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Posts Tagged ‘smart city’

[:pt]O futuro e nossa vida em 2100[:en]The future and our life in 2100 [:]

10 out

[:pt]Já escrevemos alguns posts sobre Michio Kaku, sobre algumas de suas especulações em torno da física, agora queremos dar com um ele um salto no futuro, diferente daquilo que fazem os tecnoprofetas (nome dado por Jean Gabriel Ganascia aos criadores de mitos tecnológicos), Kaku especula usando a física e sendo otimista.

Escreve: “em 2100, nosso destino é de se tornar como os deuses que outrora adorávamos e temíamos. Mas nossas ferramentas não serão como varinhas mágicas e poções, mas a ciência dos computadores, a nanotecnologia, inteligência artificial, biotecnologia e acima de tudo, a teoria quântica, que é a base das tecnologias anteriores.” (KAKU, 2011),

Se posicionamento como um físico quântico, o termo é impróprio mas diria teórico, ele pergunta: “Mas onde está toda essa mudança tecnológica líder? Onde está o destino final desta longa viagem em ciência e tecnologia?”, sua resposta é surpreendente.

Responde de forma sociológica: “o ponto culminante de todos estes transtornos é a formação de uma civilização planetária, o que os físicos chamam de Tipo I civilização”, não surpreendente para quem faz a ligação de toda mecânica newtoniana com a lógica que dura até nossos dias para o direito, as ideias económicas e as teorias do estado.

E avança: “a menos que sucumbirmos às forças do caos e da loucura, a transição para uma civilização planetária é inevitável, o produto final da enorme, inexorável força da história e tecnologia para além de qualquer controle.”

Futuristas já previam o escritório sem papel, porém o caos burocrático faz o papel ainda ser gasto desmesuradamente, o trabalho em casa ainda não é realidade, mas poderá ser.

Também os cybershoppers de compras online, os cyberstudents tornando obsoletas as salas de aulas, e muitas universidades iriam fechar por falta de interesse dos jovens.

O que vemos é cyberclassrooms proliferando e as universidades ainda registram número recorde de alunos, professores que fazem sucesso dando palestras sobre filosofia, física e aparatos tecnológicos, quebra-cabeças gigantes de mídia tentam manipular a cabeça das pessoas, mas “as luzes da Broadway brilham ainda tão intensamente quanto antes”.

Mas a tecnologia continua sendo combatida como um dos “males de nosso tempo”, e segundo Kaku o ponto é: “sempre que houver conflito entre tecnologia moderna e os desejos dos nossos ancestrais primitivos, esses desejos primitivos ganham cada vez mais.” E conclui: “esse é o princípio homem das cavernas”.

Kaku conta uma história parecida aos dias de hoje, assistiu um filme que mudou sua vida era o “Planeta Proibido”, com base na peça de Shakespeare: “A tempestade”, no filme astronautas encontram uma civilização antiga, mas milhões de anos a nossa frente.

A descoberta da Caverna de Chauvet no sul da França, onde redescobrimos o homem primitivo capaz de uma arte e uma subjetividade comparável ao nosso tempo, não é senão a ideia deste Homem das Cavernas que subsiste em nós e insiste em não ir ao futuro.

O livro não termina ai, sua crença no futuro é forte e resiliente, mas uma frase de Schopenhauer traduz bem sua visão:  pessoalmente acrescentaria mas os limites são maiores que nossa visão.

 

KAKU, M. Física do Futuro: como a ciência irá transformar nossa vida diária, no ano de 2100. 2011. [:en]We have written a few posts about Michio Kaku, about some of his speculations about physics, now we want to give him a jump in the future, different from what the technoprofetas do (the name given by Jean Gabriel Ganascia to the creators of technological myths), Kaku speculates using physics and being optimistic.

He writes: “In 2100 our destiny is to become like the gods we once worshiped and feared. But our tools will not be like magic wands and potions, but computer science, nanotechnology, artificial intelligence, biotechnology and, above all, quantum theory, which is the basis of earlier technologies. “(Kaku, 2011)

If positioning as a quantum physicist, the term is inappropriate but would say theoretical, he asks: “But where is all this leading technological change? Where is the final destination of this long journey in science and technology? “.

His answer is surprising. It responds in a sociological way: “the culmination of all these disorders is the formation of a planetary civilization, what physicists call Type I civilization,”

Not surprising to those who connect all Newtonian mechanics with the logic that lasts until our days to the right, economic ideas and theories of the state.

And he goes on: “Unless we succumb to the forces of chaos and madness, the transition to a planetary civilization is inevitable, the end product of the enormous, inexorable force of history and technology beyond any control.”

Futurists already anticipated the office without paper, but the bureaucratic chaos makes the paper still to be spent exorbitantly, the work at home is not yet reality, but it could be.

Also the online shopping cybershoppers, cyberstudents making classrooms obsolete, and many universities would close due to lack of interest from young people.

What we see is proliferating cyberclassrooms and universities still record record numbers of students, professors who successfully give lectures on philosophy, physics and technological gadgets, giant media puzzles try to manipulate people’s heads, but “the lights of Broadway shine still as intensely as before. ”

But technology continues to be fought as one of the “evils of our time,” and according to Kaku the point is: “Whenever there is conflict between modern technology and the desires of our primitive ancestors, these primitive desires gain more and more.” : “This is the cave man principle”.

Kaku tells a story similar to today, watched a movie that changed his life was the “Forbidden Planet,” based on Shakespeare’s play “The Storm” in the movie astronauts find an ancient civilization but millions of years our front.

The discovery of the Chauvet Cave in southern France, where we rediscover primitive man capable of an art and a subjectivity comparable to our time, is nothing more than the idea of ​​this Cave Man who subsists in us and insists on not going to the future.

The book does not end there, his belief in the future is strong and resilient, but one sentence of Schopenhauer translates well his vision: “Each one limit the world’s limits in his vision,” personally he would add but the limits are greater than our vision.

 

Kaku, M. (2011) Physics of the futuro: how science will shape human Destiny and our daily lives by the year 2100. [:]

 

[:pt]e-Estônia: um pais digital[:en]e-Estonia: a digital country[:]

25 out

[:pt]Desde sua independência da antiga União Soviética (20 de agosto de 1991),digitalcard a Estônia decidiu que seria um país que se manteria conectado, descentralizado, em uma plataforma aberta de infraestrutura e num processo continuo de continuar melhorando, chamando isto de 4 princípios no seu site.

Os dois pontos chaves desta e-cidadania são o cartão de Identidade ou e-ID e a conexão descentralizada da infraestrutura chamada X-Road, estes abrem as portas para todos os serviços do estado, os dados sociais e econômicos, sendo o eID a identificação capaz de verificar a identidade de uma pessoa em todo o ambiente online.

Os povos da Estônia são de origem dos Fenícios, mas estão intima e etnicamente ligados aos finlandeses e lapões (norte da Noruega), portanto com ligações históricas com toda a Escandinávia, tendo o porto de Tallinn, como sua capital e maior cidade, tendo o país todo cerca de 1 milhão e meio de habitantes.

Com isto a economia se beneficiou com a força dos setores de eletrônica e telecomunicações e dos fortes laços comerciais com a Finlândia, a Suécia, a Rússia e a Alemanha

O sistema de governo é o parlamentarismo, com um congresso com 101 deputados eleitos diretamente pelo voto dos cidadãos.

A Estônia entrou na União Européia em 1 de maio de 2004, ao mesmo tempo que Letônia e Lituânia, tem um PIB de US$ 35.398, que dá uma renda per capita de US$ 26.000.[:en]Since its independence from the former Soviet Union (20 August 1991), digitalcardEstonia decided it would be a country that would remain connected, decentralized, on an open platform infrastructure and a continuous process to keep improving, calling it four principles in its site.
The two key points of this e-citizenship is the identity card or e-ID and decentralized connection called infrastructure X-Road, they open the door to all state services, social and economic data, and the eID identification able to verify the identity of a person around the online environment.
The people of Estonia are the source of the Phoenicians, but are intimate and ethnically related to Finnish and Sami (northern Norway), so with historical links to all of Scandinavia, and the port of Tallinn as its capital and largest city, with the all over the country about 1 million and a half inhabitants.
With this economy has benefited from the strength of the electronics and telecommunications sectors and strong trade ties with Finland, Sweden, Russia and Germany.
The system of government is parliamentary with a Congress of 101 deputies elected directly by the vote of the citizens.
Estonia joined the European Union on 1 May 2004, while Latvia and Lithuania, has a GDP of US $ 35,398, which gives a per capita income of $ 26,000.[:]

 

[:pt]Infraestrutura nas cidades[:]

28 set

[:pt]Entre os itens analisados pelo IBEU, embora o saneamento é uma prioridade, infraestruturao com maior destaque dentre aspectos negativos é o da infraestrutura urbana (calçamento, pavimentação, iluminação pública, etc.) já que 91,5% estão em níveis ruins e muito ruins, correspondendo a 2.579 como ruins (46,3%) e muito ruins (45,2%), ou seja, é gravíssima a questão.

Os dados mostram que são grandes os problemas urbanos dos municípios brasileiros. Talvez o principal seja o da infraestrutura urbana (pavimentação, calçamento, iluminação pública etc), já que 91,5% dos municípios estão em níveis ruins e muito ruins, correspondendo a 2.579 como ruins e 2.516 como muito ruins.

Dentre as capitais, as com condições boas para média são: Vitória (1º), Goiânia (2º), Rio de Janeiro (3º), São Paulo (4º), Curitiba (5º), Belo Horizonte (6º), Brasília (7º), Porto Alegre (8º) e Florianópolis (9º), estão em condições ruins: Aracaju, Campo Grande, Palmas, Recife, Salvador, Fortaleza, Teresina, Manaus, Natal, Cuiabá, João Pessoa, São Luís, Maceió e Belém, e em condições muito ruins:  Rio Branco (24º), Boa Vista (25º), Porto Velho (26º) e Macapá (27º).

 

Há apenas 441 municípios em condições médias de bem estar urbano quanto a infraestrutura, 28 apresentam condições boas, e somente um em condição muito boa que é Camboriú (SC).

 

O mapa mostra pequenas regiões entre o amarelo e azul claro que significam as condições médias e boas, enquanto os tons do vermelho indicam as condições ruim e muito ruim.

 [:en]Among the items analyzed by IBEU, although sanitation is a priority, most notably infraestructureamong negative aspects is the urban infrastructure (sidewalks, paving, street lighting, etc.) as 91.5% are in bad levels and very bad , corresponding to 2,579 as bad (46.3%) and very bad (45.2%), ie, the issue is very serious.

 

The data shows that are great urban problems of Brazilian municipalities. Perhaps the main is the urban infrastructure (paving, sidewalks, street lighting etc.), as 91.5% of the municipalities are in bad and very bad levels, corresponding to 2,579 as bad, and 2,516 as very bad.

 

Among the capitals, those with good to average conditions are: Victoria (1), Goiania (2), Rio de Janeiro (3) São Paulo (4), Curitiba (5), Belo Horizonte (6), Brasilia (7) , Porto Alegre (8) and Florianópolis (9), are in poor condition: Aracaju, Campo Grande, Palmas, Recife, Salvador, Fortaleza, Teresina, Manaus, Natal, Cuiabá, João Pessoa, São Luís, Maceió and Bethlehem, and very bad conditions: Rio Branco (24), Boa Vista (25), Porto Velho (26) and Macapá (27).

 

There are only 441 municipalities in average conditions of well-being as urban infrastructure, 28 have good conditions, and only one in very good condition that is Camboriú (SC).

 

The map shows small regions between light yellow and blue mean the conditions is average and good, while shades of red indicate the poor and very poor conditions.[:]

 

Cidades-inteligentes, não basta a tecnologiaSmart-cities no just technologies

10 nov

GlasgowPropósitosA resposta é claro que não, segundo o site da BBC News, a pergunta não é fácil de responder, mas encontrar formar inteligentes de aliviar poluição e congestionamento, usando sensores e dados, significa uma forma de incrementar as cidades inteligentes (smart cities), e também tornar a cidades mais verdes com mais partes, e compartilhamento de bicicletas são medidas inteligentes.

Já há diversas cidades inteligentes pelo mundo, como as cidades de Songdo na Coréia do Sul, que tem alta tecnologia em toda sua infraestrutura e a cidade verde de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos, porém há outras soluções criativas.

Também é possível encontrar bairros pobres como Stellenbosch, na Cidade do Cabo, onde as casas são alimentadas por painés solares e isto é trocado por recargas de celulares, como premio pela economia de energia.

A inglatera premiou a cidade de Glasgow com 24 milhões de libras, por ter sido escolhida como a cidade que mais aplica tecnologias de cidades inteligentes no reino Unido, que sedia os jogos da Commonwealth, porém ela tem seus problemas sociais também, por exemplo, a mais baixa espectativa de vida do Reino Unido.

A cidade entretanto está aplicando parte do dinheiro ganho para resolver o problema da espectativa de vida, usando dados do big data, ela quer resolver o problema que é conhecido inclusive com o nome da Cidade Glasgow, que no raio de sete quilômetros da cidade a expectativa de vida reduz de 28 anos, o que é dramático.

Porém a cidade já resolveu o problema da eficiência energética em áreas urbanas, e as pessoas gastam menor quantidade de renda familiar em combustível, oferece um previlegiado roteamento urbano para transporte público, em áreas que era mal servida.

A tecnologia pode ajudar no equacionamento de muitos problemas urbanos, enquanto não conseguimos construir mais cidades-inteligentes (smart cites).GlasgowPropósitosThe answer is of course not, according to the website of BBC News, the question is not easy to answer, but finding intelligent form of relieving congestion and pollution, using sensors and data, means a way to push smart cities (smart cities) and also make the greenest cities with more parts, and bike-sharing measures are intelligent.
There are already several smart cities around the world, as the cities of Songdo in South Korea, which have high technology across their infrastructure and green city Masdar in the United Arab Emirates, but there are other creative solutions.
You can also find slums as Stellenbosch, Cape Town, where the houses are powered by solar panels and this is replaced by cellular refills as award for energy savings.
The Inglatera awarded the city of Glasgow with 24 million pounds, for being chosen as the city most applicable technologies for smart cities in the UK, which hosts the Commonwealth Games, but it also has its social problems, for example, lower life expectancy in the UK.
The city however is applying part of the earned money to solve the problem life expectancy, using data from the big date, she wants to solve the problem which is known also with the name of Glasgow City, that within seven kilometers of the city the expectation reduces life of 28 years, which is dramatic.

But the city has solved the problem of energy efficiency in urban areas, and people spend a smaller amount of household income on fuel, provides a privileged urban routing for public transportation in areas that were underserved.

 

Eduardo Campos com a Ciência e a Tecnologia

14 ago

A visão empreendedora e inovadora de Eduardo Campos é conhecida na Ciência e Tecnologia desde que foi ministro nestaEduardoCampos pasta no governo Lula, ele era uma esperança nestas áreas.

No Recife inaugurou o “Porto Digital” no Recife, importante polo de desenvolvimento e exportação no Recife antigo, que já foi matéria de nossos posts, e vinha fazendo esforços de modernização de Pernambuco, que pode atestados pelo presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, conforme entrevista ao portal Ne10: “Eduardo Campos era um dos raros políticos que possuía uma agenda que colocava a ciência e tecnológica como essencial para a construção de um país do futuro”.

O Porto Digital foi escolhido como melhor polo tecnológico do mundo, e chegou a um faturamento de mais de 1 bilhão de reais, também foi o responsável pelo Eduardo também foi responsável pela requalificação da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe).

Quando ministro da Ciência e Tecnologia em 2004, trouxe mais investimentos para o programa espacial brasileiro, aprovou um programa inovador de biossegurança, e ao saber de sua morte, a presidente da SBPC Helena Nader (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) declarou: “O Brasil ficou muito mais pobre.  Perdemos um grande interlocutor e um grande amigo da ciência brasileira”.

Lamentamos a morte do presidenciável Eduardo Campos, mas mantemos a esperança.

 

Tecnologias e Cidades

11 ago

Diversos fóruns e conferencias sobre as mudanças que as tecnologias podem trazer para as cidades do futuro são realizados,Songdo no exterior o tema é conhecido como “smart city”, no sentido que deverão ser menores, eficientes e sustentáveis, no Brasil houve em Curitiba a terceira edição da Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2014 (CICI), um evento que apresentou diferenciadas ideias no campo das tecnologias sociais e sustentáveis.

 

Dilney Bilbao que falou na conferência brasileira afirmou: “No Brasil, nós encontramos desafios culturais, desafios relacionados a politicagens partidárias e, no fim, desafios quanto a investimentos financeiros, mas nunca falta tecnologia”, afirmou ao analisar as ideias encontradas em vários projetos e empresas brasileiras.

 

Pouco ou quase nada se fala de esforços colaborativos, de tornar os cidadãos proativos nas chamadas “politicas públicas” que giram apenas em torno de programas partidários, enfim se desconsidera qualquer possibilidade de uma “ação civil”, de formação de redes sociais para programas culturais, educativos, ecológicos, etc.

 

Já há diversos desenvolvimento tecnológico para cidades, grandes empresas como IBM, GE, Cisco, Philips, Oracle e Samsung tem ajudado as cidades a se tornar mais inteligentes, com transporte eficaz e menos poluente, edifícios verdes e energia renovável, porém a especulação imobiliária e financeira das cidades visa apenas o esgotamento de sua saúde social e ecológica.

 

Um exemplo vivo de um laboratório é a cidade de Masdar, nos Emirados Árabes, um distrito econômico da cidade de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, que é uma cidade laboratório em construção. Quando estiver pronta, em 2025, Masdar deve ter uma população de até 50 mil habitantes e 1 500 empresas, totalmente sustentável e com todos os serviços sociais.

 

Songdo na Coréia do Sul (foto acima)  é um exemplo de cidade sustentável já pronta (foto acima), há exemplos de smart cities em Yokohama, Edimburgo, Verona, Lyon, Malága e a cidade olímpica de Londres, reinaugurada como um parque pela Rainha Elizabeth (veja o vídeo).

 

 

Recife é destaque como cidade digitalCity Recife has featured as a digital cityCiudad Recife ha destacado como una ciudad digital

17 out

Recife teve seu Porto Digital lançado em 2000, com destaque nas revistas Wired e Bloomberg, PortoDigitalagora tem destaque na BBC News, que afirma que ainda “grandes empresas internacionais não se reuniram em Recife, mas o crescimento constante do hub … pode ser uma lição salutar”.

Depois de 13 anos exportando produtos e serviços para o mundo, o centro ainda tem que superar uma barreira nenhuma quantidade de conexões de internet de alta velocidade pode superar, e segundo o BBC News também a geografia.

O site do jornal inglês esclarece que a distância entre sul e norte permanece, mas que estes investimentos podem quebrar esta lógica.

Agora algumas empresas de tecnologia do Porto Digital, estão abrindo filiais em São Paulo como um modo de se expandir, mas ser a filial do sul significa que elas serão comercialmente viáveis (e disponíveis) para clientes potenciais, que ainda tendem a ser um pouco desconfiado de empresas sediadas Recife, explica o noticioso.

Ainda segundo o jornal, Sergio Cavalcante, CEO do Centro de Recife de Estudos e Sistemas Avançados afirmou: “Verdade seja dita, o nosso mercado ainda não está em Recife, não em nossa região norte. É em São Paulo, Rio de Janeiro e no exterior. Estamos enviando nossos CEOs para São Paulo, de fato, mas as nossas 200 empresas estão desenvolvendo e sediadas aqui em Recife. Eles são baseados aqui”, disse o CEO da empresa criada em 1996, que é o maior negócio no Porto digital.

O destaque do Porto Digital de Recife pode ser um alento futuro para desigualdades regionais e perspectivas de desenvolvimento nacional, que não seja só agrário.Recife had his Porto Digital launched in 2000 , especially in the magazines Wired and Bloomberg now has featured on BBC News, which still states that ” large international companies not met in Recife , but the steady growth of the hub … can be a salutary lesson . ”

After 13 years exporting products and services to the world , the center still has to overcome a barrier no amount of internet connections high speed can overcome , and according to the BBC News also geography .

The website of the British newspaper states that the distance between north and south remains, but that these investments can break this logic .

Now some technology companies in the Porto Digital , are opening offices in São Paulo as a way to expand, but to be the southern branch means that they will be commercially viable ( and available ) to potential customers , which still tend to be a little suspicious companies based Recife , explains the news .

Also according to the newspaper, Sergio Cavalcante , CEO of the Center for Recife Studies and PortoDigitalAdvanced Systems said : ” Truth be told , our market is not yet in Recife , not in our northern region’s in Sao Paulo, Rio de Janeiro and abroad. We are sending our CEOs to São Paulo , in fact , but our 200 companies are developing and headquartered here in Recife . they are based here , “said the CEO of the company established in 1996, which is the largest business in the digital port .

The highlight of the Porto Digital Reef can be an inspiration for future regional disparities and national development prospects, which is not only agrarian.Recife tuvo su Porto Digital lanzó en 2000, sobre todo en las revistas Wired y Bloomberg ha aparecido en BBC News , que todavía afirma que ” las grandes empresas internacionales no se reunieron en Recife, pero el crecimiento constante del cubo … puede ser un revulsivo ” .

Después de 13 años la exportación de productos y servicios para el mundo , el centro todavía tiene que superar una barrera de ninguna cantidad de conexiones a Internet de alta velocidad se puede superar, y de acuerdo con la BBC también la geografia posto que Recife es alá a norte.

La página web de los estados periódicos británicos que la distancia entre el norte y el sur se mantiene, pero que estas inversiones pueden romper esta lógica.

Ahora, algunas empresas de tecnología en el Porto Digital, se están abriendo oficinas en São Paulo como una forma de ampliar, pero para ser la zona sur significa que van a ser comercialmente viable (y disponible) a los clientes potenciales , que aún tienden a ser un poco sospechoso empresas con sede Recife , explica la noticia.

También de acuerdo con el periódico, Sergio Cavalcante , director general del Centro para Estudios PortoDigitalde Recife y Sistemas Avanzados , dijo: ” A decir verdad , nuestro mercado no está aún en Recife , no en nuestra región del norte ‘ s En Sao Paulo , Río de Janeiro y . el extranjero. enviamos nuestros CEOs de São Paulo , de hecho , pero nuestras 200 empresas están desarrollando y con sede aquí en Recife. están basados ​​aquí “, dijo el CEO de la compañía establecida en 1996 , que es el negocio más grande en el puerto digital.

Lo más destacado del Porto Digital Reef puede ser una fuente de inspiración para futuros desequilibrios regionales y las perspectivas de desarrollo nacional , que no es única agraria.

 

Mobilidade urbana, calçadas e aplicativos

15 abr

Mobilidade urbana é o tema de grandes cidades, a solução pensada para São Paulo por diversos governos, já eram soluções conhecidas em Kuala Lumpur e também em Las Vegas (veja as fotos).

Quem trafega pela Av. Roberto Marinho em São Paulo observa que a execução as obras da Linha 17-Ouro está parada e somente há vigas no meio da via e canteiros de obras ao centro, a outra linha prioritária para a cidade que é a Linha Prata, terá 24,3 quilômetros, ligando a Vila Prudente a Cidade Tiradentes, o trecho que é uma extensão e era chamado de linha verde tem as obras atrasadas.

O único trecho previsto para ser entregue até a Copa do Mundo é o de menos de 3 km, ligando a Vila Prudente a Oratório, cuja previsão de entrar em operação é a partir de dezembro de 2013.

Certos que não realizaram as “promessas” para a Copa do Mundo, agora discutem as calçadas, que são também importantes, mas só farão sentido se o transporte de massa estiver resolvido, e não está. As vias de bicicletas também são importantes !

Certos de que continuaremos por algum tempo neuróticos com o transporte urbano, obrigados a trafegar de carro, precisamos aproveitar para dar carona, vejam o site caroneiros.com e usar aplicativos para saber por onde podemos “fugir” para tentar chegar em casa, um aplicativo onde os usuários das vias públicas se comunicam é o Waze.com .

Por enquanto não vamos ganhar nem ouro nem prata.

 

Um planejamento urbano novo

23 ago

Temos postado em diversos posts sobre Smart Cities, cidades inteligentes que alguém mal avisado pode imaginar que seja apenas uma cidade ecológica ou digital, que é um aspecto relevante, mas existem outros: sociabilidade, segurança, transportes, etc.

Agora pesquisadores portugueses (Jorge Pacheco e Francisco C. Santos)desenvolveram uma ferramenta matemática para investigar fatores de planejamento urbano que são essenciais, e classificaram os padrões de desenvolvimento em cinco tipos, com características previsíveis e comportamento que exigem diferentes intervenções e medidas políticas, mas infelizmente é ainda só um relatório científico.

A lógica que existe por trás de selvas de cimento de nossas cidades comportam-se como organismos vivos do qual participam governantes, mas também indivíduos, por isto é necessário uma análise ao longo do tempo, e não apenas em períodos exatos.

Os pesquisadores se fundamentaram seus estudos na “grande” Lisboa (MAL, Metropolitan Area of Lisbon), que teve 3 etapas distintas, nos anos de 1960, 1990 e 2004, e foram desenvolvidos não apenas em níveis de construção, mas principalmente em áreas distribuídas na superfície, densidades e fragmentações como padrões espaciais da cidade e variações no tempo, conforme divulgou a Ciência Hoje.

A partir de dados sobre MAL urbanização três anos diferentes – 1960, 1990 e 2004 – que desenvolvem uma classificação matemática baseada não apenas em níveis construídas, mas também sobre como essas áreas são distribuídas na superfície e como densa ou fragmentado é o padrão espacial da cidade, bem como a forma como estes variam com o tempo.

O interessante é que entre os cinco tipos (na figura em cores: branco, amarelo, verde, alaranjado e vermleho), onde há tipos bastante previsíveis e outros caóticos, com espaços perto da saturação, ou espaços onde construções são raras.

Dois tipos chamados de 3 e 4 são de interesse real, com terras livres para construção, mas que a distribuição pode ter alta variações quando as formas de construção são organizadas e quais podem ser colocadas em crescimento descontrolado e caótico.

 

Intel estuda em Londres smart cities

30 maio

A proximidade das olimpíadas, o projeto inovador de vila Olímpica (veja nosso post) e a Smart City em Greenwich (veja outro post), atraiu também a Intel para Londres.

A fabricante mais famosa de chips montou um laboratório em Londres um Instituto de Pesquisa Colaborativa para Sustentáveis Cidades Conectadas no número 10 da Downing Street, bem próximo o centro de Londres

O estudo é feito em parceria com o Imperial College e a University College London, tendo como objetivo colaborar para melhorar a vida da cidade, com cerca de dez pequisadores inicialmente, revela o BBC News.

Em entrevista ao noticioso inglês, o chefe de tecnologia da Intel oficial Justin Rattner informou que os dados incluirão uma rede de sensores para monitorar qualidade do ar, o fluxo de tráfego, abastecimento de água e outros parâmetros.

Os primeiros estudos do centro serão os Jogos Olímpicos de Londres, segundo Rattner, o Instituto irá se “debruçar sobre os dados de um evento para ver como num evento como esse os sistemas irão funcionarar e quais não funcionam, e isso é um grande experiência na confecção do sistema”, disse Rattner.