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13 « julho « 2017 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para julho 13th, 2017

[:pt]Metáfora, parábola e tragédia [:en]Metaphor, parables and tragedy[:]

13 jul

[:pt]Em tempos de crise cultura e de valores, a coisa mais comum é o julgamento apressado sobre certo comportamento ou pessoa, mas nem tudo que parecer ser é o mesmo, é o caso, por exemplo, de combate aParábolas um preconceito que cai em outro tipo de julgamento.

Ao se determinar que determinada forma de comportamento ou relacionamento é mais politicamente correto, pode-se eliminar o convencional ou o tradicional, na história da humanidade sempre o relacionamento entre tradição e as novas “modas” populares sempre foi importante, é por este discernimento que não caímos em puro modismo ou em desastres.

Vivemos ainda os efeitos de um pós-guerra mundial, e de muitas guerras com foco religioso, cultural e aos poucos retornam também as ideológicas, de fato é uma crise de modelos.

Realiza-se hoje o que estava escrito nos tempos bíblicos sobre a profecia de “:Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. 15Porque o coração deste povo se tornou insensível”, que é citado pelo evangelista Mateus 13,14-15, ao explicar por que Jesus falava em parábolas, mas qual a insensibilidade de hoje, é olhar o Outro sem preconceito, permitir que a diversidade possa estar presente na sociedade e respeitá-la.

Não se trata apenas pelo fato que temos problemas de imigração, mas que o mundo pelas TVs e pela Web se vê e tomamos contato com todo tipo de cultura e religiosidade do planeta, mas o respeito que devemos ter por todos ainda é diminuto, então só se pode falar em metáforas.

O livro de Paul Ricouer a metáfora viva parte da leitura da Poética de Aristóteles, livro que restou apenas uma parte do original, para dizer que sua construção é a base da literatura ocidental, onde podemos destacar a mímesis, o mito e a catarse como base, e como forma a tragédia, a catarse e a mímesis, talvez esta última a mais desconhecida.

Tanto nas tragédias de Sófocles, como nas epopéias de Homero, as artes miméticas se aproximam, a considerar que ambas representam seres superiores aos comuns. Aristófanes, autor de comédias, também imita pessoas agindo, fazendo o drama, podemos dizer assim que as parábolas bíblicas são também mímesis em trechos como: “o semeador saiu a semear”, “o administrador confiou os talentos a seus empregados”, e muitos outros.

Tanto como a parábola, e algumas formas de metáforas, a tragédia se identifica com a mímesis de qualidade superior à comédia assim pensava Aristóteles e mais tarde Nietszche, e  tem como objeto, ações de caráter elevado (modelo ético); como meio, linguagem ornamentada; como modo o diálogo e o espetáculo cênico; e inclui a catarse.

A tragédia de nossos dias, pode-se dizer é a incompreensão da tragédia como parte da mudança e da solução, apenas revoltar-se ou indignar-se não resolve, apenas paralisa.

RICOEUR, Paul. A metáfora viva. Trad. Dion Davi Macedo.São Paulo; Loyola, 2000.[:en]In times of crisis culture and values, the most common thing is the hasty judgment Parábolasabout a certain behavior or person, but not everything that seems to be is the same, is the case, for example, to combat a prejudice that falls into another type Of judgment.

When one determines that a certain form of behavior or relationship is more politically correct, one can eliminate the conventional or the traditional, in the history of humanity the relationship between tradition and the new popular “fashions” has always been important in this history. We do not fall into pure fashions or disasters.

We are still experiencing the effects of a post-World War, and of many wars with a religious and cultural focus and gradually returning to ideological ones, in fact it is a crisis of models.
“Today is realized what was written in biblical times about the prophecy of:” You shall hear, without understanding. You will have to look without seeing anything. 15For the hearts of this people have become insensible, “which is quoted by the evangelist Matthew 13: 14-15, in explaining why Jesus spoke in parables, but how insensible today is to look at the Other without prejudice, to allow diversity To be present in society and to respect it.

It is not only the fact that we have problems with immigration, but that the world through TVs and the Web is seen and we come into contact with all kinds of culture and religiosity of the planet, but the respect that we must have for all is still small, so only One can speak in metaphors.

Paul Ricouer’s book The Living Metaphor is part of the reading of Aristotle’s Poetics, a book that has remained only a part of the original, to say that its construction is the basis of Western literature, where we can highlight mimesis, myth and catharsis as a basis , And as it forms the tragedy, the catharsis and the mimesis, perhaps the latter the most unknown.

Both in the tragedies of Sophocles and in the epics of Homer, the mimetic arts approach, to consider that both represent beings superior to the common ones. Aristophanes, author of comedies, also imitates people acting, doing the drama, we can say so the biblical parables are also mimesis in excerpts such as: “the sower went forth to sow,” “the administrator entrusted the talents to his employees,” and many others.

As much as the parable, and some forms of metaphors, tragedy identifies itself with the mimeses of superior quality to the comedy thus thought Aristotle and later Nietzsche, and has like object, actions of elevated character (ethical model); Like medium, ornate language; As mode the dialogue and the scenic spectacle; And includes catharsis.[:]