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Arquivo para janeiro, 2020

[:pt]Estética, cultura e espiritualidade[:en]Aesthetics, culture and spirituality[:]

31 jan

[:pt]A desordem que a sociedade contemporânea avança não é só a econômica, social e cultural, o reflexo estético é uma sociedade que pretende eliminar o imperfeito, a dor e a co-imunidade (busca-se a todo custo todo tipo de imunidade retirando a diversidade da natureza), é a tentativa da ausência da tragédia, no sentido cultural e estético, da mudança, mas a vida passa pela morte.
O resultado ao contrário da estética que admite a tragédia é justamente caminhar para aquilo que tenta eliminar, é a sociedade da morte, da obscuridade, enquanto se pretende a perfeição, a estética do liso do perfeito e retilíneo, mas eles são contrários a natureza, e ao homem que é parte dela.
A expansão do corona vírus, outros vírus já vieram como a gripe asiática a pouco tempo atrás, é uma mostra que devemos conviver com isto, recentes descobertas nas geleiras de vírus que não conhecíamos significam que eles sempre existiram e sempre tiveram mutações.
Mas as mutações transgênicas, de plantas e animais que não tem nenhum tipo de doença, tem o paradoxo de serem justamente elas que geram doenças potentes ao mesmo tempo que destroem a diversidade natural do complexo sistema natural, aliás, a simplificação também é isto.
No plano social e religioso significa abolir a divergência, caminhar para uma identidade que não é outra coisa que a negação do Outro, do diverso e a imposição de sistemas autoritários, assim ao mesmo tempo que faz um discurso contra o individualismo e o autoritarismo, favorece-os, veja-se a lei da Entropia (foto).
O contraditório, assim como o diverso caminha e continua evoluindo em meio as crises, porque sabe que a tragédia é parte da vida e pode ser superada se encarada com preocupação e com naturalidade de quem conduz a vida e a sociedade para o futuro.
A passagem bíblica na qual fala da vida natural de Jesus, o tempo de pregação dele foi de 3 anos, e durante 30 viveu uma vida normal, vejam a relação de 10 para 1, os fariseus e fundamentalistas de nosso tempo vivem o inverso, está assim narrado pelo evangelista Lucas (Lc 2,39-40):
“Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele”.
Aliás lei neste caso eram as leis do judaísmo, ou seja, sua relação com a tradição de sua época.[:en]The disorder that contemporary society advances is not only economic, social and cultural, the aesthetic reflex is a society that aims to eliminate imperfect, pain and co-immunity (all types of immunity are sought at all costs, removing diversity nature), is the attempt of the absence of tragedy, in the cultural and aesthetic sense, of change, but life goes through death.

The result, contrary to the aesthetic that admits the tragedy, is precisely to move towards what it tries to eliminate, it is the society of death, of obscurity, while perfection is sought, the aesthetics of the perfect and straight, but they are contrary to nature, and the man who is part of it. The expansion of the corona virus, other viruses came as recently as the Asian flu, it is a show that we must live with this, recent discoveries in the glaciers of viruses that we did not know mean that they always existed and always had mutations.

But the transgenic mutations, of plants and animals that do not have any type of disease, have the paradox of being precisely that they generate potent diseases while destroying the natural diversity of the complex natural system, in fact, this is also the simplification.

At the social and religious level it means abolishing divergence, moving towards an identity that is nothing other than the denial of the Other, the diverse and the imposition of authoritarian systems, while at the same time making a discourse against individualism and authoritarianism, it favors its, see the Entropy law (picture).

The contradictory, as well as the different walks and continues to evolve in the midst of crises, because it knows that tragedy is part of life and can be overcome if viewed with concern and with the naturalness of those who lead life and society into the future.

The biblical passage in which he speaks of Jesus’ natural life, his preaching time was 3 years, and for 30 he lived a normal life, see the 10 to 1 ratio, the Pharisees and fundamentalists of our time live the opposite, is narrated by the evangelist Lucas (Lk 2,39-40):

“After fulfilling everything, according to the Law of the Lord, they returned to Galilee, to Nazaré, their city. The boy grew and became strong, full of wisdom; and the grace of God was with him ”. In fact, the law in this case was the laws of Judaism, that is, its relationship with the tradition of his time.

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[:pt]A tragédia e as artes[:en]Tragedy and the arts[:]

30 jan

[:pt]Não estou falando aqui da tragédia no sentido vulgar, mas enquanto categoria artística que não só é importante para compreender as artes e o belo grego, como é reivindicada como uma nova ideia de tragédia “como propuseram Hölderlin, Hegel ou Nietzsche.” (Ranciére, 2009, p. 25).

Assim como Byung Chul Han em “A salvação do belo” vai problematizar o dualismo entre contemplação e ação, típicos da filosofia moderna que separa sujeito de objeto, Rancière penetra mais fundo ao propor sua “revolução estética”, afirmando que o que há é a “abolição de um conjunto ordenado de relação entre o visível e o dizível, o saber e a ação, a atividade e a passividade” (Ranciére, 2009, p. 25).

Disse isto ao analisar o Édipo da “revolução psicanalítica” que invalide “aqueles de Corneille e de Voltaire e que pretenda reatar – para além da tragédia à francesa, bem como da racionalização aristotélica da ação trágica – como o pensamento trágico de Sófocles” (idem, p. 25), na figura acima uma interpretação da pintora Marie Spartali Stillman (1844–1927) de Antígona.

Ranciére vai discorrer nas páginas seguintes de seu capítulo sobre a “revolução estética” sobre a psicanálise dizendo que ela é “inventada nesse ponto em que a filosofia e medicina se colocam reciprocamente em causa para fazer do pensamento uma questão de doença e da doença uma questão do pensamento” (Ranciére, 2009, p. 25).

Grande parte das neo-terapias modernas (chamo de psicanálise exotérica) vai por aí, como se o problema do pensamento idealista fosse “doença” e grande parte do sofrimento humano pudesse ser resolvido como “pensamento” transformando-o em doença.

Isso acontece por má relação com o pensamento da tradição, a modernidade tardia não é senão a má leitura do racionalismo e do idealismo, ou a leitura atrasada do empirismo, o pensamento da ação o “activo” de Hanna Arendt, expresso em Byung Chul Han, é também parte do pensamento da tradição que Ranciére vai identificar no “regime representativo uma potência absoluta do fazer” (Ranciére, 2009, p. 27).

Identifica claramente este regime no discurso de Baumgarten sobre “claridade confusa” (ver post anterior): “no regime estético, essa identidade de um saber e um não-saber, de um agir e de um padecer, que … constitui-se no próprio modo de ser da arte” (idem, p. 27), claro esta é a arte da tradição.

E assim afirma, que a revolução estética já havia se iniciado com Vico, em sua Ciência Nova, que contra Aristóteles e a tradição representativa, embora Rancière saiba que o problema dele não era a teoria da arte, mas o problema teológico-poético da “sabedoria dos egípcios” nos hieróglifos.[:en]I am not speaking here of tragedy in the ordinary sense, but as an artistic category that is not only important for understanding the arts and beautiful Greek, but is claimed as a new idea of ​​tragedy “as proposed by Hölderlin, Hegel or Nietzsche.” (Ranciére, 2009, p. 25).

Just as Byung Chul Han in “The Salvation of the Beautiful” will problematize the dualism between contemplation and action, typical of modern philosophy that separates subject from object, Rancière penetrates further by proposing his “aesthetic revolution”, stating that what is there is “The abolition of an ordered set of relations between the visible and the sayable, knowledge and action, activity and passivity” (Ranciére, 2009, p. 25).

I said this when analyzing the Oedipus of the “psychoanalytic revolution” that invalidates “those of Corneille and Voltaire and who intends to resume – beyond the French tragedy, as well as the Aristotelian rationalization of tragic action – as the tragic thought of Sophocles” (idem , p. 25).

Ranciére will discuss in the following pages of his chapter on the “aesthetic revolution” on psychoanalysis saying that it is “invented at that point in which philosophy and medicine are mutually questioned to make thinking a question of disease and disease a question of thinking ” (Ranciére, 2009, p. 25), in paint above Marie Spartali Stillman (1844–1927),.

A large part of modern neo-therapies (I call exoteric psychoanalysis) go around, as if the problem of idealistic thinking was “disease” and a large part of human suffering could be solved as “thought” transforming it into disease.

This happens due to a bad relation with the thinking of tradition, late modernity is nothing but the bad reading of rationalism and idealism, or the delayed reading of empiricism, the thinking of Hanna Arendt’s “active” action, expressed in Byung Chul Han , is also part of the thinking of tradition that Ranciére will identify in the “representative regime as an absolute power of making” (Ranciére, 2009, p. 27).

It clearly identifies this regime in Baumgarten’s discourse on “confused clarity”: “in the aesthetic regime, this identity of knowledge and non-knowledge, of acting and suffering, which… constitutes the very way of being of art ”(Idem, p. 27), of course this is the art of tradition. And so it says, that the aesthetic revolution had already started with Vico, in his New Science, who against Aristotle and the representative tradition, although Rancière knows that his problem was not the theory of art, but the theological-poetic problem of “ wisdom of the Egyptians ” about hieroglyphs.[:]

 

[:pt]Que lugar ocupa a estética em nosso tempo[:en]What place does aesthetics occupy in our time[:]

29 jan

[:pt]Imaginava que seria difícil até mesmo impossível abordar o tema, já que dele se ocupam críticos da arte de diversos tipos, psicanalistas freudianos e muito raramente alguém com nosso de estética de fato, no sentido do belo grego, ou da contemplação de que fala Byung Chull Han (que critica a cultura idealista do “liso”).

Encontrei num pequeno texto de Jacques Rancière, cada vez me encontro mais com este autor que conheci sua obra quase por acaso (A emancipação do espectador), ao referir-se ao tema como o inconsciente estético, mas ele próprio explica logo no início fora do aspecto psicológico do tema.

Encontro logo no início do livro: “estética não se ocupa da ciência ou da disciplina que se ocupa da arte. Estética designa um modo de pensamento que se ocupa das coisas da arte” (Rancière, 2009, p. 11) e isto já bastaria, mas complementa seu pensamento e que elas procuram: “dizer em que elas consistem enquanto coisas do pensamento.” (Rancière, 2009, p. 12)

É um achado, mas não poderia ser de modo diferente em dialogar com a “tradição” kantiana, segue logo o complemento que se segue dizendo que arte enquanto pensamento é uma referência recente e refere-se tanto a obra Genealogia da arte de Baumgarten de 1790 quanto a crítica da Faculdade de Julgar de Kant.

De Baumgarten bastaria a simples referência em sua obra onde refere-se a união dos objetos que “devem ser pensados de modo belo com as causas e efeitos, à medida que esta união deve ser conhecida sensitivamente através do análogo da Razão” (Baumgarten, 1933, p. 127) e assim tanto ele quanto Kant estabelecerão um “pensamento confuso” sobre a definição da estética.

Dirá Rancière que ambos ao chamarem de pensamento confuso ou de sensível heterogêneo de Kant, ambos farão da arte “não mais que um conhecimento menor, mas um conhecimento daquilo que não se pensa” (Rancière, 2009, p. 13) e a nota do autor vai uni-la ao iluminismo e liberalismo.

Não há referência explícita ao pensamento de Nietzsche sobre a arte, mas ao discorrer sobre Édipo, a tragédia grega mais típica e Nietzsche defende o papel desta na arte, diz sobre o uso freudiano desta tragédia como “universal”, que ela ao mesmo tempo engloba três aspectos: “uma tendência geral do psiquismo humano, um material ficcional determinado e um esquema dramático considerado exemplar.” (Rancière, 2009, p. 15).

Claro isto é apenas introdutório, o que Ranciére quer explicar é que não se trata de subjetivo ou de “conhecimento confuso”, mas de “união paradoxal de doença e de medicina que se trata, de união paradoxal das duas” (p. 26) em uma referência a “O nascimento da tragédia” de Nietzsche, aquilo que o idealismo como pensamento e o romantismo como “estética” quiserem negar.

Rancière, J. O inconsciente estético. trad. Monica Costa Netto. São Paulo: ed. 34, 2009.

 [:en]I imagined that it would be difficult, even impossible, to approach the subject, since it is concerned with art critics of various types, Freudian psychoanalysts and very rarely anyone with our aesthetic, in the sense of beautiful Greek, or the contemplation of which Byung Chull speaks Han.

I found in a small text by Jacques Rancière, I am increasingly meeting this author, who came to know his work almost by chance (The emancipation of the spectator), referring to the theme as the aesthetic unconscious, but he himself explains it at the outset. psychological aspect of the theme.

I find right at the beginning of the book: “aesthetics does not deal with science or the discipline that deals with art.

Aesthetics designates a way of thinking that deals with the things of art ” (Rancière, 2009, p. 11) and this would be enough, but it complements their thinking and that they seek:“ to say what they consist of as things of thought. ” ( Rancière, 2009, p. 12).

It is a finding, but it could not be otherwise in a dialogue with the Kantian “tradition”, the following complement follows, saying that art as a thought is a recent reference and refers to the work Genealogy of art by Baumgarten of 1790 as the criticism of the Faculty of Judging of Kant.

From Baumgarten, a simple reference in his work would suffice, referring to the union of objects that “must be thought in a beautiful way with causes and effects, as this union must be sensitively known through the analogue of Reason” (Baumgarten, 1933 , p. 127) and so both he and Kant will establish “confused thinking” about the definition of aesthetics.

Rancière will say that both when calling Kant’s confused or heterogeneous sensitive thought, both will make art “no more than a minor knowledge, but a knowledge of what is not thought” (Rancière, 2009, p. 13) and the note of author will link it to enlightenment and liberalism.

There is no explicit reference to Nietzsche’s thought about art, but when discussing Oedipus, the most typical Greek tragedy and Nietzsche defends its role in art, he says about the Freudian use of this tragedy as “universal”, which at the same time encompasses three aspects: “a general tendency of the human psyche, a determined fictional material and a dramatic scheme considered exemplary.” (Rancière, 2009, p. 15).

Of course, this is only introductory, what Ranciére wants to explain is that it is not a matter of subjective or “confused knowledge”, but “a paradoxical union of disease and medicine that is, a paradoxical union of the two” (p. 26) in a reference to “The birth of tragedy” of the Nietzsche, what idealism as thought and romanticism as “aesthetics” want to deny.

Rancière, J. (2009) O inconsciente estético. trad. Monica Costa Netto. São Paulo: ed. 34.

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[:pt]Tradição e inovação tem alguma relação ?[:en]Does tradition and innovation have any relationship?[:]

28 jan

[:pt]No âmbito cultural imagina-se muitas vezes que não, ou estabelece inovação apenas no âmbito estrito da cultura, enquanto ela tem relação com as crenças, valores, e principalmente com as formas de relações sociais que envolvem a produção de riquezas, o uso de técnicas, por exemplo, a passagem da cultura oral para a escrita, significou uma mudança profunda.
Inovação está ligada a alguma mudança cultural significativa, em geral, com influência de novas técnicas e modos de produção para consumo, mas o termo é mais amplo.
A mudança hoje é das mídias para as transmídias, isto é, as mídias se complementam pode-se fazer um vídeo a partir de um texto ou de uma exposição oral de determinada cultura, assim pode-se falar de narrativa de transmidia, ou de “storytelling”, ou seja, contar estórias.
O termo foi utilizado pela primeira vez pelo professor Marsha Kinder, da Universidade de Sourthern California (EUA), em 1991, mas em 2003 o professor Henry Jenkins criou uma definição que ficou consagrada em seu livro “Cultura da Convergência”, onde definiu-a como: “[…] uma nova estética que surgiu em resposta à convergência das mídias”.
Ao remeter a estética o termo, este ultrapassa a pura produção de produtos de consumo para atingir a arte, a cultura e de certa forma o sistema de crenças como um todo, mesmo que a rejeição em diversos âmbitos seja comum, o processo de “inovação” avança.
Também há uma redefinição de storytelling, a tradição da cultura oral de contar estórias, onde a tradição se perpetua muda para uma nova forma, agora torna-se o uso de recursos audiovisuais para transmitir uma história, que pode ser contada de improviso (como na tradição oral), mas pode também ser trabalhada e enriquecida com recursos visuais.
JENKINS, Henry. Convergence Culture: Where Old and New Media Collide. NY: New York University Press, 2006.[:en]In the cultural sphere, it is often imagined that it does not, or establishes innovation only in the strict scope of culture, while it is related to beliefs, values, and mainly to the forms of social relations that involve the production of wealth, the use of techniques , for example, the transition from oral culture to writing, meant a profound change.
Innovation is linked to some significant cultural change, in general, with the influence of new techniques and production methods for consumption, but the term is broader.
The change today is from the media to the transmedia, that is, the media complement each other, you can make a video from a text or an oral exhibition of a certain culture, so you can talk about the narrative of transmidia, or “ storytelling ”, that is, telling stories.
The term was first used by Professor Marsha Kinder, from the University of Sourthern California (USA), in 1991, but in 2003 Professor Henry Jenkins created a definition that was enshrined in his book “Culture of Convergence”, where he defined it as: “[…] a new aesthetic that emerged in response to the convergence of the media”.
When referring to the term aesthetics, it goes beyond the pure production of consumer products to reach art, culture and, in a way, the belief system as a whole, even though rejection in several areas is common, the process of “innovation ”Advances.
There is also a redefinitionof storytelling, the tradition of oral culture of storytelling, where the tradition is perpetuated changes to a new form, now it becomes the use of audiovisual resources to transmit a story, which can be told in an improvised way (as in oral tradition), but can also be worked on and enriched with visual aids.
JENKINS, Henry. (2006) Convergence Culture: Where Old and New Media Collide. NY: New York UniversityPress.

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[:pt]Rumo a computação sem servidor[:en]Towards serverless computing[:]

27 jan

[:pt]Entre as tendências apontadas pela Nasdaq, a bolsa de valores dos eletrônicos, está a chamada computação sem servidor, com a transferência das funções para o armazenamento em nuvens.
As nuvens passam a gerenciar as funções e o armazenamento feito pelos servidores, a computação fica mais ágil e menos dependente dos dispositivos móveis, que também começam a migrar para a IoT (Internet das Coisas) e assim a tendência geral poderá ser uma transformação digital, não a buzzword da moda, mas na própria estrutura do universo digital.
Outra consequência será a transferência e simplificação e muitas funções para a Web, que é confundida com a internet, mas é apenas uma fina camada sobre ela, escrita através de um interpretador (uma linguagem de computação com alta interatividade) que é o HTTP.
A criação e execução de aplicativos fica assim mais simples, mas isto não é propriamente a computação sem servidor como indica uma literatura superficial da área, e sim uma das importantes consequências dela.
A tecnologia de Função como um Serviço (Function as a Service) é diferente das definições de aplicações me Nuvens (IaaS, Infraestrutura como serviço e PaaS, Plataforma como serviço), onde os códigos são escritos sem que seja preciso saber em que servidor aquela aplicação vai ser executada.[:en]Among the trends pointed out by Nasdaq, the electronics stock exchange, is the so-called serverless computing, with the transfer of functions to cloud storage.

Clouds start to manage the functions and storage made by servers, computing is more agile and less dependent on mobile devices, which also begin to migrate to the IoT (Internet of Things) and so the general trend may be a digital transformation, not the buzzword of fashion, but in the very structure of the digital universe.

Another consequence will be the transfer and simplification and many functions for the Web, which is confused with the Internet, but it is just a thin layer on it, written through an interpreter (a computer language with high interactivity) which is HTTP.

The creation and execution of applications is thus simpler, but this is not exactly serverless computing as indicated by a superficial literature in the area, but one of the important consequences of it.

Function as a Service (FaaS) technology is different from the application definitions in Clouds (IaaS, Infrastructure as a Service, and PaaS, Platform as a Service), where codes are written without having to know on which server that application will be executed.[:]

 

[:pt]Das trevas para a Luz[:en]From darkness to light[:]

24 jan

[:pt]A relação entre tradição e mudança é maior que se pode pensar, até mesmo Marx foi estudar economistas ingleses, o idealismo alemão e a política francesa para pensar sua mudança, é fato que também este pensamento hoje já faz parte da tradição, então o que será o novo ?

Iniciamos a semana falando em Buzzwords, entretanto a grande mudança que acontece em nossos dias é no aspecto da produção e consumo a mudança digital, o mercado e os apressados já usam a palavra “transformação digital”, uma forte buzzword, entretanto não se trata de ignorá-la, mas compreender no contexto das mudanças que estão em curso.

Todos os tons da mudança concordam que deve-se pensar em formas coletivas de trabalho, de pensamento, entretanto o que é chamado de coletivo está em diversos nichos sociais, econômicos e até religiosos, é um “nós” fechado em grupos e correntes de pensamento.

A tradição procura o centro, onde está o poder e a riqueza, a mudança procura a periferia.

Porém é da crise que nasce a luz, é curioso que a profecia bíblica, assim como o texto de de Mateus (Mt 4,15): ”Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos!” fala de um povo e uma terra distante da religião e para onde Jesus foi para colher seus primeiros discípulos, porque os “religiosos” eram fariseus.

E o diálogo com a tradição, sim Jesus vai dialogar o tempo todo com fariseus, que lição pode-se tomar para o mundo contemporâneo e sua crise cultural e espiritual.

O novo precisa de “odres novos”, assim vinho novo em barril novo, mas não se despreza a cultura do vinho e sim melhora sua apreciação e produção, não se trata de um processo novo, e sim de um plantio em solo novo, em terra fértil e onde os corações estejam abertos.[:en]The relationship between tradition and change is greater than you can think, even Marx went to study English economists, German idealism and French politics to think about his change, it is a fact that this thought today is already part of tradition, so what will be the new ?

We started the week talking about Buzzwords, however the big change that happens nowadays is in the aspect of production and consumption the digital change, the market and the hurryers already use the word “digital transformation”, a strong buzzword, however it is not about ignore it, but understand in the context of the changes that are taking place.

All the tones of the change agree that one must think about collective forms of work, of thought, however what is called collective is in different social, economic and even religious niches, it is a “us” closed in groups and currents of thought .

Tradition seeks the center, where power and wealth are, change seeks the periphery.

However, it is from the crisis that the light is born, it is curious that the Bible prophecy, as well as the text of Matthew (Mt 4,15): “Land of Zabulon, land of Neftali, way of the sea, region on the other side of the Jordan River , Galilee of the pagans! ”Speaks of a people and a land far from religion and where Jesus went to gather his first disciples, because the“ religious ”were Pharisees.

And dialogue with tradition, yes, Jesus will dialogue with Pharisees all the time, what lesson can be taken for the contemporary world and its cultural and spiritual crisis.

The new needs “new wineskins”, so new wine in a new barrel, but the culture of wine is not disregarded but improves its appreciation and production, it is not a new process, but a planting in new soil, in fertile land and where hearts are open.

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[:pt]A crise cultural e espiritual[:en]The cultural and spiritual crisis [:]

23 jan

[:pt]A modernidade dividiu em objetivismo e subjetivismo questões que no homem são inseparáveis, a primeira porque devemos ter relações concretas com os objetos mesmo aqueles que são intangíveis, o objeto de uma forma de pensamento é também subjetivo, assim como o que pensamos sobre um objeto concreto, sendo pensamento é subjetivo.
O problema fundamental é que toda forma de pensamento deve estabelecer claramente o que se pensa sobre aquele objeto e é aceito como um conhecimento estabelecido, uma episteme e não uma mera opinião (a doxa dos gegos) e o que é possível pensar de novo, eis o epicentro da crise atual.
Não se sabe ao certo o que é o pensamento estabelecido sobre determinado objeto, ou seja a tradição epistêmica sobre ele, e nem se sabe qual é de fato as novas possibilidades de pensar sobre ele, eis a crise de um modo geral, assim qualquer tentativa de dar um tom espiritual ou meditativo sobre um assunto, surge apenas como mera fuga da realidade e não tem nada de novo.
Mudar as bases do pensamento nem é atitude voluntária, vamos mudar porque não está bom, nem é atitude orto-doxa, criando uma palavra para o diálogo epistêmico devia ser uma orto-episteme, isto é uma relação com a tradição, mas que possibilite mudança, enfim o novo.
No aspecto espiritual isto significa conhecer o que se fez até hoje como religação e relação com aquilo que é além do natural, o sobre-natural e aquilo que a realidade contemporânea existe, uma relação concreta (erroneamente chamada de subjetiva, pois é espiritual) com as necessidades e o próprio pensamento contemporâneo com exigências de mudanças.
Não há nada de novo nem no pragmatismo realista nem na “fuga” espiritual, não produz nem ação nem contemplação verdadeiras.[:en]A modernity divided into objective and subjective questions that no man is inseparable, the first because he must have concrete relations with the same objects that are intangible, or object of a form of thought that is also subjective, as or thought about a concrete object, being thought is subjective.
The fundamental problem is that every form of thinking must clearly define or think about that object and is accepted as established knowledge, an epistle and not an opinion anymore (the doxa of games) and what is possible to think again, that is , epicenter of the current crisis.
It does not know what is right or what is the established thought about a given object, or if it is an epistemic tradition about it, nor is it known what is the fact of new possibilities of thinking about it, it is a crisis in general , like any attempt at a spiritual or meditative tone on a subject, appears only as an escape from reality and there is nothing new.
Change as a basis for thought or voluntary attitude, we will change because it is not good, neither the attitude or dox, creating a word for the epistemic dialogue that must be one or the other episteme, this is a relationship with tradition, but that allows change, finally the new.
No spiritual aspect means knowing what you have done until today, as a religion and relationship with what is natural, or super-natural and what contemporary reality exists, a concrete relationship (erroneously called exposure, as it is spiritual) with needs and contemporary thought itself with threats of change.
There is nothing new, nor realistic pragmatism, nor spiritual escape, it produces neither true action nor contemplation.[:]

 

[:pt]Identidade na visão de uma mística[:en]Identity in the view of a mystic[:]

22 jan

[:pt]Chiara Lubich, nascida na Italia em 22 de janeiro de 1920 completaria hoje 100 anos, entre muitos ensinamentos que encontrei em sua filosofia este é ainda pouco conhecido e parece oportuno ao momento da humanidade, pois fala de identidade, e começa comentando Hegel, este escrito quase foi queimado não fosse uma pessoa que o escondeu em um cofre.

24 de outubro de 1974

… (texto original em italiano)

Hegel: non é vero che l´essere che existe é statico, ma dinâmico. Tra l´essere e il il non essere, viene fuori il divenire. Tesi, antitesi, sintesi. Il nulla serve, perché se non serebbe l divenire. Il nulla adquista um valoe filosófico, um ruolo particolare. Aplicando uma “concezione trinitária” (cóse disse lui), c´é l´essere, il non essere ed il divenire. Il divenire non é qualcose imperfetta, ma la sintesi ta l´essere ed il non essere. Non si puó sostenere completamente il princípio di identitá perché essere e non essere non si appongono assolutament, perché trovano la síntese nel divenire.

(tradução livre)

Hegel: não é verdade que o ser que existe é estático, mas dinâmico. Entre ser e não-ser, o devir surge. Tese, antítese, síntese. Nada disto é necessário, porque não seria possível o devir. Nada disto tem um valor filosófico, um papel particular. Ao aplicar uma “concepção trinitária” (como ele disse), existe ser, não ser e devir. Tornar-se (devir) não é algo imperfeito, mas a síntese de ser e não-ser. Não se pode apoiar plenamente o princípio da identidade, porque o ser e o não ser não se opoem absolutamente (não podem ser fixos), porque encontram significado na síntese no devir.

Isto não apenas derruba as teses que buscam identidades fixas e chamam de líquidas ou corrompidas identidades que admitem um não-ser de diálogo, na verdade são elas a fonte inspiradora para um mundo mais integrado.[:en]

Chiara Lubich, born in Italy on January 22, 1920, would be 100 years old today, among many teachings I found in her philosophy, 
this one is still little known and seems appropriate to the moment of humanity, because it speaks of 
identity, and begins by commenting on Hegel, this writing it was almost burned were it not for a 
person who hid it in a safe.

October 24, 1974
... (original text in Italian)

egel: non é vero che l´essere che existe é statico, ma dinamico. Tra l´essere e il il non essere, viene fuori il divenire. Tesi, antitesi, sintesi. Il nulla serve, perché se non serebbe l divenire. Il nulla adquista um valoe filosófico, um ruolo particolare. Aplicando uma “concezione trinitária” (cóse disse lui), c´é l´essere, il non essere ed il divenire. Il divenire non é qualcose imperfetta, ma la sintesi ta l´essere ed il non essere. Non si puó sostenere completamente il princípio di identitá perché essere e non essere non si appongono assolutament, perché trovano la síntese nel divenire.

… (free translate)

Hegel:
It is not true that the being that exists is static, but dynamic. Between being and non-being, becoming arises. 
Thesis, antithesis, synthesis. None of this is necessary, because it would not be possible to do so. None of this has a 
philosophical value, a particular role. 
When applying a "Trinitarian conception" (as he said), there is being, not being and becoming. 
Becoming (becoming) is not imperfect, but the synthesis of being and non-being. 
The principle of identity cannot be fully supported, because being and non-being are not at all opposed (they cannot be fixed), 
because they find meaning in the synthesis in becoming.
This not only overturns the theses that seek fixed identities and call them liquid or corrupt identities that admit a non-being of dialogue, in fact they are the inspiring source for a more integrated world.

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[:pt]2020: quais previsões para TI[:en]2020: IT predictions[:]

21 jan

[:pt]São famosas e históricas as previsões na década de 70 pelos presidentes da Digital Equipments e IBM que os computadores pessoais não se tornariam realidade, mas no início de 80 já eram.

A conceituada revista Wired dizia naquela época que eles aconteceriam, mas seriam primeiro adotados nas empresas e depois nas famílias, aconteceu o inverso.

As previsões da revista para a tradução simultânea eram para 2015, elas aconteceram em 2017 mas ainda existem reclamações de sua eficácia, a aposta nos carros com hidrogênio eram para o ano 2010, o que está se tornando realidade são os carros elétricos, lentamente por causa do mercado é verdade, mas também a tecnologia das baterias e autonomia dos caros ainda evolui.

Cinco tecnologias poderão entretanto mudar o mercado em 2020: 5G poderá entrar definitivamente no mercado mudando os negócios das operadoras de smartphones, multiclouds como evolução do armazenamento em nuvem será uma evolução das nuvens atuais, AI, em especial, Machine Learning entrará nas empresas e nos negócios dando impulsos a TI atual, e, finalmente muitas possibilidades de mobilidade podem mudar, com a evolução da IoT.[:en]

It is famous and historical predictions in the 70s by the presidents of Digital Equipments and IBM that personal computers would not come true, but in the early 80s they were. 
The renowned Wired magazine said at that time that they would 
happen, but would be first adopted in companies and then in 
families, the reverse happened. T
he magazine's predictions for simultaneous translation were 
for 2015, they happened in 2017 but there are still complaints 
about its effectiveness, the bet on hydrogen cars was for 2010,
which is becoming reality are electric cars, slowly because of 
the market it is true, but also the technology of batteries and autonomy of the expensive ones still evolves. 
Five technologies may meanwhile change the market in 2020: 5G may definitely enter the market changing the business of smartphone operators , multiclouds as evolution of cloud storage will be an evolution of current clouds, AI in particular, Ma chine Learning will enter companies and businesses giving impetus to current IT.
And, finally, many possibilities of mobility can change, with the evolution of IoT.

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[:pt]Quatro buzzwords de TI para 2020[:en]Four IT buzzwords for 2020[:]

20 jan

[:pt]Algumas palavras já vem sendo usadas de maneira excessiva e equivocada, pode-se citar tecnologias disruptivas vistas como qualquer uma que tenha impacto no mercado, quando o problema é a escala de produção e consumo, os data lakes, usado para armazenar dados brutos que não significam que são ou podem ser tratados com facilidade (há ambientes e ferramentas específicas para isto), e, o terceiro termo que não é novo também é DevOps que é a rápida implantação de códigos com facilidades de retirar e corrigir possíveis bugs (erros no código).
As quatro buzzwords que devem crescer em 2020 e que representam um perigo tanto no seu uso quanto na implantação são BigData (sim já existia em 2019 mas sua expansão é indicada como um grande volume para 2020), IA idem a anterior, Agile que significa a rapidez de mudança de mercado e de estratégia das empresas, se mal utilizada serão um fracasso e por fim e não menos essencial, e por último, aquilo que resolveu-se chamar de “transformação digital”.
Comecemos pelo último que engloba os anteriores, inclusive os 3 excluídos da análise, transformação digital não significa necessariamente que “tudo agora muda com os processos digitais”, e é claro não significa que nada muda, conforme a área o impacto, a disrupção (no sentido de escala) é claro que o impacto poderá e deverá acontecer, mas cuidado com o Agile.
Agile é o processo de responder rapidamente as mudanças, mas a resposta não significa ser responsivo em qualquer situação, a grande maioria merece análise tais como situações transitórias de mercado, processos sazonais, resposta a concorrência e em especial, mudanças de “moda”.
IA pode ser uma resposta a muitos negócios, mas o próprio termo “inteligência” é questionado, na verdade é um pouco de cada processo anterior, incluindo bigData, Agile e Data lakes, isto é, deve haver ferramentas do tipo Analytics e Machine Learning (foto) que auxiliem o processo.
A Gartner detectou um aumento de 25% para 37% de 2018 para 2019 no uso de IA para negócios, porém a eficácia não é garantida, assim como apenas o uso de TI não significa a modernização da empresa.[:en]Some words have already been used in an excessive and mistaken way, we can mention disruptive technologies seen as any that have an impact on the market, when the problem is the scale of production and consumption, the data lakes, used to store raw data that do not they mean they are or can be handled easily (there are specific environments and tools for this), and the third term that is not new is also DevOps, which is the rapid implementation of codes with facilities to remove and correct possible bugs (errors in the code ).

The four buzzwords that are expected to grow in 2020 and which represent a danger both in their use and in their implementation are BigData (yes it already existed in 2019 but its expansion is indicated as a large volume for 2020), AI ditto the previous one, Agile which means the rapid market change and corporate strategy, if misused will be a failure and ultimately and no less essential, and lastly, what has been called a “digital transformation”.

Let’s start with the last one, which includes the previous ones, including the 3 excluded from the analysis, digital transformation does not necessarily mean that “everything now changes with digital processes”, and of course it does not mean that nothing changes, depending on the area, the impact, the disruption (in the scale) it is clear that the impact can and should happen, but be careful with Agile.

Agile is the process of responding quickly to changes, but the answer does not mean being responsive in any situation, the vast majority deserve analysis such as transient market situations, seasonal processes, response to competition and in particular, changes in “fashion”.

AI can be a response to many businesses, but the term “intelligence” itself is questioned, in fact it is a bit of each previous process, including bigData, Agile and Data lakes, that is, there must be tools like Analytics and Machine Learning that assist the process.

Gartner detected an increase from 25% to 37% from 2018 to 2019 in the use of AI for business, but the effectiveness is not guaranteed, just as only the use of IT does not mean the modernization of the company.[:]