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Arquivo para julho 31st, 2017

[:pt]O que falta  na 4ª. Revolução industrial[:en]What is missing on the 4th. Industrial Revolution[:]

31 jul

[:pt]Li o livro do criador do Fórum Mundial de Economia, Klaus Schwab, é impressionante o cenário que descreve, passando pelo mundo digital chama o sistema de contabilidade de dinheiro digital, o blockc4thRevolutionhain, de “livro-caixa distribuído” (mal traduzido como  livro-razão), afirmando que “cria confiança, permitindo que pessoas que não conheçam (e, portanto, não têm nenhuma base subjacente de confiança), colaborem sem ter de passar por uma autoridade central neutra – ou seja, um depositário ou livro contábil central.” (Schwab, 2016, p. 27), indo da categoria física ao mundo biológico, mas talvez falte algo: uma “alma” para isto tudo.

Os céticos e fundamentalistas vão continuar a bradar: injusto! poder da tecnociência ! uma autêntica desumanização ! sim pode ser, mas simplesmente protestar ou torcer o nariz não vai fazer o avanço rápido e vertiginoso da tecnologia recuar, nem mesmo o apelo ecológico, mais tecnologia é muitas vezes mais ecologia, vejam os LEDs, a energia solar e o controle agora possível por dispositivos sensores em plantas, florestas e até mesmo micro-organismos.

Talvez um problema que mereça questionamento sério é a desigualdade, mas Schwab não fugiu do assunto, ao explicar nas páginas 94 e 95 a emergência de” ecossistemas orientados para a inovação, oferecendo novas ideias, modelos de negócios, produtos e ser viços, e não aquelas pessoas que podem apenas oferecer trabalho menos qualificados ou capital comum” (Schwab, 2016, p. 94), e conclui “o mundo atual é muito desigual” (p. 95).

O fenômeno da desigualdade é sem dúvida o mais preocupante, mesmo em países que pode- se pensar menos desiguais, o índice Gini por exemplo na China, aponta o autor, subiu de 30 na década de 1980 para 45 em 2010.

Aponta mais ainda que os níveis de desigualdade: “aumentam a segregação e reduzem os resultados educacionais de crianças e jovens adultos.” (idem, p. 95), isto mudou por exemplo o padrão da chamada “classe média”, que nos EUA e Reino Unido tem o preço de “um bem de luxo”, afirma o autor.

Ao contrário do que se possa pensar, o Global Risks Report do Fórum Mundial de 2016, fala de “des-empoderamento” do cidadão, embora haja campanhas como “get-out-the-vote” (sai para votar), já que em muitos países o voto não é obrigatório, mas os conteúdos que nós consumimos online são miseráveis, carecem de verdade e de fatos, e eles influenciam.

Não falta ao autor os conceitos de identidade, moralidade e ética, expressos no capítulo da página 100, fala da OpenAI, iniciativa presidida por Sam Altman, presidente da Y Cominator e Elon Musk e CEO da revolucionária Tesla Motors, que acredita que a melhor maneira de desenvolver a AI é torna-la gratuita para todos e fazer que ela seja emponderada  para melhorar os seres humanos, mas seu programa é abstrato e pouco realístico, ainda que o apresente no quadro H o limite ético.

È preciso descobrir nas fissuras do avanço tecnológico aspectos de desenvolvimento da sensibilidade humana, do apreço pelo Outro, onde ambientes colaborativos e de coworking favorecem isto, mas o que se ouve é ainda uma gritaria fundamentalista contra a tecnologia.[:en]I read the book of the creator of the World Forum of Economics, 4thRevolutionKlaus Schwab, it is amazing the scenario that describes, going through the digital world calls the digital cash accounting system, the blockchain, “book-reason distributed” (mistranslated in portuguese that is book-box) by stating that “it creates trust by allowing people who do not know (and thus have no underlying basis of trust) to collaborate without having to go through a neutral central authority – that is, a central accounting or depository. “(Schwab, 2016, 27), going from the physical category to the biological world, but perhaps something is lacking: a” soul “for all this.

Skeptics and fundamentalists will continue to cry: unfair! Power of technoscience! An authentic dehumanization! Yes it may be, but simply protesting or twisting the nose will not make the rapid and dizzying advance of technology receding, not even the ecological appeal, more technology is often more ecology, see the LEDs, solar energy and control now possible by Sensing devices in plants, forests and even microorganisms.

Perhaps a problem that deserves serious questioning is inequality, but Schwab did not shy away from it by explaining the emergence of “innovation-oriented ecosystems, offering new ideas, business models, products and services on pages 94-95. Those people who can only offer less skilled jobs or common capital “(Schwab, 2016, p.94), and concludes” the present world is very unequal “(p.95).

The phenomenon of inequality is undoubtedly the most worrying, even in countries that can be thought less unequal, the Gini index for example in China, the author points out, rose from 30 in the 1980s to 45 in 2010.

It further points out that levels of inequality: “increase segregation and reduce the educational outcomes of children and young adults.” (Ibid., 95), this has changed, for example, the so-called “middle class” pattern in the USA and United Kingdom has the price of “a luxury good,” says the author.

Contrary to what one might think, the Global Risks Report of the 2016 World Forum speaks of “de-empowerment” of the citizen, although there are campaigns like “get-out-the-vote”, since in Many countries voting is not mandatory, but the content we consume online are miserable, lack truth and fact, and they influence it.

The author does not lack the concepts of identity, morality and ethics, expressed in the chapter on page 100, talks about OpenAI, an initiative chaired by Sam Altman, president of Y Cominator and Elon Musk and CEO of the revolutionary Tesla Motors, who believes that the best way To develop the AI is to make it free for all and to make it be invested to improve human beings, but its program is abstract and unrealistic, although it presents it in the H frame the ethical limit.

It is necessary to discover in the fissures of the technological advance aspects of development of human sensibility, of appreciation for the Other, where collaborative and coworking environments favor this, but what you hear is still a fundamentalist shout against technology.

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