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setembro « 2018 « Blog Marcos L. Mucheroni Filosofia, Noosfera e cibercultura
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Arquivo para setembro, 2018

[:pt]Entre a lógica da proibição e da permissividade[:en]Between the logic of prohibition and permissiveness [:]

28 set

[:pt]O fato que o estado moderno vive uma crise é fácil de observar pelo número de governos autoritários que cresce em todo o planeta, de modo especial no Ocidente e nas Américas, não era de imaginar até anos atrás, um discurso nacionalista nos Estados Unidos da América e ainda a volta de alguns governos autoritários na América Latina.
A educação para a democracia e para o humanismo fracassou na modernidade, é o que constatava Peter Sloterdijk em Regras para o parque Humano, que não é senão uma resposta (dialogal é bom que se frise) as Cartas sobre o Humanismo de Heidegger, onde pergunta: “o que domestica o homem se em todas as experiências prévias com a educação do gênero humano permaneceu obscuro quem ou o quê educa os educadores e para quê? Ou será que a pergunta pelo cuidado e formação do ser humano não se deixa mais formular de modo pertinente no campo das meras teorias da domesticação e educação?” (Sloterdijk 2000).
A educação moderna é para com os direitos e deveres do estado, ainda que o nome tenha sido apagado, a famosa “educação moral e cívica”, onde civismo e moral remetem-se ao estado.
Na lógica bíblica, onde é fundamental o amor agápico e que nem sempre é facilmente compreensível pela cultura teológica, ainda mais quando há polarização social e política, é fundamental que se estabeleçam relações e que elas tenham respeito à opinião e à ação alheia, e isto se dá diante da máxima: “não faça ao outro o que não quer que seja feito a você”, a chamada regra de ouro.
É comum o uso do discurso do outro, pela escassez de pensamento, não se trata de plágio, apenas o uso de máximas ao invés de algo elaborado, assim que algo entra em evidencia. logo já há aqueles que adotam os slogans, sem nem sempre adotarem as ações, mas Jesus diz aos discípulos aos que usavam seu nome Mc 9,39-40: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor”.
Esta devia ser a lógica paraconsistente do diálogo, nunca a lógica exclusivista: “quem não está conosco é contra nós”, mas esta lógica penetrou na política e no seio da sociedade, assim os discursos vão se tornando mais autoritários e mais excludentes aos que não estão de acordo com determinada bandeira.
O que é ilógico, em qualquer sistema lógico, é considerar que seja inclusiva a lógica do ódio, o humanismo não acabou, acabou um humanismo que prega a lógica da força do estado.

Sloterdijk, Peter. Regras para o parque humano – uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo. Trad. José Oscar de A. Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2000.[:en]The fact that the modern state is experiencing a crisis is easy to observe by the number of authoritarian governments that grows all over the planet, especially in the West and the Americas, until a few years ago, a nationalist discourse in the United States of America and the return of some authoritarian governments in Latin America.

Education for democracy and for humanism has failed in modernity, as Peter Sloterdijk noted in Rules for the Human Park, which is nothing more than an answer (dialogue is good to be true) of Heidegger’s Letters on Humanism, where he asks : “What domesticates man if in all previous experiences with the education of mankind remained obscure who or what educates educators and for what? Or is it that the question of the care and training of the human being is no longer formulated in a pertinent way in the field of mere theories of domestication and education? “(Sloterdijk 2000).

Modern education is to the rights and duties of the state, even if the name has been erased, the famous “moral and civic education,” where civism and morality are referred to the state. In biblical logic, where agapic love is fundamental and not always easily understood by theological culture, especially when there is social and political polarization.

It is fundamental that relationships are established and that they have respect for the opinion and action of others, and this is faced with the maxim: “do not do to the other what you do not want done to you,” the so-called golden rule.

It is common to use the discourse of the other, for the lack of thought, it is not about plagiarism, only the use of maxims rather than something elaborate, as soon as something becomes evident. soon there are those who adopt the slogans, without always adopting the actions, but Jesus says to the disciples to those who used his name Mk 9: 39-40: “Do not prohibit it, for no one performs miracles in my name and then speaks ill of me. Whoever is not against us is in our favor.”

This should be the paraconsistent logic of dialogue, never the exclusivist logic: “who is not with us is against us”, but this logic has penetrated politics and society, so the speeches are becoming more authoritarian and more exclusive to those who do not according to a given flag.

What is illogical in any logical system is to consider the logic of hatred to be inclusive, humanism has not ended, a humanism that preaches the logic of state power has ended.

Sloterdijk, Peter. Regras para o parque humano (brazilian edition, Rules for the human park – a response to Heidegger’s letter on humanism). Trad. José Oscar de A. Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2000[:]

 

[:pt]Da lógica ao Ser[:en]From Logic to Being[:]

27 set

[:pt]O conceito de antropotécnica, inicialmente polêmico que chegou a sacudir a cultura alemã e gerou uma polêmica entre Junger Haberrmas e Peter Sloterdijk, chegando a ser comparado a forças conservadoras, na verdade pode estar relacionado tanto a “melhora do mundo” (em alemão Weltverbesserung) e “melhora de nós mesmos” (Selbstverbesserung).

Ultrapassa e ao mesmo tempo dialoga com o conceito foucaultiano da biopolítica, mostra ainda uma dificuldade na relação entre sujeito e poder, apesar de sua Microfísica do Poder, vê assim a relação com a técnica:

“Procurei, antes, produzir uma história dos diferentes modos de subjetivação do ser humano em nossa cultura: tratei, nessa ótica, dos três modos de objetivação que transformam os seres humanos em sujeitos. […]. Não é, pois, o poder, mas o sujeito que constitui o tema geral de minhas pesquisas.” (FOUCAULT, 2014, p. 118-119).

Embora a biopolítica pareça uma superação da “tecnologia do eu” (a estética da existência), ela não se desvinculou da polaridade objeto x sujeito, cuja essência é a lógica idealista.

Se a biopolítica é em última análise o governo da vida, a vida está além da relação com o poder, pois uma mudança radical aconteceu na Modernidade: a técnica.

A obra de 2009 de Sloterdijk “Voce deve mudar a sua vida” (Du musst dein Leven ändern) ele estabelece duas formas de produção artificial (não é virtual) do comportamento humano nas chamadas “grandes culturas” sob impacto da Idade Moderna.

A primeira é a produção do homem pelo homem, o que ele chama de técnicas de “deixar operar” (Sich-operieren-Lassen) e a segunda é a produção de homens, mas de si mesmos, que passaria então a técnicas de “auto-emprego” (Sloterdik, 2009, p. 589).

O que Sloterdijk quer nos apontar é que há uma forma nova de relação com o estado em andamento que ultrapassa a biopolítica, esclarece em sua obra fundante “Regras para o parque humano” que desde Platão, criador do estado-ideal e da ideia de cidadania politica, onde o filósofo-político era superior, vejamos:

“O que Platão pronuncia pela boca de seu estrangeiro é o programa de uma sociedade humanista incorporada na figura do único humanista completo: o dono da ciência do pastoreio real. A tarefa desse super-humanista [o filósofo político treinado para isto] não seria outra senão o planejamento de propriedades em uma elite [de políticos] que teria que ser levantada expressamente para o bem de todos.” (Sloterdijk 2001, p. 82-83).  

Esta lógica foge do dualismo esquerda-direita, libertadores e opressores (eles estão dos dois lados), para uma lógica de redefinir o papel de estado e da política, é uma lógica paraconsistente, no sentido que exige nova linguagem, de diálogo amplo.

O filósofo peruano Francisco Miró Quesada, que cunhou a palavra Paraconsistente, diz que o pensamento latino americano nasce: “diante de todos, desnudado e fraco, como um órfão desvalido”, em meio a possibilidades ditatoriais um pensamento novo pode abrir-nos ao Ser. 

SLOTERDIJK, P. Regras para o Parque Humano. São Paulo: Estação Liberdade, 2001.

FOUCAULT, M. O sujeito e o poder. In: FOUCAULT, M. Ditos e Escritos – IX. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.[:en]The concept of antropotécnica, initially controversial that came to shake the German culture and generated a controversy between Junger Haberrmas and Peter Sloterdijk, even being compared to conservative forces, in fact can be related so much to “improvement of the world” (in German Weltverbesserung) and “self-improvement” (Selbstverbesserung).

It surpasses and at the same time dialogues with the Foucauldian concept of biopolitics, it still shows a difficulty in the relation between subject and power, in spite of its Microphysics of Power, thus sees the relation with the technique: “I have tried, rather, to produce a history of the different modes of subjectivation of the human being in our culture: I have treated, in this perspective, the three modes of objectification that transform human beings into subjects. […]. It is not, therefore, the power, but the subject that constitutes the general theme of my research. “(FOUCAULT, 2014, pp. 118-119).

Although biopolitics appears to be an overcoming of the “technology of the self” (the aesthetics of existence), it has not dissociated itself from the object x subject polarity, whose essence is idealistic logic.

If biopolitics is ultimately the rule of life, life is beyond the relation to power, for a radical change took place in Modernity: technique. Sloterdijk’s 2009 work “You Must Change Your Life” (Du musst dein Leven ändern) he establishes two forms of artificial (not virtual) production of human behavior in so-called “great cultures” under the impact of the Modern Age.

The first is the production of man by man, what he calls “letting operate” (Sich-operieren-Lassen) and the second is the production of men, but of themselves, which would then go to techniques of “self -employment” (Sloterdik, 2009, page 589).

What Sloterdijk wants to point out to us is that there is a new form of relationship with the state in progress that goes beyond biopolitics, clarifies in his foundational work “Rules for the human park” that since Plato, creator of the ideal state and the idea of ​​citizenship where the philosopher-politician was superior, let us see: “What Plato utters by the mouth of his stranger is the program of a humanist society embodied in the figure of the one complete humanist: the master of the science of royal grazing.

The task of this superhumanist [the political philosopher trained for this] would be no other than the planning of properties in an elite [of politicians] that would have to be explicitly raised for the good of all. “(Sloterdijk 2001, 82- 83).

This logic escapes from the left-right dualism, liberators and oppressors (they are on both sides), for a logic of redefining the role of state and politics, is a paraconsistent logic, in the sense that it requires a new language, a broad dialogue.

The Peruvian philosopher Francisco Miró Quesada, who coined the word Paraconsistent, says that Latin American thought is born: “before all, naked and weak, like a helpless orphan,” amidst dictatorial possibilities a new thought can open us to Being .

SLOTERDIJK, P. Regras para o parque humano (Rules for the Human Park). São Paulo: Estação Liberdade, 2001.

FOUCAULT, M. O sujeito e o poder. (The subject and the power). In: Foucault, M. Dictations and Writings – IX. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.[:]

 

[:pt]Existe pensamento latino-americano[:en]There is Latin American thought [:]

26 set

[:pt]Sim, é evidente que existe, mas como escola de filosofia ainda está vinculado secularmente a diversas formas de pensamentos exógenos, que ao adaptar-se a nossa realidade ficam vagos.

Considero Miró Quesada, junto com Mario de Andrade (de Macunaíma principalmente) e Sérgio Buarque de Holanda (de Raízes do Brasil principalmente) aqueles que possuem algo genuíno.

Há toda uma filiação à esquerda de Eduardo Galeano, o argentino Nestor Canclini, e outros menos lidos: Manuel Ugarte (Argentina), José Martí (Cuba) e Manoel Bomfim (Brasil).

Claro há bravos pensadores da esquerda como Florestan Fernandes e Caio Prado, pensadores anárquicos como Bento Prado, o nem sempre valorizado Milton Santos, e pensadores conservadores como Olavo de Carvalho e o esquecido Mário Ferreira dos Santos, que é bom .

Gosto da divisão didática de Quesada, dizendo que o filosofar latino-americano nasce no fim do século XIX, combatendo o positivismo (quanta gente ainda nem saiu desta), mas ainda vinculada com um instrumental europeu.

A segunda, que chamou de “forgadores” e “patriarcas”, mas que ele de modo inteligente divide em regional e universal, resolvendo isto, que fez o trabalho de recuperar línguas e fontes dando cores ao pensamento latino-americano.

A terceira geração, curiosamente é também o período de Mário de Andrade e Sergio Buarque de Holanda, lançam a pergunta se possível uma especificidade do pensamento latino-americano, isto fundou o Grupo Hiperión.

Miró Quesada definiu-se como um ateu nostálgico e depois adotou um tipo de panteísmo, que penso ser muito presente na cosmogonia latino-americana.

Sua primeira obra publicado foi “Sentido del movimento fenomenológico” (1941), e como já dissemos no post anterior, foi ele que cunhou o termo Lógica Paraconsistente em 1976.

Teve encontros marcantes, há registro disto, com Madre Teresa de Calcutá e Kurt Gödel.

Suas principais influências são os filósofos José Ortega y Gasset e Leopoldo Zea, o fato que há fortes vínculos a primeira geração, que é a critica ao positivismo é uma vertente dele, mas ainda hoje há resistência a passarmos para a segunda das nossas raízes e chegarmos a terceira para ir além das raízes e olhar o futuro.   [:en]Yes, it is evident that it exists, but as a school of philosophy it is still linked to various forms of exogenous thoughts that, in adapting to our reality, remain vague.

I consider Meró Quesada, along with Mario de Andrade (about Macunaíma mainly) and Sergio Buarque de Holanda (Roots of Brazil mainly) those who possess something genuine. There is an entire affiliation to the left of Eduardo Galeano, Argentine Nestor Canclini, and others less read: Manuel Ugarte (Argentina), José Martí (Cuba) and Manoel Bomfim (Brasil).

Of course the brave thinkers of the left like Florestan Fernandes and Caio Prado, anarchist thinkers like Bento Prado, and conservative thinkers like Olavo de Carvalho and the forgotten Mário Ferreira dos Santos, and the not always valued Milton Santos.

I like the didactic division of Quesada, saying that Latin American philosophy was born in the late nineteenth century, fighting positivism (how many people have not yet left), but still linked with a European instrument.

The second, which he called “forgives” and “patriarchs”, but which he intelligently divides into regional and universal, solving this, which did the work of recovering languages ​​and sources giving colors to Latin American thought.

The third generation, curiously is also the period of Mário de Andrade and Sergio Buarque de Holanda, raise the question if possible a specificity of Latin American thought, this founded the group Hiperión.

Miró Quesada defined himself as a nostalgic atheist and then adopted a type of pantheism, which I think is very present in the Latin American cosmogony. His first published work was “Sense of the phenomenological movement” (1941), and as we said in the previous post, he coined the term Paraconsistent Logic in 1976.

There were remarkable encounters, there is record of this, with Mother Teresa of Calcutta and Kurt Gödel. Its main influences are the philosophers Jose Ortega y Gasset and Leopoldo Zea, the fact that there are strong ties the first generation, that is the criticism to positivism is a delay. [:]

 

[:pt]A lógica paraconsistente[:en]The paraconsistent logic [:]

25 set

[:pt]O paradoxo de Kurt Gödel, que um sistema completo é inconsistente foi fundamental para uma nova fase nos princípios lógico formais, e cooperou com o surgimento do computador.

Foi o filósofo peruano Francisco Miró Quesada, desconhecido de muitos estudiosos da América Latina, que cunhou a palavra paraconsistente em 1976.

O brasileiro Newton da Costa que desenvolveu esta teoria que tornou-se muito importante para diversas áreas, entre elas a filosofia e a Inteligência Artificial.

Na figura ao lado o eixo que vai de u 0 a u 1 é chamado de grau de crença, mas a verdade tem os pontos A para consistente e C para inconsistente, tendo muita aplicação ao cotidiano.

O estudo aplicado a semântica, explora principalmente os paradoxos, por exemplo, pode-se afirmar que um homem cego, enxerga sobre certas circunstâncias, também o estudo de diversas formas de percepção e habilidades poderá ajudar os parâmetros da deep mind.

Já afirmamos, que justamente o neologicismo poderá ajudar a IA nesta fase de deep intelligence, por exemplo, no estudo das linguagens naturais, a linguagem do dia-a-dia.

A ideia que possa existir A e não-A era inconcebível na filosofia ocidental, é o princípio do terceiro excluído, que vem de Parménides e foi consolidado em Aristóteles.  

As lógicas paraconsistentes são propositalmente mais “fracas”, termos para se referir a esta ruptura com a lógica clássica, pois elas resolvem poucas inferências proposicionais válidas no sentido clássico da lógica

A lógica das linguagens paraconsistentes no entanto são mais conservadoras que as de contrapartidas clássicas, e isto muda hierarquia da metalinguagem feita por Alfred Tarski.

A influencia na linguagem natural foi antecipada em 1984 por Solomon Feferman que afirmou “…a linguagem natural abunda em expressões direta ou indiretamente autorreferenciais, embora aparentemente inofensivas, todas as quais são excluídas do arcabouço tarskiano”, isto porque no cotidiano, em verdade somos paraconsistentes.[:en]Kurt Gödel’s paradox, that a complete system is inconsistent was fundamental to a new phase in formal logical principles, and cooperated with the emergence of the computer.

It was the Peruvian philosopher Francisco Miró Quesada, unknown to many Latin American scholars, who coined the word paraconsistent in 1976.

The Brazilian Newton da Costa who developed this theory has become very important in several areas, including philosophy and Artificial Intelligence. In the figure, the axis to the side that goes from u 0  and u  1 ,  is called degree of belief, but the truth has points A for consistent and C for inconsistent, having a lot of application to everyday life.

The study applied to semantics mainly explores paradoxes, for example, it can be said that a blind man sees certain circumstances, also the study of different forms of perception and abilities can help the parameters of the deep mind.

We have already stated that neologicism can precisely help AI in this phase of deep intelligence, for example, in the study of natural languages, the language of everyday life.

The idea that A and non-A could exist was inconceivable in Western philosophy, is the principle of the excluded third, which comes from Parmenides and was consolidated in Aristotle. Paraconsistent logics are purposively more “weak,” terms to refer to this break with classical logic, for they solve few valid propositional inferences in the classical sense of logic The logic of paraconsistent languages, however, are more conservative than those of classical counterparts, and this changes Alfred Tarski‘s hierarchy of metalanguage.

The influence on natural language was anticipated in 1984 by Solomon Feferman who stated “… natural language abounds in expressions directly or indirectly self-referential, although seemingly harmless, all of which are excluded from the, because in daily life, in truth we are paraconsistentes. [:]

 

[:pt]A física quântica e a política[:en]Quantum physics and politics [:]

24 set

[:pt]A física mecânica, em especial a mecânica celeste de sir Isaac Newton, levou a ideia de causa e efeito nas mesmas proporções de uma máquina mecânica, diz-se popularmente a cada causa há uma reação contrária em sentido oposto, foi para a política como “homem lobo do homem” de Hobbes.

Depois veio o empirismo de Hume, na verdade é mais ligado a teoria do conhecimento, que vem da ideia que somente posso dizer algo a partir de minha experiência sensorial, assim como o mecanicismo, todo o conhecimento e objeto dele está fora do ser e só há percepções.

Levado a politica, é o que exploram os senhores do marketing político, trabalhar com as emoções das pessoas de modo não a dar-lhes uma referência da verdade, mas iludi-las.

A crítica a esta “filosofia” política, pois o assunto é mais abrangente ela vem lá da idade média onde em 1200 já era definida como “ciência dos estados”, porém toda a crítica a este conjunto de ideias empíricas e idealistas, é chamada de Empiro-criticismo, Marx a desenvolveu mas depois foi atualizado pela Microfísica do Poder, a ideia não mais do estado mas do poder que constitui-se no “indivíduo”, que Peter Sloterdijk, Gadamer, Ricoeur e outros consideram já também superada.

Se queremos adaptar a física quântica, que é do mundo físico, ao mundo na escala humana, que é ontológico, podemos pensar que há duas vertentes possíveis uma mais democrática que leva ao entendimento do mundo como Natureza e outro como a busca do “Justo”.

Destaco no empirocriticismo do Justo John Rawls, Habermas e Michael Sandel, todos ainda com uma forte influencia da chamada “teoria crítica”, e na questão da Natureza pensamentos Hannah Arendt, Raymond Aron, Norberto Bobbio, Phillip Pettit, Robert Nozick, e claro há outros.

As afirmações da física quântica com o infinitamente pequeno (as partículas) e o infinitamente grande (os corpos no universo) mudam a ideia que temos de causalidade, em política de que os vencedores contam a história, pois na física quântica a dimensão energética, a massa e energia que é 94% do universo, e tem uma influência nele, seria uma abordagem do inconsciente coletivo, as forças que não aparecem e que influenciam o processo político, presentes no “inconsciente”.

Outra parte importante é que o olhar do observador define a realidade, portanto a suspeita ideia de neutralidade foi superada, Werner Heisenberg, Eugene Wigner, Roger Penrose e Erwin Schorodinger desenvolveram esta visão quântica.

Em política significa que o olhar das pessoas simples influencia sim a política, educá-las é essencial para a democracia, e apenas manipulá-lo um desastre. [:en]Mechanical physics, especially the celestial mechanics of Sir Isaac Newton, took the idea of ​​cause and effect in the same proportions of a mechanical machine, it is said popularly to each cause there is a contrary reaction in the opposite direction, it was for politics as ” man werewolf “of Hobbes.

Then came the empiricism of Hume, in fact it is more connected to the theory of knowledge, which comes from the idea that I can only say something from my sensory experience, just as mechanicism, all knowledge and object of it is out of being and only there are perceptions. With politics, it is what the masters of political marketing exploit, working with people’s emotions so as not to give them a reference to the truth, but to deceive them.

The critique of this political “philosophy”, since the subject is more comprehensive, comes from the middle ages where in 1200 it was already defined as “state science”, but all criticism of this set of empirical and idealistic ideas is called Empirical-criticism,

Marx developed it but later was updated by the Microphysics of Power, the idea no longer of the state but of the power that constitutes the “individual”, which Peter Sloterdijk, Gadamer, Ricoeur and others consider already already surpassed.

If we want to adapt the quantum physics of the physical world to the world on the human scale, which is ontological, we can think that there are two possible, more democratic strands that lead to the understanding of the world as Nature and the other as the search for “the Just” .

John Rawls, Habermas and Michael Sandel, all still strongly influenced by so-called “critical theory”, and in the matter of Nature thoughts Hannah Arendt, Raymond Aron, Norberto Bobbio, Phillip Pettit, Robert Nozick, and of course there is others.

The assertions of quantum physics with the infinitely small (the particles) and the infinitely large (the bodies in the universe) change our idea of ​​causality, in politics of which the winners tell the story, for in quantum physics the energy dimension, mass and energy that is 94% of the universe, and has an influence on it, would be an approach of the collective unconscious, the forces that do not appear and that influence the political process, present in the “unconscious.”

Another important part is that the observer’s gaze defines reality, so the suspect idea of ​​neutrality has been overcome, Werner Heisenberg, Eugene Wigner, Roger Penrose, and Erwin Schorodinger have developed this quantum view.

In politics it means that the sight of simple people does influence politics, education is essential to democracy, and only manipulating it into a disaster. [:]

 

[:pt]E vós quem dizeis que eu sou[:en]And you who say that I am[:]

21 set

[:pt]As verdades dos fatos só revelam na verdade dos atos, é assim para a vida cotidiana, é assim para a política e para os discursos, se vivemos na pós-verdade, ela tem o limite dos atos.

Gostamos no dia a dia de criar narrativas mais favoráveis a nossa conveniência e ao nosso ideário, mas quase sempre o desvelar existe além da linguagem e do discurso.

A criação de uma inteligência lógica, em camadas mais profundas chamadas agora de Deep Mind ou Deep Learning, não é senão a resposta artificial ao mundo virtual, parte do real junto ao atual, a uma lógica consistente com a ação, enquanto na humana sempre haverá alguma dislexia.

A plena consciência está ligada a plena dialogia, onde os discursos podem interpenetrar no circulo hermenêutico, a diferença com a inteligência artificial é que a máquina aprende com humanos, mas lhe será difícil de escapar da lógica formal, enquanto a humana é ontológica.

Isto significa que estamos na era do Ser, manifestação mais profunda do que somos, e ao contrário do que supõe o discurso anti-tecnologia, é justamente ela que pode ajudar o discurso humano nos aspectos essenciais da lógica, que as vezes falseamos para ter razão.

Historicamente a tecnologia não está deslocada das necessidades humanas, é muitas vezes a má adaptação ou uso da relação humana com a tecnologia que causa alguns transtornos e má compreensão do seu verdadeiro papel, que é o de auxiliar o ofício, a arte e a técnica, diz a origem grega da palavra techné.

Na passagem bíblica que Jesus testa seus apóstolos ele pergunta: “e vós quem dizeis que eu sou” (Mt, 16,15) , para uns foi um grande profeta, para outros um retorno de Elias ou até de Moisés, e só para alguns era o Messias, ou seja, a sabedoria Divina entre nós.

O uso condenável da mensagem evangélica em política, não é pelo fato que devam ser fora dos interesses do bem comum e da sociedade em geral, mas é a possibilidade de instrumentalizar e usar a favor de determinado discurso, nem sempre coerente ao evangelho.

 [:en] The truths of the facts only reveal in the truth of the acts, it is so for the daily life, so for the politics and for the speeches, if we live in the post-truth, it has the limit of the acts.
We like day to day to create narratives more favorable to our convenience and our ideals, but almost always the unveiling exists beyond language and speech.
The creation of a logical intelligence, in deeper layers now called Deep Mind or Deep Learning, is nothing more than the artificial response to the virtual world, part of the real next to the current one, a logic consistent with the action, the human will always be some dyslexia.
Full consciousness is linked to full dialogue, where discourses can interpenetrate in the hermeneutic circle, the difference with artificial intelligence is that the machine learns from humans, but it will be difficult for it to escape from formal logic, while the human is ontological.
This means that we are in the age of Being, a deeper manifestation of what we are, and contrary to what anti-technology discourse supposes, it is precisely this that can help human speech in the essential aspects of logic, which we sometimes falsify to be correct .
Historically technology is not displaced from human needs, it is often the poor adaptation or use of human relationship with technology that causes some disruption and misunderstanding of its true role, which is to assist the craft, art and technique, says the Greek origin of the word techné.
In the biblical passage that Jesus tests his apostles, he asks: “And you who say that I am” (Mt 16:15), for some was a great prophet, for others a return from Elijah or even from Moses, not always God , that is, the Divine wisdom between us.
The reprehensible use of the evangelical message in politics is not for the fact that they should be outside the interests of the common good and of society in general, but it is the possibility of instrumentalizing and using in favor of a certain discourse that is not always coherent with the gospel[:]

 

[:pt]Projeto avançado Deep Mind[:en]Deep Mind Advanced Project[:]

20 set

[:pt]Projetos que tentavam simular sinapses cerebrais, a comunicação entre neurónios, foram anteriormente chamados de redes neurais ou neuronais, e tiveram um grande desenvolvimento e aplicações.

Aos poucos estes projetos foram se deslocando para estudos da mente e o código foi sendo dirigido para Machine Learning (Aprendizado por máquina) que agora usando redes neurais passou a ser chamado deep learning, um projeto avançado é o Google Brain.

Basicamente é um sistema para a criação e treinamento de redes neurais que detectam e decifram padrões e correlações em sistemas aplicados, embora análogo, apenas imitam a forma coo os humanos aprendem e raciocinam sobre determinados padrões.

O Deep Learning é um ramo da Machine Learning que opera um conjunto de algoritmos usado para modelar dados em um grafo profundo (redes complexas) com várias camadas de processamento, e que diferente do treinamento de redes neurais, operam com padrões tanto lineares como não lineares.  

Uma plataforma que trabalha com este conceito é a Tensor Flow, originada de um projeto anterior chamado DistBelief, agora é um sistema de código aberto, lançado pela equipe da Apache 2.0, em novembro de 2015, o Google Brain usa esta plataforma.

Em maio de 2016, a Google anunciava para este sistema a TPU (Tensor Processing Unit), um acelerador de programas de inteligência artificial programável com habilidade de alta taxa de transferência para a aritmética de baixa precisão (8 bts), que executa modelos e não mais treina como faziam as redes neurais, inicia-se uma etapa da Deep Compute Engine.

O segundo passo deste processo no Google Compute Engine, a segunda geração de TPUs alcança até 180 teraflops (10^12 números reais) de desempenho, e montados em clusters de 64 TPUs, chegam a trabalhar até 11.5 petaflops.[:en]Projects that attempted to simulate brain synapses, communication between neurons, were formerly called neural or neural networks, and had a large development and applications.
Gradually these projects were moving to studies of the mind and the code was being directed to Machine Learning that now using neural networks happened to be called deep learning, an advanced project is Google Brain.
Basically it is a system for the creation and training of neural networks that detect and decipher patterns and correlations in applied systems, although analogous, only imitate the way humans learn and reason about certain patterns.
Deep Learning is a branch of Machine Learning that operates a set of algorithms used to model data in a deep graph (complex networks) with several layers of processing, and that, unlike the training of neural networks, operate with both linear and non-linear patterns .
One platform that works with this concept is Tensor Flow, originated from an earlier project called DistBelief, is now an open source system, released by the Apache 2.0 team in November 2015, Google Brain uses this platform.
In May 2016, Google announced to this system the TPU (Tensor Processing Unit), a programmable artificial intelligence program accelerator with high transfer rate ability for low precision arithmetic (8 bts), which runs models and does not more training as neural networks did, a Deep Compute Engine stage begins.
The second step of this process in Google Compute Engine, the second generation of TPUs achieves up to 180 teraflops (10 ^ 12 floating point operations), and mounted in clusters of 64 TPUs, work up to 11.5 petaflops. [:]

 

[:pt]Revolucionário método para vídeos[:en]Revolutionary method for videos [:]

19 set

[:pt]Os pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon desenvolveram um método que sem a intervenção humana, modificam um conteúdo de um vídeo, de um estilo para outro.

O método é baseado num tratamento de dados conhecido como Recycle-GAN que pode transformar grandes quantidades de vídeo tornando-os úteis para filmes ou documentários.

O novo sistema pode ser usado por exemplo para colorir filmes originalmente em preto-e-branco, alguns já feitos como o que mostramos no vídeo abaixo, mas as técnicas eram dispendiosas e necessitavam de grande esforço humano em horas de trabalho.

O processo surgiu de experiências em realidade virtual, que além das tentativas de criar “mudanças profundas” (alterar objetos ou distorcer conteúdos, podiam aparecer uma pessoa inserida numa imagem, sem que houvesse permissão para isto, nas cenas cotidianas quase sempre acontece isto e muita gente não aceita.

Eu acho que há muitas histórias para serem contadas”, disse Aayush Bansal, um estudante de Ph.D. do Instituto de Robótica da CMU, dizendo de uma produção cinematográfica que foi a principal motivação para ajudar a conceber o método, explicou, permitindo que os filmes fossem produzidos de forma mais rápida e barata, e acrescentou: “é uma ferramenta para o artista que lhes dá um modelo inicial que eles podem melhorar”, conforme o site da CMU.

Mais informações sobre o método e vídeos podem ser encontradas em Recycle-Gan website.[:en]Researchers at Carnegie Mellon University have developed a method that without human intervention modifies a video content from one style to another. The method is based on a data processing known as Recycle-GAN that can transform large amounts of video making them useful for movies or documentaries.

The new system can be used for example to color films originally in black and white, some already made like the one shown in the video below, but the techniques were expensive and needed a lot of human effort during working hours.

The process arose from experiences in virtual reality, which in addition to the attempts to create “deep falsities” (altering objects or distorting contents, could appear a person inserted in an image, without it was allowed, in everyday scenes almost always happens this and much people do not accept.

“I think there are a lot of stories to tell,” said Aayush Bansal, a Ph.D. student at the CMU Robotics Institute, who said of a film production that was the main motivation to help design the method, he said, allowing that the films were produced faster and cheaper, and added: “it is a tool for the artist that gives them an initial model that they can improve,” according to the CMU website.

More information on method and videos can be found at Recycle-Gan website.

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[:pt]Colaboração digital entre Museus de Arte[:en]Digital collaboration between Art Museums [:]

18 set

[:pt]Uma plataforma de software digital de código aberto para curadoria de arte e compartilhamento entre museus e outros ambientes de exposição artística, foi desenvolvida pela colaboração entre pesquisadores da Universidade de Nova York (New York University) e os analistas e historiadores de arte da Biblioteca Frick Art Reference de Nova York.

A plataforma ARIES, disponível gratuitamente no ARtImageExplorationSpace.com, simplifica a organização, exploração e análise de coleções digitais, permitindo aos especialistas que manipulem imagens.

O kit de ferramentas desenvolvido permite aos usuários ampliar recursos, filtrar imagens, adicionar anotações, alterar lentes, marcar imagens, selecionar e colorir imagens (foto) e compartilhar coleções.

Claudio Silva, da NYU Tandon, afirmou que “como o ARIES também é baseado na Web, ele é portável e livre das complexidades de instalação de um sistema. Isso é especialmente importante para nossos usuários-alvo, que tem pouca ou nenhuma experiência em computação”

O ARIES foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, incluindo Claudio Silva e Juliana Freire, e por professores do Departamento de Ciência da Computação e Engenharia da NYU Tandon e membros do corpo docente do VIDA Center; Lhaylla Crissaff e Marcos Lage, em visita ao pesquisador da NYU Tandon João Rulff, ao pesquisador associado da VIDA R. Luke DuBois, artista, professor e co-diretor do programa de mídia digital integrada da NYU Tandon; e Louisa Wood Ruby e Samantha Deutch, diretora de pesquisa e diretora assistente do Centro de História da Coleta da Frick Art Reference Library, respectivamente.

Claudio Silva disse que a equipe está lançando novos recursos de forma incremental e planeja deixar o software mais sólido, de forma a melhorar a documentação, tutoriais e estudos de casos de forma a ampliar a base de usuários.

Como pode-se perceber pelos menos, o projeto teve parte do apoio em bolsas do CNPq-Brasil e é apoiada por uma concessão de infra-estrutura de pesquisa computacional (CRI) da National Science Foundation.

Frick Art Reference Library foi fundada há quase 90 anos (1934) pela filha de Henry Clay Frick (1849–1919), Helen Clay Frick, está no edifício na 10 E. da 71st Street, a Biblioteca é uma das principais referências em história e coleções de arte.

 [:en]An open source digital software platform for art curation and sharing between museums and other art exhibition environments was developed by collaboration between researchers at New York University (New York University) and art analysts and historians at the Frick Art Library Reference of New York.

The ARIES platform, available for free from ARtImageExplorationSpace.com, simplifies the organization, exploration and analysis of digital collections, allowing experts to manipulate images.

The developed toolkit allows users to enlarge features, filter images, add annotations, change lenses, tag images, select and color images (see picture) and share collections.

Claudio Silva, of NYU Tandon, stated that “since ARIES is also Web-based, it is portable and free of the complexities of installing a system.

This is especially important for our target users, who have little or no computing experience.” ARIES was developed by a multidisciplinary team, including Claudio Silva and Juliana Freire, and by professors from the Department of Computer Science and Engineering of NYU Tandon and faculty members of VIDA Center Lhaylla Crissaff and Marcos Lage, are visiting NYU researchers Tandon João Rulff, VIDA associate researcher Luke DuBois, artist, professor and co-director of NYU Tandon’s integrated digital media program; and Louisa Wood Ruby and Samantha Deutch, research director and assistant director of the Collection History Center at the Frick Art Reference Library, respectively.

Claudio Silva said the team is releasing new features incrementally and plans to make the software more robust, in order to improve documentation, tutorials and case studies in order to broaden the user base. As you can see at least, the project was part of the CNPq-Brasil scholarship support and is supported by a grant from the National Science Foundation Computational Research Infrastructure (CRI).  

Frick Art Reference Library was founded nearly 90 years ago (1934) by Henry Clay Frick’s daughter (1849-1919), Helen Clay Frick, is in the building at 10 E. 71st Street, the Library is one of the leading references in history and collections of art.[:]

 

[:pt]Estamos chegando perto, mas do que ?[:en]We’re getting close, but what? [:]

17 set

[:pt]Aos 20 anos, o romance de Carl Sagan “Contato” (1985) me impressionou de tal modo que nunca mais saiu da minha imaginação, o livro

Contato,  Buraco de Minhoca e radioastronomia.

falava de buracos de minhoca (wormholes são caminhos possíveis para a quarta dimensão), de teologia e de busca de vidas em outros planetas, eu fazia um caminho em direção ao materialismo que durou 20 anos, mas foi um percurso intelectual.

Aos 42 anos, o filme Contato (1987) voltou a me impressionar, a protagonista a Ellie Arroway (Jody Foster), na ficção era do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), descubro agora que o departamento existe na Universidade de Berkeley e lá estão captando sinais vindos de uma estrela vindos de uma estrela distante.

Curioso e instigante, é justamente a fase em que retorno a estudar a Noosfera de Teilhard de Chardin e pesquisar a quarta dimensão, estamos preparando um holograma e uma Ode ao Christus Hypercubus em Lisboa, justamente uma referência de Salvador Dali a 4ª. dimensão.

Os pesquisadores do SETI de Berkeley, liderados pelo estudante Gerry Zhang e alguns colaboradores, usaram aprendizado de máquina (machine learning) para construir um algoritmo novo para sinais de rádio que identificaram num período de 5 horas em 26 de agosto de 2017 (puxa meu aniversario), mas deve ser só uma coincidência.

Zhang e seus colegas com o novo algoritmo resolveram reanalisar os dados de 2017 e encontraram 72 explosões adicionais, os sinais não parecem comunicações como conhecemos, mas verdadeiras explosões, e Zhang e seus colegas preveem um novo futuro para a análise de sinais de radioastronomia com uso de aprendizagem de máquina.

Como no filme o sinal precisou de muito tempo para ser decodificado, Turing que estudou a máquina Enigma capturada do exército alemão durante a Segunda Guerra, adoraria estudar isto hoje, ele a decifrou.

O universo de código não é, portanto, artefacto humano, o espaço está cheio dele, não quer dizer que seja de alguma civilização, mas eles estão lá, a radiação de fundo por exemplo, descoberta em 1978 por Penzias e Wilson, ratificou o Big Bang e deu-lhes um Nobel de Física.

Os novos resultados serão publicados este mês no The Astrophycal Journal, e está disponível no site Breaktrough Listen.[:en]At age 20, Carl Seagan’s book “Contact” (1985) impressed me in such a way that it never left my

Film Contact, Hormholes and AI detect.

imagination, spoke of wormholes (wormholes are possible paths for the fourth dimension), theology and search for lives on other planets, I made a road to materialism that lasted 20 years, any ilusions.

At 42´s years old, the film Contact (1987) once again impressed me, the protagonist to Ellie Arroway (Jody Foster), in the fiction era of SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), I now discover that the department exists at the University of Berkeley and there they are picking up signals from a star coming from a distant star.

Curious and thought-provoking, it is precisely the phase in which I return to study Teilhard de Chardin’s Noosphere and search the fourth dimension, we are preparing a hologram and an Ode to Christus Hypercubus at Lisbon, just a reference of Salvador Dali’s fourth dimension.

SETI researchers from Berkeley, led by student Gerry Zhang and some collaborators, used machine learning to build a new algorithm for radio signals they identified in a 5-hour period on August 26, 2017 (pull my birthday ), but it should only be a coincidence.

Zhang and his colleagues with the new algorithm have resolved to reanalyze the data for 2017 and found 72 additional explosions, the signals do not seem like communications as we know, but real explosions, and Zhang and his colleagues foresee a new future for the analysis of radio astronomy signals with use of machine learning.

As in the film the signal needed a long time to be decoded, Turing who studied the Enigma machine captured from the German army during World War II, would love to study it today, he deciphered it. The code universe is not therefore a human artifact, space is full of it, not to say it is from any civilization, but they are there, the background radiation for example, discovered in 1978 by Penzias and Wilson, ratified the Big Bang and gave them a Nobel Prize in Physics.

The new results will be published this month in The Astrophycal Journal, and is available on the Breaktrough Listen website.  

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