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setembro « 2017 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para setembro, 2017

[:pt]Dualismo e Vida[:en]Dualism and Life[:]

29 set

[:pt]O elevado conceito da ideia, muitas vezes muito bem construído racionalmente, AoDualnão é tão prático como se propõe, nem tão empírico quanto parece, está fundamentado na clássica divisão entre sujeito e objeto, dito de modo mais popular, entre o conceito pessoal de razão e sua aplicação na vida que está fora de si e de seu círculo fechado.
Não se trata de ausência de conflito, ou mesmo um monismo radical que unifique a tudo, o que é humano pode de certa forma separar-se do que é “natural” pelo simples fato que o que é natural não é o que seria originário da natureza humana ou de certa cultura, mas sua adaptação ao mundo que vive a cultura de certo tempo.
Entretanto o conflito que pode encontrar-se com o diálogo e dentro da hermenêutica, que pressupõe interpretações distintas, encontra um ponto de fusão, como descreve o método do círculo hermenêutico em Hans-Georg Gadamer, em seu livro “Verdade e Método”.
O dualismo do idealismo precisa sempre estar mudando sua prática e sua interpretação, por isso é pouco aderente à hermenêutica, quer a interpretação única da realidade, embora em seu próprio interior divide-se tanto a teoria e prática, por isso ele busca a conexão inexistente, pois idealismo é só má teoria, pois se aplicada é um desastre.
O que leva aquele que busca o diálogo e a “fusão de horizontes” da hermenêutica, a dizer um sim é justamente que crê que é possível superar o dualismo, por que não é e nem está em seu interior, ao contrário do dual que diz sim, quando na prática será um não.
Há uma bela parábola bíblica que explica bem a distancia entre estas duas fontes de respostas:  “Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, ele disse: ‘Filho, vai trabalhar hoje na vinha!’ O filho respondeu: ‘Não quero’. Mas depois mudou de opinião e foi.”, para mostrar observar a contradição farisaica Jesus pergunta: “Quem fez a vontade do pai?” (Mt 21: 28-31), claro que é o primeiro.
É como diz o cancioneiro popular brasileiro, “homem que diz vou, não vai, porque quem vai mesmo não diz”, ou até diz sim, mas com a vida.[:en]The high rationally constructed concept of the idea, often well-constructed, AoDual is not as practical, nor as empirical as it seems, it is grounded in the classic division between subject and object, most popularly said, between the personal concept and its application in life which is outside of itself and its closed circle.

It is not the absence of conflict, or even a radical monism that unifies everything, that which is human can somehow separate itself from what is “natural” by the simple fact that what is natural is not what would originate from human nature or a certain culture, but its adaptation to the world that lives the culture of a certain time.

However, the conflict that can be found with dialogue and within hermeneutics, which presupposes distinct interpretations, finds a melting point, as described by the method of the hermeneutic circle in Gadamer, in his book “Truth and Method.”

The dualism of idealism must always be changing its practice and its interpretation, so it is little adherent to hermeneutics, or the unique interpretation of reality, although in its own interior both theory and practice is divided, so it seeks the non-existent connection , because idealism is only bad theory, because if applied it is a disaster.

What leads one who seeks dialogue and the “fusion of horizons” of hermeneutics, to say a yes is precisely that believes that it is possible to overcome dualism, because it is not and is not in its interior, contrary to the dual that says yes, when in practice it will be a no.

There is a beautiful biblical parable that explains well the distance between these two sources of answers: “What do you think? A man had two kids. Addressing the first, he said, ‘Son, go to work in the vineyard today!’ The son replied, ‘I do not want to.’ But then he changed his mind and went, “to show the pharisaical contradiction Jesus asks,” Who did the will of the father? “(Mt 21: 28-31), of course, is the first.

It’s like the popular Brazilian songbook, “man who says I will, will not, because who does not say,” or even say yes, but with life, the concept of E. Husserl “lebenswelt”.[:]

 

[:pt]Dualismo e farisaísmo        [:en]Dualism and Pharisaism[:]

28 set

[:pt]Dualismo é uma concepção filosófica e cosmológica de mundo, fundamentada em doisaoDual princípios ou duas substâncias irremediavelmente opostas, e incapazes de uma síntese.

Quando pensamos de modo dual, é quase inevitável que estes dois mundos se dividam interiormente, então nossa concepção cosmológica e visão de mundo será dual.

Thomas Hyde escreveu uma obra (Thomas Hyde. Veterum Persarum et Parthorum et Medorum Religionis Historia-1700) sobre a doutrina de Zoroastro, com dois princípios e duas divindades, enquanto Leibniz e Spinoza eram monistas, mas usaram isto também no sentido filosófico, uma vez que a teoria religiosa presente em ambos merece longa discussão.

É curioso que o maniqueísmo e o farisaísmo tenham permanecido nas cosmogonias cristãs ocidentais, uma ve que Santo Agostinho converte-se abandonando esta doutrina, mas uma questão filosófica talvez explique isto é o esquecimento ontológica e a questão do ser, mas também o pragmatismo lógico e científico, o empirismo e outras contribuições estão aí.

John Searle afirmou: “A maior catástrofe de Descartes é seu dualismo, a ideia de que a realidade se divide em dois tipos de substâncias, matéria e espírito. Descartes foi incapaz de ver isso, porque ele achava que a consciência só poderia existir em uma alma, e a alma não era uma parte do mundo físico “, ( Brain, Mind, and Consciousness: A Conversation with Philosopher John Searle), e poristo questões sobre a mente e o cérebro são questão atuais.

O dualismo na filosofia tem seu início consistente (há pré-socráticos duais) com Platão, (século IV a.C.) parte da concepção de que no começo de tudo havia as ideias numa divindade incorpórea e eterna e ela que tinha uma forma ideal “cai” na  e forma o universo.

Parte da cosmogonia cristã incorpora este “protótipo” e se liga ao fundamentalismo com a alegoria da “expulsão de Adão e Eva do paraíso”, os fariseus eram uma parte do judaísmo que aspiravam um rigor e uma pureza absoluta, especialmente em matéria de liturgia, mas há o outro aspecto que é o político e diríamos filosófico de unir-se ao poder de modos ambíguos.

O que observa-se na prática cotidiana, como é próprio do dualismo é esconder atrás de palavras e discursos, as vezes até mesmo apelando para a “prática”, com atitudes dúbias.

O que faz o mundo contemporâneo desconfiar destas doutrinas é exatamente o dualismo. [:en]Dualism is a philosophical and cosmological conception of the world, based on twoaoDual principles or two irremediably opposed substances, and incapable of synthesis.
When we think in a dual way, it is almost inevitable that these two worlds are divided inwardly, so our cosmological conception and worldview will be dual.
Thomas Hyde wrote a work on the doctrine of Zoroaster (Veterum Persarum et Parthorum et Medorum Religionis Historia – 1700), with two principles and two deities, while Leibniz and Spinoza were monists, but they also used this in the philosophical sense, since the theory religious presence in both deserves long discussion.
It is curious that Manichaeism and Pharisaism have remained in the Western Christian cosmogonies, since St. Augustine is converted by abandoning this doctrine, but a philosophical question may explain this is the ontological oblivion and the question of being, but also the logical pragmatism and scientific, empiricism and other contributions are there.

John Searle stated: “Descartes’ greatest catastrophe is its dualism, the idea that reality is divided into two kinds of substances, matter and spirit. Descartes was unable to see this because he thought that consciousness could only exist in a soul, and the soul was not a part of the physical world “(Brain, Mind, and Consciousness: A Conversation with Philosopher John Searle), and for this questions about the mind and brain are current issues.
The dualism in philosophy has its consistent beginning (there are dual pre-Socratics) with Plato, (4th century BC) part of the conception that at the beginning of everything there were ideas in an incorporeal and eternal deity and she who had an ideal form “falls” in and forms the universe.
Part of the Christian cosmogony incorporates this “prototype” and links itself to fundamentalism with the allegory of “casting out Adam and Eve from paradise,” the Pharisees were a part of Judaism who aspired to rigor and absolute purity, especially in matters of liturgy, but there is the other aspect that is political and we would say philosophical to unite with power in ambiguous ways.
What is observed in everyday practice, as it is characteristic of dualism is to hide behind words and speeches, sometimes even appealing to “practice” with dubious attitudes.
What makes the contemporary world suspicious of these doctrines is precisely dualism[:]

 

[:pt]Quando não ser é[:en]When not to be, consciousness is[:]

27 set

[:pt]O que é o ser, a existência e de certa forma a consciência, já postamos aqui diversos AceitaçãoPtdesenvolvimentos desde a fenomenologia de Husserl, passando por Heidegger e Hanna Arendt até Gadamer, Paul Ricoeur e Emmanuel Lévinas, talvez o argumento seja incompleto.

Heidegger dizia que havia outra forma de falar da linguagem que seu sentido comum, e usando Goethe afirmou: a linguagem poética.

Clarice Lispector escreveu em seu romance A paixão segundo GH: “Ser é além do humano. Ser homem não dá certo, ser homem tem sido constrangimento. O desconhecido nos aguarda, mas sinto que esse desconhecido é uma totalização e será a verdadeira humanização pela qual ansiamos. Estou falando da morte? não, da vida. Não é um estado de felicidade, é um estado de contato.”

Hora o que é contato, senão relação e proximidade, mas lá onde está o desconhecido, aquele em que minha mente que jamais será um software pode penetrar, há um além do humano, como diz nossa autora, enquanto muitos preferem o Humano, demasiado humano, a primeira obra de Nietzsche depois de ter rompido com o pessimismo de Schopenhauer.

Mas curiosamente Clarice Lispector era próxima de Nietzsche e este continuou próximo de Schopenhauer, seu pessimismo não era mau humor ou loucura como alguns supõe, era apenas a evidencia de um idealismo romântico em crise, quase de um tédio mortal.

Em certas circunstancias ou saímos do círculo fechado ou estamos fadados a ele, já foi apresentado aqui a Filosofia da crise do brasileiro Mario Ferreira dos Santos sobre a qual afirmou: “a eterna presença do ser, no qual estamos imersos e que nos sustente, o qual nos permite comunicação …” (Filosofia da Crise, 2017, p. 35) e então a crise não é tão profunda, ela tem grau, e entre estes podemos dizer que não há um não ser, mas uma não ser que é.

Aceitação e conscientização dentro de um círculo hermenêutico de diálogo é uma saída.

Vivemos não um tempo de crise, mas uma crise de época, as recentes eleições na Alemanha parecem repetir o círculo vicioso do crescimento da extrema-direita, lá o AfD (Alternativa para a Alemanha) tornou-se a terceira maior força do poder Legislativo alemão, superando as expectativas e obtendo 13%, contra os 4,7% da eleição anterior.

Se as mudanças não vieram, a crise de nossos tempos pode se tornar crise civilizatória. [:en]What is being, existence, and in a sense consciousness, we have already set forth AceitaçãoEnvarious developments from Husserl’s phenomenology, through Heidegger and Hanna Arendt to Gadamer, Paul Ricoeur and Emmanuel Lévinas, perhaps the argument is incomplete.
Heidegger said that there was another way of speaking of language than its common sense, and using Goethe stated: poetic language.
Clarice Lispector brazilian writer, wrote in her novel The Passion According to GH: “Being is beyond human. Being a man does not work, being a man has been embarrassment. The unknown awaits us, but I feel that this unknown is a totalization and it will be the true humanization for which we long. Am I talking about death? not of life. It is not a state of happiness, it is a state of contact. ”
Time is what is contact, if not relation and proximity, but where the unknown is, where my mind that will never be a software can penetrate, there is one beyond the human, as our author says, while many prefer Human, all too human , the first work of Nietzsche after having broken with the pessimism of Schopenhauer.
But curiously Clarice Lispector was close to Nietzsche and this continued close to Schopenhauer, his pessimism was not bad mood or madness as some suppose, it was only the evidence of a romantic idealism in crisis, almost of a mortal boredom.
In certain circumstances, or we leave the closed circle or we are doomed to it, we have already presented here the Philosophy of the crisis of the Brazilian Mario Ferreira dos Santos about which he said: “the eternal presence of being, in which we are immersed and that sustains us, the which allows us to communicate … “(Philosophy of the Crisis, 2017, 35) and then the crisis is not so deep, it has degree, and among them we can say that there is not a not being, but a being not being.
Acceptance and awareness within a hermeneutic circle of dialogue is an outlet.
We live not a time of crisis but a time crisis, the recent elections in Germany seem to repeat the vicious circle of growth of the far right, there AfD (Alternative for Germany) became the third largest force of the German legislative power , surpassing expectations and obtaining 13%, against the 4.7% of the previous election.
If the changes did not come, the crisis of our times could become a civilizing crisis. [:]

 

[:pt]Andróides e cyborgs: onde ?[:en]Androids and cyborgs: where?[:]

26 set

[:pt]A ficção Blade Runner nos levou a pensar, assim como na época Odisséia 2001 também,RobotAndroides sim estamos indo ao espaço e conhecendo-o melhor, as máquinas crescem em complexidade, mas devemos fazer a pergunta de Terrence Deacon em Natureza incompleta: a mente veio da matéria ? (veja nosso post).

O polêmico Raymond Kurzweil em 2005: The Singularity Is Near: When Humans Transcend Biology é um livro lançado por uma atualização de The Age of Spiritual Machines e The Age of Intelligent Machines, mas a pergunta de fundo é esta de onde viemos? Se viemos apenas de compostos químicos que por milhões de anos foram formando organismos complexos, até chegar a complexidade humana, um ser natural, que tem consciência e que criou coisas fantásticas, entre elas a máquina, onde chegaremos ?

A pergunta que antecede a todos estas que são o nosso “existir” é aquela sobre o que é nosso ser, é transcendente no sentido sobre o que havia antes do homem, viemos só do barro como querem os criacionistas, viemos da mente de Deus como querem os religiosos, ou é possível ainda uma síntese entre as duas: um espírito foi “soprado” em nós.

Na verdade, o que pensamos sobre o futuro, tem a ver com o que pensamos de nossa origem e por isto esta questão é importante, então podemos dizer que o “ser” antecede a “existência” e podemos dizer que o “ser existente” antecede a “ética”, ou de modo mais filosófico “ser” e “ética” se conjugam ontologicamente, pois ambos determinam um ser, e ele tem consciência.

Então será possível “soprar” em androides e cyborgs por mais sofisticados que sejam seus mecanismos de tomada de decisão, assunto que remete aos axiomas da aritmética de Hilbert, ao teorema da incompletude e indecidibilidade de Kurt Gödel, até chegamos a elaborar lógicas complexas destes mecanismos em agentes inteligentes e “inteligência artificial”, mas seria de fato isto inteligência, ao nosso ver, por enquanto andróides e cyborgs só nas ficções.

Androides tem partes robóticas e parte impressionantes super-humanas (visão, força, precisão, etc.), enquanto cyborgs tem partes humanas e partes robôs, mas híbridos que tivessem partes humanas e super-humanas dependeriam da biogenética e de avanços de neurociência ainda mais impressionantes que já existem.

Poderemos criar androides, como no filme Blade Runner 2049, mas qual a capacidade que teriam de sentimentos e consciência ?[:en]The fiction Blade Runner has led us to think, just as in the Odyssey 2001 season too, yes we are going to space, machines grow in complexity, but we must ask the question of Terrence Deacon: Incomplete Nature: how mind emerges from matter ?  (see our post).
The controversial Raymond Kurzweil in 2005: The Singularity Is Near: When Humans Transcend Biology is a book released by an update of The Age of Spiritual Machines and The Age of Intelligent Machines, but the bottom line is where did we come from? If we come only from chemical compounds that for millions of years have been forming complex organisms, until human complexity has arrived, a natural being, conscious and creating fantastic things, among them the machine, where will we arrive?
The question that precedes all those that are our “existence” is that which is our being, is transcendent in the sense of what was before man, we came only from the clay as the creationists want, we came from the mind of God as they want the religious, or it is still possible a synthesis between the two: a spirit has been “blown” in us.

In fact, what we think about the future has to do with what we think of our origin and why this question is important, then we can say that “being” precedes “existence” and we can say that the “existing being” precedes “ethics,” or in a more philosophical way “being” and “ethics” are conjugated ontologically, for both determine a being, and he is aware.

Then it will be possible to “blow” on androids and cyborgs no matter how sophisticated their decision-making mechanisms, a subject that refers to the axioms of Hilbert’s arithmetic, Kurt Gödel’s incompleteness and undecidability theorem, until we come to elaborate complex logics of these mechanisms in intelligent agents and “artificial intelligence”, but it would in fact be intelligence, in our view, for now androids and cyborgs only in fictions.
Androids have awesome superhuman parts and robotics (vision, strength, precision, etc.), While cyborgs have human parts and robot parts, but hybrids that have human and superhuman parts would depend on biogenetics and even more neuroscience advances that already exist.
We can create androids, as in the film Blade Runner 2049, but what capacity would they have for feelings and androds awareness ?
[:]

 

[:pt]Blade Runner 2049 será melhor[:en]Blade Runner 2049 is better[:]

25 set

[:pt]Um filme clássico de ficção sem dúvida é Blade Runner, não consideroBladeRunner o melhor e nem o primeiro, pois é preciso lembrar-se de Perdidos no Espaço (1965 a 1968) se pensamos em série de TV e o clássico de Stanley Kubrick 2001: Uma odisseia no espaço de 1968, dito por alguns: “o mais incrível, belo e mentalmente estimulante filme de ficção científica de todos os tempos”.
Para aqueles que conheceram o enredo do filme que está para ser lançado, há algumas coisas novas e estranhas.
Mas Blade Runner trouxe os replicantes, seres híbridos cuja verdadeira identidade robótica é escondida, e somente pelo olho (mais precisamente pela íris poderia ser identificado) e em plena guerra com os humanos, por isto dizem, é o pai de muitas ficções científicas modernas na linha robótica.
Em um cenário cavernoso de Budapeste, numa manhã de outono em 2016, e Harrison Ford – vestindo uma camisa cinza com botões, calça jeans escura e uma careta resistente a Ford – está atirando um encontro crucial em Blade Runner 2049, agora dirigido por Denis Villeneuve..
Pela primeira vez em mais de três décadas, Ford está retomando seu papel como Rick Deckard, o policial de dedos rápidos e de bebidas fortes do filme em 1982, do primeiro  Blade Runner de Ridley Scott.
Por que K (Ryan Gosling no policial caçador de androides) não usa apenas a porta da frente não é exatamente claro, pois o enredo do Blade Runner 2049 é protegido com o tipo de intensidade geralmente reservada para Star Wars. (Mesmo negociando para entrar no set exigiu mais e depois de um teste de Voight-Kampff).
Ana de Armas afirmou que sua personagem é “forte e complexa”, ela “é a amante do agente K, sua melhor amiga, e a única pessoa em quem pode confiar”.
Depois de 30 anos de Blade Runner há alguns detalhes confirmados: o público deixou Deckard machucado e maltratado em 2019 Los Angeles, ele desapareceu, e o oficial LAPD de Gosling está à caça (possivelmente sob o comando de seu chefe, interpretado por Robin Wright, embora ninguém envolvido com o filme diga com certeza).
Enquanto isso há uma nova geração de replicantes – o termo da série para os androides que são construídos por um misterioso inventor chamado Wallace (Jared Leto), que é ajudado por um empregado dedicado, Luv (Sylvia Hoeks).
Isso é praticamente tudo o que a equipe de 2049 está dizendo, não importa o quão educadamente eu pergunte. “Eu nem tenho certeza de ter permissão para dizer que eu tive um bom tempo fazendo isso”, brinca o ator Gosling.
O lançamento está previsto para 5 de outubro de 2017 (Brasil).

[:en]A classic fiction film is undoubtedly Blade Runner, I do not consider theBladeRunner best nor the first, because we must remember Lost in Space (1965 to 1968) if we think of TV series and the Stanley Kubrick classic 2001: A Odyssey in the space of 1968, said by some: “the most incredible, beautiful and mentally stimulating science fiction film of all time.”
For those who knew the plot of the movie that is about to be released, there are some new and strange things.
But Blade Runner brought the replicants, hybrid beings whose true robotic identity is hidden, and only by the eye (more precisely by the iris could be identified) and in full war with humans, so they say, is the father of many modern science fiction in the robotic line.
In a cavernous setting in Budapest on an autumn morning in 2016, Harrison Ford – wearing a gray button-down shirt, dark jeans and a Ford-resistant grimace – is shooting a crucial rendezvous in Blade Runner 2049, now directed by Denis Villeneuve
For the first time in more than three decades, Ford is resuming its role as Rick Deckard, the fast-fingered, hard-drinking cop in 1982, of Ridley Scott’s first Blade Runner.
Why K (Ryan Gosling on the android hunter cop) does not just use the front door is not exactly clear, since the Blade Runner 2049 plot is protected with the kind of intensity usually reserved for Star Wars. (Even negotiating to get into the set demanded more and after a Voight-Kampff test).
Ana de Armas stated that her character is “strong and complex,” she “is Agent K’s mistress, her best friend, and the only person she can trust.”
After 30 years of Blade Runner there are some confirmed details: the public left Deckard injured and mistreated in 2019 Los Angeles, he disappeared, and the official LAPD of Gosling is on the hunt (possibly under the command of his boss, played by Robin Wright, although nobody involved with the movie say for sure).
Meanwhile there is a new generation of replicants – the series term for the androids that are built by a mysterious inventor named Wallace (Jared Leto), who is aided by a dedicated employee, Luv (Sylvia Hoeks).
That’s pretty much everything the 2049 team is saying, no matter how politely I ask. “I’m not even sure I’m allowed to say I’ve had a good time doing it,” laughs actor Gosling.
The launch is scheduled for October 5, 2017 (in Brazil).[:]

 

[:pt]A mente emergiu da matéria ?  [:en]Has the mind emerged from matter?[:]

23 set

[:pt]Esta pergunta está no trabalho de Terrence W. Deacon  filósofo, antropólogo e cientistaIncompleteNature cognitivo de Berkeley, em Incomplete Nature: how mind emerge from matter (2013), onde Deacon considera a informação um fenômeno cuja existência é determinada respectivamente por uma ausência essencial, algo como um não realizado que pode ou não vir a ser o realizado. Se no século 19 o grande paradigma foi admitir a existência da energia e sua relação com a matéria, agora modificada por Constantino Tsallis (veja nosso post), o século 20 trás para nós suas dificuldades em assimilar a irrealidade existencial da informação.

Uma explicação completa sobre a real natureza da informação é tal que seria necessário distinguir a informação de relações meramente materiais ou energéticas que também requerem uma alteração de paradigma, então uma alternância forma/fundo que nós chamamos neste blog de in-forma-ação, seria ainda mais fundamentalmente uma visão contra-intuitiva que a exigida pela energia.(DEACON, 2013, p. 373)

Deacon usa para seu argumento, diversos exemplos vindos da biologia e da matemática para justificar sua ideia, em essência emergentes de um nada, na verdade não é nova na filosofia e na ciência, menos ainda na lógica e na matemática, mas ao contrário de Descartes onde a primeira certeza é o Eu, na matemática moderna a primeira certeza é o 0, o conjunto vazio e agora com o digital, o 0 e 1, que emerge uma metamatemática como quer Gregory Chaitin, que já abordamos em outro post.

O modelo de números cardinais do matemático Von Neumann define todos os números literalmente a partir do zero: existe o conjunto vazio. O conjunto do conjunto vazio tem um elemento: o próprio conjunto vazio, Alain Turing e Claude Shannon idealizaram a máquina, mas foi Von Neumann que a construiu, se pensamos que o Mark I e a máquina de Konrad Zuze, não eram mais que calculadoras eletromecânicas.

Um matemático ligado à teoria dos Conjuntos, Ernst Zermelo, embora faça um raciocínio distinto, também parte do zero para chegar a todos os cardinais.

A informação faz parte do homem moderna, não só na cidade, mas agora na chamada Sociedade da Informação, que nós mesmo vamos produzi-la a partir de situações onde identificamos que algo está faltando.

Essa aparenta ser a melhor postura para abordar a natureza da informação. Ela é sempre um quê que falta. Como se a todo instante a realidade estivesse se perguntando: e agora o que falta?, e providenciando o que pode.

Essa ideia é mesmo conhecida para nós. Ser previdente, eficiente, organizado, é sempre ter uma atitude preventiva e pró-ativa em relação a situações possíveis. É um antecipar-se. É detectar o que falta e providenciar. Segundo Deacon, essa lógica perpassa toda a realidade. Além da abundante infosfera em que nos situamos, a informação emergente é uma demanda constante, seja através de seres vivos ou não.

Deacon reivindica a ideia do matemático e teórico da comunicação Claude Shannon, que associou entropia máxima à informação mínima e vice-versa, trazendo a informação para a origem da dicotomia ordem/desordem, tão cara às teorias de sistemas complexos, à matemática do caos e à termodinâmica irreversível das estruturas dissipativas de Ilya Prigogini, Prêmio Nobel de Química de 1977, de onde emergem as ideias de Caos e Complexidade.

Terrence Deacon, Constatino Tsallis e Gregory Chaitin estarão no EBICC, evento da USP no fim deste mês.

DEACON, T. W. Incomplete Nature: the mind emerged from matter. 2013.[:en]This question lies in the work of Berkeley’s philosopher, anthropologist andIncompleteNature cognitive scientist Terrence Deacon, in Incomplete Nature: how mind emerges from matter (2013), where Deacon considers information a phenomenon whose existence is determined respectively by an essential absence, something like Not realized that may or may not be the accomplished one.

If in the 19th century the great paradigm was to admit the existence of energy and its relation to matter, now modified by Constantine Tsallis (see our post), the 20th century brings to us its difficulties in assimilating the existential unreality of information. A complete explanation of the real nature of information is such that it would be necessary to distinguish information from merely material or energetic relations which also require a paradigm shift, so a form / background alternation that we call this in-form-action in my blog would still be More fundamentally a counterintuitive vision than that demanded by energy (Deacon, 2013, p.373)

Deacon uses for his argument, several examples from biology and mathematics to justify his idea, essentially emerging from a nothingness, is not really new in philosophy and science, still less in logic and mathematics, but unlike Descartes Where the first certainty is the I, in modern mathematics the first certainty is the 0, the empty set and now with the digital, 0 and 1, that emerges a metamamatic as Gregory Chaitin wants, which we already discussed in another post.

The cardinal number model of the mathematician Von Neumann defines all numbers literally from scratch: there is the empty set. The empty set itself has an element: the empty set itself, Alain Turing and Claude Shannon idealized the machine, but it was von Neumann who built it, if we think the Mark I and Konrad Zuze’s machine were no more than electro calculators -mechanics. A mathematician connected to the theory of Sets, Ernst Zermelo, although he makes a different reasoning, also part of the zero to reach all the cardinals. Information is part of modern man, not only in the city, but now in the so-called Information Society, that we ourselves will produce it from situations where we identify that something is missing.

This appears to be the best approach to address the nature of information She is always something that is missing. As if at all times reality was wondering: now what is missing, and providing what it can. This idea is even known to us. Being proactive, efficient, organized, is always to have a preventive and proactive attitude towards possible situations.

It’s an anticipation. It is to detect what is lacking and to provide. According to Deacon, this logic permeates all reality. In addition to the abundant infosphere in which we stand, emerging information is a constant demand, whether through living beings or not.

Deacon claims the idea of ​​mathematician and communication theorist Claude Shannon, who associated maximum entropy with minimal information and vice versa, bringing information to the origin of the order / disorder dichotomy, so dear to theories of complex systems, the mathematics of chaos and to the irreversible thermodynamics of the dissipative structures of Ilya Prigogini, Nobel Prize in Chemistry 1977, from where the ideas of Chaos and Complexity emerges.

Constantino Tsallis, Terrence W. Deacon and Gregory Chaitin has talks in EBICC Conference in São Paulo, Brazil.

DEACON, T. W. Incomplete Nature: the mind emerged from matter. 2013.[:]

 

[:pt]O Justo e um terceiro[:en]The Fair is a third [:]

22 set

[:pt]Citamos no post anterior que a justiça depende de um terceiro,aTerceiro mas quem seria este ?
Para Lévinas eis a raiz ética da obediência ao direito: “o esquecimento de si mesmo move a justiça” (LEVINAS, 1978, p. 199).
Não se trata no caso dele, de adequar o direito a uma Razão Universal como queria Hegel, mesmo assumindo o conflito no interior do sistema, aquilo que os iluministas modernos definiram como a guerra de todos contra todos, mas porque no caso de Lévinas o Estado Justo pode nascer apenas se tiver a preocupação “de um contra todos” (idem).
Assim a única universalidade admitida por Lévinas, é a racionalidade da razão impessoal ou do direito, que é a da responsabilidade, esquecida na luta política hoje.
Nela está presente um eu, aquele que tem uma ânsia pelo seu destino, integridade e “salvação”: não diretamente, no seu individualismo egoísta e caprichoso, mas em relação ao outro, a si mesmo, que é também outro para os outros, ao homem na sua totalidade (Ibidem, p. 201).  Deve se observar que em relação a “salvação” e “vida cotidiana” não se trata de uma “traição em relação ao nosso destino metafísico”.
Também outro ponto de vista que pode parecer “anárquico” não é este proveniente de mim, de um para o outro, seja ela a fonte que for além da ética, a obediência ao direito, se visto como indispensável para relação ao terceiro, àquele que apela ao próximo face-a-face, mas vendo neste terceiro a humanidade.
Não apenas o presente, mas também o futuro da humanidade, cuja responsabilidade compromete-se a oferecer uma sociedade menos injusta, seja qual for aquela onde é possível viver a paz e todos tem direitos básicos garantidos.
O nosso direito positivo é quantitativo e qualitativo, por isso é difícil entender a justiça como aquela proposta em textos espirituais, como o Bíblico, o pagamento do operário da última hora, o ladrão salvo na cruz, o chamado de Mateus cobrador de impostos.
É justamente Mateus quem relata a palavra do administrador da vinha que contrata trabalhadores na última hora do dia e paga a ele a mesma moeda de prata que paga aos que trabalharam o dia todo, e um destes ao reclamar recebe a resposta: Mateus 13-14: “Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti.”, o que pode parecer injusto,  mas não o é.
O terceiro que é o Justo entre dois ou mais, aqueles que se põe de acordo e colocam a vida em comum, são outros que podem admitir um terceiro, como diria Sócrates: “a verdade não está com os homens, mas entre os homens”, e se ela é um ser é ontológica.
Quanto mais avançamos na lógica do Outro, menos seremos injustos com o diferente e admitimos um terceiro além do Mesmo e do Outro.[:en]We mentioned in the previous post that justice depends on a third party,aThird but who would this be?

For Levinas, this is the ethical root of obedience to law: “self-forgetfulness moves justice” (Levinas, 1978: 199).

It is not in his case to adapt the right to a Universal Reason as Hegel wanted, even assuming the conflict within the system, what the modern Enlightenment defined as the war of all against all, but because in the case of Levinas the State Just can be born only if you have the concern “of one against all” (idem

Thus the only universality admitted by Levinas is the rationality of impersonal reason or law, which is responsibility, forgotten in the political struggle today. In it is present a self, one that has an eagerness for its destiny, integrity and “salvation”: not directly, in its selfish and capricious individualism, but in relation to the other, itself, which is also another for others, man in its totality (Ibidem, 201). It should be noted that in relation to “salvation” and “daily life” it is not a “betrayal of our metaphysical destiny”.

Another point of view that may seem to be “anarchic” is not this one coming from me, from one to the other, whether it be the source that goes beyond ethics, obedience to law, if it is seen as indispensable for the third, appeals to the next face-to-face, but seeing in this third mankind.

Not only the present, but also the future of humanity, whose responsibility is to offer a less unjust society, no matter where it is possible to live peace and everyone has basic rights guaranteed.

Our positive law is quantitative and qualitative, so it is difficult to understand justice as that proposed in spiritual texts such as the Biblical, the payment of the last hour worker, the thief saved on the cross, the so-called Matthew tax collector.

It is precisely Matthew who recounts the word of the administrator of the vineyard who hires workers at the last hour of the day and pays him the same silver coin that he pays to those who have worked all day, and one of these in complaining receives the answer: Matthew 13-14 : “Then the master said to one of them, ‘My friend, I was not unjust to you. Do not we combine a silver coin? Take what’s yours and come home! I want to give this one who was last hired the same as I gave you. “, Which may seem unfair, but it is not.

The third that is the Just between two or more, those who come together and put life together, are others who can admire.[:]

 

[:pt]Por uma ética sem autoritarismo[:en]For an ethics without oppression[:]

21 set

[:pt]Substituímos o teocentrismo do Estado pelo estado teocêntrico, a autoridadeAEticaEoutro até recentemente não podia ser questionada, agora o rei está nú, ou agora os políticos estão nus.
Como substituir o “comando e controle do Estado” e produzir cidadãos livres e responsáveis, eis o problema do filósofo Lévinas em seu ensaio “Liberté et commandement foi publicado originalmente na Revue de métaphysique et de morale, LVIII, 1953, p. 264-272, tradução italiana Libertà e comando (Liberdade e comando), In: E. Levinas, A. Peperzak, Ética prima come filosofia (Ética como filosofia primeira), organizado por F. Ciaramelli, Milão: Guerini e Associados, 1993, p. 15-19.
Levinas retoma a partir de Platão a ideia na qual podemos ser livres somente se aquilo que for comandado se apresentar como evidência ética para quem deve cumprir a ordem, ou como queria Kant em sua lei da razão: é a esta última que se obedece, e não à exterioridade do comando, diríamos em termos atuais a advertência da Autoridade.
Embora ser autônomo signifique entre outras coisas não seguir ao comando irracional, podendo haver um risco até mesmo de morte, se esse for o preço da liberdade.9 A morte de Sócrates é bela, ainda que injusta, talvez seja ainda mais bela exatamente porque injusta: ela atesta a possibilidade da rejeitá-la afirma Lévinas no ensaio.
O tirano pode matar, mas não pode sujeitar a vontade, enquanto permanecer livre a reserva interior, a oposição do pensamento, pois existe uma dimensão privada da consciência discordante, e isto significa que não há como negar a interioridade.
“Todavia as coisas não são tão simples assim” considera Levinas, pois o fato que há um espaço interior, o “logro” da autonomia, conceito caro a Kant e muitos idealistas, não é deve ser bem examinado, pois além da intimidação que pode chegar a tortura, temos hoje a propaganda televisiva, em rádios, mídias de redes e também em grupos de pressão, que vão dos lobbies econômicos aos grupos editoriais de jornais, TVs e sites.
O homem, cuja liberdade é por natureza “não heroica”, pois o homem é feito de “medo e amor”, e ambos podemos em certos momentos não agir com indignação julgando ser mais prudente o silêncio.
O que é minado ou obstruído, em grupos autoritários é a própria capacidade de divergência, reservada aos espíritos livres, não reconhecida nos tempos obscuros da escravidão interior, diz a Bíblia o Justo vive de sua fé, mas pode-se acrescentar de seus valores e de sua convicção, mas como permitir uma ética de diálogo e alteridade ?
A experiência do totalitarismo deveria ter-nos deixado um legado: criou-se uma “índole de escravo”, em que “o temor preenche a índole a tal ponto que não se enxerga mais, vê-se tudo pela ótica do temor”, dela se aproveitam tiranos e fundamentalistas.
Mas há um Levinas anterior a esta reflexão, nas páginas finais de O tempo e o outro, de 1947, que foram escritas seis anos antes do ensaio Liberdade e comando , foi desenvolvida de modo maduro a partir do texto de 1954, intitulado O eu e a totalidade, em que aparece a temática do “terceiro”, além do Mesmo e do Outro há o que ?
Talvez haja um Justo exatamente aí, onde não é exatamente a “justa medida” do meio, nem o temor e o amor, compreendido aqui como deixar de lado algo injusto, o terceiro talvez seja o justo quando ambos podemos abrir mão de sua posição, um epoché da equidade, em favor da humanidade como um todo.[:en]We replace the theocentrism of the state by the theocentric state, authority AEticaEoutrountil recently could not be questioned, now the king is naked, or the politicians are naked.

As a substitute for “command and control of the state” and to produce free and responsible citizens, this is the problem of the philosopher Lévinas in his essay “Libertá et commandement” (Original Spanish: Revue de metaphysique et de morale, LVIII, 1953, p. (1993), pp. 264-272, Italian translation Libertá  e comando (Freedom and Command), In: E. Levinas, A. Peperzak, Ethics Prima e Philosophy (Ethics as First Philosophy), organized by F. Ciaramelli, Milan: Guerini and Associates, p. 15-19.

Levinas takes back from Plato the idea in which we can be free only if what is commanded presents itself as ethical evidence for who must fulfill the order, or as Kant wanted in his law of reason: it is the latter that is obeyed, and not to the exteriority of the command, we would say in current terms the warning of the Authority.

Although autonomous means among other things not to follow the irrational command, and there can be a risk even of death, if that is the price of freedom.9 Socrates’ death is beautiful, though unjust, it may be even more beautiful precisely because it is unjust : she attests the possibility of rejecting it, says Lévinas in the essay.

The tyrant can kill, but cannot subject the will, while remaining free the inner reserve, the opposition of thought, for there is a private dimension of discordant consciousness, and this means that there is no denying the interiority.

“But things are not as simple as that,” Lévinas says, because the fact that there is an interior space, the “achievement” of autonomy, a concept dear to Kant and many idealists, is not to be well examined, since, in addition to the intimidation that can torture, we now have television advertising on radio, network media and also on pressure groups, ranging from economic lobbies to editorial groups of newspapers, TVs and websites.

Man, whose liberty is by nature “non-heroic,” for man is made of “fear and love,” and both may at times not act with indignation, thinking that silence is more prudent.

What is mined or obstructed in authoritarian groups is the very capacity for divergence, reserved for free spirits, not recognized in the dark times of inner slavery, says the Bible the righteous lives of their faith, but one can add their values and of his conviction, but how to allow an ethic of dialogue and otherness?

The experience of totalitarianism should have left us a legacy.[:]

 

[:pt]O que dizem do iPhone 8 e plus[:en]What they say of the iPhone 8 and plus[:]

20 set

[:pt]Não sei se já disseram alguma coisa antes, mas pude ler os primeiros aImagemIphone8comentários ontem do Hi Phone 8 e o modelo plus, Mathew Panzarino do TechCrunch destaca a câmera “com a realidade aumentada e visão computacional emergindo como concorrentes na próxima grande onda de desenvolvimento de plataformas, o sistema de câmera será um [importante] mecanismo de entrada, um sistema de comunicação e uma declaração de intenção”.

Outro site importante de tecnologias é o Engadget, Chris Velazco se viu curioso com os apps tipo ARKit funcionariam e gostou da experiência de realidade aumentada e afirmou que o preenchimento (renderização) de objetos virtuais em planos físicos os fazem “grudar nas superfícies melhor que os similares apps Tango”.

Outro site forte na área é The Verge, o comentário de Nilay Patel foi: “assim como na Samsung, as imagens do iPhone agora são mais saturadas por padrão, embora a Apple diga que ainda está visando realismo em vez das cores saturadas e as suavizações do S8” e afirmou mais a frente que tirando fotos com um iPhone 8, um Pixel XL, um S8 e um iPhone 7 “no automático, e o iPhone 8 produziu as imagens mais consiste e ricas do grupo”.

A novidade no software ficou por conta do recurso Iluminação de Retrato, que permite efeitos de luz com a câmera frontal, a bateria dura cerca de 11 horas avisa outro review,
Por fim o último, mas o mais importante site de tecnologia David Pierce da Wired, afirmou que “os celulares são muito bons e impressionantes, e ainda assim não são os melhores aparelhos da Apple. O iPhone X representa a visão do futuro da Apple, e também da Samsung, da Essential, da Huawei e muitos outros.”
Espera-se muito cada vez mais de câmeras e Apps de tratamento gráfico, o desempenho e a memória parecem são importantes, mas estão ficando em segundo plano, o site TechCrunch por exemplo nota que “o chip A11 da Apple tem um desempenho que é compatível com o Core i5 do MacBook Pro”.
Com a importância gráfica e tratamento de imagens telas OLED de maior definição serão importantes.[:en]I do not know if they have said anything before, but I was able to read theaImagemIphone8 first comments yesterday from Hi Phone 8 and the plus model, Mathew Panzarino from TechCrunch highlights the camera “with augmented reality and computer vision emerging as competitors in the next big wave of development platforms, the camera system will be an [important] input mechanism, a communication system and a declaration of intent. ”

Another important technology site is Engadget, Chris Velazco wondered how ARKit-like apps would work and enjoyed the augmented reality experience and said that rendering virtual objects on physical planes made them “stick to surfaces better than similar Tango apps “.

Another strong site in the area is The Verge, Nilay Patel’s comment was: “Just like on Samsung, the iPhone’s images are now more saturated by default, although Apple says it’s still aiming for realism instead of saturated colors and smoothing the S8 “and said later that taking pictures with an iPhone 8, a Pixel XL, an S8 and an iPhone 7” in the automatic, and the iPhone 8 produced the most consistent and rich images of the group.

The novelty in the software was due to the feature Portrait Lighting, which allows light effects with the front camera, the battery lasts about 11 hours warns another review,

Lastly, but the most important tech site David Pierce of Wired said that “the phones are very good and impressive, and yet they are not the best Apple devices. The iPhone X represents the vision of the future of Apple, as well as Samsung, Essential, Huawei and many others. ”

It is expected much more and more from cameras and graphics treatment Apps, performance and memory seem to be important, but are getting in the background, TechCrunch site for example notes that “the A11 chip from Apple has a performance that is compatible with the Core i5 of MacBook Pro. ”

With the importance of graphics and image processing OLED screens of higher definition will be importante.[:]

 

[:pt]A filosofia e ascese contemporâneas [:en]Philosophy and ascesis today[:]

19 set

[:pt]A crise civilizatória que levou a duas guerras foram consequências diretasACulturaFisicapt de pensamentos, filosofia e estruturas sociais que mesmo partindo de princípios aparentemente razoáveis, como os conceitos de nação, estado e moral, levaram a barbaridades e atrocidades que é fruto de uma consciência ingênua do papel da filosofia, do pensamento e do conhecimento.
Nietszche caracterizava isto, em especial referindo a cultura alemã como cultura “do rebanho”, Peter Sloterdijk mais atual fala da imunologia, o fato que queremos eliminar todos os vírus e doenças, mas que também leva a uma ideia que partindo da crise civilizatória verdadeira, devemos nos defender do Outro, de outras culturas e visões de mundo.
Nietszche afirma que isto tem origem na cultura grega, que jamais teria abandonado a ideia: “em seu instinto de direito popular, os gregos denunciaram, e mesmo no apogeu de sua civilização e de sua humanidade, jamais deixaram de pronunciar palavras como: Ó vencido pertence ao vencedor, com mulher e filho, com bens e sangue. É a violência que dá o primeiro direito, e não há nenhum direito que não seja em seu fundamento arrogância, usurpação, ato de violência”, em “O estado grego” (edição brasileira de 1996).
O que o homem depois da modernidade quer, esta é a tese de Sloterdijk não é mais uma ascese espiritual, mas física a partir de exercícios e da imunologia (alimentação perfeita, rigor atlético, etc.), aquilo que Nietzsche no final da Genealogia escreveu sobre valores que seriam capazes de orientar a vida dos homens no crepúsculo dos deuses: “a vitalidade, entendida somaticamente e espiritualmente, é o meio que contém um desnível entre o mais e o menos. Ela tem dentro de si o movimento vertical que orienta as subidas, ela não precisa adicionalmente atratores externos e metafísicos. Que Deus deva estar morto, neste contexto, não importa. Com ou sem Deus cada um chega somente tão longe quanto sua forma (física) permite”, que está em escrito em Você tem que mudar sua vida, (Du musst Dein Leben ändern. Über Antropotechnik. Frankfurt, Suhrkamp, 2009, ainda sem tradução para o português).
O fato de chamarmos técnicos de futebol, treinadores de mestres não é mero acaso, em breve também personal training, nutricionistas e diversos outros tipos de imunologistas serão também mestres de nossas vidas, eles direcionam nosso ser.
O renascimento do ser, a noosfera do espírito e da mente, são formas de retorno a verdadeira vida, ao Lebenswelt e a Lebensphilosophie, lógica e filosofia da VIDA.[:en]The civilizational crisis that led to two wars were direct consequences ofACulturePhisicsEn thoughts, philosophy, and social structures that even starting from seemingly reasonable principles, such as the concepts of nation, state and moral, led to barbarities and atrocities that is the result of a naive awareness of the role philosophy, thought and knowledge.

Nietszche characterized this, especially referring to German culture as “herd” culture, Peter Sloterdijk more current speaks of immunology, the fact that we want to eliminate all viruses and diseases, but also leads to an idea that starting from the true civilizational crisis, we must defend ourselves from the Other, from other cultures and worldviews.

Nietszche asserts that this has its origins in Greek culture, which would never have abandoned the idea: “in their instinct of popular law, the Greeks denounced, and even at the height of their civilization and humanity, they never failed to utter words such as: belongs to the conqueror, with wife and child, with goods and blood. It is the violence that gives the first right, and there is no right that is not in its foundation arrogance, usurpation, act of violence “, in” “The Greek state” (Brazilian edition of 1996).

What man after modernity wants, this is Sloterdijk’s thesis is no longer a spiritual, but physical ascesis from exercises and immunology (perfect nutrition, athletic rigor, etc.), what Nietzsche at the end of Genealogy wrote about values that would be able to guide the lives of men in the twilight of the gods: “vitality, understood somatically and spiritually, is the medium that contains a gap between the more and the less. It has within itself the vertical movement that guides the ascents, it does not need additionally external and metaphysical attractors. That God should be dead in this context does not matter. With or without God each one arrives only as far as his (physical) form allows, “which is written in You have to change your life, (Du musst Dein Leben ändern. Über Antropotechnik, Frankfurt, Suhrkamp, 2009, still without translation to Portuguese).

The fact that we call football coaches, coaches of masters is not mere chance, soon also personal training, nutritionists and various other types of immunologists will also be masters of our lives, they direct our being.

The rebirth of being, the noosphere of spirit and mind, are forms of return to true life, the Lebenswelt and Lebensphilosophie, logic and philosophy of LIFE[:]