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Arquivo para janeiro, 2018

[:pt]O bem entre Platão e Aristóteles[:en]The good between Plato and Aristotle[:]

31 jan

[:pt]A razão que deste tema da antiguidade clássica para a contemporaneidade é o reconhecimento,AgreekPolis para diversas interpretações da prática do dia-a-dia para a mais alta teorização que ainda nosso pensamento está intrincado desta ideia de bem.
Hans-Georg Gadamer em seu livro “A ideia do bem entre Platão e Aristóteles” (2009) desmonta desde o início do texto “as comparações ideais e ingênuas, tal como “Platão, o idealista”, ‘Aristóteles, o realista’  “ (pag. 2) e afirma que este é o testemunho da parcialidade “no campo da consciência idealista.” (idem).
Demonstra isto com a interpretação neokantiana de Platão feita por Paul Natorp ao fazer a aproximação de Platão e Galileu, onde interpretou “a ideia” como “a lei natural”, e que fora alertado pela ruptura de Nicolai Hartmann com este tipo de idealismo, e foi o que fez inúmeros autores (Robin, Taylor, Ross, Hardie e Hicks) que mostraram a unidade da filosofia do Lógos com toda “a conceptualidade do pensamento ocidental” (pag. 3).
Reconhece que o conhecimento que goza de amplo reconhecimento é a tekhné, enquanto o conhecimento que é mais importante para o homem: “sobre o Bem parece de outro tipo, diferente de todo o conhecimento conhecido …” (pag. 25) então este tipo é ainda muito mais importante para nossos dias, como mostra a “banalidade do mal” de Hanna Arendt ou a “fragilidade do bem” de Martha Nussbaum, o tema está de volta.
Como isto pode ser dito de modo mais direto: corrupção, violência, terrorismo , fome e diversos tipos de intolerância demonstram a nossa ignorância ainda hoje sobre o tema.
Em densa e complexa análise, Gadamer mostra o fundamento ocidental deste tema,
Destaca o autor, a partir da República de Platão, que o mundo idealizado do Estado pelos autores da Antiguidade Clássica, pensavam que esta ideia de Estado ia harmonizar a sociedade,
Platão em vida observou a corrupção da polis grega, Gadamer cita sua Sétima Carta da República: “a não ser que ocorresse uma reforma de dimensões incríveis” (p. 70),
Fica a pergunta de Leo Strauss e Allan Bloom, citados por Gadamer: “Intenciona Platão nada mais a não ser caracterizar o conflito entre theoría e política?” (p. 72), a resposta de Gadamer caminhará (de modo complexo) para uma areté coletiva, bem ao gosto de seu círculo hermenêutico, mas pensamos que uma verdadeira ideia do “Bem comum” ainda precisa ser explicitada com uma reforma de “incríveis dimensões”.
GADAMER, H.G. O bem entre Platão e Aristóteles. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.[:en]The reason for this theme from classical antiquity to contemporaneity is the recognition forAgreekPolis various interpretations of everyday practice for the highest theorizing that our thought is still intricate from this idea of ​​good.
Hans-Georg Gadamer in his book “The Idea of ​​Good between Plato and Aristotle” (2009) disassembles from the beginning of the text “ideal and naive comparisons, such as” Plato, the idealist “,” Aristotle, the realist “” ( p.2) and affirms that this is the testimony of partiality “in the field of idealistic consciousness.” (idem).
He demonstrates this with Plato’s interpretation of Plato by Paul Natorp in approaching Plato and Galileo, where he interpreted “the idea” as “the natural law,” and who had been alerted by the break-up of Nicolai Hartmann with this kind of idealism, and (Robin, Taylor, Ross, Hardie, and Hicks) who showed the unity of the philosophy of the Logos with all “the conceptuality of Western thought” (page 3).
He recognizes that the knowledge that enjoys wide recognition is tekhné, while the knowledge that is most important to man: “on the Good it seems of another kind, unlike all known knowledge …” (p. 25), then this type is even more important for our day, as the “banality of evil” of Hanna Arendt or the “fragility of the goodness” of Martha Nussbaum, the theme is back.
How can this be said more directly: corruption, violence, terrorism, hunger and various types of intolerance demonstrate our ignorance even today on the subject.
In dense and complex analysis, Gadamer shows the Western foundation of this theme,
The author points out, from the Republic of Plato, that the idealized world of the State by the authors of Classical Antiquity, thought that this idea of ​​State would harmonize society.
Plato in life observed the corruption of the Greek polis, Gadamer cites his Seventh Letter of the Republic: “unless a reformation of incredible dimensions occurred” (70),
There is the question of Leo Strauss and Allan Bloom quoted by Gadamer: “Does Plato intend anything more than to characterize the conflict between theory and politics?” (p. 72), Gadamer’s answer will go (in a complex way) to an collective arete but we think that a true idea of ​​the “common good” still needs to be made explicit with a reform of “incredible dimensions”.
GADAMER, H.G. O bem entre Platão e Aristóteles (The good between Plato and Aristotle). São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009[:]

 

[:pt]Ainda sobre o mal[:en]Still about evil[:]

30 jan

[:pt]Não completamos o nosso raciocínio sobre o mal, duas análises ainda podem ser feitas, e seaBadSimbol desejamos comentar Kant três análises: Kant, Paul Ricoeur e Gadamer.
Serei breve com Kant (1724-1804), embora seja necessária uma análise mais profunda indo até Hegel, o ponto central de seu pensamento nesta questão, é que o mal quanto à origem é insondável, mas para ele existe o “conceito” (idealista claro) de mal radical, e assim seria a escolha entre uma máxima boa ou má, a partir do qual todas as outras derivam.
Paul Ricoeur afirma que ele (Kant) explica a liberdade pelo mal e o mal pela liberdade, num raciocínio tautológico portanto, Ricoeur vai procurar em fonte originárias, ou seja, o resgate do conceito de mal deve vir fundamentado em fontes originárias, a partir delas encontramos a origem existencial do mal, e assim ela está nos símbolos e nos mitos.
Interessa-nos por questão de colocar a técnica e tecnologia (estudo e desenvolvimento da técnica) em questão, analisar os passos originários antropológicos, por isso a questão que os grupos nômades de 200 mil anos atrás de homo sapiens fazem migração e incursões em novos territórios em grupos é significado, porque revela intensão de expansão e de “ocupação”.
De forma embrionário este raciocínio está escrito também em Paul Ricouer, o autor fala da influência em seu pensamento de Jean Nabert da frase lapidar de Spinoza “desejo de ser e esforço para existir”, e que exerceu influência decisiva no pensamento de Ricoeur (RICOEUR, 1995, p. 23)
Ricoeur chama de “pequena ética” sua visão do mal como aquela que o sujeito se descobre envolvido, está com um mal-ser, um mal-substância, um mal-fazer que resulta do uso de modo equivocado de sua liberdade, ainda há nele um resto de maniqueísmo.
Só daí que ele vai para o mal simbólico (nome de sua obra principal no tema), num caminho do simbólico ao mitológico, e daí para os textos, implica no conceito de mal ligado a cultura.

Ainda que não sejam conclusivos, são raciocínios importantes para se entender o que a cultura contemporânea chama de “mal”.

RICOEUR, P. Da Metafísica á Moral. Trad.: Sílvia Menezes. Lisboa – Portugal: Instituto Piaget, 1995.[:en]We do not complete our reasoning on evil, two analyzes can still be made, and if we wish to commentaBadSimbol Kant three analyzes: Kant, Paul Ricoeur and Gadamer.
I shall be brief with Kant (1724-1804), although a deeper analysis is required going to Hegel, the central point of his thinking in this question is that evil as to origin is unfathomable, but for him there is the “idealist” clear) of radical evil, and so would be the choice between a good or a bad maxim, from which all others derive.
Paul Ricoeur affirms that Kant explains freedom for evil and evil for freedom, in a tautological reasoning therefore, Ricoeur will look for in source origin, that is, the rescue of the concept of evil must come based on original sources, from them we find the existential origin of evil, and so it is in symbols and myths.
We are interested in putting the technique and technology (study and development of the technique) in question, analyzing the original anthropological steps, so the question that the nomadic groups of 200 thousand years ago of homo sapiens migrate and incursions into new territories in groups is meaningful because it reveals an intension of expansion and “occupation.”
In an embryonic way, this reasoning is also written in Paul Riocuer, the author speaks of the influence in his thinking of Jean Nabert of Spinoza’s lapidary phrase “desire to be and effort to exist”, and that exerted decisive influence in the thought of Ricoeur (RICOEUR, 1995, p.23)
Ricoeur calls his vision of evil as “small ethics” as that which the subject finds himself involved with, is with a mal-being, a bad substance, a bad doing that results from the mistaken use of his freedom, there is still in him a remnant of Manichaeism.
Only then does he go to the symbolic evil (name of his main work on the theme), on a path from the symbolic to the mythological, and from there to the texts, implies the concept of evil linked to culture.
RICOEUR, P. Da Metafísica à Moral (From Metaphysics to Morals). Translate: Sílvia Menezes. Lisbon – Portugal: Piaget Institute, 1995[:]

 

[:pt]Novas descobertas do homo sapiens[:en]New discoveries of homo sapiens[:]

29 jan

[:pt]Em estudo publicado nesta quinta-feira (25/01) pela revista Science, numa caverna africanaaMandibula chamada Misliya, foram encontrados fragmentos faciais com a mandíbula e vários dentes pelos quais se pode fazer a datação com cerca de 200 mil anos, o homo sapiens é mais velho do que nós pensávamos, e então migrou da África para o continente asiático passando pelo Oriente Médio.
Foram encontrados no sítio arqueológico Caverna Misliya (próxima a Israel), localizada no Monte Carmel, os ossos têm entre 177 mil e 194 mil anos.
O coautor do estudo Rolf Quan, afirmou à revista: “é uma descoberta emocionante, ele fornece a clara evidência que nossos ancestrais migraram da África muito antes do que acreditávamos”.
O fóssil que foi chamado de Mislya-1 possui dentes como os humanos modernos, além de mostrar características da espécie humana, e outras evidenciam mostraram que caçavam animais grandes e já usavam o fogo, ferramentas de pedra e lâminas sofisticadas para a época foram encontradas também no local.
Recentemente outros fósseis de cerca de 300 mil anos foram encontrados no Marrocos, e depois em Israel, que já eram luzes sobre esta imigração, e isto reforçou a idéia que traçaram uma rota ao longo do vale do Nilo (a necessidade da água) e não por uma rota através do estreito Bab al-Mandeb, costa da Arábia Saudita, indo depois ao lesta da Ásia e ao subcontinente indiano, afirmou outro coautor Israel Hershkobitz, da Universidade de Tel Aviv.
Os humanos de Misliya eram nômades e migravam pela região no decorrer das estações do ano em busca de alimentos e buscavam cavernas para se abrigarem.[:en]In na Israeli cave called Misliya, facial fragments were found with the jaw and several teethaMandibula that can be dated in about 200,000 years, Homo sapiens is older than we thought, and then migrated from Africa
Facial fragments, including the jaw part and several teeth were found at the archaeological site Misliya Cave, located on Mount Carmel , it bone are between 177,000 and 194,000 years old.
Co-author Rolf Quan told the magazine: “It’s an exciting discovery, it provides clear evidence that our ancestors migrated from Africa much sooner than we believed.”
The fossil that was called Misliya-1 has teeth like modern humans, as well as showing characteristics of the human species, and other evidence showed that they hunted large animals and used fire, stone tools and sophisticated blades for the time were also found on site.
Also group immigration through the rivers, suggests techniques of expansion of territory and strengthen the idea of homo sapiens.
Recently other fossils of about 300,000 years have been found in Morocco, and then in Israel, which were already lights on this immigration, and this reinforced the idea that they traced a route along the Nile valley (the need for water) and not by a route through the Bab al-Mandeb Strait, the coast of Saudi Arabia, then to the lesta of Asia and the Indian subcontinent, said another co-author Israel Hershkobitz of Tel Aviv University.
The fact that they went in small groups and along the rivers shows a strategy of conquest and not of nomadic tribes in exodus, which further strengthens the sapiens hypothesis.
http://www.sciencemag.org/news/2017/06/world-s-oldest-homo-sapiens-fossils-found-morocco
The humans of Mislya were nomadic and migrated throughout the region in search of food and sought caves to shelter.[:]

 

[:pt]Um Espírito Novo de ver as coisas[:en]A New Spirit of seeing things[:]

26 jan

[:pt]Separação entre mente e espírito é uma construção contemporânea, assim aNovoEspiritocomo a relação com os objetos, com a tecnologia e com outras objetividades, como o dinheiro por exemplo, exercem sobre o pensamento ocidental, em especial, certa desconfiança.
O mundo objetivo que existe fora do homem precisa ser compreendido para se ter uma boa relação com ele, a modernidade diz que o homem deve “dominá-la”, mas a natureza e os objetos parecem se rebelar, não porque máquinas nos controlem, mas por que seu uso requer mudanças de comportamento e novas relações com a sociedade e o contexto.
A existência do mal, que Agostinho de Hipona dizia que era a “ausência do bem”, e ele foi um maniqueísta (a luta do bem e o mal), e que para a sociedade em crise é um conjunto de fatos simbólicos, armas de guerra, desafios entre torcidas rivais, xenofobia e outras fobias, está encerrado no fato que vivemos um contexto “mal” que precisa ser renovado.
Uma das primeiras coisas que deve-se renovar é o pensamento, diz Edgar Morin, mas dizem também boas espiritualidades e autores que trabalham a subjetividade humana.
Um mundo sem sentimento não é por causa das máquinas, mas do pensamento e das relações sociais que nos envolvem que se complicam dentro do contexto atual.
Em Mc 1,27 podem-se ler: “E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “O que é isto? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!”
O fato que Jesus “curava” era para muitos naquele tempo um fato novo, com certa dose de “exorcismo” pelo fato que muitas doenças não eram conhecidas, o esclarecimento sobre muitas coisas era obscuro, mas nem por isto deixavam de entender que havia “um ensinamento novo dado com autoridade”, isto sim, um espírito novo de ver as coisas[:en]Separation between mind and spirit is a contemporary construction, as well as theaNewSpirit relationship with objects, technology and other objectivities, such as money, for example, exert on Western thought, especially, certain mistrust.
The objective world that exists outside man must be understood in order to have a good relation with him, modernity says that man must “dominate” it, but nature and objects seem to rebel, not because machines control us, but because its use requires behavior changes and new relationships with society and context.
The existence of evil, which Augustine of Hippo said was the “absence of good,” and he was a Manichaean (the struggle of good and evil), and that for society in crisis is a set of symbolic facts, war, challenges among rival twists, xenophobia and other phobias, is closed in the fact that we live in an “evil” context that needs to be renewed.
One of the first things that must be renewed is thought, says Edgar Morin, but they also say good spiritualities and authors who work on human subjectivity.
A world without feeling is not because of the machines, but of the thought and social relations that surround us that are complicated in the current context.
In Mark 1: 27 we read: “And they were all amazed, and asked one another, What is this? A new teaching given with authority: He commands even the evil spirits, and they obey! ”
The fact that Jesus “healed” was for many at that time a new fact, with a certain amount of “exorcism” because of the fact that many diseases were not known, clarification about many things was obscure, but they did not fail to understand that there was ” a new teaching given with authority, “that is, a new spirit of seeing things[:]

 

[:pt]Oscar 2018 e estréias[:en]Oscar 2018 and news[:]

25 jan

[:pt]Estava pronto para nem comentar o Oscar, mas para minha surpresa o filme ThePostThe Post – A Guerra Secreta, dirigido por Steven Spielberg aparece entre os indicas, com Meryl Streep (candidata a melhor atriz) e participação de Tom Hanks, conta a história real sobre a guerra do Vietnã e os bastidores do jornal The Washington Post, em 1971, que chega as telonas nesta quinta-feira em muitos cinemas nacionais.
Outras duas estréias com indicados ao Oscar 2018 foram Artista do Desastre e Visages, Villages que também são estreias no cinema nacional e valem a pena serem assistidos.
Outras surpresas boas foram às indicações dos filmes: “Blade Runner 2049” para direção de arte, fotografia, efeitos especiais, edição de som e mixagem de som, assim como o diretor Jordan Peele, por “Corra!” que é indicado também para melhor filme.
Também foi surpresa a atriz Mary J. Blige é a primeira indicação em um ano em duas categorias: melhor atriz coadjuvante e melhor canção original em “Mudbound”
Decepções 13 indicações para “A Forma da Água”, a fantasia romântica dirigida pelo mexicano Guillermo del Toro, parece muito exagerada, e a omissão do filme O Rei do show, que teve várias indicações ao Globo de Ouro, ganhou apenas melhor música “This is me”.
Surpreendentes as indicações de “Dunkirk”, do britânico Christopher Nolan (oito indicações), e a produção independente “Três Anúncios para um Crime” (com sete).
“O Destino de uma Nação”, filme politico centrado na figura de Winston Churchill, obteve seis indicações, mesmo número do drama “Trama Fantasma”, justas, mas exageradas.[:en]I was ready to comment on the Oscar, but to my surprise the movie The Post – The Secret War,ThePost directed by Steven Spielberg appears among the indicas, with Meryl Streep (candidate for best actress) and participation of Tom Hanks, tells the real story about the Vietnam War and the backstage of The Washington Post in 1971, which hits the big screen on Thursday in many national (brazilian) cinemas.
Two other Oscar-nominated premieres have been Artist of the Disaster and Visages, Villages that are also national film premieres and are worth watching.
Other good surprises have been the nominations for the films “Blade Runner 2049” for art direction, photography, special effects, sound editing and sound mixing, as well as director Jordan Peele for “Run!” movie.
It was also surprising actress Mary J. Blige is the first nomination in a year in two categories: best supporting actress and best original song in “Mudbound”
Deceptions 13 nominations for “The Shape of Water” the romantic fantasy directed by Mexican Guillermo del Toro, seems very exaggerated, and the omission of the movie The King of the show, which had several indications to the Golden Globe, won only “This is me “.
Surprisingly “Dunkirk” nominations by British Christopher Nolan (eight nominations), and the independent production “Three Announcements for a Crime” (with seven).
“The Destiny of a Nation,” a political film focused on the figure of Winston Churchill, obtained six nominations, even number from the drama “Ghost Plot”, just but exaggerated.[:]

 

[:pt]A fragilidade da bondade[:en]The fragility of goodness (or kindness)[:]

24 jan

[:pt]O livro A fragilidade da bondade: fortuna e ética na tragédia e na filosofia gregaMarthaJustica [The fragility of goodness: luck and ethics in greek tragedy and philosophy] foi publicado em 1986, sua autora, Martha Nussbaum, era relativamente desconhecida fora do mundo acadêmico, mas já era respeitada como uma estudiosa da antiguidade clássica.
Até a publicação da edição brasileira, tornou-se conhecido no mundo anglo-saxão por um envolvimento no debate político norte-americano, com ênfase especial na filosofia política.
Pode-se fazer um resumo grosseiro do livro, dizer que a partir da discussão da tragédia grega do século V a.C. e assim como dos filósofos do século IV a.C., que o livro aborda as tensões entre o papel da fortuna  (no sentido grego é mais sorte que dinheiro) na existência humana e a aspiração a uma vida moralmente realizada.
Então esta discussão reside na ideia de que pode existir “uma lacuna entre ser uma pessoa boa e conseguir viver uma vida humana florescente”, assim ela fala de um “reflorescimento”.
Uma das forças do texto é no modo como o significativo conhecimento do corpus textual da antiguidade clássica e a competência filológica de sua autora se conjugam à abordagem, então é como se estivéssemos revisitando a filosofia grega, então o “reflorescimento” é também filosófico, até certo ponto questionável porque este foi o projeto do renascimento.
Seu mérito é ler a filosofia ocidental a partir dos gregos, e não exclusivamente nos gregos, onde ela destaca o papel central da moral que vai chegar até nossos dias, o reflorescimento é então uma adesão da autora ao “método” aristotélico de abordagem das coisas humanas, porem pode-se dizer que há três questões numa espécie de “fenomenologia” da vida ética humana e do papel que a fortuna aí desempenha, e isto pode ser observado no texto:
São três os aspectos aristotélicos, a boa via: o amor, a amizade, atividade política, etc., seriam por definição vulneráveis ao risco, ao perecimento e impregnadas de incerteza.
Em segundo, as coisas tidas como valiosas são plurais, podem ser incompatíveis entre si e, em última análise, são irredutíveis a um valor superior, que podem gerar, em momento específicos, quando não estão sujeitas ao controle humano, exigências conflitantes e incontornáveis.
Em terceiro lugar: as emoções, os desejos, os sentimentos nos vinculam a objetos, por definição, particulares e contingentes, expondo-nos à precariedade e à indeterminação constitutiva desses últimos.
É um bom traço aristotélico, mas considero a análise de Gadamer sobre a questão mais profunda, pois ele a une ao tratamento das virtudes platônicas: a coragem, a sabedoria, a temperança e a justiça.
Não sou platônico, mas parece que todas estão em falta.
NUSSBAUM, Martha. The fragility of goodness: luck and ethics in greek tragedy and philosophy. 2. ed. Cambridge, Cambridge University Press, 2001.[:en]The fragility of goodness: fortune and ethics in tragedy and Greek philosophy wasMarthaJustice published in 1986, its author, Martha Nussbaum, was relatively unknown outside the academic world, but was already respected as a scholar of classical antiquity.
Until the publication of the Brazilian edition (2001, it became known in the Anglo-Saxon world for an involvement in the American political debate, with special emphasis on political philosophy.
A rough summary of the book can be said to say that from the discussion of the Greek tragedy of the fifth century BC and like the philosophers of the fourth century BC, the book addresses the tensions between the role of fortune (in the Greek sense it is more luck that money) in human existence and the aspiration to a morally fulfilled life.
So this discussion lies in the idea that there may be “a gap between being a good person and being able to live a flourishing human life,” so it speaks of a “rebirth”.
One of the strengths of the text is the way in which the meaningful knowledge of the textual corpus of classical antiquity and the philosophical competence of its author combine with the approach, so it is as if we are revisiting Greek philosophy, then “revival” is also philosophical, until certain point questionable because this was the project of rebirth.
Its merit is to read Western philosophy from the Greeks, and not exclusively in the Greeks, where it emphasizes the central role of morality that will reach the present day, the revival is then an adherence of the author to the Aristotelian method of approaching things but it can be said that there are three questions in a kind of “phenomenology” of human ethical life and the role that fortune plays there, and this can be observed in the text:
There are three Aristotelian aspects, the good way: love, friendship, political activity, etc., would be by definition vulnerable to risk, perish and impregnated with uncertainty.
Secondly, things regarded as valuable are plural, they may be incompatible with each other, and ultimately they are irreducible to a higher value, which can generate, at specific moments when they are not subject to human control, con fl icting and compelling requirements.
Thirdly, emotions, desires, and feelings bind us to objects, by definition, particular and contingent, exposing us to the precariousness and constitutive indeterminacy of the later.

It is a good Aristotelian trait, but I consider Gadamer’s analysis to combine the three Aristotelian aspects and the four platonic virtues: courage, wisdom, temperance, and justice.

I think it is necessary today.

NUSSBAUM, Martha. (2001) The fragility of goodness: luck and ethics in greek tragedy and philosophy. 2. ed. Cambridge, Cambridge University Press.

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[:pt]O mal e a Natureza do Bem[:en]Evil and the Nature of Good[:]

23 jan

[:pt]Agostinho de Hipona era um maniqueísta errante, com uma vida boemia eaoBem cheia de amores, chegou a ter um filho, sua mãe Monica uma cristã fervorosa pedia pela conversão do filho, mas Agostinho julgava os cristãos ignorantes demais e pouco elaborados, até que conheceu Ambrósio, que era bispo de Hipona, que a bem da verdade, era um intelectual e fora prefeito da Ligúria e Emilia, que tinham como capital Mediolano, hoje Milão, mais tarde o povo o fez bispo.
No contato com Ambrósio, Agostinho torna-se cristão e escreve neste período A natureza do Bem, onde contesta a concepção de Mani no que diz respeito ao mal e, então a dualidade de princípios que se baseava o sistema cosmológico da seita maniquéia, é substituída por uma ontologia.
Agostinho então se preocupa em afirmar que toda natureza é um bem, uma vez que procede de Deus e que o mal, não está entre os seres criados, mas é construído quando não se faz o bem.
Agostinho conhecia Fausto que era um dos grandes sábios da seita maniqueísta, mas descobre que seu conhecimento era limitado e se restringia à Gramática, Cícero e alguma coisa de Sêneca.
De modo mais elaborado, a teoria completa de Agostinho, afirma que há uma corrupção do modo (modus), da espécie (species) e da ordem (ordo), que são atributos ontológicos dos seres, e portanto inexiste ontologicamente o mal, bem como suas implicações filosófico-teológicas.
O pensamento de Agostinho sobre a matéria não é o dualismo entre espírito e matéria, afirma ele:
“Ignorava que Deus é espírito e não tem membros dotados de comprimento e de largura, nem é matéria porque a matéria é menor na sua parte do que no seu todo. Ainda que a matéria fosse infinita, seria menor em alguma das suas partes, limitada por certo espaço, do que na sua infinitude!.” (AGOSTINHO, 2006)
Mas e se o mal acontece como reagir a ele ? Agostinho esclarece isto, para se julgar o homem com justiça, conferindo-lhe castigos ou penas, a própria percepção social do mal, conforme as ações ou intenções de quem as pratica, afirma: “[…] não é injusto que se dê aos perversos o poder de causar dano uns aos outros, para que se prove a paciência dos bons e seja castigada a iniquidade dos maus.”, escreveu no cap. 21 de sua obra “A natureza do bem”.
Duas obras contemporâneas tratam de modo diverso, mas profundo também estes dilemas: “A fragilidade da Bondade” (eu diria do Bem), de Martha Nussbaum e A simbólica do Mal, de Paul Ricoeur, o mal é uma questão filosófica posta, e não é portanto a questão maniqueísta.
AGOSTINHO, S. Confissões. 21. ed. Tradução de J. Oliveira Santos e A. Ambrósio de Pina. Petrópolis: Vozes, 2006.[:en]Augustine of Hippo was a wandering Manichean, with a bohemian life and fullaoBem of loves, he had a son, his mother Monica a fervent Christian asked for the conversion of the son, but Augustine judged the ignorant Christians too elaborate until he met Ambrose , who was the bishop of Hippo, who was an intellectual and had been mayor of Liguria and Emilia, who had the Mediolan capital, today Milan, later the people made him a bishop.
In the contact with Ambrose, Augustine becomes Christian and writes in this period The nature of the Good, where he contests the conception of Mani with respect to evil, and then the duality of principles that was based on the cosmological system of the manichean sect, is replaced by an ontology.
Augustine then worries about affirming that all nature is a good, since it proceeds from God and that evil, is not among created beings, but is constructed when not doing good.
Augustine knew Faust who was one of the great sages of the Manichean sect, but discovered that his knowledge was limited and restricted to Grammar, Cicero and something of Seneca.
In a more elaborate way, Augustine’s complete theory states that there is a corruption of the mode (modus), species (order), and order (ordo), which are ontological attributes of beings, and therefore there is no ontological evil, its philosophical-theological implications.
Augustine’s thinking on matter is not the dualism between spirit and matter, he says:
“He did not know that God is spirit and has no members endowed with length and breadth, nor is matter because matter is less in its part than in its whole. Even if matter were infinite, it would be smaller in some of its parts, limited by a certain space, than in its infinity! “(AGOSTINHO, 2006).
But what if evil happens how to react to it? Augustine clarifies this, in order to judge man with justice, conferring punishment or punishment upon him, the very social perception of evil, according to the actions or intentions of the practitioner, affirms: “[…] it is not unjust to give oneself to the perverse the power to harm one another, that the patience of the good may be proved, and the iniquity of the wicked be punished. ” 21 of his work “The nature of the good”.
Two contemporary works deal with these dilemmas: “The Fragility of Goodness,” by Martha Nussbaum and Paul Ricoeur’s “Symbolic of Evil,” evil is a philosophical question posed, not is therefore the Manichean question.
AUGUSTINE, Saint. Confessions. New York: Image Books, 1960 (Notes in Brazilian edition by Vozes Editor).[:]

 

[:pt]CES 2018 e as novidades[:en]CES 2018 and the news[:]

22 jan

[:pt]Esta feira internacional de Eletrônica em Las Vegas, foi realizada no início doaoAlexa mês entre 8 e 12 de fevereiro, mostrando diversos lançamentos de tecnologia, indo desde TVs até celulares de última geração, mas a área de negócios e chips é que prometem maiores avanços.
Após a gafe de segurança dos chips Intel, agora associada a AMD, a empresa revelou detalhes de um novo processador chamado Intel Core de 8ª. Geração, especial com os modelos para processar gráficos Radeon RX Vega M, podendo trabalhar com cargas pesadas de gráficos e realidade virtual.
A Intel e a AMD revelaram mais detalhes do novo processador em que estão trabalhando juntas. Chamado de “Intel Core de 8a geração com gráficos Radeon RX Vega M”, o chip será voltado para PCs e laptops, com foco em cargas de trabalho pesadas em termos gráficos, como Realidade Virtual (VR).
Outro assunto muito comentado no CES 2018 foi o assistente digital da Amazon, o Alexa (foto), que já pode ser usado nos carros, smartphones e também nos escritórios, é provável que logo já sejam incorporados aos laptops e PCs.
Variações em laptops incluem redução da espessura, a nova versão da Dell, o XPS 13 pesa 1,21 kg e possui menos de 12 mm de espessura, com tela 4k quase sem bordas (chamada infinity Edge) e com uma versão sensível ao toque (touchscreen).
O tablet ThinkPad X1 da LeNovo foi outra novidade, display de 12 polegadas, com resolução chamada de 3k (2160 x 1440) a bateria cresceu também em potência, o que dá 10 horas de uso , mas com isto ficou mais pesado com 1,26 k (quer dizer nem tanto).
Não apareceu nenhum híbrido atacando pessoas ou androides controlando a humanidade (claro é para lembrar alguns que tem fantasia demais sobre o assunto).[:en]This international electronics fair in Las Vegas was held earlier this month betweenaoAlexa January 8 and 12, showing several technology launches, ranging from TVs to state-of-the-art handsets, but the area of business and chips is promising further progress.
Following the security flurry of Intel chips, now associated with AMD, the company unveiled details of a new processor called Intel Core 8th. Generation, special with models to process Radeon RX graphics See M, being able to work with heavy loads of graphics and virtual reality.
Intel and AMD have revealed more details of the new processor they are working on together. Called “8th-generation Intel Core with Radeon RX Vega M graphics,” the chip will be targeted at PCs and laptops, focusing on graphics-heavy workloads such as Virtual Reality (VR).
Another highly commented issue at CES 2018 was Amazon’s digital assistant, Alexa (photo), which can already be used in cars, smartphones and also in offices, is likely to be incorporated into laptops and PCs soon.
Variations in laptops include thinning, the new version of Dell, the XPS 13 weighs 1.21 kg and is less than 12 mm thick, with a 4k almost borderless screen (called an infinity edge) and with a touch-sensitive version ( touch screen).
The ThinkPad X1 tablet from LeNovo was another novelty, a 12-inch display with a resolution called 3k (2160 x 1440), the battery also grew in power, which gives 10 hours of use, but with this it became heavier with 1.26 k (that is, not so much).
No hybrids appeared attacking people or androids controlling mankind (of course it is to remind some who have too much fantasy on the subject).[:]

 

[:pt]Teoria, vida e seguimento[:en]Theory, life and follow-up[:]

19 jan

[:pt]Entre as dicotomias infernais da modernidade, certamente a pouco lembrada, masaSeguir sempre presente é a ruptura entre teoria e prática, empiristas defendem a experiência (prática) e idealistas, os ideais “puros”, não por acaso tentaram se completar na modernidade.
Hans-Georg Gadamer escreveu em Elogio da Teoria que se considerando que “todos homens anseiam, por natureza, saber, e que a mais elevada felicidade do homem reside na “pura teoria”, e que o seu mais íntimo fundamento (o [que é ser] homem) é um ser teórico”, se o homem desenha conhecer deve elaborar o que pensa sobre as coisas, mesmo que estejam fundadas nas relações práticas, é uma teoria, um “constructo” teórico no pensamento.
Postamos sobre invencionices, mesmices e espírito de rotina, mas talvez o mais pernicioso na vida do homem (o que é muito prático) seja a dificuldade de mudar de rumos, de hábitos, de rotina e principalmente de pensamento, fazer uma ruptura, uma conversão e depois seguir.
Na história sempre que houve uma mudança de pensamento aconteceu alguma ruptura, Spinoza deixou o judaísmo e depois o cristianismo ao construir sua “teoria”, Heidegger foi viver no meio da floresta negra, enfim, é preciso “mudar a rota” para mudar o pensamento.
Na bíblia os discípulos de Jesus Simão e André que pescavam peixes, ao encontrarem o mestre, deixam as redes e saem para caminhar com ele, e o mestre lhes diz (Mc 1,17): “Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens” e o seguiram.
Mas antes André e João, que foram discípulos de João Batista (por isto ele está no texto anterior de Mc 1,14), haviam ido dizer a Pedro que haviam encontrado o Messias, e antes ainda haviam perguntado onde Jesus “morava”, claro o sentido é mais amplo que casa.

 [:en]

Among the infernal dichotomies of modernity, certainly little remembered, butaSeguir always present is the rupture between theory and practice, empiricists defend the (practical) experience and idealists, the “pure” ideals, not by chance tried to complete themselves in modernity.
Hans-Georg Gadamer wrote in Praise of Theory that if we consider that “all men yearn by nature to know, and that the highest happiness of man resides in” pure theory, “and that its most intimate foundation is] a theoretical being, “if man draws to know he must elaborate what he thinks about things, even if they are grounded in practical relations, it is a theory, a theoretical “construct “.
We post on inventions, sameness and routine spirit, but perhaps the most pernicious in the life of man (which is very practical) is the difficulty of changing directions, habits, routine and mainly of thought, make a rupture, a conversion and then follow.
In history, whenever there was a change in thinking, some break occurred, Spinoza left Judaism and then Christianity when constructing his “theory”, Heidegger went to live in the middle of the black forest, in short, one must “change the route” to change the thinking .
In the bible the disciples of Jesus Simon and Andrew who caught fish, when they met the master, left their nets and went out to walk with him, and the master told them (Mark 1:17): “Jesus said to them,” Follow me and I will make you fishers of men, “and followed him.
But before Andrew and John, who were disciples of John the Baptist (for this he is in the previous text of Mark 1:14), they had gone to tell Peter that they had found the Messiah.

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[:pt]Mesmice e outridade[:]

18 jan

[:pt]Para desenvolvermos a ideia de outridade recorremos ao que Edgar MorinaMesmice (2010, p. 192) chama de memento ou de modo mais simplista “lembrete” que é a maneira de trabalhar conceitos sem defini-los, que significa dar fim e não admitir a dinâmica de conceitos:
“O método da complexidade pede para pensarmos nos conceitos sem nunca dá-los por concluídos, para quebrarmos as esferas fechadas, para restabelecermos as articulações entre o que foi separado, para tentarmos compreender a multidimensionalidade, para pensarmos na singularidade com a localidade, com a temporalidade, para nunca esquecermos as totalidades integradoras.”
Mas ao fazer uma busca na web descobri que o termo já existe, definido por Landowski mais ou menos assim: “calculadas, homólogas ao afastamento que seus públicos mantêm. Frente ao Outro é preciso resguardar-se, diz o enunciador mapeador, qualificando-o de exótico, ao exibi-lo para o display, mas, em outros casos, é preciso ocultá-lo do holofote, deixá-lo nas margens; assim, ele pode ser assimilado, admitido ou segregado; em certos casos, será necessário inscrevê-lo como inimigo, excluindo-o.»
Embora seja confundido com alteridade (é até apresentado como sinônimo), dois aspectos do conceito (usando Morin, sempre inacabado) a ideia de exíbi-lo num display, tipica do mundo digital, e ainda a ideia de escondê-lo dos holofotes, que significa não proclamá-lo de modo bombastico ou dogmático.
O termo foi criado por especialistas franceses, a partir das propostas do investigador francês Eric Landowski (do Centre National de la Recherche Scientifique – CNRS).
A mesmice já sabemos, repetições de conceitos e ideias que com o passar dos anos ficam descontextualizadas e portanto perdem a essencia de seu significado, mesmo que ditas de forma aparentemente criativa, são meras invencionices destituídas de realidade e vida.
Assim tornam-se vazias e dogmáticas, pouco a pouco perde-se o interesse por elas.

MORIN, E. Ciência com consciência. Trad. Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio dória, 14ª. Ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.[:en]Mesmice e outridade
Para desenvolvermos a ideia de outridade recorremos ao que Edgar Morin (2010, p. 192) chama de memento ou de modo mais simplista “lembrete” que é a maneira de trabalhar conceitos sem defini-los, que significa dar fim e não admitir a dinâmica de conceitos:
“O método da complexidade pede para pensarmos nos conceitos sem nunca dá-los por concluídos, para quebrarmos as esferas fechadas, para restabelecermos as articulações entre o que foi separado, para tentarmos compreender a multidimensionalidade, para pensarmos na singularidade com a localidade, com a temporalidade, para nunca esquecermos as totalidades integradoras.”
Mas ao fazer uma busca na web descobri que o termo já existe, definido por Landowski mais ou menos assim: “calculadas, homólogas ao afastamento que seus públicos mantêm. Frente ao Outro é preciso resguardar-se, diz o enunciador mapeador, qualificando-o de exótico, ao exibi-lo para o display, mas, em outros casos, é preciso ocultá-lo do holofote, deixá-lo nas margens; assim, ele pode ser assimilado, admitido ou segregado; em certos casos, será necessário inscrevê-lo como inimigo, excluindo-o.»
Embora seja confundido com alteridade (é até apresentado como sinônimo), dois aspectos do conceito (usando Morin, sempre inacabado) a ideia de exíbi-lo num display, tipica do mundo digital, e ainda a ideia de escondê-lo dos holofotes, que significa não proclamá-lo de modo bombastico ou dogmático.
O termo foi criado por especialistas franceses, a partir das propostas do investigador francês Eric Landowski (do Centre National de la Recherche Scientifique – CNRS).
A mesmice já sabemos, repetições de conceitos e ideias que com o passar dos anos ficam descontextualizadas e portanto perdem a essencia de seu significado, mesmo que ditas de forma aparentemente criativa, são meras invencionices destituídas de realidade e vida.
Assim tornam-se vazias e dogmáticas, pouco a pouco perde-se o interesse por elas.

MORIN, E. Ciência com consciência. Trad. Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio dória, 14ª. Ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
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