem ser praticadas na relação com os demais, pode-se dizer que não está em um estado de guerra, mas deve estabelecer regras para que os limites “naturais” sejam respeitados.

Não podendo o homem destruir as dádivas da natureza ele deve, em prol de sua liberdade “ilimitada”, justificar sua atitude para preservar a humanidade, dito em sua pobra Dois tratados sobre o governo (II, § 6). 

Cada um está obrigado a preservar-se, e não abandonar a sua posição por vontade própria; logo, pela mesma razão, quando sua própria preservação não estiver em jogo, cada um deve, tanto quanto puder, preservar o resto da humanidade, e não pode, a não ser que seja para fazer justiça a um infrator, tirar ou prejudicar a vida ou o que favorece a preservação da vida, liberdade, integridade ou bens de outrem (LOCKE, 1998, p. 385). 

Finalmente vem Jean Jacques Rousseau que defende o “bom selvagem”, ou seja, o homem é bom por natureza a sociedade o corrompe, dito desta forma:

os homens nesse estado [de natureza], não tendo entre si nenhuma espécie de relação moral, nem deveres conhecidos, não poderiam ser bons nem maus, e não tinham vícios nem virtudes (…). Não vamos, sobretudo, concluir com Hobbes que, por não ter a menor ideia da bondade, o homem seja naturalmente mau; …” (ROUSSEAU, 1978, p. 158).

Depois isto se tornará idolatria moderna do estado em Hegel, mas é preciso retomar este estado “ideal” desde Kant para fazer um percurso do pensamento.

 

HOBBES, T. Leviatã, Coleção Os pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1978.

LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ROUSEAU, J.J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, Coleção Os pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1978.[:en]Modern philosophy, from Hobbes to Hegel, then the crisis settles, failed to define what Leviathan_by_Thomas_Hobbeswould indeed be natural, and we ask the natural is the man at war? Or in peace? If we can put aside what is in fact natural and nature.

Let us begin with Hobbes, “If there were no corruption and vice of degenerate men, there would be no need for other laws, nor the need to form separate societies based on positive contracts instead of a great and natural community.” (Locke, 1978, p. 5), seems current and it is because the state idealized by Hobbes and deified by Hegel is what was implanted.

For Hobbes the State of Nature is the State of War itself against all, in fact of the state against the citizen, but this is not clear, he emphasizes that before the threat of violent death, life is characterized as: “sordid , Poor, brutish and short, “in the terms he expounded in chapter XIII of Leviathan, his principal work.

War is then a permanent sensation of fear that implies the constant preoccupation with self-protection, very current, and is of 1651 (in the photo the original cover).

John Locke goes on to establish as one of the great precursors of liberalism that men are equal and free, and that within the limits of the law of nature can decide, in a contract established with others, what actions can be practiced in the relationship with The others, it can be said that he is not in a state of war, but he must establish rules so that the “natural” limits are respected.

Since man cannot destroy the gifts of nature, he must, for the sake of his “unlimited” freedom, justify his attitude toward preserving humanity, said in his pamphlet Two Treatises on Government (II, § 6).

Each one is obliged to preserve himself, and not to abandon his position of his own accord; For the same reason, when their own preservation is not at stake, each should, as far as he can, preserve the rest of mankind, and can not, unless it is to do ju-stice to an offender, to take away or harm life Or what favors the preservation of the life, liberty, integrity or assets of others.” (LOCKE, 1998, p.385).

Finally comes Jean Jacques Rousseau who defends the “good savage”, that is, man is good by nature society corrupts him, said this way:

Men in this state [of nature], having no kind of moral relation or known duties to each other, could neither be good nor bad, and had neither vices nor virtues. Let us not, above all, conclude with Hobbes that, having no idea of ​​goodness, man is naturally evil; … “(ROUSSEAU, 1978, p.158).

Later this will become modern idolatry of the state in Hegel, but it is necessary to return to this “ideal” state from Kant to make a course of thought.

(pages in brazilian edition)

HOBBES, T. Leviathan, Collection Os pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1978. LOCKE, John. Two agreements about the government. São Paulo: Martins Fontes, 1998. ROUSEAU, J.J. Discourse on the origin and foundations of inequality among men, Collection Os Pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1978.[:]

 

[:pt]Anticoncepcional tabelinha 2.0[:en]Contraceptive Billings 2.0 [:]

28 mar

[:pt]Nossos avós e os pais dos mais velhos usaram o método baseado no controle do ciclotabelinha de fertilidade, chamado popularmente de “tabelinha” mas o nome certo é Billings.

Agora graças a tecnologia que combina apps muito simples de serem usados em smartphones e algoritmos inteligentes que, com dados alimentados corretamente, podem fazer um controle anticoncepcional bastante eficiente, o método já é aprovado por autoridades, por exemplo, pelo Ministério da Saúde da Alemanha, mas já muito usados em toda Europa.

O aplicativo se chama Natural Cycles, o que é certificado pois há outros, e tem versões para Androids e iPhones.

O algoritmo é bem mais seguro que a antiga tabelinha, pois através de algoritmos inteligentes e de acordo com o período menstrual, eles respeitam o fato que os ciclos das mulheres são diferentes e poucas tem possibilidade de engravidar, também usam o princípio, que a rigor, somente em seis dias do mês é possível a mulher engravidar.

O algoritmo e o aplicativo também tem resolvido 20% dos casos em que as mulheres querem engravidar, pois permite maior autonomia, conhecimento e controle do próprio corpo das mulheres, além de não ter nenhum dos efeitos colaterais dos anticoncepcionais.

Para baixar o aplicativo Natural Cycles deve-se ir a Google Play ou Apple Store, ou click aqui.[:en]Our grandparents and the parents of the elders used the method basedtabelinha on control of the fertility cycle, popularly called the “board table” but the right name is Billings.

Now thanks to technology that combines very simple applications to be used in smartphones and intelligent algorithms that, with correctly fed data, can make a contraceptive control quite efficient, the method is already approved by authorities, for example, by the German Ministry of Health, But already widely used throughout Europe.

The application is called Natural Cycles, which is certified, as there are others, and has versions for Androids and iPhones.

The algorithm is much safer than the old table, because through intelligent algorithms and according to the menstrual period, they respect the fact that women’s cycles are different and few have a chance to get pregnant, they also use the principle, which strictly , Only in six days of the month is it possible for the woman to become pregnant. The algorithm and the application have also solved 20% of the cases in which women want to become pregnant, since it allows greater autonomy, knowledge and control of the women’s own body, besides not having any of the side effects of contraceptives.

To download the Natural Cycles app go to Google Play or the Apple Store, or click here.[:]

 

[:pt]Primeiras impressões Moto G5[:en]First Impressions Moto G5[:]

27 mar

[:pt]No dia 7 de março, a Motorola lançou oficialmente no Brasil seus novos modelos Moto G5 e MotoG5Moto G5 Plus num evento realizado em São Paulo,  a propaganda falava de design, desempenho e memória, mas é preciso esperar para ver a realidade.

Os modelos antigos Moto G sempre foram competitivos em preço, e no custo x qualidade acabavam batendo os concorrentes para o bolso do brasileiro, agora começando pela embalagem o modelo do carregador até o fone de ouvido “bolinha” a primeira impressão é muito boa.

Apesar da divulgação ser sobre o “acabamento em alumínio”, o Moto G5 seu corpo quase todo de plástico, sendo possível notar uma pequena chapa metálica na parte traseira, removível para dar acesso aos compartimentos de da bateria, dos chips SIM e do slot de armazenamento.

Entre as cores opcionais: platina, azul (safira) e preto, destaca-se a novidade do dourado.

O Moto G5 também diminuiu o tamanho, possuindo agora 144.3 de altura por 73 mm de largura, além de 9.5 mm de espessura, ou seja, mais fino que é o novo padrão nos novos modelos, é também mais leve com apenas 145 gramas.

Mas a grande surpresa são as características técnicas: tela IPS LCD de 5 polegadas com resolução Full HD (1080×1920 pixels), que dá uma densidade de 441 ppi, com Wi-Fi 802.11 a/b/g/n, Bluetooth 4.2 com LE/A2DP e GPS/A-GPS/Glonass/Beidu para localização.

Com o chipset Qualcomm Snapdragon 430 com oito núcleos e clock máximo em 1,4 GHz, GPU Adreno 505, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço para o armazenamento interno, que pode ser expandido via cartão microSD de até 128 GB, vem para uma competição forte no mercado.

O preço tá girando em torno de 900 a mil reais para o modelo comum, enquanto o plus em torno de 1500 reais.

 [:en]On March 7, Motorola officially launched its new Moto G5 and Moto G5 Plus models MotoG5in an event held in São Paulo Brazil,  yesterday morning, the advertising spoke of design, performance and memory, but we must wait to see the reality;
The old Moto G models have always been competitive in price, and in cost x quality they ended up beating the competitors to the Brazilian’s pocket, now starting by packing the model from the charger to the headset the first impression is very good.

Although the announcement is about the “aluminum finish”, the Moto G5 is almost all plastic body; it is possible to notice a small metal plate on the back, removable to give access to the battery compartments, SIM chips and the slot storage.

Among the optional colors: platinum, blue (safira) and black, stands out the novelty of the gold.
The Moto G5 has also decreased in size, now 144.3 in height by 73 mm in width, and 9.5 mm in thickness, which means that the new model is finer in the new models, and is lighter with only 145 grams.

But the big surprise is the technical features: 5-inch IPS LCD screen with Full HD resolution (1080×1920 pixels), giving a density of 441 ppi, with Wi-Fi 802.11 a / b / g / n, Bluetooth 4.2 with LE / A2DP and GPS / A-GPS / Glonass / Beidu for location.

With the Qualcomm Snapdragon 430 chipset with eight cores and maximum clock rate at 1.4 GHz, Adreno 505 GPU, 2 GB of RAM and 32 GB of internal storage space, which can be expanded via microSD card up to 128 GB, comes to Market competition.

The price is rotating around 900 to 1,000 reals (around U$ 300) for the common model, while the plus is around 1500 reais (around U$ 650).

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[:pt]Visão e cegueira[:en]Vision and Blindness[:]

25 mar

[:pt]Visão de mundo implica num conjunto de sensações, incluindo aquelas que o aspecto Classical spectacle on eye chartcultural adiciona, ou seja, pensamos que vemos, mas nossa visão está condicionada pela tradição, e é o diálogo com a tradição que permite tirar o véu daquilo que achamos que vemos, um desvelar.

Isto foi tratado na filosofia desde Sócrates e Platão, o chamado mito da caverna, ou seja, o que vemos são sombras dentro de uma caverna é preciso sair para a luz para ver o que realmente o mundo, até chegarmos ao filósofo contemporâneo Heidegger, o Weltanschauung (termo alemão que significa uma cosmovisão ou mundividência),  onde uma orientação cognitiva é fundamental para que um indivíduo ou de toda uma sociedade possa de fato ver.

Em nosso cotidiano esta orientação abrange tanto a filosofia natural, com seus valores fundamentais, existenciais, normativos, seus postulados ou temas, suas emoções e de modo especial sua ética.

O que acontece então com uma pessoa que é cego de nascença ? Um dos milagres atribuídos a Jesus é que curou um cego de nascença (Jo 9,1-9), significa que o sistema cognitivo não está preparado para ver, então de fato é um milagre muito grande.

É o milagre que o mundo contemporâneo precisa, mergulhado numa cultura iluminista e idealista, onde o individualismo e consumismo são subprodutos porque são consequencias, fazer as pessoas enxergarem uma vez que são cegos de nascença, significa um “milagre”.

Mas qual é o milagre possível de acontecer, é o fato que existe o “desconforto” da modernidade, o que maus interpretes chamam de líquido, na verdade é um mundo em processo de mudança, porque o que está aí é incomodo e de certa forma desumano.

É preciso um novo Weltanschauung, uma nova cosmovisão, que inclua a TODOS.[:en]Vision of the world implies a set of sensations, including those that the cultural aspectClassical spectacle on eye chart adds, that is, we think we see, but our vision is conditioned by tradition, and it is the dialogue with the tradition that allows us to take the veil from what we think we see, An unveiling.

This was treated in philosophy since Socrates and Plato, the so-called cave myth, that is, what we see are shadows inside a cave we must go out into the light to see what really the world, until we reach the contemporary philosopher Heidegger, the Weltanschauung (German term meaning a worldview or cosmoview, where a cognitive orientation is fundamental so that an individual or an entire society can actually see.

In our daily life, this orientation encompasses both natural philosophy, with its fundamental, existential, normative values, its postulates or themes, its emotions and, in a special, ethical way.

What happens then to a person who is blind from birth? One of the miracles attributed to Jesus is that he healed a blind man from birth (Jo 1,6-9), which means that the cognitive system is not prepared to see, so it is indeed a very great miracle.

It is the miracle that the contemporary world needs, immersed in an illuminist and idealistic culture, where individualism and consumerism are byproducts because they are consequences, making people see once they are blind from birth, it means a “miracle”.

But what is the miracle possible to happen, is the fact that there is the “discomfort” of modernity, what bad interpreters call liquid, in fact it is a world in process of change, because what is there is uncomfortable and in a certain way inhuman.

It takes a new Weltanschauung, a new worldview, including ALL peoples.[:]

 

[:pt]A noite da civilização [:en]Civilization night[:]

24 mar

[:pt]Em tese muito desenvolvimento teórico e até humano já foi feito, mas mesmo assim a NoiteHumanidadehumanidade patina em diversos campos: o cultural, o moral e até mesmo o religioso; claro que falo de um discurso ontológico nas três áreas e não do discurso iluminista.

Há uma noite cultural da humanidade, até os mais otimistas também sabem disto porque a cultura se vulgarizou, pouca leitura e interpretações excessivamente ideologizadas criam uma barreira entre a verdadeira cultural, que inclui a popular senão é mero elitismo, e o senso comum.

Vi elogios curiosos a Bertrand Russel recentemente, alguém que em sua própria autobiografia descreve-se com um liberal, um socialista e pacifista, sem convicção profunda em nenhuma delas, mas frases soltas, juntos ao fato que falou contra a guerra do Vietnã e ajudou a intermediar a crises dos mísseis em Cuba, de resto é um logicismo formal e nada mais.

No campo moral o que dizer, não se trata do Brasil onde esta crise chegou a proporções mais profundas, mas vemos que o cenário mundial não é tão diferente, veja-se por exemplo, a premiê da Coreia do Sul que se afastou por delitos que no Brasil seriam pequenos, e segundo dois ex-presidentes, um de cada lado para ser justo, são “relativos”.

E ainda há gente decente que saia em defesa destes, então roubar não é mais pecado.

Mas a noite religiosa, ou confusão entre quem cré em Deus, talvez seja para quem é religioso a mais difícil e a mais desastrosa, conforme dizia o profeta Ezequiel (Jr 7,24-25):

Mas eles não ouviram e não prestaram atenção; ao contrário, seguindo as más inclinações do coração, andaram para trás e não para a frente, desde o dia em que seus pais saíram do Egito até ao dia de hoje.”  Claro que falava do seu tempo, mas a leitura é atual e chegam aos dias de hoje mesmo, porque também a mensagem evangélica é desviada para objetivos políticos ou ideológicos.

Em tempo de quaresma, poucos se acham a caminho de uma conversão, se sentem já prontos e plenamente convictos da realidade divina, que por mais que a conheçamos se projeta ao infinito e portando para um verdadeiro crente, deveria saber de sua ignorância e pouca fé.

Três noites que se confundem e se entrelacem, só entre as pessoas humildes vejo luz, pois é justamente porque se dividem em torno do que devia unir e se unem em torno da divisão, por isto foi dada a sentença: “‘Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra.” (Lc 11,2)[:en]In theory a lot of theoretical and even human development has already NoiteHumanidadebeen done, but even so, mankind has patinated in various fields: cultural, moral and even religious; Of course I speak of an ontological discourse in the three areas and not the Enlightenment discourse.
There is a cultural night of humanity, even the most optimistic also know this because culture has become vulgarized, little reading and overly ideologized interpretations create a barrier between true cultural, which includes the popular if not mere elitism, and common sense.
I have seen curious compliments to Bertrand Russell recently, one who in his own autobiography describes himself to a liberal, a socialist and pacifist, with no deep conviction in any of them, but loose sentences, coupled with the fact that he spoke against the Vietnam War and helped To intervene in missile crises in Cuba, otherwise it is a formal logicism and nothing more.
In the moral field what to say, this is not Brazil where this crisis has reached deeper proportions, but we see that the world scenario is not so different, see for example the South Korean prime minister who has turned away for crimes that In Brazil they would be small, and according to two former presidents, one on each side to be fair, are “relative.”
And there are still decent people out in defense of these, so stealing is no longer a sin.
But the religious night, or confusion between those who believe in God, may be for those who are religious the most difficult and the most disastrous, as the prophet Ezekiel said (Jer 7: 24-25):
“But they did not listen and did not pay attention; On the contrary, following the evil inclinations of the heart, they have walked backward and not forward from the day that their fathers went out of Egypt to this day. “Of course he spoke of his time, but the reading is current and To the present day, because the gospel message is also diverted to political or ideological goals.
In the time of Lent, few are on the way to a conversion, feel ready and fully convinced of the divine reality, that no matter how much we know it, it projects itself to the infinite and carrying to a true believer, it should know of its ignorance and little faith .
Three nights that are confused and intertwined, only among the humble people I see light, because it is precisely because they are divided around what should unite and unite around the division, for this was given the sentence: “Every kingdom divided against He himself shall be destroyed; And one house shall fall on top of the other. “(Luke 11: 2)
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[:pt]IoT e perspectivas futuras próximas[:en]IoT and upcoming future prospects[:]

23 mar

[:pt]A IoT vista como um paradigma de uma sociedade em transformação poderá mudar, entre IoTptmuitas outras coisas, bibliotecas e equipamentos culturais permitindo maior interação com os usuários e provendo novos serviços, alguns poderão vir de aplicações nas nuvens.

A maioria dos objetos que hoje nos cercam estarão na rede de uma forma ou de outra, para se ter informações completas de cada um deles, será necessário o uso de repositório em nuvens, compartilhamento de informações e confiabilidade de dados.

Entre as tecnologias de identificação dos objetos se destacam a identificação por radiofrequência (RFID) e as redes de sensores que irão se crescer para atender a esse novo desafio, quais serão os novos sistemas de informação e comunicação que estarão presentes, embora invisíveis ao usuário, que terão ambiente ao nosso redor.

Isto resultará na geração de enormes quantidades de dados que devem ser coletados, armazenados, processados e serão apresentados de forma transparente, eficiente e com interpretação intuitiva por parte dos usuários, ou seja, simplicidade e eficiência resumindo.

Isto significa que modelo consistirá destes serviços se tornarão commodities como produtos e devem entregues de forma semelhante às commodities tradicionais.

A computação em nuvem deverá fornecer a infraestrutura virtual para tal computação utilitária que integra dispositivos de monitoramento, dispositivos de armazenamento e deverão comportamento tanto ferramentas de análise cujos fundamentos se encontram na Ciência da Informação, como plataformas de visualização e entrega aos clientes, cujos fundamentos estão tanto na Arquitetura da Informação como no design da Informação, sendo esta para expressar beleza e auxiliar no intuitivo do ambiente.

O modelo precisa considerar o custo que a Cloud computing oferece, ou seja, o serviço deve ser acessível ao usuário de ponta a ponta para que empresas e usuários acessem aplicativos em demanda de qualquer lugar sem que o usuário de chateie.

Conectividade inteligente com redes existentes e computação capazes de usar o contexto para  tratar recursos da rede, serão uma parte indispensável do IoT.

Uma internet que além dos aplicativos atuais incorporem sensores e atuadores conectando o mundo físico deverá emergir consolidando a IoT.

Algumas exigências são necessárias para que tudo isto aconteça sem complicações e com conforto do usuário serão: (1) a compreensão compartilhada da situação destes objetos em seus aparelhos (relógios e óculos e a conexão com celulares, por ex.) (2) firmware para comunicação evasiva entre redes cobrindo a informação contextual onde ela é relevante, e, (3) ferramentas analíticas na IoT que auxiliar a autonomia e comportamento simples da IoT.

O progresso da IoT só está começando, mas o período de desconfiança passou.[:en]The IoT seen as a paradigm of a changing society may change, among many other IoTenthings, cultural libraries and equipment allowing greater interaction with users and providing new services, some of which may come from applications in the clouds.
Most of the objects that surround us today will be in the network in one way or another, so that you can have complete information about each one of them, it will be necessary to use repository in clouds, information sharing and data reliability.
Among the technologies for identifying objects are radio frequency identification (RFID) and sensor networks that will grow to meet this new challenge, what will be the new information and communication systems that will be present, although invisible to the user, Which will have an environment around us.
This will result in the generation of huge amounts of data that must be collected, stored, processed and presented transparently, efficiently and with intuitive interpretation by the users, ie simplicity and efficiency summarizing.
This means that model will consist of these services will become commodities as products and should be delivered in a similar way to traditional commodities.
Cloud computing should provide the virtual infrastructure for such utilitarian computing that integrates monitoring devices, storage devices and should behave both analysis tools whose foundations are found in Information Science, as visualization and delivery platforms to the customers, whose foundations are Both in Information Architecture and in Information design, this being to express beauty and help in the intuitive environment.
The model needs to consider the cost that Cloud computing offers, that is, the service must be end-user accessible to users and businesses to access on-demand applications from anywhere without the user’s chatting.
Intelligent connectivity with existing networks and computing able to use context to handle network resources will be an indispensable part of IoT.
An internet that in addition to current applications including sensors and actuators connecting the physical world should emerge consolidating IoT.
IoT’s progress is only beginning, but the period of mistrust has passed.
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[:pt]A arte que reeduca o olhar[:en]Art that reeducates the look[:]

22 mar

[:pt]Sempre que olhamos determinadas cenas e lugares públicos vemos algo além do real,CowParade

são nossas imaginações que remetem a memória e a nossa fantasia sobre aquele local, era mais fácil fazer isto antigamente porque havia um pouco de poesia e arte no ar, e agora ?

Bem o mundo digital, demonizado por alguns e mal-entendido ainda por muitos analistas, tudo leva um tempo de maturação, já tem diversas instalações e novidades.OlharNovo

É o caso do artista e fotógrafo Gerson Turelly, cuja concepção e manipulação digital foram feitos em Israel, mas a maioria dos pontos turísticos com imaginação virtual é do Brasil.

Seu projeto tem o nome de “Olha de Novo” e conforme ele própria afirma o objetivo é  “criar uma conexão lúdica com a bagagem de memórias de cada indivíduo em relação aos espaços e pontos turísticos de sua cidade“.

Você pode acompanhar o trabalho criativo no site do artista, onde vai ter mais informaçõesGordinhas sobre este projeto, como qual o processo que usa na composição de suas criações.

É na minha opinião uma reinvenção de obras que já conhecemos como as “gordinhas” de Salvador, trabalha da artista plástica Eliana Kértsz, onde as variações são braços, pernas, bochechas cheios de curvas e volume.

Também a chamada “Cow Parade“, ou “parada das vacas”, que rodou o mundo, mas em cada cidade permitia a sua comunicação visual com o o espaço, por exemplo em diversos pontos turísticos de Belém as vacas feitas de fibra de vidro que foram customizadas por artistas regionais selecionados, e tiveram como madrinha Fafá de Belém.

O interativo e o participativo entram no imaginário da arte contemporânea, e é Arte.

 [:en]Whenever we look at certain scenes and public places we see something beyondCowParade the real, it is our imaginations that recall our memory and our fantasy about that place, it was easier to do this in the old days because there was a little poetry and art in the air, and now?

Well the digital world, demonized by some and still misunderstood by many analysts, everything takes a time of maturation, already has several facilities and news.

This is the case of the artist and photographer Gerson Turelly, whose design Gordinhasand OlharNovodigital manipulation were made in Israel, but most of the sights with virtual

imagination are from Brazil.

His project has the name of “Looks New” and as he says the goal is “to create a playful connection with the baggage of memories of each individual in relation to the spaces and sights of his city.”

You can follow the creative work on the artist’s website, where you will get more information about this project, such as the process you use in composing your creations.

It is in my opinion a reinvention of works that we already know as the “chubby” of Salvador, works by the plastic artist Eliana Kértsz, where the variations are arms, legs, cheeks full of curves and volume.

Also called the “Cow Parade”, or “cow parade”, which ran the world, but in each city allowed its visual communication with the space, for example in several tourist points of Belém the cows made of fiberglass that were Customized by selected regional artists, and had Fafá de Belém (she is brazilian singer) as godmother.

The interactive and participative enter into the imaginary of contemporary art, and it is Art.[:]

 

[:pt]Utilitarismo e logicismo[:]

21 mar

[:pt]Parecem pouco conectados, mas o são totalmente como boa parte da ciência moderna, queBertrand_Russell viu no logicismo seu maquinismo de raciocínio e no neologicismo, do Circulo de Viena uma tentativa de recuperação.

Mas a principal ligação pode-se na ligação de Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell, nascido em 18 de maio de 1872 e falecido em 2 de fevereiro de 1970 em Gales, um influente matemático do século XX e considerado também lógico e literato, uma vez que recebeu o prêmio Nobel de Literatura, em 1950, por ter variados e significativos escritos, nos quais ele lutou por ideais humanitários e pela liberdade do pensamento“.[

Teve 4 casamentos e recebeu o título de 3º. Conde pela Ordem do Mérito da Royal Society (OM-FRS).

Nele é possível observar a ligação entre o seu logicismo, e o utilitarismo de seu padrinho no mundo filosófico através do utilitarista John Stuart Mill.

Sobre o seu próprio pensamento admitiu que não foi profundo em nenhum deles, tendo escrito isto em sua própria autobiografica onde se considerou um liberal, um socialista e um pacifista, mas todos sem profundidade.

Apesar de todas estas contradições, sua autoridade moral advém do fato que lutou contra as a guerra do Vietnã, e mediou junto com Albert Einstein a famosa crise dos misseis em Cuba.

Escreveu um pesado livro contra o cristianismo: Porque não sou cristão, onde chega duvidar da figura histórica de Cristo.

A ligação do utilitarismo com o seu logicismo, mostra que ambos estão na raiz do pensamento liberal moderno que deu origem ao neoliberalismo, ou seja, uma forma de ver e julgar o mundo social, que tiveram em Friedrich A. Hayeck e Milton Friedman seus grandes [:]