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Arquivo para julho 18th, 2017

[:pt]A República ou Politeia[:en]The Republic or Politeia[:]

18 jul

[:pt]A principal obra de Platão foi escrita por volta de 380 a.C., é um discursoPoliteia desenvolvido em termos filosóficos, políticos e sociais.

Seu problema é a busca de uma fórmula que assegure harmonia à uma cidade, tentando desde aquele tempo desvencilhar de  interesses e disputas particulares, como queriam os sofistas.

Este diálogo se realiza na casa de Polemarco, irmão de Lísias e Eutidemos, filho do velho Céfalo, e ali se encontra os dois irmãos de Platão, Glauco e Adimanto; Nicerato, além do anfitrião Polemarco, Lísias, Céfalo e Trasímaco.

Trasímaco é o sofista, o método dialético de Platão é do diálogo e não da contenda, o sofista argumenta que a força é um direito, e que a justiça é garantida pelo mais forte, determina assim que o injusto pode transgredir suas regras, pode-se dizer então que elas não existem.

Os livros I e II são a primeira tentativa de definição do que seria realmente a aplicação da justiça perante a comunidade, no diálogo de Sócrates com Gláucon e Adimanto, explica que a justiça é superior a injustiça, e que só ela conduz a felicidade.

Assim dos livros II a V os diálogos evoluirão para afirmar quais são os princípios da justiça, ou seja, o que constitui a verdadeira justiça administrada à população, princípio de sua Republica.

Dos livros VI e VII evoluem os princípios do que são as necessidades da justiça em si, é onde aparece a famosa alegoria da Caverna, onde estão os procurando mostrar que a verdade pode ser atingida por meio do conhecimento, e portanto, a justiça depende do conhece-la, assim o mito é principalmente o fato que os homens “na caverna”, somente veem sombras.

Os livros VIII e IX, desenvolvem os temas sobre a decadência da cidade, que para Platão é devido a concentração do poder nas oligarquias e o surgimento da tirania.

O livro X faz uma crítica à poesia como meio educativo, isto não é secundário, mas fundamental para entender que o problema desde o princípio da modernidade, é este conflito defendido por Platão colocando-o na boca de Sócrates que a poesia deve ser substituída pela filosofia, meio educativo, diríamos hoje mais “objetiva”, mais real.

O restante do livro traz uma exortação à prática da justiça e demais virtudes, isto são apenas indicações para a leitura, que não é senão olhar nossas “raízes” profundas.

PLATÃO. A República, (pdf online).[:en]The main work of Plato was written around 380 BC, is a speech developed Politeiain philosophical, political and social terms.
Its problem is the search for a formula that ensures harmony to a city, trying since that time to unlock private interests and disputes, as the sophists wanted.
This dialogue takes place in the house of Polemarco, brother of Lysias and Euthydemus, son of the old Cefalus, and there are the two brothers of Plato, Glauco and Adimanto; Nicerato, in addition to the host Polemarco, Lísias, Cefalus and Thrasymachus.
Thrasymachus is the sophist, Plato’s dialectical method is of dialogue and not of strife, the sophist argues that force is a right, and that justice is guaranteed by the strongest, so determines that the unjust can transgress its rules, Then it is said that they do not exist.
Books I and II are the first attempt to define what the application of justice to the community would really be, in Socrates’ dialogue with Glaucon and Adimanto, explains that justice is superior to injustice, and that alone leads to happiness.
Thus from the books II to V the dialogues will evolve to affirm what are the principles of justice, that is, what constitutes the true justice administered to the population, principle of its Republic.
From the books VI and VII evolve the principles of what the needs of justice itself are, it is where the famous allegory of the Cave appears, where they are trying to show that truth can be attained through knowledge, and therefore, justice depends on Know it, so the myth is mainly the fact that men “in the cave” only see shadows.
Books VIII and IX, develop the themes on the decadence of the city, which for Plato is due to the concentration of power in the oligarchies and the emergence of tyranny.
Book X makes a critique of poetry as an educational medium, this is not secondary, but fundamental to understand that the problem from the beginning of modernity is this conflict defended by Plato putting it in the mouth of Socrates that poetry should be replaced by Philosophy, educational environment, we would say today more “objective”, more real.
The rest of the book brings an exhortation to the practice of justice and other virtues, these are only indications for reading, which is nothing but looking at our deep roots.

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