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Arquivo para julho 6th, 2017

[:pt]Nem ético nem moral: apenas mínimo[:en]Ethical crisis: Minima Moralia[:]

06 jul

[:pt]A pretensa construção de uma modernidade de Estado, conforme o próprio Hegel EticaMoraldeseja, a moral do Estado não é senão algo imoral, impensável até mesmo para o humanismo mais revolucionário que possa existir, o que elaboramos ao abandonar a moral pessoal foi a origem de um desastre ético e moral sem precedentes na história da moral, o mais profundo da crise cultural que vivemos é uma crise moral.

Pode parecer um discurso conservador, mas aqueles que releram Hegel a partir de Adorno, irão ver o que está por trás de uma pretensa ideia de um conjunto de instituições “imparciais”, alertava Theodor Wiesengrund Adorno (1903-1969), ao vislumbrar as arbitrariedades da República de Weimar, a luz de suas leituras de Kierkegaard e Nietzsche, elabora entre várias outras obras a MInima Moralia, que reunirá as suas experiências de exilado, onde são observados de modo particular as experiências pessoas na Alemanha antes do nazismo, e nos EUA de Rooselvet.

Não é nem uma a obra baseada em uma polêmica ou mitologia comercial fácil, como seria a contraposição entre duas grandes nações civilizatórias do ocidente, nem um caminho fácil de apresentar uma solução para a crise cultural e social que vivemos, mas vai ao seu cerne.

Aponta seu caminho como aquele que os filósofos “outrora chamavam vida, {e que então} reduziu-se à esfera do íntimo, e depois, do puro, e simples consumo, que não é senão um apêndice do processo de produção, sem autonomia e substância própria. Quem quiser aprender a verdade sobre a vida imediata, deve examinar sua forma ´alienada´, as potências objetivas que determinam a existência individual até nos recantos mais escondidos.” (ADORNO,  1951)

Desvela ao longo de seu trabalho que a autoconsciência preconizada por Hegel e institucionalizada no Estado Moderno, é arte de mostrar, debaixo da falsa aparência da ordem conformista, os mecanismos de controle, as “regras”, ou “métodos”, ou “estruturas ideológicas”, que estão sistematicamente eliminando a esfera da “consciência individual autônoma”, tão “ingenuamente” afirmada pela filosofia tradicional idealista.

Dirá sobre a autoconsciência, em Hegel, “era a verdade da certeza de si mesmo; nas palavras da Fenomenologia: “o reino nativo da verdade” … Hoje, self-conscious significa apenas a reflexão do eu como perplexidade, como percepção da impotência: saber que nada se é.” (ADORNO, 1951, p. 40)

Não sabemos mais o que a moral é, e nem somos mais capazes de elaborar uma “Mínima Moralia”, o roubo de bens públicos é quase uma regra, no dizer de Adorno até a consciência de-si está difusa: “Em muitos homens é já uma falta de vergonha dizer eu.” (idem).

Quem pensa que esta crise nasceu hoje, desconhece a história, e sem revê-la não saberemos como revertê-la para tornar a vida humana possível e saudável neste planeta.

ADORNO, T. W. Minima Moralia. Lisboa: Edições 70, 1951. (pdf)[:en]The alleged construction of a State of Modernity, as Hegel himself wishes, EthicsMoralthe morality of the State is nothing more than immoral, unthinkable even for the most revolutionary humanism that can exist, what we elaborate when abandoning personal morality was the origin of a Ethical and moral disaster unprecedented in the history of morality, the deepest of the cultural crisis we are experiencing is a moral crisis.
It may seem a conservative discourse, but those who re-read Hegel from Adorno will see what lies behind an alleged idea of ​​a set of “impartial” institutions, warned Theodor Wiesengrund Adorno (1903-1969), in glimpsing the arbitrariness of In the light of his readings of Kierkegaard and Nietzsche, the Weimar Republic elaborates MInima Moralia among several other works, which will bring together his experiences of exile, where the experiences of people in Germany before Nazism are observed in particular. Rooselvet.
It is neither a work based on a controversy or easy commercial mythology, as would be the contraposition between two great civilizing nations of the West, neither an easy way to present a solution to the cultural and social crisis that we live, but it goes to its core.
It points to its path as that which philosophers “once called life, and then reduced itself to the sphere of the intimate, and then to the pure, simple consumption, which is but an appendage of the process of production, without autonomy and Substance. Anyone who wants to learn the truth about immediate life must examine its ‘alienated’ form, the objective powers that determine individual existence even in hidden places. “(ADORNO, 1951)
It reveals throughout his work that the self-consciousness advocated by Hegel and institutionalized in the Modern State is the art of showing, under the false appearance of the conformist order, the mechanisms of control, the “rules,” or “methods,” or “ideological structures “Which are systematically eliminating the sphere of” autonomous individual consciousness, “so” naively “affirmed by traditional idealist philosophy.
He will say about self-consciousness, in Hegel, “was the truth of self-certainty; In the words of the Phenomenology: “the native realm of truth” … Today, self-conscious means only the reflection of self as perplexity, as perception of impotence: to know that nothing is. “(ADORNO, 1951)
We no longer know what morality is, and we are no longer capable of elaborating a “Minima Moralia,” the theft of public goods is almost a rule, in Adorno’s words even the self-consciousness is diffuse: “In many men it is It’s already a shame to say so. “(Idem)

ADORNO, T. Minima Moralia, Stanford, 1951 (pdf)[:]