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Arquivo para a ‘Mídia Digital’ Categoria

Diálogo Ausente

22 Out

Faltaram diálogos, sobraram abismos, e nem sempre fomos bem esclarecidos, não há clareiras, mas abismos, poucas pontes seguras e muito desamor e descrédito.

A escritora brasileira Elisa Lucinda diz: “minha literatura é cheia desse assunto de injustiça do mundo, o amor como grande antídoto é um dos meus temas preferidos” (entrevista Diálogos Ausentes, Itaú Cultural, 2017).

Escreveu sobre Fernando Pessoa: “O cavaleiro de Nada”, junto com Rubem Alves: “A Poesia do Encontro”, sobre sua plenitude em “Vozes guardadas”, são os que conheço, mas há outros na minha pilha para quando os afazeres obrigatórios me deixarem espaço para os prazeirosos.

Elisa Lucinda é atriz, cantora, jornalista, professora, cantora e poeta, pouco conhecida pela grande mídia, até por gente engajada e consciente, mas é uma “farra de inéditos”, como gosta de se referir aos seus livros, os livros que ela ama e venera.

Faz a defesa mais bela, des-preconceituosa e autêntica dos livros: “As crianças vão à escola e saem sem saber que livro é arte, que o escritor é um artista, sem saber que quando elas amam Harry Potter, Branca de Neve e Dom Quixote no cinema, tudo isso foi livro”.

Em tempo de diálogo ausente é bom lembrar esta brilhante escritora, que escreveu no livro última moda:

“Nos mares doces e nas difíceis águas da vida crua, minha alegria prossegue, continua.

Despida de armas e de medos, sou mais bonita nua” escreveu Elisa.

Se muitos tem medo, se a notícia é dura e crua, não nos calaremos nem temeremos porque arrancaremos do peito o medo e combateremos com os loucos pelas ruas.

Faltam pontes, erguem muros, fecham portas e falam de escuro, quanto a nós continuamos buscando clareiras.

 

Revolucionário método para vídeos

19 Set

Os pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon desenvolveram um método que sem a intervenção humana, modificam um conteúdo de um vídeo, de um estilo para outro.

O método é baseado num tratamento de dados conhecido como Recycle-GAN que pode transformar grandes quantidades de vídeo tornando-os úteis para filmes ou documentários.

O novo sistema pode ser usado por exemplo para colorir filmes originalmente em preto-e-branco, alguns já feitos como o que mostramos no vídeo abaixo, mas as técnicas eram dispendiosas e necessitavam de grande esforço humano em horas de trabalho.

O processo surgiu de experiências em realidade virtual, que além das tentativas de criar “mudanças profundas” (alterar objetos ou distorcer conteúdos, podiam aparecer uma pessoa inserida numa imagem, sem que houvesse permissão para isto, nas cenas cotidianas quase sempre acontece isto e muita gente não aceita.

Eu acho que há muitas histórias para serem contadas”, disse Aayush Bansal, um estudante de Ph.D. do Instituto de Robótica da CMU, dizendo de uma produção cinematográfica que foi a principal motivação para ajudar a conceber o método, explicou, permitindo que os filmes fossem produzidos de forma mais rápida e barata, e acrescentou: “é uma ferramenta para o artista que lhes dá um modelo inicial que eles podem melhorar”, conforme o site da CMU.

Mais informações sobre o método e vídeos podem ser encontradas em Recycle-Gan website.

 

Breve história da mentira

11 Set

Desde sempre as pessoas contam estórias de maneira que sua história parece um pouco melhor do que é, entenda história com h não são aquelas dos livros, mas dos fatos para os quais há artefactos, o que em direito chama-se prova instrumental.

Poder-se-ia ir na antiguidade clássica, onde encontraríamos Diógenes a procurar um homem honesto com uma lanterna, diria hoje um homem verdadeiro. 

Em tempos de partidarismo, que mais parecem torcidas fanáticas de futebol ou algum tipo de crença fundamentalista, a verdade se distorce para todo lado, o fato recente no Brasil da facada do Bolsonaro haviam desde teorias conspiratórias de um crime mal-executado, até quem defendesse que era tudo uma encenação, isto dito por intelectuais … pasmem.

Na história recente encontro o pensador e poeta do Modernismo espanhol António Machado y Ruiz, que escreveu La verdade también se inventa, portanto fake news são mais antigos, o que mudou agora é que intelectuais de pouca notoriedade e gente ignorante mesmo também o pode fazê-lo e com isto ganhar notoriedade mentirosa, mas é de fato notoriedade.

Encontro de Antonio Machado y Ruiz três frases muito interessantes: “Nunca percas o contato com o chão porque só assim terás dimensão uma ideia aproximada de sua estatura”, e “se é bom viver, ainda melhor é sonhar, e o melhor é despertar”, mas devemos despertar sempre e as vezes isto exigem podas, cortes diria, que quanto mais maduro mais profundos.

Lembro-me da frase de Cecília Meirelles: “Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira“, lembro também do Poema de Mário de Andrade, O valioso tempo dos Maduros.

No romance O Caminho Menos percorrido, Scott Peck faz uma afirmação para pensar: “Pode parecer menos censurável enganar os ricos do que os pobres, mas não deixa de ser um engano.  Perante a lei, existem diferenças entre cometer uma fraude num negócio, entregar a declaração de rendimentos falsa, usa cábulas num exame ou dizer em casa que se ficou a trabalhar até tarde quando se é infiel. É certo que uns enganos são piores que outros, mas na realidade não passam todos de mentiras e traições”, diria em politica, aos “crentes”.

Lembro mais uma vez Antonio Machado y Ruiz: “É próprio de homens de cabeças medianas investir contra tudo aquilo que não lhes cabe na cabeça”, os que mais se investem contra os outros tem verdade dogmáticas, sabedoria mediana (se as tem) e arrogância aos quilos.

Poderia fazer um longo tratado sobre o círculo hermenêutico e Verdade e Método (vols I e II) de Hans-Georg Gadamer, mas não.

Continuo a investir na educação que não seja a dogmática, nem a pragmática, mas a hermenêutica daqueles que sempre duvidam e sempre estão abertos ao pensamento do Outro.

 

Porque é importante ler Sloterdijk

29 Ago

Informei no último post que além das esferas de Sloterdijk, li somente as Esferas I que foi publicada em português, que tenho minha própria esfera emprestada de Chardin: a noosfera, e as outras de Sloterdijk tenho comentários do próprio autor e de leitores e interpretes dele.
Um resposta que li recentemente de uma entrevista dele, me deu uma síntese importante de minha proximidade do pensamento dele, ao ser perguntado sobre o que esperava do mundo acadêmico, afirmou em tom cerimonial: “A partir do século 19 (pensemos em Kierkegaard, Schopenhauer ou Nietzsche), o mundo dos filósofos se divide entre aqueles que, como eu, buscam uma aliança com os meios de comunicação de seu tempo (naquela época, a literatura; hoje, a imprensa, o rádio e a televisão), e aqueles que não o fazem, apostando no clássico vínculo entre a universidade e as editoras de livros como seu único biótopo cognitivo”, entre muitas coisas que li, esta é a mais genial.
Não aposto nas Mídias de redes sociais, blogs como este que escrevo a dez anos, por modismo ou afirmação do meu pensamento, mas porque penso que é importante dialogar com o que é hoje mediático, me recusei a algum tempo, por exemplo, ao Twitter que é impulsivo e colérico.
Outro ponto de contato é sua visão da zona de conforto, na mesma entrevista veiculada no caderno Mais+ da Folha de São Paulo de 2003, mas que fortuitamente encontrei num site para reler o que havia me influenciado na época, que me fez logo comprar o livro: Regras para o Parque Humano, publicado pela estação Liberdade na virada do milênio, mas logo parei de ler.
Só retomei anos mais tarde alertado por um aluno para a importância de seu pensamento.
Esse ponto de segurança, portanto não é zona de conforto, explica: “Estamos pensando como o ser humano arquiteta a segurança de sua existência. Como ele vive? Como previne futuras eventualidades e catástrofes? Como se defende? Como se integra em suas culturas, entendidas como comunidades de luta? É uma mudança de paradigma: da filosofia para uma imunologia geral”, isto é, procuramos um “lugar” para estar seguro, há ai uma analítica do lugar, diria na minha análise, em frontal oposição ao pragmatismo niilista e kantiano.
Uma antevisão de Sloterdijk não pode deixar de ser percebida nesta entrevista, ao prever o fascismo nos EUA: “Do ponto de vista da teoria dos meios de comunicação, o fascismo é o monotematismo no poder. Se uma opinião pública se estrutura de tal maneira que a uniformização aumenta demais, temos um sintoma pré-fascista”, há vários pontos do planeta com este sintoma, e é claro, podemos mergulhar numa nova era fascistóide da pré-guerra.
Não há como deixar de ver isto em posições na America Latina, e no Brasil em particular.

 

Holograma faz sucesso

26 Ago

De firma inesperada, uma cantora que é um holograma tridimensional, Hatsune Miku ganhou multidões para seus shows em várias cidades do Japão.

Os fãs de Hatsune, que é uma produção holográfica simulando uma garota de 16 anos, agitam seus apatatos luminosas e se agitam durante o show como se a artista fosse real.

Conforme reportagem do Daily Mail, a voz de Hatsune foi criada com amostras de voz da atriz japonesa Saki Fujita. Todas estas amostras contêm sons que, quando colocados em série, se transformam em palavras e frases. 

Agora os criadores do holograma podem compor qualquer música que a “avatar” irá cantar mesmo sem muita elaboração.

 

Uma pausa para Cannes

14 Mai

Cannes está pouco charmosa dizem por aqui na Europa, mas eu discordo olhando alguns filmes que estão por lá, diria que uns 5 me chamaram a atenção, mas pelo menos 9 poderiam ser olhados de perto, sobretudo por brasileiros, enumero apenas os 5 que li e 4 que soube.
Do cineasta Asghar Farhadi (palma de ouro em O passado de 2013, O apartamento de 2016 e o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017), o seu nome filme Todos lo saben, ambientado em Argentina e Espanha tem atores latinos conhecidos no Brasil, como Penépope Cruz, Jarvier Bardem e Ricardo Darin.
O segundo que penso valer a pena é Francis: A man of his word, do diretor Wim Wenders (de filmes como Asas do Desejo, Cidade dos Anjos e Paris Texas) e o principal ator nada menos que o Papa Francisco, lembro ainda que fez um documentário também sobre Sebastião Salgado.
O terceiro, para entusiastas de Star Wars e também pelo principal ator que participou dos dois filmes de Blade Runner, Harrisson Ford que fez o papel de Han Solo na série original, mas agora feito por Alden Ehrenreich, ainda bem jovem quando o piloto da Millennium Falcon conhece o amigo Chewbacca e Calrissian (Donald Glover), bem antes de aderir à Rebelião.
Segundo dizem os informativos de filmes, este estava emperrado desde 2015, mas aparece agora em Cannes, do brasileiro Cacá Diegues O grande circo místico, que conta a história de cinco gerações de uma família circense, com Juliano Cazarré, Bruna Linzmeyer, Antônio Fagundes, Jesuíta Barbosa e o francês Vincent Cassel, aparentemente promete, vale conferir.
O quinto e último que faço um comentário, é de volta a questão racial traz de volta Spike Lee, que conta uma historia real em Blackkklansman, um policial negro Ron Stallworth (John David Washington), que se infiltra na Ku Klux Klan e chega a liderar um grupo local.
Filmes que tenho poucas informações, mas a crítica está comentando são: Under the Silver Lake (de David Robert Mitchell, Corrente do Mal), Fahrenheit 451 (Ramin Bahrani), The House that Jack Built (do controvertido Lars von Trier) e The Man who killed Don Quixote (Terry Gilliam) que traz uma repaginação do romance histórico Dom Quixote.

Amanhã retorno com temas de Inteligência Artificial. 

 

Oscar 2018 sem surpresas

05 Mar

O filme A forma da água levou 4 estatuetas, incluindo melhor filme e diretor (Guilhermo del Toro),aEstatueta Dunkirk levou 3 estatuetas, os vencedores de melhor ator e melhor atriz foram Gary Oldman (O destino de uma nação) e Frances McDormand (Três anúncios para um crime).

O meu predileto Blade Runner 2049 levou duas estatuetas (Melhor fotografia e efeitos visuais), assim como “Três anúncios para um crime”, o filme chileno “Uma mulher fantástica” com Daniela Veja foi o melhor filme estrangeiro.

Após 14 indicações, o diretor de fotografia Roger Deakins finalmente aos 68 anos ganhou sua primeira estatueta.

A atriz Frances McDormand foi a responsável pelo palavra mais política: “Todos nós temos uma história para contar. Vamos falar sobre nossos projetos, que precisam de financiamento. Temos que ter inclusão”, referindo-se também ao seu filme de cartazes de uma mãe pedindo que o crime que matou sua filha fosse apurado.

Outro apelo foi o ganhador de melhor diretor, Guilhermo del Toro, mexicano, falou sobre a importância de “apagar as fronteiras” alusão direta a Donald Trump.

Melhor animação para “A vida é uma festa”, que concorriam com O Poderoso Chefinho, O Touro Ferdinando, Com Amor, Van Gogh e The Breadwinner, sinceramente uma decepção.

Jordan Peele tornou-se o primeiro negro a ganhar o Oscar de Roteiro Original em ”Corra”.

 

Meus azarões do Oscar 2018

29 Dez

Mudbound, lágrimas sobre o Mississipi é um dos meus favoritos, claro aindaaoBladeRunner não foi lançado no Brasil (previsto para 22 de fevereiro), mas a temática me atrai e também talvez saia na frente por tratar a temática inédita do racismo e feminismo durante a Segunda Guerra Mundial, tem no elenco  Garrett Hedlund, Jason Mitchell e Carey Mulligan.
O meu segundo na lista, não poderia deixar de ser pela paixão por tecnologia e ficção, Aniquilação (Annihilation) é um filme na linha das grandes ficções, que impressionou muito a crítica (talvez ganhe só efeitos especiais), e após o grande sucesso de Ex-Machina: Instinto Artificial (vencedor do Oscar de melhores efeitos especiais), o diretor Alex Garland prepara outra ficção científica, sobre uma bióloga participando de uma experiência na qual as leis da natureza não existem, no elenco estão Natalie Portman no papel principal, ao lado de Oscar Isaac, Tessa Thompson, Gina Rodriguez e Jennifer Jason Leigh.
Um dos bons filmes esquecidos do ano passado foi A lagosta do grego Yorgos Lanthimos, talvez por ser um dos roteiristas e diretores  dos mais criativos do cinema contemporâneos, agora com um drama familiar poderá ter alguma chance, com uma parceria com Colin Farrell nesta nova mistura de drama e suspense, sobre um cirurgião e sua esposa (Nicole Kidman), transformando a vida de uma família problemática, o Sacrifício do Cervo Sagrado está previsto para lançamento no Brasil em 8 de fevereiro.
Um filme que pode surpreender, é O rei do show , do desconhecido diretor Michael Gracey, um especialista em efeitos digitais, mas o filme é sobre um circo que encantou os EUA, o Barnum & Bailey, justamente é a história de P. T. Barnum, com bons atores Rebecca Ferguson, Michelle Williams, contando ainda com os efeitos especiais e o visual da época é uma boa promessa.
Esperava alguma coisa para Blade Runner 2049 (do diretor Ridley Scott),  Harrison Ford repetindo o papel 20 anos depois, o K (Ryan Goslind) e Joi (Ana de Armas) (foto), mas o filme cult de mais e com bilheterias de menos, tem poucas chances, talvez uma homenagem pelo conjunto da obra para Harrison Ford, continuo torcendo, é um épico das ficções.
Fico fora do Glamour dos melhores atores e atrizes, diretores e coadjuvantes, desde o Oscar “branco” de 2016, considero as indicações mais políticas do que artísticas.

 

Quase La La Land ganha

27 Fev

Quase porque a atrizes Warren Beatty e Faye Dunaway  anunciaram erroneamente queMoonlight La La Land: Cantando Estações  mas o vencedor com méritos foi Moonlight: Sob a Luz do Luar., os queridinhos da crítica tiveram a melhor atriz Emma Stone – La La Land: Cantando Estações e o melhor ator Melhor Ator Casey Affleck – Manchester à Beira-Mar

 

Os prêmios de melhor atriz coadjuvante foi para  Viola Davis – Um Limite Entre Nós e o melhor ator para Mahershala Ali – Moonlight: Sob a Luz do Luar, o filme ganhou também melhor roteiro adaptado com Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney – .

       

Melhor diretor, o agora premiadíssimo (ganhou dois Globos de Ouro), o diretor Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações, que ganhou também melhor fotografia com Linus Sandgren .

 

Melhor filme de animação foi para  Zootopia: Essa Cidade é o Bicho e melhor filme estrangeiro para  O apartamento, do Irã.

Sem muitas novidades, com melhor trilha sonora de Justin Hurwitz – La La Land: Cantando Estações ficou com as horas da noite, mas Moonlight, desculpem o trocadilho roubou um pouco o brilho.

 
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Indicações do Oscar 2017

25 Jan

É provável que haja contestações de Trump, alguma referência ao Oscar branco do ano passado,4filmes mas nada mais patriótico e americano do que os festivais, La la Land é interessante, mas 14 indicações diz o que de fato Hollywood é muito americana, como não lembrar os famosos musicais de Hollywood ? é bom sim, mas nem tanto assim.

Como isto La la land igualou a Titanic em 1997, e A malvada em 1950, em indicações centrais como melhor filme, melhor diretor (Damien Chazelle que já ganhou dois globos de ouro), melhor ator (Ryan Gosling) e melhor atriz com Emma Stone.

Bem atrás do musical, estão filmes com 8 indicações e o drama Moonlight: Sob a luz do luar, a ficção científica “A chegada”, e depois Manchester à beira-mar com 6 indicações e que já dissemos que não é tudo isto.

Ainda no estilo hollywoodiana não poderiam faltar um filme de guerra, a “Até o último homem”, de Mel Gibson e um faroeste moderno como a “A qualquer custo”; quanto aos dramas, estão: “Estrelas além do tempo”, “Lion: Uma jornada para casa” e “Cercas” (em inglês Fences), que é um dos meus preferidos junto com “A chegada”.

Meryl Streep, que no globo de Ouro onde foi homenageada de honra deu uma sapatada em Donald Trump, bate seu record com 20 indicações ao Oscar (só ganhou 3) como melhor atriz por seu papel em “Florence: Quem é Essa Mulher?”.

Destaco ainda a indicação da inglesa Isabelle Huppert (“Elle”) (primeira foto acima), que não deve levar, mas estou na sua torcida, junto com “A chegada” (foto da direita),

Viola Davis já ganhou o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante, poderia ganhar de novo, mas é provável que vá para, Naomi Harris (“Moonlight: Sob a luz do luar”) (foto abaixo), sendo as outras indicações: Nicole Kidman (“Lion: Uma jornada para casa”) e Octavia Spencer (“Estrelas além do tempo”) não merecem.

 

Talvez Star Wars (“Rogue One: Uma história Star Wars”) (foto abaixo) tenha um premio de consolação de efeitos especiais ou mixagem de som, os aficionados esperavam mais alguma indicação.

 

Em animação Trolls não teve indicação, talvez Moana: uma aventura do mal talvez ganhe, fui assistir com crianças que acharam um pouco difícil a linguagem, os outros exceto Zootopia, que tem algo diferente, “Minha vida de abobrinha”, “A tartaruga vermelha” e mesmo o badalado “Kubo e as cordas mágicas” não tem nada de especial.

O prêmio será daqui um mês, dia 26 de fevereiro e será  apresentado por Jimmmy Kimmel.