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Dicotomias Infernais e tecnologiaInfernal dichotomies and technology

29 maio

O pensamento moderno vive sobre a égide das dicotomias infernais (objetivo X subjetivo;Mudando natureza X cultura), termo cunhado por Bruno Latour para explicar o pensamento e as ciências de hoje, nada mais propício.

Toda a teoria do estado moderno, como Thomas Hobbes, que dizia que o homem é o lobo do homem, passando pelo empirista John Locke, até chegar a Jean Jacques Rousseau, que dizia que o homem por natureza é bom, o bom selvagem, que inspirou a Revolução Francesa, mas o que se seguiu a ela foi uma matança sanguinaria e depois houve duas restaurações da monarquia.

Nada mais propício estamos hora projetados nos objetos, nossos fetiches modernos e hora projetados nos sujeitos, nossas paixões e affairs do cotidiano, mas a questão do ser, ou seja, da essência de nossa existência permanece despercebida.

Claro o fetiche de todos os fetiches é o dinheiro, para alguns pelo que ele pode proporcionar, mas para a maioria da população simplesmente conseguir pagar as contas do dia a dia, e a pilha de prestações que se avolumaram nos últimos anos, chamados por alguns de avanço da classe média, parece que o fetiche se desfez.

Aqui se questiona os fetiches tecnológicos, até que ponto fazer parte de uma necessidade contemporânea, até que ponto são meros fetiches, é questionável comunicar é necessário, mas o iPhone de último tipo está na mão muitas vezes dos críticos do “consumismo”.

Como sempre além do sujeito e objeto, que esquecer o Ser existencial, há uma confusão entre cultura e natureza, é natural o homem se comunicar e é cultural usar o dispositivo que facilite esta comunicação, dizia o filósofo contemporâneo Heidegger o homem se faz pela linguagem.

Temos que ter uma linguagem contemporânea ou estamos falando para o século passado.Modern thought lives under the aegis of the infernal dichotomies (subjective vs objective,Mudando nature vs culture), a term coined by Bruno Latour to explain the thought and the sciences of today, nothing more conducive.

The whole theory of the modern state, as Thomas Hobbes, who said that man is a homine lupus (wolf to man) through the empiricist John Locke, until you reach Jean Jacques Rousseau, who said that man by nature is good, the noble savage, which He inspired the French Revolution, but what followed it was one bloodthirsty killing and then there were two restorations of the monarchy.

Nothing more propitious time we designed the objects, our modern fetishes and time designed the subject, our passions and everyday affairs, but the question of being, that is, the essence of our existence remains unnoticed.

Of course the fetish of all fetishes is money for some so it can provide, but for most people just get pay day to day bills, and the pile of benefits that swelled in recent years, called by some of middle-class forward, it seems that the fetish disbanded.

Here are questions the technological fetishes, to what extent part of a contemporary need, to what extent are mere fetishes, is questionable communicate is necessary, but the iPhone last type is at hand often critical of “consumerism”.

As always beyond subject and object, to forget the existential Being, there is confusion between culture and nature, it is natural to man to communicate and it is cultural to use device that facilitates this communication, said the contemporary philosopher Heidegger man makes himself the language .

We must have a contemporary language or are we talking about for the past century.

 

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