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Arquivo para outubro, 2017

[:pt]Consciência e Informação[:en]Consciousness and information [:]

31 out

[:pt]O evento EBICC recebe hoje (31 de outubro) a palestra de Gregory Chaitin, Chaitinmatemática e cientista de informática que apresentou o Theorema da Incompletude de Gödel e ele é considerado um dos fundadores da atual complexidade de Kolmogorov (ou Kolmogorov-Chaitin) juntamente com Andrei Kolmogorov e Ray Solomonoff.

Hoje, a teoria da informação algorítmica é um assunto comum em qualquer currículo de ciência da computação.

Resumo:

Ele faz uma revisão das aplicações do conceito de complexidade ou informação algorítmica em física, matemática, biologia e até mesmo do cérebro humano, e propõe a construção do universo de informações e de computação, em vez de matéria e energia, o que seria uma visão de mundo muito mais amigável para discussões sobre a mente e a consciência do que o permitido pelo materialismo tradicional.

Os fundamentos de seu pensamento pode ser encontrado no livro: Meta Mat – Em Busca do Omega. SP: Editora Perspectiva, 2009.[:en]The EBICC event receives today (October 31) the lecture by Gregory Chaitin,Chaitin mathematician and computer scientist who re-presented Gödel’s Incomplete Theoremdel and he is considered to be one of the founders of what is today known as Kolmogorov (or Kolmogorov-Chaitin) complexity together with Andrei Kolmogorov and Ray Solomonoff. Today, algorithmic information theory is a common subject in any computer science curriculum.

 

Abstract:

 

He make a review applications of the concept of conceptual complexity or algorithmic information in physics, mathematics, biology, and even the human brain, and propose building the universe out of information and computation rather than matter and energy, which would be a world view much friendlier to discussions of mind and consciousness than permitted by traditional materialism.

The foundations of his thinking is showed in the book: Meta Math!: The Quest for Omega (Pantheon Books 2005) (reprinted in UK as Meta Maths: The Quest for Omega, Atlantic Books 2006.

 [:]

 

[:pt]Duas palestras abrem o EBICC[:]

30 out

[:pt]A base da auto/não distinção na vida e na mente”                        EBICC

Esta será a palestra de Terrence Deacon na abertura do evento Encontro Brasileiro Internacional de Ciências Cognitivas, Deacon é professor da BerKeley US e um antropólogo e biosemiótico sobre o qual já escrevemos alguns posts.

Resumo:

Deacon irá descrever uma organização dinâmica comum que subjazia a sensibilidade vegetativa auto conservadora característica de todos os organismos vivos e mostra como isso é relevante para a neurologia da sensibilidade subjetiva; isto é, a consciência. A dinâmica básica envolve processos auto organizados que se restringem reciprocamente e se preservam mutuamente e, assim, criam uma descontinuidade autossustentável.

Seu argumento que a diferença entre a sensibilidade vegetativa e subjetiva é devido ao modo como a sensibilidade subjetiva é constituída por uma relação entre a sensação vegetativa neurológica de ordem superior e a sensação vegetativa somática da ordem inferior. Uma vez que cada um depende do outro, mas de maneiras hierarquicamente assimétricas, isso cria o que Hoffstadter descreve como um “loop estranho” emaranhando esses dois níveis de sensibilidade. Ele fornecer exemplos dessa organização dinâmica em contextos orgânicos e neurológicos.

“Conhecimento e incerteza na física – Fundamentos e aplicações”
A segunda palestra na abertura do EBICC será proferida por Constantino Tsallis, físico de renome internacional que generalizou os resultados da constante de Boltzmann, importante para os fundamentos da entropia.
Resumo da palestra
Os pilares da física contemporânea são considerados a mecânica estatística newtoniana, relativista e quântica, o electromagnetismo de Maxwell e a mecânica estatística Boltzmann-Gibbs (BG).
É dentro desse domínio que surgem as quatro constantes físicas universais, a saber, a constante gravitacional de Newton G, a velocidade da luz c, a constante de Planck h e a constante de Boltzmann k. A teoria das probabilidades e a noção de incerteza entram em todas essas teorias de uma maneira ou de outra. No entanto, nas estatísticas BG e, consequentemente, na termodinâmica, eles desempenham um papel absolutamente crucial através do conceito de entropia. Entropy foi introduzida por Clausius por volta de 1865 e sua conexão com o mundo microscópico (átomos e outros) foi introduzida pela primeira vez por Boltzmann, e mais tarde por Gibbs, na década de 1870. Desde então, tornou-se habitual em física e em outros lugares considerar que a expressão BG é a única entropia fisicamente admissível. No entanto, foi avançado em 1988 (C. Tsallis, Journal of Statistical Physics 52, 479) que não é assim. As motivações históricas, os fundamentos epistemológicos e as aplicações ilustrativas em sistemas complexos naturais, artificiais e sociais, desta teoria serão brevemente apresentados e discutidos[:]

 

[:pt]O OUTRO e o Amor cristão[:en]Other and cristhian love [:]

27 out

[:pt]Este é o post de número 2000, em comemoração queria dizer o que é maisOZoto profundo em meu sentimento religioso.
O conceito do Outro conforme descreve o filósofo Emmanuel Lévinas pode ser definido assim: “A qualidade das relações que o homem trava com o outro depende não apenas da simpatia de que é investida, mas também, do conhecimento recíproco dos protagonistas.”
Usando este conceito todo o fundamento e prática religiosa poderia ser reduzido a duas coisas muito simples: “ama teu próximo” e ama a Deus, é o que conta um texto do novo testamento, onde os fariseus sabendo que Jesus já calara os Saduceus, em Mateus 22, 36-40, eles fazem uma nova armadilha para Jesus:
“Mestre, qual é o maior mandamento da lei?
Respondeu Jesus: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito’.
Este é o maior e o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: ‘Amarás teu próximo como a ti mesmo’.
Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas”.
E pergunto quanta coisa feita em nome do Amor e que fere os outros, que insuflam preconceitos e desconsidera pessoas, muitos ainda que proclamem estes valores não conseguem vivê-los como prática de vida.

Post2000[:en]This is the 2000 post, in celebration meant to say what is deeper in my religious sentiment.
The concept of the Other as described by the philosopher Emmanuel LévinasOTHEREN can be defined as follows: “The quality of the relations that man hangs with the other depends not only on the sympathy of which he is invested but also on the reciprocal knowledge of the protagonists.”
Using this concept, the whole foundation and religious practice could be reduced to two very simple things: “love your neighbor” and love God, it is what tells a text of the new testament, where the Pharisees knowing that Jesus had already calmed the Sadducees, in Matthew 22: 36-40, they make a new trap for Jesus:
“Master, what is the greatest commandment of the law?
Jesus answered, “‘You shall love the Lord your God with all your heart, with all your soul and with all your spirit.’
This is the greatest and the first commandment.
And the second, similar to this, is: ‘Thou shalt love thy neighbor as thyself.’
These two commandments sum up the whole law and the prophets. ”
And I ask how much thing done in the name of Love and that hurts others, that inflates prejudices and disregards people, many non-Christians ask what the true meaning of religious feeling is.

Post2000[:]

 

[:pt]O Outro, a complexidade e a consciência[:en]The Other, complexity and education[:]

26 out

[:pt]A preocupação com a identidade gestou a modernidade e com a questão daOoutro liberdade individual ela se expande, já postamos na semana passada sobre a diferença entre ética e eticidade, o que traz consigo a questão da individualidade como subjetividade, sujeitos e objetos estão separados desde a origem do pensamento liberal, agora entrando em ocaso.
O problema moderno é tornar o convívio humano “humanizado”, fundado na justiça, na solidariedade e em valores que incluam o respeito ao outro tem-se tornado um dos maiores desafios da convivência humana na atualidade.
Muitos parecem não acreditar mais que estes valores devem ser observados na vida social e pessoal, na política e nas relações econômicas, e o que é mais triste, mesmo no pensamento religioso onde o amor, a caridade ou a compaixão deva ser observada ao Outro.
Há um desejo de transgredir qualquer limite imposto, questionam valores mais elementares e confundem a liberdade com a autodeterminação, as vezes pessoal, as vezes em grupos.
Educar eticamente pressupõe esse processo de orientação rumo à liberdade consciente, por isso o diálogo sobre o que é consciência não é secundário, e consciência só faz sentido se é consciência de algo, assim pensar sobre o que é sociedade, política e religião é essencial.
Assim como não faz sentido “obrigar” alguém a respeitar o outro, mas é possível proporcionar oportunidades para tornar as relações entre as pessoas mais justas e solidárias, ao mesmo tempo em que se tenta combater os pré-conceitos injustos, no círculo hermenêutico o filósofo Hans Georg Gadamer explica que todos temos pré-conceitos, que são em ultimas instancia os valores que pautamos nossas vidas, questioná-los e colocá-los em discussão é essencial.
Por meio de uma pedagogia ética se criam as condições para o bem comum e o respeito mútuo, enfim, para a realização dos indivíduos como sujeitos éticos, na sociedade o bem-comum fundamental para todos, na justiça aceitarem normas legais para todos e para cada um e na religião seria fundamental lembrar o “mandamento novo”: ama teu próximo.[:en]The preoccupation with identity has brought about modernity and with Ooutrothe question of individual freedom it expands, we have already posed last week about the difference between ethics and ethics, which brings with it the question of individuality as subjectivity, subjects and objects are separated from the origin of liberal thought, now entering the twilight.
The modern problem is to make human conviviality “humanized”, based on justice, solidarity and values that include respect for the other, has become one of the greatest challenges of human coexistence today.
Many seem to no longer believe that these values should be observed in social and personal life, politics and economic relations, and what is sadder, even in religious thought where love, charity or compassion should be observed to the Other.
Relation between humans is complex, not simplify its.
There is a desire to transgress any imposed threshold, question more elementary values, and confuse freedom with self-determination, sometimes personal, sometimes in groups.
Ethical education presupposes this process of orientation toward conscious freedom, so dialogue about what is consciousness is not secondary, and consciousness only makes sense if it is awareness of something, so thinking about what is society, politics and religion is essential.
Just as it does not make sense to “oblige” one to respect the other, but it is possible to provide opportunities to make relationships between people more just and supportive, while trying to combat unfair preconceptions, in the hermeneutic circle the philosopher Hans Georg Gadamer explains that we all have preconceptions, which are ultimately the values that govern our lives, questioning them and putting them in discussion is essential.
By means of an ethical pedagogy, the conditions for the common good and mutual respect are created, in the end, for the realization of individuals as ethical subjects, in society the fundamental common good for all, in justice to accept legal norms for everyone and for every one and in religion would be fundamental remembers the “new commandment”: love your neighbor.[:]

 

[:pt]A constante de Tsallis, um greco-brasileiro[:en]The constant of Tsallis, a Brazilian-greek[:]

25 out

[:pt]A expansão do universo, especulação a partir da ideia da expansão dos gasesaoTsallis, que deu origem a Teoria do Big Bang é hoje uma das teorias mais aceitas sobre a criação do universo.
Há uma consequência que foi feita a partir da chamada Mecânica estatística extensiva, que foi publicada em um trabalho recente de Constantino Tsallis em 2009, pela Springer: Introduction to nonextensive statistical mechanics : approaching a complex world , que generaliza a teoria de Boltzmann-Higgs ainda mais fundamental que a entropia pois inclui resultados atuais.
A generalização da Entropia que foi reformulada em 1998 por Tsallis é um resultado de relevância para a física e já foi muitas vezes debatida pela teoria física mundial, ele descreve de modo mais preciso os comportamentos em lei de potência de uma larga gama de fenômeno, tais como, a turbulência de fluidos até fragmentos em colisões de particulas em altas energias.
As aplicações também são inúmeras desde mecânica dos fluidos até a detecção e câncer de mama e a criação de novos materiais.
Quem se interessa por detalhes pode ler o artigo pode acessá-lo pelo link Statistical Mechanics for Non-extensive Systems and Long-Range Interactions, Constantino Tsallis estará no EBICC que se inicia na próxima semana na USP – SP – Brasil.

Constantino Tsallis é nascido na Grécia, cresceu na Argentina e tem também a nacionalidade brasileira, porém para nós brasileiros será um grande orgulho se reconhecerem a importância do seu trabalho para a física.[:en]The expansion of the universe, speculation from the idea of gas expansion,aoTsallis which gave rise to the Big Bang Theory is now one of the most accepted theories about the creation of the universe.
There is a consequence that has been made from the so-called extensive statistical mechanics, which was published in a recent work by Constantin Tsallis in Springer: Introduction to nonextensive statistical mechanics: approaching a complex world, which generalizes the Boltzmann-Gibbs theory still more fundamental than entropy because it includes current results.
The generalization of Entropy that was reformulated in 1998 by Tsallis is a result of relevance to physics and has often been debated by world physics theory, it more accurately describes the power law behaviors of a wide range of phenomena such as such as the turbulence of fluids to fragments in high energy particle collisions.
Applications range from fluid mechanics to detection and breast cancer to the creation of new materials.
Those interested in details can read Tsallis´ Statistics, Statistical Mechanics for Non-Extensive Systems and Long-Range Interactions, Constantino Tsallis will be at the EBICC starting next week at USP – SP – Brazil.

Constantino Tsallis was born in Greece, grew up in Argentine and also has Brazilian nacionality, it will be a great pride if they recognize the importance of his work for physics.[:]

 

[:pt]A Biosemiótica e Terence Deacon[:en]Deacon and the Biosemiotic[:]

24 out

[:pt]Natureza Incompleta: Como a Mente emerge da Matéria é um livro de aDeaconTerrence Deacon, antropólogo e biosemiótico, que aborda as origens da vida e o filosofia da mente, com novas tentativas de resposta de como a natureza emergiu.
O livro procura explicar conceitos como intencionalidade e normatividade em um propósito diferente ao da fenomenologia, mas considerando-os com um propósito mais funcionalista, chama entenacionais (no sentido ontológico de entes), mas agrupados e por isso “nacionais”.
O livro explora as propriedades da vida, o surgimento da consciência e a relação entre processos evolutivos e semióticos.

O livro especula sobre como propriedades como informação, valor, propósito, significado e comportamento direcionado final surgiram da física e da química.
Os críticos do livro argumentam que Deacon atraiu fortemente as obras de Alicia Juarrero e Evan Thompson sem fornecer citações completas ou referências ao autor, mas uma investigação da UC Berkeley inocentou Deacon que é professor lá.
Em contraste com os argumentos apresentados por Juarrero em Dynamics of Action (1999, MIT Press) e por Thompson in Mind in Life (2007, Belknap Press e Harvard University Press), Deacon rejeita explicitamente as afirmações de que fenômenos vivos ou mentais podem ser explicados por dinâmicas abordagens de sistemas.
Em vez disso, Deacon argumenta que as propriedades da vida ou da mente só emergem de uma relação recíproca de ordem superior entre processos auto-organizados.
Terence Deacon estará em São Paulo, no evento de Ciências Cognitivas EBICC.[:en]Incomplete Nature: How Mind Emerges from Matter is a book by aDeaconTerrence Deacon, an anthropologist and biosemiologist, who addresses the origins of life and the philosophy of mind, with new attempts to respond to how nature has emerged.
The book seeks to explain concepts such as intentionality and normativity in a different purpose from that of phenomenology, but considering them with a more functionalist purpose, calls entenational (in the ontological sense), but grouped and therefore “national”.
The book explores the properties of life, the emergence of consciousness and the relationship between evolutionary and semiotic processes. The book speculates on how properties such as information, value, purpose, meaning, and ultimate directed behavior have arisen from physics and chemistry.
Critics of the book argue that Deacon strongly lured the works of Alicia Juarrero and Evan Thompson without providing complete quotes or references to the author, but an UC Berkeley investigation has cleared Deacon who is a professor there.
In contrast to the arguments presented by Juarrero in Dynamics of Action (1999, MIT Press) and by Thompson in Mind in Life (2007, Belknap Press and Harvard University Press), Deacon explicitly rejects the claims that living or mental phenomena can be explained by dynamic systems approaches.
Instead, Deacon argues that the properties of life or mind only emerge from a higher order reciprocal relationship between self-organized processes.
Terence Deacon will be in São Paulo at the EBICC Cognitive Science event.[:]

 

[:pt]E a Computação Quântica [:en]And quantum computing[:]

23 out

[:pt]Enquanto a computação digital trabalha com 0 e 1, a computaçãoaCompQubit quântica poderá usar um conceito de 0 e 1 simultâneos, efeito conhecido pelos físicos como “entrelaçamento” e quando foi enunciado foi chamado por “efeito fantasmagórico” por Einstein, Podoslki e Rosen, sendo assim conhecido pela sigla EPR.
Este fenômeno permite o processamento de várias operações simultâneas, os qubits (bits quânticos) poderão usam os seguintes princípios do processamento de fótons:
– partículas de luz, a luz tem propriedades de partículas,
– íons presos ou armadilha de íons, área conhecida com spintrônica,
– qubits supercondutores, processamento a velocidade da luz praticamente, e,
– centro de vacância de nitrogênio, fenômeno já observado em diamantes imperfeitos.
Computadores quânticos criarão novas aplicações, tais como, modelar variações de reações químicas para descobrir novos medicamentos, desenvolver novas tecnologias de imagem (hologramas aplicados a comunicação, e desenvolvimentos baterias e novos materiais e eletrônica flexível).
Mas a aplicação mais revolucionária será a internet quântica, totalmente usando as partículas de luz (fótons), havendo também uma proposta que usa a luz interagindo com a matéria, o futuro nos espera.
Os projetos ainda estão em desenvolvimento, mas já com muitos resultados.[:en]While digital computing works with 0 and 1, quantum computing aCompQubitcan use a concept of 0 and 1 simultaneously, an effect known by physicists as “interlacing” and when it was enunciated was called “ghosting” by Einstein, Podoslki and Rosen. known by the acronym EPR.
This phenomenon allows the processing of several simultaneous operations, the qbits (quantum bits) may use the following principles of photon processing:
– light particles, light has properties of particles,
– ions trapped or ion trap, area known with spintronics,
– superconducting qubits, processing the speed of light practically, and,
– nitrogen vacancy center, a phenomenon already observed in imperfect diamonds.
Quantum computers will create new applications, such as modeling variations of chemical reactions to discover new drugs, developing new imaging technologies (holograms applied to communication, and developments in batteries and new materials and flexible electronics).
But the most revolutionary application will be the quantum internet, totally using light particles (photons), there is also a proposal that uses light interacting with matter, the future awaits us.
The projects are still under development, but already with many results.[:]

 

[:pt]Estado Moderno, eticidade e valores[:en]Ethics, State and Values[:]

20 out

[:pt]O conceito de eticidade e de estado dos posts anteriores foram para alertarACivilRightsPt que a quebra de valores, ao contrário do quem dizem muitos autores, não se trata de uma desconexão com a realidade ou mesmo uma falta de presença do estado na sociedade moderna, mas uma compreensão inexata da complexidade do mundo moderno e seus valores.

A Eticidade hegeliana, definida como “… a ideia de liberdade enquanto vivente bem, que na consciência de Si tem o seu querer e o seu saber” (Hegel, 1997)

Paul Ricoeur (2008) apresentou a justiça tanto como regra moral como sendo uma instituição, como é no estado moderno, mas estabeleceu uma distinção clara entre as duas: chama a segunda a dialógica do Si (uma vez que é mediada por uma Instituição, no caso, o Estado), e cita um adágio em latim: “suum cuique tribure – a cada um o que é seu”, mas vê também uma lógica hierárquica onde há predicados qualificadores da moralidade humana.

A armadilha feita pelos fariseus montada para que Jesus falasse contra a “lei” romana, ao perguntarem se era justo pagar imposto caiu por terra, pois Jesus tinha claro estas duas distinções de Justiça e disse “dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21).

Em tempos de Estados corruptos sistemicamente é preciso diferenciar a lei moral horizontal e o respeito ao Outro em planos distintos, e devemos guardar mais forte este plano do respeito ao Outro, onde há claramente uma lei Moral maior: não faça ao outro o que não gostaria que fosse feito para você, regra de ouro, em muitas religiões e culturas.

Conservar valores básicos é fundamental, senão ficamos no plano da “eticidade”.

HEGEL, G.W.F. Enciclopédia em Ciências filosóficas em epítome. Trad. A. Mourão, Lisboa: Edições 70. 1997.

RICOEUR, P. O Justo 1: A justiça como regra moral e como instituição. Trad. Ivone C. Benedetti. São Paulo: WMF Martins, 2008.

…[:en]The concept of ethics and state of previous posts was to warn that theACivilRights breakdown of values, contrary to what many authors say, is not a disconnection with reality or even a lack of state presence in modern society, but a inaccurate understanding of the complexity of the modern world and its values.
The Hegelian Eticity, defined as “… the idea of freedom while living well, which in the consciousness of Si has its will and its knowledge” (Hegel, 1997)
Paul Ricoeur (2008) presented justice both as a moral rule and as an institution, as it is in the modern state, but has established a clear distinction between the two: the latter calls the dialogical Si (since it is mediated by an Institution, in the case, the State), and quotes an adage in Latin: “suum cuique tribure – to each one what is his”, but also sees a hierarchical logic where there are predicates qualifying human morality.
The trap set by the Pharisees set up for Jesus to speak against the Roman “law,” when asked if it was right to pay tax fell to the ground, for Jesus had made clear these two distinctions of Justice and said “give to Caesar what is Caesar’s and the God what is of God” (Mt 22,21).
In times of systemically corrupt states it is necessary to differentiate horizontal moral law and respect for the Other into distinct planes, and we must keep this plane of respect to the Other stronger, where there is clearly a greater moral law: do not do to the other what you do not like which was made for you, the rule of thumb, in many religions and cultures.
Preserving basic values this fundamental, otherwise we are on the plane of “ethics”.
HEGEL, G.W.F. Encyclopaedia in Philosophical Sciences in Epitome. Trad. A. Mourão, Lisboa: Edições 70, 1997 (portuguese edition).
RICOEUR, P. O Justo 1: Justice as a moral rule and as an institution. Trad. Ivone C. Benedetti. São Paulo: WMF Martins, 2008 (brazilian edition).[:]

 

[:pt]Estado, cultura e complexidade de valores[:en]State and complexity of culture of the values[:]

19 out

[:pt]Não havia a complexidade do mundo contemporâneo antes dos meios deaCulture comunicação em massa e das modernas mídias digitais, porque além da lentidão que o processo se difundia, também era possível maior controle da “cultura” e dos “valores”, assim aquilo que se definiu até hoje como estes conceitos é preciso um novo olhar, ao menos de maior diversidade.
Como em outros tópicos definimos que a complexidade é uma herança da biologia, se pensamos cultura nestes termos ela é um tecido vivo onde há o cultivo de células contendo os nutrientes adequados e as condições propícias de sobrevivência da vida daquele organismo.
Podemos articular a complexidade com o conceito antropológico de Edward B. Tylor (citado por Roque B. Laraia) como  “todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade”.
O que se define como multicultural, inculturação ou massificação, tem na sua base quase sempre alguma dose de preconceito das culturas originárias e de seus reais valores, diria que de certo modo há algum desrespeito a cultura de povos “não civilizados” ou não “evoluídos”.
Se é um fato que promoveu-se através dos meios de telecomunicação de massa, é também um fato que a visão mundial de diversas culturas nos possibilita um maior respeito e compreensão a diversidade, e que não façamos uma mixagem ou não compreensão da cultura originária.
Cultura originária é de modo bastante amplo aquela que dá identidade a um povo, e qualquer processo educativo que a desconsidere é de certa forma uma massificação, e uma desconstrução de seus valores, mas ela não se reduz ao espaço territorial e este muitas vezes é questionável, por exemplo, os pampas gaúchos nos limites do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina tem em geral, uma cultura muito próxima.
São culturas originárias a cultura árabe, a anglo-saxônica, a latina, mas também aquelas que ultrapassam limites continentais como a islâmica, a judaico-cristã, o hinduísmo, o budismo, e isto se traduzem numa complexidade que deve ser levada em conta quanto aos valores sociais.
A crise de valores é, de certo modo, porque os ideais iluministas do Estado Moderno se sobrepuseram aos valores originários culturais dos povos onde estabeleceu-se o “Espírito das Leis” e ignorou-se aquilo que aqueles povos já tinham em suas raízes antropológicas.

 [:en]There was not the complexity of the contemporary world before the mass aCulturemedia and modern digital media, because in addition to the slowness that the process spread, it was also possible to control “culture” and “values”, as defined even today, as these concepts require a new look, at least of greater diversity.

As in other topics we define that complexity is an inheritance of biology, if we think of culture in these terms it is a living tissue where there is the cultivation of cells containing the appropriate nutrients and the propitious conditions of survival of that organism’s life.
We can articulate the complexity with the anthropological concept of Edward B. Tylor (quoted by Roque B. Laraia) as “all that complex that includes knowledge, beliefs, art, morals, law, customs and all other habits and capabilities acquired by man as a member of society. ”
What is defined as multicultural, inculturation or massification, is almost always based on some prejudice of the original cultures and their real values, I would say that there is some disrespect for the culture of “uncivilized” or “not evolved”
If it is a fact that has been promoted through the means of mass telecommunication, it is also a fact that the world view of diverse cultures allows us a greater respect and understanding of diversity, and that we do not mix or not understand the original culture.
Original culture is a very broad one that gives identity to a people, and any educational process that disregards it is in a way a massification, and a deconstruction of its values, but it is not reduced to the territorial space and this is often questionable , for example, the “pampas gauchos” on the borders of Brazil, Paraguay, Uruguay and Argentina generally have a very close culture.
Arab cultures, Anglo-Saxon, Latin, but also those that transcend continental borders such as Islam, Judeo-Christian, Hinduism, Buddhism, are cultures that originate in a complexity that must be taken into account to social values.
The crisis of values ​​is in a way because the Enlightenment ideals of the Modern State overcame the cultural values ​​of the peoples where the “Spirit of Laws” was established and ignored what those peoples already had in their anthropological roots.

.[:]

 

[:pt]Complexidade e o estado Moderno[:en]Complexity and modern state[:]

18 out

[:pt]O estado como concebido na modernidade, exatamente por que não aoEstadoModernoexistia antes, não é eterno e poderá sofrer profundas transformações para que a sociedade detenha o controle do poder que ela transfere pelo voto democrático, é sensível que hoje precisamos de evolução.
O construto idealista, que é fundamentado nos direitos individuais deve mais e mais ceder lugar aos direitos coletivos e sociais, alguns proclamados na revolução francesa como a igualdade e fraternidade jamais foram alcançados, eis dois dos limites do Estado Moderno.
Mas o mais sensível em tempos de mídias sociais, em que as redes sociais (que são humanas) se empoderam, é o que de fato a democracia é, no sentido de representar legitimamente os direitos da maioria, primeiro porque existe o direito de minorias, é preciso tolerância nesta convivência, e em segundo, este mais fundamental que ao transferir o direito somos após o pleito democrático, enganados pelos defensores de causas “justas” e “sociais”, em troca de seus interesses particulares ou de lobbies.
Esta complexidade social, que as mídias sociais apenas tornam nuas suas demandas e raízes, exige ainda um respeito aos limites legais conforme apontamos no post anterior deste blog, as chamadas discursos e ideologias do ódio.
O estado como concebido por Hegel, possui uma eticidade (conceito de Hegel difere da ética), onde é a “realidade em ato da ideia moral objetiva – espírito moral como vontade substancial revelada, clara a si mesma, que se conhece e pensa e realiza o que sabe e porque sabe e porque ela sabe” (p. § 257), onde há uma “a substância ética autoconsciente” que é claramente mais um conceito idealista que uma verdade apodítica.
Por isso a ideia moral objetiva que Hegel pretendia realizar-se com o Estado, com muitos exemplos em governos atuais, mostrou-se claramente que é um modelo idealista por esconder subjetividades humanas que são igualmente direitos éticos tais como, a religiosidade, e a cultura local de cada povo ou nação, conceito por exemplo, rechaçado por Bush e outros governos xenofóbicos.
O elemento de subjetividade que para Hegel era o “espírito”, também era o Espírito das Leis de Montesquieu, é esta substancialidade autoconsciente, é na verdade a “autonomia do Estado” que se convertem em um sujeito de categorias lógicas abstratas e que não se submetem a realidade concreta dos sujeitos existentes, pessoas inseridas em suas culturas.
O estado moderno não é eterno e precisa ser repensado.

.[:en]The state as conceived in modernity, precisely because it did not exist aoEstadoModernobefore, is not eternal and can undergo profound transformations so that the society holds the control of the power that it transfers by the democratic vote, it is sensible that today we need evolution.

The idealist construct, which is grounded in individual rights, must more and more give way to collective and social rights, some proclaimed in the French revolution as equality and fraternity have never been achieved, this is one of the limits of the Modern State.

But the most sensitive in times of social media, where social networks (which are human) are empowered, is what democracy is, in the sense of legitimately representing the rights of the majority, first because there is the right of minorities, it is necessary to tolerate this coexistence, and secondly, it is more fundamental that in transferring the right we are after the democratic process, deceived by the defenders of “just” and “social” causes, in exchange for their particular interests or lobbies.

This social complexity, that social media only makes their demands and roots nuanced, still requires a respect for the legal limits as we pointed out in the previous post of this blog, the so-called ideologies and discourses of hatred.

The state as conceived by Hegel possesses an ethicity (Hegel’s concept differs from ethics), where it is the “reality in the act of the objective moral idea – moral spirit as a substantial will revealed, clear to itself, which knows itself and thinks and realizes what he knows, and because he knows and because he knows “(p. 257), where there is a” self-conscious ethical substance “which is clearly more an idealistic concept than an apodic truth.

Hence the objective moral idea that Hegel intended to achieve with the State, with many examples in present-day governments, has clearly shown to be an idealist model for concealing human subjectivities which are also ethical rights such as religiosity and culture place of each people or nation concept, for example, rejected by Bush and other xenophobic governments.

The element of subjectivity which for Hegel was the “spirit,” was also the Spirit of the Laws of Montesquieu, it is this self-conscious substantiality, it is actually the “autonomy of the State” that becomes a subject of abstract logical categories and submit to the concrete reality of the existing subjects, people inserted in their cultures.

The modern state is not eternal and needs to be rethought.

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