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Arquivo para maio 13th, 2020

[:pt]A sociedade em momento transiente[:en]Society in a transient moment[:]

13 maio

[:pt]A vida mudou em todo planeta, certamente não serão permanentes as limitações impostas, mas algumas preocupações que nasceram com a saúde, com os invisíveis e com as novas tecnologias serão permanentes quanto a importância e transformadas quando ao leva-las mais em conta.

O transiente observa ainda as dicotomias idealistas sujeitos e objetos, ou a subjetividade vista como um modelo falso do sujeito, que ele é desprovido de materialidade ou de substancialidade, a doença é uma prova deste erro, ou de uma falsa objetividade, nossas certezas sobre nossos objetos empíricos falharam e continuam a falhar em previsões e modelos, a já antiga era da incerteza, antiga porque já é uma “teoria” desde o século passado, agora tornou-se narrativa em meio a pandemia.

As velhas teorias idealistas, que a história as tornou ideologias fundamentalistas, tem como o seu epicentro a ideia que devemos nos desenvolver e avançar os modelos econômicos (no fundo sempre é a ideia de “mais produção”) até um esgotamento ainda maior, antes da natureza e agora da própria vida no planeta colocada em risco pandêmico.

Sloterdijk alerta em entrevista ao El País “a vida atual não convida a pensar”, e a razão que tenho um relativo otimismo sobre o distanciamento social (prefiro que isolamento, pois o conjunto da sociedade funciona em rede), está no raciocínio que ele faz na mesma entrevista: “Para Husserl e sua fenomenologia era preciso sair do tempo impetuoso da vida, o dispositivo mais elementar era sempre dar um passo atrás. Essa ação permite que você se transforme em observador.”

E este é o pressuposto básico da incerteza, que o observador faz parte do fenômeno, a ideia da ciência que podemos repetir o experimento observando o fenômeno, deve levar em conta que o observador é parte do fenômeno, em tempos de pandemia, se não me previno afeto o outro e a pandemia.

O conjunto desta mudança de época, já seu prenuncio vinha desde as duas grandes guerras, que não por acaso vinham da pior pandemia que a humanidade enfrentou que foi a gripe espanhola, que é um bom exemplo quando não há distanciamento social, que durou 2 anos ( janeiro de 1918 a dezembro de 1920), infectou um quarto do planeta (500 milhões de pessoas) e matou entre 20 e 50 milhões de pessoas.

Duas inverdades existem sobre esta pandemia, ela prova que o distanciamento social é bom e a que ela não mudou nada, ela aconteceu logo ao final da 1ª. guerra mundial (de 1914 a novembro de 1918) que havia deteriorado as condições sanitárias da Europa e recursos econômicos, mas é quando surge o modelo da Liga das Nações (instalada em janeiro de 1919, logo após o tratado de Versalhes), ainda que tenha sido insuficiente para evitar a 2ª. guerra mundial, deu início a discussão dos princípios básicos dos direitos sociais.

Também as velhas verdades sobre a mão invisível do mercado, o laissez faire, começou a se modificar, surgindo o estado providente, e depois da 2ª. guerra mundial a ONU com departamentos importantes como FAO, a UNICEF e a própria OMS, organização de larga influencia agora na Saúde Mundial e que dá diretrizes para enfrentar a pandemia.

Assim, depois desta guerra que é uma guerra agora de todos, contra um inimigo invisível e pode-se ainda dizer imprevisível, haverá mudanças e deverão ser pensadas globalmente, mas estamos num transiente em que as velhas ideias ainda resistem buscando a normalidade anterior de um consumismo e uma sociedade do cansaço desumana para todos.  [:en]Life has changed all over the planet, the limitations imposed will certainly not be permanent, but some concerns that were born with health, with the invisible and with new technologies will be permanent as to the importance and transformed when taking them more into account.

The transient also observes the idealistic dichotomies of subjects and objects, or subjectivity seen as a false model of the subject, that he is devoid of materiality or substantiality, the disease is a proof of this error, or of a false objectivity, our certainties about our empirical objects have failed and continue to fail in predictions and models, the old age of uncertainty, old because it has been a “theory” since the last century, now became narrative.

The old idealistic theories, which history made them fundamentalist ideologies, have as their epicenter the idea that we must develop and advance the economic models (in the end it is always the idea of ​​“more production”) until an even greater exhaustion, before the nature and now of life itself on the planet put at pandemic risk.

Sloterdijk warns in an interview in El País “current life does not invite us to think”, and the reason that I have a relative optimism about social distance (I prefer isolation, as society as a whole works in a network), is in the reasoning he does in the same interview: “For Husserl and his phenomenology it was necessary to get out of the impetuous time of life, the most elementary device was to always take a step back. This action allows you to become an observer. ” .

And this is the basic assumption of uncertainty, that the observer is part of the phenomenon, the idea of ​​science that we can repeat the experiment observing the phenomenon, must take into account that the observer is part of the phenomenon, in times of pandemic, if not me prevent pandemic affect.

The whole of this epoch change, since its foreshadowing came from the two great wars, which not by chance came from the worst pandemic that humanity faced was the Spanish flu, which is a good example when there is no social distance, which lasted 2 years (January 1918 to December 1920), infected a quarter of the planet (500 million people) and killed between 20 and 50 million people.

Two untruths exist about this pandemic, first #lockDown is not good (see numbers above) and that has not changed anything, it happened right at the end of the 1st. world war (from 1914 to November 1918) that had deteriorated Europe’s sanitary conditions and economic resources, but that’s when the League of Nations model emerged (installed in January 1919, shortly after the Versailles treaty), even though it insufficient to avoid the 2nd. world war, started the discussion of the basic principles of social rights.

Also the old truths about the invisible hand of the market, laissez faire, began to change, with the provident state, and after the 2nd. world war the UN with important departments like FAO, UNICEF and WHO itself, an organization of great influence now in World Health and that gives guidelines to face the pandemic.

So, after this war that is now a war for everyone, against an invisible enemy and one can still say unpredictable, there will be changes and they must be thought out globally, but we are in a transient where the old ideas still resist seeking the previous normality of a consumerism and a society of inhuman and unequal tiredness.

 

 

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