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Posts Tagged ‘SOPA’

Marco Civil ou corporativo?Marco Civil or corporate ?Marco Civil o de las empresas?Marco civile o aziendale ?

08 nov

Enquanto discutimos a segurança e não a privacidade, o direito do cidadão de preservar e manter seusMarcoCivil dados, divulgar suas opiniões e ter uma internet livre, as corporação lutam para ter privilégios na internet e prioridade de acesso (isto significa internet não neutra).

Foi uma grande decepção ver que os interesses corporativos estão prevalecendo e que aos poucos são os interesses dos poderosos que vão ampliando seus interesses: banqueiros, agro-negócio e os donos da mídia, que abominam o crescente poder das redes sociais.

A deputada Erundina foi uma das poucas vozes a defender os interesses dos cidadãos comuns que passaram a ter algum direito de voz a partir das redes sociais, o que deixa donos de mídias centralizadores descontentes e desejosos de voltar a um tempo que a opinião que valia era apenas a deles, e querem centralizar também uma mídia que é por excelência descentralizada.

Nos EUA foram as leis: ACTA, PIPA e SOPA, que tentou esconder os aspectos e contradições entre tecnologia e política, democracia e liberdade de opinião, agora na internet.

Manifestantes de vários estados foram a Brasília para tentar dialogar com os deputados, entre eles Bia Barbosa, que milita no campo da comunicação social, e afirmou que: “Várias organizações da sociedade civil de todo o país estão em Brasília para dialogar com os parlamentares para garantir que haja a liberdade de expressão, privacidade e neutralidade de rede no Marco Civil”, três questões fundamentais na internet.As we discuss security and privacy in not new Brazilian law , the right of citizens to preserve and MarcoCivilmaintain their data , disseminate their opinions and have a free internet, the corporation struggle to have privileges on the internet and priority access ( this means no internet neutral ) .

It was a great disappointment to see that corporate interests are prevailing , and that the few are powerful interests that will expand your interests : bankers , agro – business and the media owners , who abhor the growing power of social networks .

Ms Erundina was one of the few voices to defend the interests of ordinary citizens who have the right to have some voice from social networks , which leaves owners and media centering desire eager to return to a time that opinion was worth only to them, and also want to centralize media that is quintessential decentralized .

Laws in the U.S. were : ACTA , PIPA and SOPA, who tried to hide aspects and contradictions between technology and politics, democracy and freedom of opinion , now the internet .

Protesters from several states were to Brasilia to try to dialogue with MPs , including Bia Barbosa , who argues in the field of media , and said : ” Several civil society organizations across the country are in Brasilia to dialogue with parliamentarians to ensure that there is freedom of expression , privacy and net neutrality in Marco Civil “, three key issues on the Internet .

Como hablamos de la seguridad y no la intimidad em Brazil, el derecho de los ciudadanos a MarcoCivilpreservar y mantener sus datos , difundir sus opiniones y tener un internet libre, la lucha corporación para tener privilegios en el Internet y la prioridad de acceso ( es decir, los medios de Internet no neutrales ) en nueva lei brasileña.

Fue una gran decepción al ver que los intereses corporativos están prevaleciendo , y que los pocos que son poderosos intereses que ampliarán sus intereses: los banqueros, los agro- negocios y los propietarios de los medios , que aborrecen el creciente poder de las redes sociales.

Ms Erundina fue una de las pocas voces en defensa de los intereses de los ciudadanos comunes y corrientes que tienen el derecho de tener una voz en las redes sociales , lo que deja a los propietarios y los medios de centrado algo ansiosos por volver a una época que la opinión valía sólo a ellos , y también quieren centralizar los medios de comunicación que es por excelencia descentralizada.

Las leyes de los EE.UU. fueron: ACTA, PIPA y SOPA, que trató de ocultar los aspectos y las contradicciones entre la tecnología y la política, la democracia y la libertad de opinión , ahora el internet.

Los manifestantes de varios estados fueron a Brasilia para tratar de dialogar con los diputados , incluidos Bia Barbosa , quien sostiene en el campo de los medios de comunicación , y dijo : “Varias organizaciones de la sociedad civil de todo el país están en Brasilia al diálogo con los parlamentarios a asegurarse de que no hay libertad de expresión, la privacidad y la neutralidad de la red en el Marco Civil ” , tres temas clave en Internet.Mentre si discute di sicurezza e privacy nel non nuova legge brasiliana , il diritto dei cittadini a MarcoCivilconservare e mantenere i propri dati , diffondere le loro opinioni e di avere una connessione internet gratuita, la lotta società di avere privilegi su internet e l’accesso prioritario ( ovvero senza internet neutro) .

È stata una grande delusione nel vedere che gli interessi aziendali sono prevalenti , e che i pochi sono potenti interessi che espanderanno i tuoi interessi : banchieri, agro -business e dei proprietari dei media , che aborrono il crescente potere dei social network .

Ms Erundina era una delle poche voci per difendere gli interessi dei cittadini che hanno il diritto di avere voce dai social network, il che rende i proprietari dei mezzi più centralizzato un po ‘ansioso di tornare a un tempo questo parere è solo la pena valore per loro, e vogliamo anche di centralizzare i media che è essenzialmente decentrata..

La legislazione degli Stati Uniti sono stati: ACTA , PIPA e SOPA , che ha cercato di nascondere gli aspetti e le contraddizioni tra la tecnologia e la politica, la democrazia e la libertà di opinione, ora em Internet.

I manifestanti provenienti da diversi stati erano a Brasilia per cercare di dialogare con i parlamentari, tra cui Bia Barbosa , il quale sostiene nel campo dei media , e ha dichiarato: “Diverse organizzazioni della società civile in tutto il paese sono in Brasilia al dialogo con i parlamentari a assicurarsi che ci sia la libertà di espressione , la privacy e la neutralità della rete in Marco civile”, tre questioni fondamentali su Internet.

 

Marco civil: liberdade de espressão e segurançaMarco Civil: Liberty and securityEl proyecto Marco Civil, la libertad e la securidad

07 ago

O projeto Marco Civil (PL 5403/01, veja o texto na Convergência Digital) que deve estabelecer ainda Blogeste mês a regulamentação da Internet no Brasil, terá avanços como a neutralidade, que significa que provedores não podem discriminar o tráfego entre usuários comuns e empresas.

Mas na paranoia americana que vê um mundo em permanente guerra (acaba de fechar 12 embaixadas por ameaça terrorista), e em meio ás divulgações de Snoewden, volta agora o assunto da ditadura “Segurança Nacional”, “Soberania Nacional”, etc.

Não há como desculpar o governo americano pela invasão de privacidade de cidadãos que não tem nenhum processo crime contra eles, o que, entretanto devemos pensar é que o estado nacional ou não deve ter cuidados com dados privativos, apenas ter um banco de dados no Brasil não resolve o problema que é o que fazem com os dados.

Expusemos em dois posts anteriores as diferenças entre segurança e privacidade, todos desejamos segurança, mas devemos ser contra qualquer invasão e privacidade que não seja justificada por algum critério judicial bastante claro.

Infelizmente isto envolve uma visão do “soberano”, aliás  de onde vem a palavra soberania, que é do pensamento liberal do início da modernidade, o que precisamos responder e nem o Marco Civil responde, é quais são os direitos e deveres do estado, e não apenas do cidadão, que é o assunto de “democratizar a democracia”.The project Marco Civil (PL 5403/01) which should Blogset this month to regulate the Internet in Brazil, will progress as neutrality, which means that providers can not discriminate traffic between ordinary users and businesses.

But the American paranoia that sees a world in permanent war (just close by 12 embassies terrorist threat), and among Ace disclosures Snoewden, back now the subject of dictatorship “National Security”, “National Sovereignty”, etc..

There is no excuse for the U.S. government invasion of privacy of citizens who have no criminal proceedings against them, which, however we think that the state is not national or must care for private data, just have a database in Brazil does not solve the problem which is what they do with the data.

Expounded in two previous posts the differences between security and privacy, all want security, but we must be against any invasion and privacy that is not justified by any judicial discretion fairly clear.

Unfortunately this involves a vision of “sovereign” is the term that pushes the word sovereignty, which is the liberal thought of the early modern period, we need to respond and neither Marco Civil responds, is what rights and duties of the state, not just the citizen who is the subject of “democratizing democracy”.El proyecto Marco Civil (PL 5403/01), que incluirá este mes Blogpara regular la Internet en Brasil, progresará como la neutralidad, lo que significa que los proveedores no pueden discriminar el tráfico entre los usuarios comunes y empresas.

Pero la paranoia estadounidense que ve un mundo en guerra permanente (justo cerca de 12 embajadas amenaza terrorista), y entre las revelaciones Ace Snoewden, volver ahora al tema de la dictadura de “Seguridad Nacional”, “soberanía nacional”, etc.

No hay excusa para la invasión del gobierno de EE.UU. intimidad de los ciudadanos que no tienen ningún proceso penal en su contra, lo cual, sin embargo, creemos que el Estado no es nacional o tiene que cuidar a los datos privados, simplemente una base de datos en Brasil no resuelve el problema, que es lo que hacen con los datos.

Expuestas en dos artículos anteriores las diferencias entre la seguridad y la privacidad, todos queremos seguridad, pero hay que estar en contra de cualquier invasión y la intimidad que no está justificada por ninguna discrecionalidad judicial bastante claro.

Desafortunadamente esto implica una visión de “soberano” es la raíz que empuja la palabra soberanía, que es el pensamiento liberal de la época moderna, tenemos que responder y responde ni Marco Civil, cuáles son los derechos y deberes del Estado, no sólo el ciudadano que es objeto de “democratizar la democracia”

 

O futuro da liberdade na Web

01 jun

O congresso americano começou ontem a discussão sobre o controle da Web, aquilo que até agora é um território para a liberdade pessoal poderá ser transformado em controle estatal.

Estas discussões vão preparar uma reunião que deve se realizar em Dubai no final do ano, onde delegações de 193 países discutirão se a ONU (leia-se os estados na ONU e não os cidadãos na ONU) poderá estabelecer impostos globais e empresas controlando a Web.

Isto feito apenas por representantes dos estados, cada um com um voto, significa que muitos países terão condições de silenciar seus dissidentes políticos, calar a oposição e controlar a opinião pública, a maneira como fazem muitos jornais e a grande imprensa hoje.

As palavras do republicano Robert McDowell são claras para bom entendedor: “O que defensores da liberdade na internet farão ou não farão entre hoje e a reunião [de Dubai] determinará o futuro da Web, afetará o crescimento econômico mundial e determinará se a liberdade política poderá proliferar”, numa alusão clara que a internet está dando mais possibilidade de livre expressão e isto preocupa aqueles que querem manter o autoritarismo.

Já houveram reuniões a portas fechadas nos EUA, garante a Reuters, como algumas semanas atrás com representantes da ComCast e advogados da Internet Society.

A maioria dos cidadãos mundiais, povos oprimidos e pessoas comuns ganharam um canal de manifestação, isto incomoda a muitos, mas agora a democracia real poderá chegar.

 

Nova lei anti-Web

18 abr

Como uma nova denominação, mas preservando o espírito autoritário das tentativas de leis SOPA, PIPA e ACTA, a nova revisão denominada CISPA (Cyber Inteliggence Sharing and Protection Act) , nome delicado que inclui até o simpático sharing (partilhar), mas que ganhou uma torrente de críticas sendo a mais delas a que se referem ao direito de privacidade. A revista PC Magazine também fez uma reportagem especial sobre o assunto.

Uma versão revista começou a circular (veja o PDF) e deverá ir ao plenário na próxima semana nos EUA, mas os ajustes que os autores fizeram ainda desagradam, embora a reação a esta lei seja mais branca que a da PIPA e SOPA, grupos que condenam a nova lei incluem a Associação Americana de Bibliotecas, a União Americana para Liberdades Civis(American Civil Liberties Union – ACLU), a Eletronic Frontier Foudation e o libertário TechFreedom, e mais uma dúzia de grupo como um intitulado Liberdade Repúblicana Caucus e mais quase 700 mil pessoas que assinaram a petição na Web anti-CISPA.

O trecho do novo texto anti-Web que particularmente preocupa diz: “”Não obstante qualquer outra disposição de direito, uma entidade auto-protegida, para fins de segurança cibernética [pode]: (i) utilizar sistemas de cibersegurança para identificar e obter informações sobre a ameaça cibernética para proteger os direitos ea propriedade de entidade auto-protegida, tal, e (ii) compartilhar informações ameaça cibernética …”, claro entidadades auto-protegidas não são os cidadãos.

É uma nova versão do que durante os regimes autoritários se chamava “liberdade de imprensa”, talvez agora possa se chamar “liberdade da Web” mas preferimos chamar apenas de garantir dos direitos individuais de opinião, o que incomoda é a visibilidade da Web.

 

Fechamento do Megaupload

01 fev

Estão ocorreram diversos fechamentos de arquivos Megaupload no momento em que a polêmica sobre dois projetos de lei antipirataria, o Sopa (Stop Online Piracy Act), correm na Câmara dos Representantes, enquanto é debatida no Senado a Pipa (Protect Intelectual Property Act), contra os quais ocorreram diversos protestos no dia 18 de janeiro, postamos na época que era apenas um round.

O Megaupload contrata servidores externos para armazenar seus arquivos, e paga uma taxa para isso, como o governo congelou suas contas, a empresa não está conseguindo pagar estes serviços.

Por ordem judicial o FBI (polícia federal americana), tirou doar junto com Megaupload  outros 18 sites afiliados na noite de dia 19 de janeiro (horário de Brasília) considerando que o site faz parte de “uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial”.

Segundo o governo americano o site conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas, que movimentariam cerca de US$ 175 milhões a partir de suas atividades e causariam uma perda de US$ 500 milhões em dreitos autorais.

Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça, do FBI e o da produtora Universal Music, na mesma noite de 19 de janeiro, segundo o grupo foi o maior ataque que já fizeram e utilizaram 5 mil ativistas para isto.

Todos os dados dos clientes poderão ser apagados até esta quinta-feira, (02/fevereiro) por decisão do Ministério Público Federal dos Estados Unidos, que já efetuou a prisão dos executivos ligados ao site, e na Holanda a justiça do país determinou o fim do acesso ao Pirate Bay, a partir do dia 1º de fevereiro.

É o início de uma batalha, com os jornais tivemos que lutar pela liberdade de imprensa, agora talvez precisemos pensar em algo similar para o mundo digital, enquanto os governos assistem a uma crise econômica mundial sem precedentes, preocupados apenas com a saúde financeira dos bancos.

 

Rede vence primeiro round

23 jan

Uma mensagem no perfil do Facebook comentou o fato afirmando: “Estamos aliviados que o Congresso tenha reconhecido os graves danos que o Protect IP Act (Pipa) e o Stop Online Piracy Act (Sopa) poderiam causar à internet e estamos satisfeitos que os líderes tenham decidido não avançar com essas leis”, e o deputado federal republicano Lamar Smith, que preside o Comitê Judiciário da Câmara Federal norte-americana, e autor da SOPA anunciou que adiou a tramitação do texto no congresso até que surja uma mais consistente.

No perfil do Facebook, há um agradecimento aos “milhões de usuários” que compartilharam suas opiniões, influenciando o Congresso através da rede e de  amigos, que influenciou para “mudar a direção dessa legislação prejudicial”.

O lider democrata no Senado americano Harry Reid, adiou a votação pelo Senado do projeto Protect Intellectual Property Act (PIPA), que estava marcada para amanhã, 24 de janeiro.

Mas na história muitas coisas se repetem como tragédia ou comédia, fiquemos atentos.

 

Números do protesto anti-SOPA

21 jan

Funcionou, sim e continua, vejam os números:

75000: aproximadamente foi o número de sites que participaram do apagão, de acordo com SOPAStrike.com, que ajudou a organizar o protesto.

25.000: Número de blogs WordPress que apaguaram completamente seus sites para protestar contra o SOPA.

A articulaòao tambem foi grande e rodou o mundo inteiro.

12.500: Número de blogs WordPress, que colocaram a tarja "Stop Censura" em seus blogs

162 milhões: Número de pessoas que viram a página blackout do Wikipedia

4500000: Número de pessoas que assinaram na quarta-feira a petição do Google anti-SOPA
1458000: Número de pessoas que assinaram petições anti-SOPA/PIPA outras semelhantes, de acordo com os sites ativistas Avaaz.org sites e Fight for the Future (FFTF)

35.000: Número aproximado de pessoas que enviaram cartas aos seus senadores e deputados, como resultado do apagão.

2000000: Número de e-mails enviados através do Electronic Frontier Foundation, FFTF e Demand Progress.

2400000: Número de tweets enviados na quarta-feira, 12:00-04:00 anti SOPA / PIPA , de acordo com o Twitter

25: Número de senadores que se opuseram publicamente a PIPA, depois do apagão entrou em vigor

13: Número de senadores adicionais que são "inclinando-se para a oposição", segundo OpenCongress

33: Número total de senadores que atualmente suportam PIPA

36: Número total de senadores que se opõem, ou estão inclinando-se à oposição ao PIPA

16: Número de senadores que permanecem indecisos

O site

 

“Parem com a censura” dizem diversos sites

30 nov

Diversos sites entre eles o Mozilla e o Oh No They Didn’t, colocaram logo início de sua página inicial uma  tarja preta com as palavras “Parem com a Censura” (em inglês, Stop Censorship) e nós aderimos.

Líderes na internet, grupos de interesse público e cidadãos aderiram à campanha contra o SOPA (singla em inglês que significa Stop Online Piracy Act), uma lei do Congresso americano que daria aos donos dos direitos autorais controle total sobre a distribuição do conteúdo online.

Também algumas empresas grandes vão entregar ao congresso americano uma carta declarando o mal que esta medida cria aos usuários e não para as empresas que os mantém, podendo criar uma clara sensação de censura e cerceamento das liberdades fundamentais do homem.

Entre as empresas signatárias da carta estão: eBay, Facebook, Twitter, Google, LinkedIn e Yahoo!

Um post no site Mozila na quarta feira afirmava: “Nós acreditamos que o SOPA ameaça a nossa habilidade como uma indústria de continuar a oferecer nossos softwares e serviços na web para as centenas de milhões de usuários que se relacionam com eles os produtos, assim como os muitos funcionários e desenvolvedores que nós apoiamos e que inovam essas tecnologias”.

A quarta-feira de 16 de dezembro foi considerada pelos sites como “Dia da Censura Americana” e para o Mozilla e  outras companhias que estão nesta campanha, dizem que este é um momento-chave para o futuro da internet.

Autoridades dos Estados Unidos voltaram a bloquear sites de pirataria em menos de 24 horas segundo informações do jornal espanhol El País. Desta vez, foram mais de 130 que vendiam produtos falsificados, especialmente roupas. Há nove meses, essas mesmas autoridades bloquearam mais de 80 sites, domésticos e estrangeiros, acusados de violar a propriedade intelectual.

A batalha virtual não vai parar, o que está em jogo é a liberdade dos usuários de acesso à informação.

A democracia real depende de instrumentos de comunicação na mão da multidão.