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Noosfera « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Posts Tagged ‘Noosfera’

[:pt]A clareira de Chardin[:en]Chardin’s clearing[:]

12 mar

[:pt]A palavra está na filosofia heideggeriana, porém estudando a etimologia alemã chegamos à palavra Lichtung, onde o significado é de uma clareira na floresta, enquanto Licht é a palavra para luz, ou seja, retirar as coisas ocultas e desvelá-las para que a verdade venha a tona.

Em Chardin significa olhar para o Cosmos em sua complexidade e adquirir a consciência de um universo imenso e infinito no qual estão presentes Alfa (origem) e Ômega (fim), porém com o significado de dar a consciência-complexidade a luz necessária para entender o processo da vida.

Começa no Fenômeno Humano e estará mais claro no seu livro “O meio divino” onde fala da vida interior, não no sentido intimista, mas no sentido de religá-la a Deus e ao próximo.

Explicando melhor pela leitura de Chardin:: “no seu esforço em direção à vida mística, os Homens cederam muitas vezes à ilusão de oporem brutalmente o espírito e a carne, o corpo e a alma, como se tratasse do Bem e do Mal. Apesar de certas expressões correntes, esta tendência maniqueísta nunca foi aprovada pela igreja… “ (p. 117), porém que é resistente e é sempre presente no discurso religioso cotidiano, . as visões meramente econômicas e políticas da religião levaram a este estado.

Por isto Chardin insistirá em uma vida “interior”, aquela capaz de alcançar os desígnios divinos dentro das realidades humanas, por isto “o meio divino”.

Mas o que é o meio divino, é aquela tensão permanente: “lentamente acumulada entre a Humanidade e Deus atingirá os limites fixados pelas possibilidades do Mundo, e então será o fim” (pag. 177), devemos esperar não como uma catástrofe ou um grande sinal, e sim uma ´saída´ para o mundo que se encaminha para uma crise civilizatória, e para a qual devemos colaborar que ela passe, com todas as nossas forças cristãs, de outras religiões ou de “boa fé”, sem receio do mundo,

A luz veio ao mundo, diz o evangelista João (1,20-21), mas quem pratica o mal a rejeita, “Mas, quem age conforme a verdade, aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus”, e assim realizar nossas ações dentro do “meio divino” onde tudo é religado ao Cosmos.

CHARDIN, Teilhard. O meio divino: ensaio sobre a vida interior. Lisboa: Editorial Presença, s/d.[:en]The word is in Heidegger’s philosophy, but studying German etymology we come to the word Lichtung, where the meaning is of a clearing in the forest, while Licht is the word for light, that is, to remove hidden things and unveil them so that the truth come up.

In Chardin it means looking at the Cosmos in its complexity and acquiring awareness of an immense and infinite universe in which Alpha (origin) and Omega (end) are present, but with the meaning of giving the complexity-consciousness the necessary light to understand the life process.

It starts with the Human Phenomenon and will be clearer in your book “The divine environment” where he talks about the inner life, not in the intimate sense, but in the sense of reconnecting it to God and to others.

Explaining better by reading Chardin: “In their effort towards mystical life, men often gave in to the illusion of brutally opposing spirit and flesh, body and soul, as if it were good and evil. from certain current expressions, this Manichaean tendency was never approved by the church… “(p. 117), but it is resistant and is always present in everyday religious discourse,. the purely economic and political views of religion led to this state.

For this reason Chardin will insist on an “interior” life, one capable of achieving divine designs within human realities, hence “the divine environment”.

But what is the divine means, is that permanent tension: “slowly accumulated between Humanity and God will reach the limits fixed by the possibilities of the World, and then it will be the end” (p. 177), we must hope not as a catastrophe or a great sign, but an ´outgoing´ for the world that is heading for a civilizational crisis, and to which we must collaborate that it passes, with all our Christian forces, of other religions or of “good faith”, without fear of the world,

The light came into the world, says the evangelist João (1,20-21), but those who do evil reject it, “But those who act according to the truth, approach the light, so that their actions are carried out. in God ”, and thus carry out our actions within the“ divine environment ”where everything is connected to the Cosmos.

CHARDIN, Teilhard. O meio divino: ensaio sobre a vida interior. Lisboa: Editorial Presença, s/d.

 

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[:pt]O futuro humano e a unidade[:en]The human future and unity[:]

11 mar

[:pt]Diversos pontos do pensamento de Teilhard Chardin são coincidentes com as novas correntes teológicas que surgem no meio religioso, em especial no católico porém Chardin abriu seu espírito ainda mais ao praticamente migrar para a China, o ambiente e a filosofia oriental o influenciou.

A sua originalidade está tanto na síntese evolutiva de sua visão, como vários aspectos de uma escatologia futurista que abrange todo o Cosmos e cuja convergência ele chama de “Omega”, que é uma força individualizada, porém não isolada, diferente de autores que param na crítica ao problema do individualismo contemporâneo sem entender que a individuação tende a este “ponto-Ômega” e é preciso crescer na consciência junto com o desenvolvimento cósmico.

futurística, que a evolução persegue e que atua no nível da consciência humana.

Alguns autores entendem a Cristosfera como recapitulação de tudo, dizem alguns teólogos, mas o processo evolutivo culmina como o homem, mas não termina com o homem, o universo, o homem e a mulher, a trajetória histórica, tudo respondem a um caminho para a Parusia do Senhor, e ela é inevitável e o ponto alto de uma escatologia cristã, e negar o final de tudo é negar o processo escatológico ou ao menos não o compreender em sua plenitude.

Assim afirma o U. Zilles sobre Chardin: “É o Cristo ressuscitado, que incorpora o mundo e a humanidade ao Corpo Místico, no acabamento do Cristo Total”, assim isto significa que a Terra e o Universo estarão preparados para a Parusia do Senhor, ou a volta de Cristo, na escatologia plena.

Como força de ação individualizada Ômega não está sujeito ao tempo e ao espaço (a física atual já mostrou estes conceitos como não absolutos), assim propriedades como autonomia, atualidade, a irreversibilidade e a transcendência não estão submetidas a ações temporais, e sim ao Ômega.

Chardin explica que os múltiplos fatores ecológicos, fisiológicos, psicológicos que aproxima e unem os seres vivos, especialmente os seres humanos e que especialmente as condições ambientais, físicas e espirituais são o prolongamento e a expressão, a um nível de energias da complexidade-consciência que elas podem levar uma maior aproximação do Ômega.

Eram assuntos pouco presentes no mundo eclesial cristão no seu tempo (Chardin faleceu em 1955), e suas teorias pareciam extravagantes demais, porém hoje se fala em diálogo inter-religioso, unidade dos cristãos, e uma maior aproximação de todos da família humana.

Diga -se de passagem que tudo está nas diversas passagens de Jesus (aproximação dos humildes, diálogo com pecadores públicos e por fim entrega nas mãos de maus religiosos e políticos do seu tempo), o que Chardin quer dizer é ainda além, que se entendermos a complexidade-consciência, ajudamos a humanidade a dar um salto de qualidade que nos aproxima mais do ponto Ômega.

A fenomenologia de Chardin é radical porque a Criação é o princípio dos fenômenos, e nela sempre opera o divino, presente nas ações e leis que regem os organismos e seres vivos: Deus está no nascimento e no crescimento e no fim de todas as coisas, […] não se mistura nem se confunde com o ser participado que sustenta, anima e liga” (RIDEU p. 271).

Assim olhar para os fenômenos do universo é olhar para a grandeza e o desenvolvimento humano, não por acaso cientistas buscam em cometas, astros e estrelas de todo cosmos sinais de vida e da origem da vida, ali se encontram também as marcas da Criação e do Criador.

 

ZILLES, U. Pierre Teilhard Chardin: fé e ciência. EDIPUCRS, 2001, pag. 59-60.

 

RIDEAU, E. O pensamento de Teilhard de Chardin, Ed. Duas Cidades, 1965, p. 271[:en]Several points of Teilhard Chardin’s thought coincide with the new theological currents that arise in the religious milieu, especially in the Catholic, but Chardin opened his spirit even more when he practically migrated to China, the environment and Eastern philosophy influenced him.

His originality is as much in the evolutionary synthesis of his vision, as in several aspects of a futuristic eschatology that covers the entire Cosmos and whose convergence he calls “Omega”, which is an individualized but not isolated force, different from authors who stop at criticism to the problem of contemporary individualism without understanding that individuation tends to this “Omega point” futuristic, evolution chases.

Some authors understand the Cristosphere as a recapitulation of everything, say some theologians, but the evolutionary process culminates like man, but it does not end with man, the universe, man and woman, the historical trajectory, everything responds to a path for the Parusia of the Lord, and it is inevitable and the highlight of a Christian eschatology, and to deny the end of everything is to deny the eschatological process or at least not fully understand it.

So says U. Zilles about Chardin: “It is the risen Christ, who incorporates the world and humanity into the Mystical Body, in the finish of the Total Christ”, so this means that the Earth and the Universe will be prepared for the Parusia of the Lord (or the return of Christ), in full eschatology.

As a force of individualized action Omega is not subject to time and space (current physics has already shown these concepts as not absolute), so properties such as autonomy, actuality, irreversibility and transcendence are not subject to temporal actions, but to Omega.

Chardin explains that the multiple ecological, physiological, psychological factors that bring living beings together, especially human beings, and that especially environmental, physical and spiritual conditions are extension and expression, at a level of complexity-consciousness energies that they can bring Omega closer together.

Let it be said in passing that everything is in the various passages of Jesus (approaching the humble, dialogue with public sinners and finally handing over to the hands of the bad religious and politicians of his time), what Chardin wants to say is even further, that if we understand complexity-awareness, we help humanity to make a leap in quality that brings us closer to the Omega point.

Chardin’s phenomenology is radical because Creation is the beginning of phenomena, and the divine always operates in it, present in the actions and laws that govern organisms and living beings: God is at birth and in growth and at the end of all things, […] It does not mix or be confused with the participatory that sustains, animates and connects.” (Rideu, p. 271).

Thus, looking at the phenomena of the universe is looking at greatness and human development. It is not by chance that scientists look for comets, stars and stars from all over the cosmos for signs of life and the origin of life. Creator.

 

Zilles, U. (2001) Pierre Teilhard de Chardin: Fé e Ciência (Chardin: faith and science). EDIPUCRS,  pag. 59-60.

 

Rideau, E. (1965) O pensamento de Chardin (Teilhard de Chardin’s thought), Ed. Duas Cidades, 1965, p. 271.

 

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Uma teleparticipação planetáriaA planetary tele-participation

14 jan

Todo este processo excluiu pessoas e culturas, Edgar MorinTelecomunicacao e Anne B. Kern ao analisarem a emergência da Terra-Pátria, lembram que a invasão da China pelo Japão em 1931 foi ignorada pela europa, a “guerra do Chaco entre a Bolívia e Argentina (1932-1935) ocorreu noutro planeta” (pag. 38), e “só depois de 1950 é que a guerra da Coréia, a do Vietnam e (com a generalização da televisão) as do Médio Oriente se tornaram próximas.” (pag. 38).

É então que os acontecimentos mundiais começam a parecer que ocorrem no nosso quintal, os autores citam o assassinato de Kennedy, no Dallas, em 1963, a chegada de Sadat a Jerusalém e o seu assassínio em 1981, o atentado contra o Papa em Roma, o assassínio de Indira Gandhi e seu filho Rhajiv e o assassinato de Mohammed Boudiaf na Casa da Cultura de Anaba, e acrescentam os autores “nem que seja só durante o tempo de um flash a emoção humana brota ao ponto de levarmos nossas roupas, o nosso óbolo às organizações internacionais de ajuda às missões humanitárias” (pag. 39).

É só quando as pessoas veem é que a ajuda médica e alimentar chegam, mas quando os autores escreveram o livro (no ano 2000) diziam que ainda “sentíamo-nos planetários por flashes” (pag. 39), será que agora com os vídeos e fotos simultâneos podemos dizer o mesmo?

Os tsunamis, os furacões, as inundações parecem que ocorrem em lugares distantes nos fazem sentir mais ao lado de povos tão distantes, e nos trazem o “sentimento de pertencer à mesma comunidade de destino, agora comunidade do planeta Terra” (pag. 39)

Os autores finalizam o capítulo 1, apesar da preocupação com “convulsões agônicas” afirmam que “apesar de não haver agora uma comunidade de destino, ainda não existe consciência comum desta Schicksalgemeinschaft.” (pag. 41) (comunidades que em certas situações compartilham o destino: náufragos, pessoas presas numa mina, etc. e que agora pode tornar-se um sentimento comum a todo o planeta) e nisto incluo a noosfera, “o espirito” planetário.

Os autores analisam ainda a identidade planetária (capítulo 2) e os problemas da agonia planetária (capítulo 3), mas sou otimista creio que é possível agora que temos um espelho midiático em rede, ver de fato a cara que temos e decidir como torna-la agradável criando uma nova Pátria-Mundo: povos, culturas, biosfera e noosfera compartilhadas por todos.This whole process excluded people and cultures, Edgar MorinTelecomunicacao and Anne B. Kern to analyze the emergence of Earth – Homeland, remember that the invasion of China by Japan in 1931 was ignored by Europe , the “Chaco War between Bolivia and Argentina (1932-1935) was another planet ” (p. 38 ) , and ” only after 1950 is that the Korean War , the Vietnam and ( with the generalization of television) the Middle East have become close. ” (p. 38) .

It is then that world events begin to seem that occur in our backyard , the authors cite Kennedy’s assassination in Dallas in 1963 , the arrival of Sadat to Jerusalem and his assassination in 1981 , the attack on the Pope in Rome , the assassination of Indira Gandhi and her son Rhajiv and murder of Mohammed Boudiaf the House of Culture of Anaba , and they add ” if only for the duration of a flash human emotion wells up to the point we take our clothes , our mite to international aid organizations to humanitarian missions.” (p. 39) .

It is only when people see is that the medical and food aid arrive , but when the authors wrote the book ( in 2000 ) said they still ” we felt for planetary flashes ” (p. 39), is now with videos and simultaneous photos can say the same ?

Tsunamis , hurricanes , floods seem to occur in distant places make us feel more part of the people so far away , and bring us the “feeling of belonging to the same community of destiny , now the Earth community ” (p. 39)

The authors finish Chapter 1 , despite the concern with “agonizing convulsions” claim that ” although there is not now a community of fate , there is still no common awareness of this Schicksalgemeinschaft . ” (P. 41 ) (in certain situations that communities share the destination : shipwrecked people trapped in a mine, etc. and it can now become a common feeling to the entire planet ) and here I include the noosphere, “the spirit” planetarium..

The authors also analyze the planetary identity (Chapter 2) and the problems of planetary distress (Chapter 3), but I’m optimistic I think it is possible now that we have a media mirror network , see the fact that we have to face and decide how it her pleasant creating a new nation – World´s peoples, cultures, biosphere and noosphere shared by all.

 

Postagem 1000 e novos temasPost 1000 and new themes

02 jan

Atingimos no final de 2013, justamente no último dia do ano a postagem de número 1000, Post1000embora seja apenas um número já havíamos pensado em uma nova temática, embora seja a mesma, mas fugiremos mais dos aspectos técnicos para abordar os aspectos sociais e culturais.

Em torno do blog é o que chamamos de Filosofia e Noosfera, mas poderiam ser também Cultura e Teologia, sem confundi-las com Ideologia e Religiosidade, ainda que cada uma possa assumir esta conotação em determinados contextos.

Nestes quatro anos de blog procuramos mostrar a mudança tecnológica que ocorria em todo o planeta, desde notícias políticas como a primavera árabe e os movimentos em rede até os gadgets que criam novos mecanismos de interação e comunicação, que acontecem pelo mundo e que implicam em reposicionamentos culturais e sociais nos habitantes do planeta.

A tecnologia quando atinge um patamar de plena penetração na cultura, se transforma ela própria em cultura, neste caso dos dispositivos ciberizados, é o que chamou-se Cibercultura.

Queremos agora que estes dispositivos atingem o que chamamos de “tecnologia calma”, ou seja, com seus impactos assimilados pela cultura, problematiza-las e desenvolve-las dentro dos aspectos objetivos e subjetivos do ser-no-mundo, e a relação com sua existência.

Mas não poderíamos deixar de abordar os aspectos de sua essência, ou seja o ser-enquanto-ser, o que ficou chamado na filosofia por ontologia, já vários vezes abordados aqui e aquilo que remete a uma esfera subjetiva, espiritual, camada que envolve a Cultura e existência, que é a Noosfera, a esfera do noon (espírito, mente ou mentalidade).

Bem vindos a 2014, caminhamos juntos em nossa existência neste planeta.Reached in late 2013, precisely on the last day of the year posting number 1000, Post1000although it is only a number had already thought of a new theme , although it is the same, but will flee more of the technical aspects to address the social and cultural aspects .

Around the blog is what we call philosophy and Noosphere, but could also be Culture and Theology, without confusing them with Ideology and Religiosity, yet each can assume this connotation in certain contexts .

In these four years of blog try to show the technological changes that occurred throughout the planet, from political news as the Arab spring and the moves in the network to gadgets that create new mechanisms of interaction and communication that take place worldwide and involve repositioning cultural and social conditions in the planet’s inhabitants .

Technology when it reaches a level of full penetration in culture, turns herself in culture, in this case the ciberizados devices, is what was called Cyberculture.

We now want these devices to reach what we call ” calm technology “, ie, their impact assimilated into the culture, discusses them and develop them within the objective and subjective being-in-the-world aspects, and the relationship with its existence .

But we could not fail to address the aspects of his essence , ie the being-as-being, which was called in philosophy ontology, already discussed several times here and what refers to a subjective , spiritual sphere layer surrounding the culture and existence , which is the noosphere , the sphere of noon (spirit, mind or cultural mentality).

Welcome to 2014 , walk together in our lifetime on this planet .

 

 

A menina que roubava livros e HeideggerThe Book Thief

31 dez

Fiz o propósito de ler este livro a uma amiga, dona de casa, que me indagou que sóa-menina-que-roubava-livros lia livros mais “acadêmicos” e o resultado foi surpreendente.

O início me parecia que a história de Liesel Meminger apesar de contada por uma narradora curiosamente simpática, traçava uma trajetória mórbida  na qual se insere uma pequena ladra de livros, a qual a Morte afeiçoa-se a Liesel  seguindo suas pegadas de 1939 a 1943. T

São delineado traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro.

Mas o garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve, o qual será o primeiro de vários que a menina roubar ao longo dos anos e este livro será o vínculo a sua família.

O pai adotivo, é um pintor de parede bonachão que lhe ensina a leitura, é período nazista e muitos livros são incendiados, mas ela os rouba ou lê da biblioteca do prefeito da cidade.

Nesta realidade-virtual criada em torno de Hitler e da Segunda Guerra, a menina assiste a Morte, com certa perplexidade diante da violência humana, mas consegue dar um tom leve e divertido à narrativa nesta dura realidade da infância perdida e da crueldade do mundo em guerra.

Mas o livro tem um curioso morrer e viver, daí minha inevitável ligação a Heidegger e aos dias de hoje.

Queremos culpar os jovens pelo que assistimos, mas são adultos que criaram esta realidade, e este exercício do morrer-viver, é uma trajetória inspiradora para uma boa leitura de Heidegger e não há como não fazer uma forte ligação com os dias de hoje, tudo e nada a ver com a tecnologia, dias acelerado, porém cheios de noites e incertezas.I made the purpose of reading this book to a friend, housewife, who asked me who only read books Book “academic” and the result was surprising.

The beginning seemed to me that the story of Liesel Meminger although interestingly told by a friendly narrator , drew a morbid journey in which you insert a little thief of books , a fondness which Death to Liesel ‘s track from 1939 to 1943 .

Traits of a survivor are outlined : the Communist mother, persecuted by the Nazis , sends Liesel and her brother for the poor suburb of a German town where a couple is willing to adopt them for cash .

But the boy died on the way and is buried by a digger dropping a book in the snow , which will be the first of several that girl stealing over the years and this book will be the link to your family.

The adoptive father is a painter of wall debonair who teaches him to read , is Nazi period and many books are burned, but she steals the reading of the mayor or the city library.

This virtual – reality created around Hitler and the Second World War , the girl attends Death , with some perplexity of human violence , but manages to give a light and fun tone to the narrative in this harsh reality of lost childhood and the cruelty of the world war.

But the book has a curious dying and living , hence my inevitable connection to Heidegger and to the present day , with dark clouds hovering over the cultural and society .

 

Redes, sim estamos falando de pessoasNetworks, yes we are talking about peopleRedes, sí que estamos hablando de personasNetworks, sì, stiamo parlando di persone

29 nov

Fizemos os dois posts anteriores para fazer uma rápida análise daquele que é, ao meu ver,YouAreNotGadget o crítico mais profundo e consistente da internet e da Web, Jaron Lanier, co-fundador da Wired e autor de Bem-vindo ao futuro: uma visão humanista do futuro da tecnologia (São Paulo: Saraiva, 2012) (em inglês, You are not gadget, ou seja começamos pelo erro da tradução).

O centro da crítica de Lanier pode ser encontrado na página 92, ao afirmar: “a história atesta que os ideais coletivistas podem crescer e se transformar em sociais em grande escala”, para logo em seguida citar fascistas e comunistas que começaram em pequeno número de revolucionários, ou seja, para ele é o que está acontecendo com o mundo digital.

Mas redes sempre existiram na história da humanidade, e todos os críticos da rede pensam que rede é uma ferramenta sobre a Web (que é apenas um aplicativo da internet) e não param para pensar que redes são pessoas, e que a visibilidade mundial através de uma mídia social eletrônica e digital, esta sim pode ter diversas ferramentas: twitter, facebook e agora Whatsapp que está caindo no gosto, ao menos dos jovens.

Assim a rede seria para ele uma oscilação entre ciberfascistas e cibercomunistas, talvez os dois, mas sua real ideologia aparece ao dizer que há uma “ideologia da violação” referindo-se ao Wikipedia e código livre, mas derrapa na cultura autoritária ao afirmar: “a multidão da cultura livre acredita que o comportamento humano só pode ser modificado por meios involuntários” (pagina 143) e logo em seguida mostra sua crença neoliberal “eles não acreditam muito no livre-arbítrio ou na pessoalidade”, onde ela estava na indústria cultural?

Mas deixa suas perguntas e reflexões mais interessantes para o final: “Será que existe um jeito de entender a nossa história para explicar o que uma palavra é e como um c´rebro pode conhecer uma palavra? (página 213), “existe uma relação entre o olfato e a linguagem, esse famoso produto do córtex cerebral humano?” e finalmente uma pergunta essencial: “no Capítulo 2, argumentei que a pergunta a seguir nunca pode ser feita cientificamente: qual a natureza da consciência ? “ e afirma categoricamente: “nenhum experimento poderá demonstrar que a consciência existe” (pag. 223), eis a cultura objetivista do autor que separa sujeito de objeto, a ponto de quase negar (ao menos empiricamente) a existência da consciência, respondo com dois experimentos que ele próprio propõe, a frase:

A lngya eh umz coissa stranya. (pag. 218)

E o experimento de  V. S. Ramachandran, neurocientista da Universidade da California em San Diego, chamado de Experimento de Rama, que é decidir o que é bouba e kiki (página 224) usando como “metáfora” duas figuras, um espinhosa e outra suave (as palavras não existem na maioria das línguas conhecidas).

Começaria melhor se iniciasse a conversa por aí, precisou destruir a tecnologia primeiro e fica a impressão de má objetividade e péssima subjetividade, e para ele a linguagem é o que ?

Sim não sou um gadget, mas estou na rede de pessoas comuns cansadas de máscara democrática que impõe ideologias e modelos.We did the two previous posts to do a quick analysis of what is , in my view,YouAreNotGadget the most profound and consistent critic of the Internet and Web, Jaron Lanier , co -founder of Wired and author of “You are not gadget”  (I start with the translation error em portuguese  Welcome to the future : a humanistic vision the future of technology) .

The center of criticism of Lanier can be found on page 92 , stating : “History attests that collectivist ideals can grow and become a large social scale ” , to then cite fascists and communists who began a small number of revolutionaries , ie , for it is what is happening with the digital world .

But networks have always existed in human history , and all the critics think that the network is a network tool on the Web (which is just a web application ) and not stop to think that networks are people , and that the global visibility through an electronic and digital , social media but this may have several tools : twitter , facebook and now Whatsapp is falling in love , at least the young.

Thus the network would be for him an oscillation between ciberfascistas and cibercomunistas , maybe both , but his real ideology appears to say that there is a ” ideology of violation ” referring to Wikipedia and open source , but slipped in authoritarian culture by stating : ” the multitude of free culture believes that human behavior can be modified only by involuntary means ” ( page 143 ) and then immediately shows its neoliberal belief ” they do not believe much in free agency or personhood , “where she was in the cultural industry ?

But leave your questions and more interesting questions for the end : “Is there a way to understand our story to explain what a word is and how one can know c’rebro a word ? (page 213 ) , ” there is a relationship between smell and language, this famous product of the human cerebral cortex ? ” and finally a key question ” in Chapter 2 , I argued that the following question may never be scientifically : the nature awareness ? “And states categorically : ” No experiment can demonstrate that consciousness exists “(p. 223 ) , that is the culture of objectivist author separating subject from object , almost to the point of denying (at least empirically ) the existence of consciousness , reply with two experiments which he himself proposes , the phrase :

The lngyagi ish onz coissa stranya . ( p. 218 )

Another is the experiment V. S. Ramachandran , a neuroscientist at the University of California at San Diego , called Experiment Rama, who is to decide what is kiki and yaws (page 224 ) using as a ” metaphor ” two figures , one spiny and one soft ( the words do not exist in most the known languages ​​) , is one of two figures puts thorns and other softer .

Would get better if he started the conversation poraí , needed to destroy the technology first and gives the impression of poor objectivity and subjectivity bad , and it’s tongue is what ?Hicimos las dos entradas anteriores para hacer un análisis rápido de lo que es, en mi opinión,YouAreNotGadget la crítica más profunda y consistente de la Internet y la Web, Jaron Lanier, co -fundador de Wired y autor de Bienvenido al futuro : una visión humanista el futuro de la tecnología (en Inglés , Usted no es un gadget, es decir, se inicia con el error de traducción em portugués).

El centro de la crítica de Lanier se puede encontrar en la página 92 , que dice: ” La historia atestigua que los ideales colectivistas pueden crecer y convertirse en una gran escala social ” , para luego citar fascistas y comunistas que comenzaron un pequeño número de revolucionarios, es decir, porque es lo que está pasando con el mundo digital.

Pero las redes siempre han existido en la historia humana, y todos los críticos piensan que la red es una herramienta de red en la Web (que es sólo una aplicación web) y se detiene a pensar que las redes son las personas , y que la visibilidad global a través de un electrónicas y digitales , medios sociales, pero esto puede tener varias herramientas : Twitter, Facebook y ahora Whatsapp está cayendo en el amor, al menos los jóvenes.

Así, la red sería para él una oscilación entre ciberfascistas y cibercomunistas , tal vez ambas cosas , pero su verdadera ideología que parece decir que hay una ” ideología de la violación”, en referencia a la Wikipedia y de código abierto , pero resbaló en la cultura autoritaria al afirmar : ” la multitud de la cultura libre cree que el comportamiento humano puede ser modificado sólo por medios involuntarios “(página 143 ) y después se muestra de inmediato su creencia neoliberal “que no creen mucho en la agencia o la personalidad libre”, donde ella se encontraba en la industria cultural ?

Pero deja tus preguntas y preguntas más interesantes para el final : ” ¿Hay una manera de entender nuestra historia para explicar lo que una palabra es y cómo se puede saber c’rebro una palabra? (Página 213 ) ” ? existe una relación entre el olor y el lenguaje, este famoso producto de la corteza cerebral humana” y por último, una pregunta clave “en el capítulo 2 , que argumentó que la siguiente pregunta no puede ser científicamente : la naturaleza conciencia ?” y afirma categóricamente : “Ningún experimento puede demostrar que la conciencia existe ” ( p. 223 ) , que es la cultura del autor objetivista que separa el sujeto del objeto , casi hasta el punto de negar (al menos empíricamente ) la existencia de la conciencia, de respuesta con dos experimentos que él mismo propone, la frase :

El lngya eh umz coissa stranya . (P. 218 )

Otra es lo  experimento de V. S. Ramachandran, un neurocientífico de la Universidad de California en San Diego , poresto llamado Experimento Rama, que es decidir cuál es kiki y el bouba (página 224 ) utilizando como una “metáfora ” dos figuras, una espinosa y uno blando ( las palabras no existen en la mayor parte las lenguas conocidas ), si pone dos figuras na con espinas y otra más suave.

Mejorarían si empezaba el poraí conversación, tenía que destruir la tecnología en primer lugar y da la impresión de mala objetividad y subjetividad mal , y es la lengua es lo que?Abbiamo fatto i due post precedenti per fare una rapida analisi di ciò che è , a mio parere,YouAreNotGadget il critico più profondo e coerente di Internet e del Web , Jaron Lanier , co -fondatore di Wired e autore di Benvenuti nel futuro : una visione umanistica il futuro della tecnologia (in inglese , Lei non gadget , ovvero inizia con l’errore di traduzione em portoguese) .

Il centro della critica di Lanier si trova a pagina 92 , affermando: “La storia attesta che gli ideali collettivisti possono crescere e diventare grande scala sociale”, per poi citare fascisti e comunisti che hanno iniziato un piccolo numero di rivoluzionari , cioè , perché è ciò che sta accadendo con il mondo digitale.

Ma le reti sono sempre esistite nella storia umana , e tutti i critici pensano che la rete è uno strumento di rete sul Web ( che è solo una applicazione web ) e si ferma a pensare che le reti sono persone , e che la visibilità globale attraverso una elettronici e digitali , social media ma puo ‘ avere diversi strumenti : Twitter, Facebook e ora Whatsapp si sta innamorando , almeno la giovane .

Così la rete sarebbe per lui una oscillazione tra ciberfascistas e cibercomunistas , forse entrambi , ma la sua vera ideologia sembra dire che c’è un ‘”ideologia di violazione “, riferendosi a Wikipedia e open source, ma scivolato nella cultura autoritaria affermando : ” la moltitudine di cultura libera ritiene che il comportamento umano può essere modificato solo con mezzi involontarie “(pagina 143 ) e poi mostra subito la sua convinzione neoliberista ” non credono molto nel libero arbitrio o personalità “, dove era nel settore culturale ?

Ma lasciare le vostre domande e le domande più interessanti per la fine : “C’è un modo per capire la nostra storia per spiegare ciò che una parola è e come si può sapere c’rebro una parola? “( Pagina 213 ),  “c’è una relazione tra odore e il linguaggio ? , questo famoso prodotto della corteccia cerebrale umana” e infine una domanda chiave “nel Capitolo 2 , ho sostenuto che la seguente questione non può mai essere scientificamente : la natura consapevolezza ? ” E afferma categoricamente : ” Nessun esperimento può dimostrare che la coscienza esiste” ( p. 223 ), che è la cultura dell’autore oggettivistica che separa il soggetto dall’oggetto , quasi al punto di negare (almeno empiricamente) l’esistenza della coscienza, risposto con due esperimenti che egli stesso propone , la frase :

Il lngya eh unz coissa stranya. ( P. 218 )

Un altro è l’esperimento V. S. Ramachandran , neuroscienziato presso l’Università della California a San Diego , chiamato Esperimento Rama, che è quello di decidere cosa è kiki e yaws ( pagina 224) utilizzando come “metafora” due figure , uno spinoso e uno morbido ( le parole non esistono nella maggior parte le lingue conosciute ) , è una delle due figure mette spine e altri più morbida .

Sarebbe meglio se avesse iniziato il poraí conversazione , necessaria per distruggere la prima tecnologia e dà l’impressione di scarsa oggettività e soggettività male, ed è lingua è cosa ?

 

Aplicativos usados na Jornada Mundial da JuventudeApplications used in World Youth JourneyAplicaciones utilizadas en el Jornada Mundial de la Juventud

15 jul

O evento que reúne jovens do mundo todo ligados AppJMJa igreja católica, está a uma semana de ser realizado, tem aplicativos especiais para uso pelos turistas que virão ao Rio de Janeiro.

Um aplicativo específico foi criado por um jovem Campinas e disponibilizado pela arquidiocese da região, chamado iJuventude, conteúdo músicas, e todos os eventos relacionados com a Jornada “na palma da mão”, para facilitar o deslocamento, mas somente estando disponível  para dispositivos Android e Apple.

Anteriormente a comunidade Canção Nova havia lançado um aplicativo Siga a Cruz.

Outro aplicativo foi lançado pela Secretaria Municipal de Turismo do Rio de Janeiro contendo além das informações sobre a Jornada, sugestões das melhores rotas, lugares para serem visitados e informações turísticas do Rio de Janeiro.

O download gratuito do aplicativo nos sistema operacionais IOS e Android, também está disponível no app store JMJ Jornada Mundial da Juventude e no Google Play, como jmjrio2013, disponíveis em inglês, português e espanhol.

Também no site oficial do guia do Rio de Janeiro o aplicativo pode ser encontrado.The event brings together young people from AppJMJaround the world connected to the Catholic Church, is a week to be done, has special application for use by tourists who come to Rio de Janeiro.

A specific application was created by a young Campinas and made available by the Archdiocese of the region, called iJuventude, content, music, and all the events related to Journey “on the palm,” to facilitate the movement, but only being available for android devices and Apple.

Previously New Song Community had launched an application Follow the Cross.

Another application has been launched by the Municipal Tourism Rio de Janeiro in addition to containing information about Journey, suggestions of the best routes, places to be visited and tourist information in Rio de Janeiro.

The free download of the app in iOS and Android operating system, is also available in the app store WYD World Youth Day and Google Play as jmjrio2013, available in English, Portuguese and Spanish.

Also on the official guide Rio de Janeiro the application can be found.El evento reúne a jóvenes de todo el mundo conectado a laAppJMJ Iglesia Católica, es una semana por hacer, tiene una aplicación especial para el uso de los turistas que vienen a Río de Janeiro.
Una aplicación específica fue creado por un joven Campinas y puesto a disposición por la Arquidiócesis de la región, llamado iJuventude, el contenido, la música, y todos los eventos relacionados con el viaje “en la palma de la mano”, para facilitar el movimiento, pero sólo estar disponible para dispositivos Android y apple.

Anteriormente Comunidad Canción Nueva se había puesto en marcha una aplicación Siga la Cruz.

Otra aplicación ha sido puesta en marcha por el Patronato Municipal de Turismo de Río de Janeiro, además de contener información sobre Journey, sugerencias de las mejores rutas, lugares a visitar e información turística en Río de Janeiro.

La descarga gratuita de la aplicación en el sistema operativo iOS y Android, también está disponible en la tienda de la JMJ JMJ app Google Player como jmjrio2013, disponible en Inglés, portugués y español.

También en la Guía oficial de Rio de Janeiro se encuentra la aplicación.

 

Comunicação, Noosfera e Corpus ChristiCommunication, Noosphere y Corpus ChristiComunicación, Noosfera y Corpus Christi

30 maio

A ideia que o universo tem uma alma ou um espírito, (noon – mente ou alma),  trazem novas reflexões sobre o sentido do nosso Ser, reflexões que a filosofia atual jNoosferaPlakovaá acolhe, como em Morin:

A noosfera não é apenas o meio condutor/mensageiro do conhecimento humano. Produz, também, o efeito de um nevoeiro, de tela entre o mundo cultural, que avança cercado de nuvens, e o mundo da vida. Assim, reencontramos um paradoxo maior já enfrentado: o que nos faz comunicar é, ao mesmo tempo, o que nos impede de comunicar”. (MORIN, 2001).

Em termos etimológicos, religião é o que nos “religa”, ou seja, aquilo que nos impele a comunicar com o outro, no significado cristão, aquilo que nos leva a “Amar o outro” e é exatamente isto que nos religa na Noosfera, em Teilhard Chardin que cunhou esta palavra, é justamente esta comunicação de Amor (A maiúsculo de Ágape) que nos “religa” ao Outro e a todo o Cosmos, que para ele, sacerdote católico, é o Cristo Cósmico, todo o seu corpo cósmico, interligando tudo e todos.

Então todo Ser ôntico e o universo estão ligados ao Sumo Ser que é o Ser em essência, e justamente este Ser que nos impele a comunicar, a manifestar esta “religação” ao Outro e ao Cosmos.

O sonho e visões de Juliana de Liège da Belgica (1193-1258) manifestado ao seu páraco e futuro papa Urbano IV, que criou a data de Corpus Christi, talvez valesse uma releitura para uma ideia de sociedade-mundo para a qual a sociedade caminha em meio ao nevoeiro atual, e um cosmos cada vez mais conhecido e misterioso ao mesmo tempo.

MORIN, E. O método 4: As ideias: habitat, vida, costumes, organização. RS: Sulina, 2001.The idea that the universe has a soul or a spirit, (noon – mind or soul), bring new thinking about the meaning of our being, thinking that the current philosophy already hosts, as in Morin:

“The noosphere is not only the means driver / messenger of human knowledge. Also produces the effect of a fog screen between the cultural world, which advances surrounded by clouds, and the world of life. Thus, we find a paradox largest ever faced: what makes us communicate is at the same time, which prevents us from communicating. “(MORIN, 2001).

In etymological terms, religion is what the “reconnection”, ie, that which impels us to communicate with each other in the Christian meaning, what leads us to “Love one another” and that is exactly what we relink the Noosphere, in Teilhard Chardin who coined this word, it is precisely this communication Love (the uppercase agape) we “reconnected” to the Other and the entire cosmos, which to him, a Catholic priest, is the cosmic Christ, his whole cosmic body connecting everyone and everything.

So all Being ontic and the universe are connected to the Supreme Being who is the Being in essence, and just this Being that impels us to communicate, to express this “rewiring” the Other and the Cosmos.

Dreams and visions of Juliana of Liège of Belgium (1193-1258) expressed his Paraco and future Pope Urban IV, who created the date of Corpus Christi, maybe worth rereading for an idea of ​​world-society for which society moves current through the fog, and a cosmos increasingly known and mysterious at the same time.

“MORIN, E. O método 4: As ideias: habitat, vida, costumes, organização. RS: Sulina, 2001.La idea de que el universo tiene un alma o un espíritu, (noon – mente o alma), trae una nueva reflexión sobre el sentido de nuestro ser, de pensar que la filosofía actual ya recibe, como en Morin:

“La noosfera es no sólo el medio conductor / mensajero del conocimiento humano. También produce el efecto de una pantalla de niebla entre el mundo cultural, que avanza rodeados por las nubes, y el mundo de la vida. Por lo tanto, nos encontramos con una paradoja más grande jamás enfrentado: lo que nos comunicamos es, al mismo tiempo, lo que nos impide comunicar “. (MORIN, 2001).

En términos etimológicos, la religión es lo que la “reconexión”, es decir, aquello que nos impulsa a comunicar entre sí en el sentido cristiano, lo que nos lleva a “amarnos unos a otros” y eso es exactamente lo que vuelve a vincular la Noosfera, Teilhard de Chardin, quien acuñó esta palabra, es precisamente este amor de la comunicación (la mayúscula agape) que “conectar” con el Otro y de todo el cosmos, que para él, un sacerdote católico, es el Cristo Cósmico, todo su cuerpo cósmico conecta a todos ya todo.

Así que todo lo óntico El ser y el universo están conectados con el Ser Supremo que es el Ser en esencia, y sólo este ser que nos impulsa a comunicar, de expresar esta “recablear” el Otro y el Cosmos.

Los sueños y las visiones de Juliana de Lieja de Bélgica (1193-1258) expresó su Paraco y el futuro papa Urbano IV, que creó el día de Corpus Christi, tal vez vale la pena releer a una idea de todo el mundo la sociedad de la que la sociedad se mueve corriente a través de la niebla, y un cosmos cada vez más conocido y misterioso al mismo tiempo.

MORIN, E. O método 4: As ideias: habitat, vida, costumes, organização. RS: Sulina, 2001.

 

Novo design do blog e noosferaNew blog design and NoosphereNuevo diseño del blog y la noosfera

20 maio

Esta postagem é comemorativa ao lançamento do novo design do blog e do site, Noosphereuso a arte digital de Tatiana Plakhova.

Assim como existem a biosfera, desenvolvida em milhões de anos em torno da esfera terrestre, segundo Teilhard de Chardin, o Homem surgiu como uma espécie simples sobre na Biosfera terrestre, respirando em uma Atmosfera, mas sujeito à um reino “nem mais nem menos que uma ´esfera´ – a Noosfera (ou esfera pensante) sobre-imposta coextensivamente (mas quanto mais ligada e homogênea) à Biosfera” (Chardin, 1997, p. 102).

Chardin descreve o desenvolvimento da Noosfera em duas fases uma de ocupação da Biosfera, ou de extensão como ele a chama, onde “dilata-se na primeira metade do trajeto (até o ao Equador [pensando dos polos ao centro])  … num ritmo bem parecido, se processa historicamente o estabelecimento da Noosfera” (Chardin, 1997, p. 103), e só ultimamente … é que aparecem no Mundo os primeiros sintomas de enovelamento definitivo e global da massa pensante no interior de um hemisférico superior … “ (Chardin, 1997, p. 104) e afirma que a primeira fase teve três características distintas: “Povoamento, Civilização, Individualização” (idem).

Este movimento de contração, por ele chamado de “planetarização”, nos faz surgir “um medo essencial do elemento refletido perante um Todo, aparentemente cego, cujas camadas imensas se dobram sobre ele como que para o reabsorver bem vivo … como se a Vida, depois de nos conduzir pela mão até à luz, se deixasse cair para trás, esgotada ?“ (Chardin, 1997, p. 126).

“Deste ponto de vista … não sala aos olhos que nossos receios de ´desumanização por planetarização’ são exagerados; pois que essa planetarização, que tanto nos assusta, não é mais (a julgar pelos seus efeitos) que a continuação autêntica e direta do processo evolutivo de que historicamente saiu o tipo zoológico humano?” (Chardin, 1997, p. 127). 

Chardin reafirma sua certeza que o complexo “econômico-técnico-científico-social” … “comporta-se como um corpo que irradia, sendo a irradiação formada por uma Energia livre, cuja natureza e metamorfoses deve ser objeto de um breve estudo” (Chardin, 1997, p. 130).

CHARDIN, Teilhard. O lugar do homem na natureza. Lisboa: Instituto Piaget , 1997. This posting is celebrating the launch of the new design of the blog and websiteNoosphere (the picture above  is digital art of Tatiana Plakhova).

 Just as there are the biosphere, developed over millions of years around the terrestrial sphere, according to Teilhard de Chardin, the man emerged as a single species in the biosphere on Earth, breathing in a atmosphere, but subject to a kingdom “neither more nor less than a “sphere” – the Noosphere (or sphere thinking) about coextensively imposed-on (but the more connected and homogeneous) the Biosphere “(Chardin, 1997, p. 102).

Chardin describes the development of the Noosphere in two phases one occupation Biosphere, extension or as he calls it, where “swells in the first half of the path (to the equator [he thinks the poles to the center]) … a very similar pace, proceeds historically the establishment of the Noosphere “(Chardin, 1997, p. 103), and only lately … appearing in the World is the first symptoms folding definitive and global mass thinking inside a hemispherical top … “(Chardin, 1997, p. 104) and says that the first phase had three distinct characteristics:” Settlement, Civilization, Individualization “(idem).

This movement of contraction, which he called “planetarization” in raises “a fear reflected essential element before a whole, apparently blind, whose immense layers bend over it as if to absorb much alive … as Life, after lead us by the hand into the light, it dropped back, exhausted? “(Chardin, 1997, p. 126).
“From this point of view … no room in the eyes that our fears of ‘dehumanization by planetarization’ are exaggerated, because that planetarization that both frightens us is no more (judging by its effects) that the authentic and direct continuation of the evolutionary process that historically came out type human zoo? (Chardin, 1997, p. 127).

Chardin reaffirms his certainty that the complex “economic, technical, scientific and social” … “Behaves like a body that radiates, irradiation being formed by a free energy, the nature and transformations must be the subject of a brief study” (Chardin, 1997, p. 130).

CHARDIN, Teilhard. O lugar do homem na natureza. Lisboa: Instituto Piaget , 1997. La presente publicación está celebrando el lanzamiento del nuevo Noospherediseño del blog y página web (la ilustración es la arte digital de Tatiana Plakhova)

Así como hay la biosfera, desarrollado a lo largo de millones de años alrededor de la esfera terrestre, según Teilhard de Chardin, el hombre surgió como una sola especie en la biosfera de la Tierra, respirando una atmósfera, pero sujeto a un reino “ni más ni menos que una ‘esfera’ – el Noosfera (o esfera del pensamiento) sobre encima-impuesta ampliamente (pero el más conectada y homogénea) a la Biosfera “(Chardin, 1997, p. 102).
Chardin describe el desarrollo de la Noosfera en dos fases una ocupación de la Biosfera, de extensión o como él lo llama, donde “se hincha en la primera mitad del camino (al ecuador [él piensa de los polos al centro]) … un ritmo muy similar, procede históricamente el establecimiento de la Noosfera “(Chardin, 1997, p. 103), y sólo últimamente … apareciendo en el mundo son los primeros síntomas que doblan pensamiento masa definitiva y mundial dentro de un superior semiesférica … “(Chardin, 1997, p 104) y dice que la primera etapa tuvo tres características distintas: “Rellenamiento, Civilization, la individualización “( Chardin, 1997, p 104).

Este movimiento de contracción, lo que él llamó “planetarización” en el plantea “un miedo reflejado elemento esencial antes de un todo, aparentemente ciego, cuyas capas inmensa curva sobre ella como si quisiera absorber viva … como la vida, después de llevarnos de la mano a la luz, que se dejó caer, exhausto? “(Chardin, 1997, p. 126).

“Desde este punto de vista … no hay lugar en los ojos que nuestros temores de ´deshumanización por planetización´ son exagerados, ya que planetización que tanto nos asusta es no más (a juzgar por sus efectos) que la continuación auténtico y directo del proceso evolutivo que históricamente salió escriba zoológico humano? (Chardin, 1997, p. 127).

Chardin reafirma su certeza de que el complejo “económico y técnico-científico-sociales” … “Se comporta como un cuerpo irradia, la irradiación está formado por una energía libre, la naturaleza y las transformaciones deben ser objeto de un breve estudio” (Chardin, 1997, p. 130).

CHARDIN, Teilhard. O lugar do homem na natureza. Lisboa: Instituto Piaget , 1997.

 

Pontes, paradoxos e tecnologia

03 maio

Numa guerra os primeiros alvos são as pontes, porque elas “ligam” lugares e pessoas que uma vez isolados, começam a servir aos interesses bélicos de destruir e isolar.

Mas o isolamento cultural, religioso e político pode ser causado por um isolamento físico natural, terras longínquas de difícil acesso e comunicação, ainda há regiões assim no planeta.

A tecnologia entra aí para unir, facilitar o acesso e construir pontes entre povos de culturas diferentes, mas nem tão distantes quanto se imagina.

Re-assisti um filme de Win Wenders sobre as transformações culturais da capital do Japão no pós guerra, e da Tóquio recente, e podemos perceber mudanças na cultura da família, dos costumes, de certa forma muito parecida com a cultura ocidental, devido a tecnologia, como ressalta o filme.

O filme (Tokyo Ga, 1985) na verdade é quase um documentário sobre o diretor japonês Yasujiro Ozu, de que filmou o cotidiano japonês desde a década de 20, quando ainda havia o cinema mudo.

A internet era nascente e a Web não existia, mas ele conta os salões de jogos sempre cheios e vai filmar um prédio onde pessoas ficam horas jogando golfe sozinhas, mas aos milhares, eram os games desta época.

A TV e de certa forma o cinema criaram em nós uma cultura uniformizada, com falsas pontes porque nos traziam de volta ao mesmo terreno comum, o da indústria cultural e seu interesse pelo consumo.

Ao mesmo tempo paradoxalmente nos colocou “numa aldeia global”, e na aldeia como dizia Honoré de Balzac, se vive em público, então começamos a enxergar “desfocadas” as culturas de todo o mundo.

Desfocada porque nossa visão, passada por jornais e TVs era centralizada na cultura ocidental dominada pelos interesses econômicos e políticos, interligados e financiados pela cultura política vigente.

Com a mundialização é possível enxergar a cultura dos outros continentes, que agora nas novas mídias, se posicionam numa nova ponte, defender a cultura local e olhar a cultura do outro, mas pelo olhar da multidão em fotos, vídeos e textos compartilhados nas redes sociais.