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Posts Tagged ‘Internet’

[:pt]Morre criador do email[:]

07 mar

[:pt]Raymond Tomlinson, um engenheiro americano de 74 anos, que criouTomlinson o primeiro email na antecessora da internet a Arpanet americana, morreu sábado (05/03) nos EUA.
Ele projetou os elementos essenciais das mensagens eletrônicas tanto o “assunto” e “para” (destinatários) como o uso de @ entre o remetente e seu endereço eletrônico.
Em 1971 escreveu o primeiro e-mail da história, dele para ele mesmo na verdade.
Tomlinson contou no seu blog, Tomlinson, com riqueza de detalhes a história de sua criação, entre elas, que “O primeiro e-mail foi enviado entre duas máquinas que se encontravam uma ao lado da outra”, conectadas através da Arpanet.
Que mensagem enviou, ele esqueceu, “A primeira mensagem foi bastante ‘esquecível’ e de fato a esqueci”, e completou “O mais provável é que tenha sido algo como QWERTYUIOP (as primeiras letras do teclado em inglês) ou algo assim…”, conforme contou a história no seu blog.
Tomlinson nasceu em Amsterdam, a americana no estado de Nova York, em 1941 e se formou no Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Grato Ray Tomlinson por fazer nossas cartas chegarem mais rápido, desculpe os abusos e usos inadequados de muita gente.[:]

 

[:pt]Vida interior e filosofia[:]

18 fev

[:pt]Quando era criança a quaresma era um momento solene de abaixar o som, moderar o apetite, fazer silêncio, a gente ficava envolto neste clima e, religião a parte, era um momento de vida interior.

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Vida interior é um tema importante, até o fundamentalista político Leonardo Boff concorda (veja seu artigo), talvez em momento de tanta turbulência não custe relembrar a importância desta vida.

Li no livro Paul Ricoeur: “A memória, a história, o esquecimento” (2007) no tópico “Memória Pessoal, Memória Coletiva” importante para nossos dias, o capítulo I. A tradição do Olhar interior, para muitos pouco teria a ver com memória coletiva, mas esta passa pelo pessoal.

Ricoeur faz uma releitura de Santo Agostinho, onde ele afirma: “Foi dito com Aristóteles, diz-se de novo mais enfaticamente com Santo Agostinho, a memória é passado, e esse passado é o de minhas impressões; neste sentido, esse passado é meu passado” (Ricoeur, 2007, pg. 107).

Somos desmemoriados, alguns culpam a internet, mas é falta de análise histórica, este fenômeno do homem contemporâneo é secular e anterior a internet, é fruto da falta de narrativa, dentro ou fora da cultura midiática, falta de um espaço para o “silêncio”, a escuta interior do “ser”.

Sua relação com a vida coletiva é assim expressa por Ricoeur, depois de dizer que o criador desta vida interior no ocidente foi Agostinho de Hipona, afirma: “a novidade dessa descoberta- criação é realçada pelo contraste com a problemática grega, e depois latina, do indivíduo e da polis, que primeiro ocupou o lugar e será progressivamente partilhado entre a filosofia política e a dialética da memória desdobrada, considerada aqui” (Ricoeur, 2007, pg. 108).

Mas Agostinho teve as limitações do seu tempo, conforme Ricoeur: “Contudo, se Agostinho conhece o homem interior, ele não conhece a equação entre a identidade, o si e a memória” (Ricoeur, 2007, pg. 108) e aqui os modernos é que disseram algo.

Ricoeur fará depois a relação desta interioridade com a modernidade, passando por Kant e Husserl, mas se detendo em dois pilares singulares, o de John Locke, relacionado ao empirismo e à dicotomia natureza x cultura, e Husserl, pai da fenomenologia moderna, mas que na questão da “interioridade” trata-a no livro Lições para uma fenomenologia da consciência íntima do tempo, estes veremos depois.

O que podemos tirar de Agostinho, diz Ricoeur: “Pode-se dizer dele que inventou a interioridade sobre o fundo da experiência cristã de conversão” (Ricoeur, 2007, pg. 108), que prefiro traduzir em metanóia, no sentido de mudança de mentalidade e não apenas arrependimento.[:]

 

[:pt]Metanóia: ensinar a viver[:]

12 fev

[:pt]Talvez a mudança de mentalidade mais importante para oMorinPensar mundo contemporâneo seja uma mudança radical no ensino, é o que propõe, aos 95 anos, Edgar Morin.

 

Na palestra que deu no Brasil em “Fronteiras do Pensamento” ele afirmou: “ Acho que é preciso ensinar não só a utilizar a internet, mas a conhecer o mundo da internet. É preciso ensinar a saber como é selecionada a informação na mídia, pois a informação sempre passa por uma seleção – como e por quê? É preciso ensinar, há todo um ensinamento, para nossa civilização, que não está pronto. Tem isso e ainda o ensino dos problemas fundamentais e globais. Essa é a reforma fundamental que precisa ser feita”.

Ainda estamos patinando na compreensão desta nova e radical forma de comunicação que já dominou todo o planeta e prepara uma civilização que encaminhe uma cidadania planetária.

Mais do que ensinamentos acumulativos, divisão rígida em disciplina, a Finlândia é o primeiro país a abandonar isto, é preciso entender que devemos encaminhar um ensinamento da vida, da convivência, do olhar para o outro.

Afirmou Morin no auge da plenitude intelectual e maturidade humana: “O objetivo do ensino deve ser ensinar a viver. Viver não é só se adaptar ao mundo moderno. Viver quer dizer como, efetivamente, não somente tratar as grandes questões de que falamos, mas como viver na nossa civilização, como viver na sociedade de consumo.”

 [:en]Metanóia: ensinar a viver

Talvez a mudança de mentalidade mais importante para o mundo contemporâneo seja uma mudança radical no ensino, é o que propõe, aos 95 anos, Edgar Morin.

Na palestra que deu no Brasil em “Fronteiras do Pensamento” ele afirmou: “ Acho que é preciso ensinar não só a utilizar a internet, mas a conhecer o mundo da internet. É preciso ensinar a saber como é selecionada a informação na mídia, pois a informação sempre passa por uma seleção – como e por quê? É preciso ensinar, há todo um ensinamento, para nossa civilização, que não está pronto. Tem isso e ainda o ensino dos problemas fundamentais e globais. Essa é a reforma fundamental que precisa ser feita”.

Ainda estamos patinando na compreensão desta nova e radical forma de comunicação que já dominou todo o planeta e prepara uma civilização que prepare uma cidadania planetária.

Mais do que ensinamentos acumulativos, divisão rígida em disciplina, a Finlândia é o primeiro país a abandonar isto, é preciso entender que devemos encaminhar um ensinamento da vida, da convivência, do olhar para o outro.

Afirmou Morin no auge da plenitude intelectual e maturidade humana: “O objetivo do ensino deve ser ensinar a viver. Viver não é só se adaptar ao mundo moderno. Viver quer dizer como, efetivamente, não somente tratar as grandes questões de que falamos, mas como viver na nossa civilização, como viver na sociedade de consumo.”


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Facebook e a Europa: adesões e críticasFacebook and Europe: accessions and criticism

31 mar

O número de adesões é crescente no Facebook, mas as críticas e preocupações com privacidade e direitos das pessoas CrescimentoInternettambém está em plena evolução na Europa, onde o número de adesões não é tão grande quanto nas Américas, Asia e até mesmo africana que tem o maior crescimento em número de adesões na internet conforme o site Internet World Stats.

Mas ainda as reações são de diversos tipos, a Comissão Européia recomendou as cidadãos que não querem ter seus dados pessoas nas mãos dos serviços de segurança dos Estados Unidos, devem evitar várias mídias de redes entre elas o Facebook, segundo o jornal “The Guardian” em publicação da última quinta feira, 26 de março.

A sugestão, segundo o diário inglês, foi feita pelo advogado da Comissão Bernhard Schima, ao promotor Yves Bot, durante uma audição de um caso em que se verificação o nível de privacidade na rede social.

Schima tratava de um acordo entre a União Européia e os EUA para troca dos dados pessoais entre as duas regiões, processo chamado de Safe Harbour, o que acontece na realidade é que estados tem interesse em controlar as informações dos cidadãos e isto ainda é complicado.

A discussão foi levantada pelo ativista Max Schrems, que milita pelo direito à privacidade, para ele não é incompatível a exposição na internet e a privacidade, e os governos podem cuidar disto se tiverem interesse, e ele questiona se é seguro enviar informações aos EUA depois do caso Edward Snowden, devido ao monitoramento cibernético feito pelo governo americano.

A discussão é fundamental e está longe de terminar, falta o lado dos cidadãos.The number of accessions is increasing on Facebook, but the criticisms and concerns about privacy and individual rightsGrowingInternet is also evolving rapidly in Europe, where the number of accessions is not as great as in the Americas, Asia and even Africa which has the largest growth in number of subscriptions on the Internet as the site Internet World Stats.

But still the reactions are of various types, the European Commission recommended the citizens who do not want to have their personal data in the hands of US security services must avoid various media networks including Facebook, according to the newspaper “The Guardian” in the publication last Thursday, March 26th.

The suggestion, according to the English daily, was taken by attorney Bernhard Schima Commission, the prosecutor Yves Bot, at a hearing of a case in which they check the level of privacy in the social network.

Schima was an agreement between the EU and the US to exchange of personal data between the two regions, a process called Safe Harbour, what happens in reality is that states have an interest in controlling the information of citizens and this is still complicated.

The discussion was raised by Max Schrems activist, which campaigns for the right to privacy, for it is not incompatible exposure on the Internet and privacy, and governments can take care of it if they have interest, and he asks whether it is safe to send information to the US after Edward Snowden’s case, due to cyber monitoring by the US government.

The discussion is essential and is far from complete, missing the side of citizens.

 

38% do mundo estão conectados38% of the world are connected

27 fev

StateConectivityOs dados são de um estudo intitulado “Estado da conectividade 2014: Relatório sobre o acesso global à internet”, que faz uma análise do estado atual da conexão à rede, o perfil dos conectados e dos que não estão.

Segundo dados da pesquisa, no início de 2015 foi ultrapassado o número de 3 bilhões de pessoas online, e isto significa 38% da população mundial, se descontarmos pessoas de idade e crianças que ainda não se conectam diretamente, pode-se dizer que mais da metade da humanidade está conectada de alguma forma.

Este número foi calculado através de pessoas que de alguma forma se conectaram à internet a partir de computadores ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets, conforme o site GeekWire.

Esta diferença aumenta quando a comparação é feita entre países desenvolvidos e em desenvolvimento., onde os primeiros tem um total de 32% de pessoas que nunca se conectou à internet é de 32%; enquanto no segundo esse número chega a 78%.

O texto cita o Brasil, como indicativo de amadurecimento. A média da conexão dos usuários é de 416 megabytes (MB) por mês.

O estudo pode ser acessado por uma página do Facebook chamada Newsroom, que mostra a evolução dos dados e faz outras análises.StateConectivityThe data are from a study entitled “State of connectivity 2014: Report on the global internet,” which analyzes the current state of the network connection, the profile of the connected and which are not.
According to the survey, in early 2015 was outnumbered the 3 billion people online, and this means 38% of the world population, if we discount old people and children who still do not connect directly, it can be said more half of humanity is connected in some way.
This number was calculated by people who somehow connected to the internet from computers or mobile devices such as smartphones and tablets, as GeekWire site.
This difference increases when the comparison is made between developed and developing countries, where the first has a total of 32% of people who have not connected to the Internet is 32%.; while in the second this number reaches 78%.
The text cites Brazil as an indicator of maturity. The average of the connecting members 416 is megabytes (MB) per month.
The study can be accessed by a Facebook page called Newsroom, which shows the evolution of the data and do other analyzes.

 

A internet desaparecerá, diz chefe da GoogleThe internet will disappear, says head of Google

27 jan

EricSchmidt Não é o que está pensando, mas sim o fato que ela se tornará de tal forma presente que será impossível se conectar a algo sem utilizá-la, afirmou o chefe da Google Eric Schmidt, na quinta-feira passada em Davos, na Suiça, onde se realizou o Fórum Econômico Mundial.

Perguntado sobre o futuro da internet respondeu: “Eu vou responder muito simplesmente que a internet vai desaparecer”, segundo vídeo disponibilizado pela rede de TV norte-americana CNBC.

Mas não quis dizer com isto que a internet  pode seguir o caminho dos filmes fotográficos e dos disquetes, mas o entendimento de Schmidt é que a rede será de certa forma tão presente em nosso dia a dia que será inescapável.

Poderá estar presente na vida de uma pessoa do momento que nasce, em todos os momentos da vida de uma pessoa, sua vida familiar, médica, estudantil e atividades sociais diversas, claro com o direito do “esquecimento” que é a possibilidade de desaparecer com registro indesejáveis.

Mas o problema da privacidade permanece, como garantir que dados não sejam extraviados e caiam em mãos que façam mau uso, eis um grande problema a ser resolvido.EricSchmidtNot what you’re thinking, but the fact that it will become in such a way that this will be impossible to connect to something without using it, said the head of Google Eric Schmidt last Thursday in Davos, Switzerland, where they held the World Economic Forum.

Asked about the future of the Internet replied: “I will answer very simply that the internet will disappear,” second video made available by the network of US television CNBC.

But I did not mean by this that the Internet can follow the path of photographic film and floppy disks, but the understanding Schmidt is that the network will be in a way so present in our daily lives that will be inescapable.

May be present in a person’s life the moment he is born, in every moment of a person’s life, his family life, medical, student and various social activities, of course with the law of “forgetting” which is the ability to disappear with unwanted record.

But the problem of privacy remains, how to ensure that data is not lost and falling into the hands that make misuse, here’s a great problem to be solved

 

Acesso a internet deve ser direito humanoInternet access should be a human right

26 nov

É o que indica uma pesquisa divulgada no Canadá e feita em 24 países, com 23.376 entrevistados que indicaram que oInternetWorld acesso a internet é chave para um futuro econômico, importante para a liberdade de expressão política, por isto deveria ser um direito humano.

A pesquisa foi feita, pelo Instituto Ipsos, para o GCIG (Global Commission on Internet Governance), e apresentada no início de uma reunião de dois dias, em Ottawa, sobre a governança na internet.

A Comissão Mundial sobre Governança na Internet, a principal anfitriã da conferência de Ottawa, revelou que o mundo está num caminho de disputa pelo poder e muitos grupos e governos tem interesse em manter influência sobre todos os aspectos da internet.

Mas o estudo desta comissão defende que a maioria das pessoas não quer nenhuma nação ou organização com controle da rede mundial de computadores, sendo, portanto uma questão de cidadania planetária, e o problema é quem deveria regulamentar o acesso e uso da internet.

A ideia é que um grupo formado por uma combinação de especialistas, engenheiros e grupos não governamentais, seja os escolhidos por 57% daqueles que seriam encarregados desta tarefa, mas 50% consideraram que as Nações Unidas poderiam realizar estes trabalhos e há ainda 36% que defendem que os Estados Unidos deva assumir a liderança neste tema.

A pesquisa foi feita de 7 de outubro a 12 de novembro nos países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Egito, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Nigéria, Paquistão, Polônia, Quênia, Reino Unido, Suíça, Tunísia e Turquia.

A CGIG que é presidida pelo diplomata e ex-político suíço Carl Bildt, deverá apresentar seu relatório  final para futuro da governança na internet em 2016.It is indicating a survey done in Canada and in 24 countries, with 23,376 respondents who indicated that access theInternetWorld internet is key to economic future, important for the freedom of political expression, for it should be a human right.

The survey was conducted by Ipsos Institute for GCIG (Global Commission on Internet Governance), and presented at the beginning of a two-day meeting in Ottawa on governance on the Internet.
The World Commission on Internet Governance, the main host of the Ottawa conference, revealed that the world is on a path of struggle for power and many groups and governments have an interest in maintaining influence on all aspects of internet.

But the study of this committee argues that most people do not want any nation or organization in control of the world wide web and therefore a matter of planetary citizenship, and the problem is who should regulate access and use the internet.

The idea is that a group formed by a combination of specialists, engineers and non-governmental groups, is chosen by 57% of those who would be entrusted with this task, but 50% thought that the United Nations could carry out this work and there are still 36% that argue that the United States should take the lead in this area.

The survey was conducted from October 7 to November 12 in the countries: South Africa, Germany, Australia, Brazil, Canada, China, South Korea, Egypt, France, Hong Kong, India, Indonesia, Italy, Japan, Mexico, Nigeria, Pakistan, Poland, Kenya, UK, Switzerland, Tunisia and Turkey.

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The CGIg which is chaired by diplomat and former politician Carl Bildt Swiss, shall submit its final report for future governance of the Internet in 2016.

 

Operadoras taxam internet

22 out

Banda LargaPreparem o bolso, as operadoras vão passar a cobrar a internet, diversos jornais e órgãos de defesa do consumidor estão avisando e só agora  a ANATEL que deveria regular o setor está pedindo explicações, os consumidores devem ser avisados com antecedência e renegociar os planos.

As empresas de telecomunicações em conjunto afirmam  o fim da franquia, afirmam que já cortariam a conexão  e ofereceriam um pacote adicional,  com preço adicional claro, na prática isto é um aumento abusivo do preço, que já é caro.

Hoje funciona assim após superar o plano, a velocidade da internet é reduzida no dia.

A agencia reguladora das telecomunicações no país, afirmam que o que foi proposto pelas operadoras está dentro das normas do setor, mas no acordo com o RGC (Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações), as empresas deveriam nos informar sobre alterações pelo menos 30 dias antes da implementação, isto não aconteceu.

Esperamos que em pleno período eleitoral, a Anatel nos defenda e não as operadoras.

O preço da banda larga no Brasil é um dos mais caros do mundo, superando até os EUA.

Os órgãos de defesa do consumidor estão de olho, e a mídia também, veja no Olhar Digital.

 

 

Lei avançada e realidade atrasada

25 abr

Apesar da modernidade do Marco Civil, do avanço que representa como modelo para o Nivel Sinalmundo, a internet brasileira tem qualidade de sinal ruim e preço elevado.

 

O estado da Paraíba foi pioneiro em tentar reagir a esta situação, a Lei 10.058/2013, da Paraíba, mas houve uma imediata reação Associação das Operadoras de Celulares (Acel) que ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin 5098) contra esta Lei.

 

Esta lei obrigaria as operadoras de telefonia móvel a fornecer ao consumidor, no município em que for comercializada a linha, quando solicitado por este, mostraria um prospecto contendo informações sobre sua área de cobertura. Devendo conter a classificação da qualidade do sinal, com quatro cores indicando o sinal (nenhum, ruim, bom ou excelente).

 

A Acel afirma que a possibilidade de que os estados legislem sobre o tema significaria, permitiria que  “a criação de inconcebíveis desigualdades entre os usuários do serviço”, mas a falta de uma Lei federal faz com que os estados tomem algum tipo de iniciativa para proteger a igualdade no estado.

 

O que as operadoras querem é nivelar por baixo, manter a igualdade do sinal ruim a preços muito altos, elas poderiam nivelar com o mercado internacional, seria muito bom.

 

Começa o NETmundial

24 abr

Com destaques para os discursos de Tim-Berners-Lee que elogiou a aprovação do NetMundial2Marco Civil feito pela Câmara e Senado brasileiro e sancionado exatamente no dia que se iniciou o evento, que contou ainda com as presenças e discursos de Vint Cerf, criador dos protocolos TCP para internet e representante da Google, e também da presidenta do Brasil Dilma Roussef que tentou capitalizar o Marco Civil, que é uma conquista de muitas entidades e militantes digitais.

Representando o setor privado Vint Cerf, vice-presidente da Google também fez elogios à promulgação da Constituição brasileira para a Internet, Cerf defendeu a “governância multissectorial” da web. “[…] os protocolos de Internet devem estar disponíveis livremente e abertamente a qualquer interessado, sem nenhuma barreira de adopção e uso”, mas a neutralidade não foi enfatizada, sendo um dos ganhos do Marco Civil.

 

Os progressos na legislação brasileira são contestados por setores com interesses privados, e o desejo de orgãos de inteligencia os quais retiveram dados de muitos países que foram alvo de espionagem pela NSA, com os Estados que controlam o acesso e o conteúdo da Internet.

 

A esperança é que o evento abra caminho para uma “governança aberta, participativa, multipartida, tecnologicamente neutra, sensível aos direitos humanos e fundada nos princípios de transparência e de responsabilidade” confirme afirma um dos documentos do evento.